O vereador Elton Três Irmãos deixou claro que não pedirá votos para o governador caso o petista não entregue obras no município

Leia em: < 1 minuto

O vereador de Banzaê, Elton Três Irmãos (PSD), deixou claro que não pedirá votos para o governador Jerônimo Rodrigues (PT) caso o petista não entregue obras no município. O edil é filiado ao PSD e, portanto, aliado político do petista, mas não se fez de rogado quando disse que é preciso obter vantagens do governo estadual às vésperas das eleições de outubro.

”Eu mesmo não vou na casa de ninguém pedir voto para o governador se ele não mandar as obras para o nosso município. Para o nosso município, ele não está mandando nada. (…) Eu mesmo não vou pedir voto para ninguém!”, disse Elton no plenário da Casa Legislativa.

Reunião entre os líderes desmistificou a informação e mostrou que continua a parceria entre os poderes

Leia em: < 1 minuto

O presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, César Porto (PP), e o prefeito Valderico Junior (UB), se reuniram para alinhar alguns pontos em prol da cidade. Nos bastidores, surgiu o boato de que Legislativo e Executivo tinham rompido as relações políticas, mas a reunião entre os líderes desmistificou a informação e mostrou que continua a parceria entre os poderes em prol do desenvolvimento e do progresso.

>>ASSISTA AO VÍDEO:

Assinatura da ordem de serviço está marcada para esta quarta-feira

Leia em: < 1 minuto

O prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), vai assinar nesta quarta-feira (25.fevereiro), às 17h, a ordem de serviço para a elaboração do projeto executivo e a requalificação do Parque Linear da Avenida Amélia Amado. O ato acontecerá no próprio local, ao fundo do Centro de Atenção à Mulher, marcando o início de mais uma etapa de melhorias e revitalização na área de infraestrutura de Itabuna.

Cocá ressaltou que a solicitação já foi feita ao petista, no entanto, ainda não foi atendida

Leia em: < 1 minuto

Em entrevista ao Blog do Marcos Frahm, o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), falou sobre as eleições de outubro e o possível apoio à tentativa de reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT). De acordo com o gestor, a aliança está condicionada à entrega de obras estruturantes para o município, a exemplo da construção de um novo aeroporto no entroncamento de Jaguaquara.

Cocá ressaltou que a solicitação já foi feita ao petista, no entanto, ainda não foi atendida. Questionado se a assinatura da ordem de serviço do equipamento ajudaria na tomada de decisão, o prefeito cravou: ”Aí ele terá meu apoio total. O aeroporto, pra mim, é a marca que a nossa região pode mudar”.

>>ASSISTA AO VÍDEO:

Marco Lessa é empresário, criador do Chocolat Festival e Brasil Origem Week

Leia em: 2 minutos

| Por Marco Lessa

O cacau brasileiro vive um momento paradoxal. Nunca foi tão reconhecido internacionalmente pela sua qualidade e diversidade sensorial, e nunca esteve tão ameaçado em sua base produtiva. Pequenos agricultores que sustentam a cadeia recebem, no máximo, 10% do preço final de um tablete de chocolate. O restante fica com intermediários, indústrias e varejistas. Essa equação precisa mudar — e mudar com urgência.

Para que o Brasil ocupe o lugar que merece no mercado mundial do cacau e do chocolate, não basta colher frutos de qualidade. É preciso construir, com visão estratégica e vontade política, uma nova arquitetura para o setor. Isso passa, em primeiro lugar, por garantir um preço mínimo justo ao produtor — com referência mínima de US$ 6.000 por tonelada — e por controlar de forma rigorosa as importações de cacau, permitindo-as apenas quando houver necessidade comprovada. Nesse mesmo sentido, o fim do drawback para o cacau importado é medida inadiável: não faz sentido que o Estado brasileiro subsidie, por meio de isenções tributárias, o uso de cacau estrangeiro em detrimento do produtor nacional.

No plano legislativo, duas iniciativas merecem apoio imediato. O Projeto de Lei da deputada Lídice da Mata, que eleva o percentual mínimo obrigatório de cacau no chocolate, é um passo concreto na valorização da nossa matéria-prima. Igualmente relevante é o projeto que proíbe o uso do nome “chocolate” — e expressões como “sabor chocolate”, “achocolatado” ou “sabor artificial de chocolate” — em produtos que não contenham ao menos 35% de cacau em sua formulação. Proteger a denominação é proteger o consumidor, o produtor e a identidade de um produto que é patrimônio do Brasil.

Precisamos também industrializar nas regiões produtoras, instalar pequenas plantas de moagem e fábricas de chocolate onde o cacau nasce, criar mecanismos de remuneração por serviços ambientais e instituir um Fundo Nacional do Cacau voltado à inovação e à promoção. Campanhas que ampliem o consumo interno, apoio a cooperativas de comunidades vulneráveis e a diversificação de mercados externos completam esse conjunto de ações que, juntas, reduzem nossa dependência das poucas indústrias que hoje concentram poder desproporcional sobre toda a cadeia.

Nada disso, porém, se sustenta sem instituições fortes. Uma Ceplac renovada, uma Câmara Setorial atuante e entidades representativas profissionais e autônomas são condições inegociáveis para que o setor fale com uma só voz e negocie com legitimidade.

O Brasil já provou que sabe fazer cacau de excelência. Agora precisa provar que sabe protegê-lo, valorizá-lo e transformá-lo em desenvolvimento real e justo para quem trabalha a terra. Essa é a nova história que precisamos escrever — juntos.​​​​​​​​​​​​​​​​

Marco Lessa é empresário, criador do Chocolat Festival e Brasil Origem Week.

“A quem interessa esconder os dados sobre a crise do Hospital São José?”, indagou o parlamentar ao cobrar esclarecimentos sobre a situação financeira da unidade

Leia em: < 1 minuto

O vereador de Ilhéus, Dr. Tandick Resende (UB), questionou, durante sessão da Câmara Municipal, a falta de transparência na gestão do Hospital São José. “A quem interessa esconder os dados sobre a crise do Hospital São José?”, indagou o parlamentar ao cobrar esclarecimentos sobre a situação financeira da unidade.

Segundo Tandick, dados do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) apontam que o hospital recebeu cerca de R$ 42 milhões em repasses da prefeitura entre 2022 e 2025. Ele destacou ainda que, conforme informado oficialmente pelo município em nota divulgada no último dia 10, não há débitos pendentes com a instituição. No dia 12 de fevereiro, a unidade teria recebido quase R$ 900 mil.

O vereador afirmou que parte dos pagamentos ocorreu por meio de decretos de emergência e indenizações, o que, segundo ele, demonstra esforço da gestão do prefeito Valderico Júnior (UB) para manter o atendimento à população. Em contrapartida, criticou a administração do hospital, classificando a unidade como “caixa-preta” e apontando possíveis irregularidades.

Tandick também informou que encaminhou ofícios solicitando prestação de contas e documentos detalhados desde setembro do ano passado, mas, até o momento, não teria recebido uma resposta formal. O parlamentar defende que as informações sejam apresentadas de forma clara à sociedade ilheense.

Este Pauta Blog mantém o espaço aberto para o Hospital São José se posicionar sobre os questionamentos do vereador.

A posse está prevista para ocorrer em ato oficial organizado pela executiva municipal da legenda

Leia em: < 1 minuto

A Missionária Raimunda (UB) assumirá, no mês de março, a presidência do União Brasil Mulher em Itabuna. A posse está prevista para ocorrer em ato oficial organizado pela executiva municipal da legenda, reunindo filiados, lideranças políticas e representantes da sociedade civil.

O convite para que ela assumisse a condução do segmento feminino do partido partiu do presidente da executiva municipal, Enderson Guinho, que destacou a importância de fortalecer a participação das mulheres na política e ampliar o protagonismo feminino dentro da sigla no município.

Missionária Raimunda é reconhecida por sua atuação social e religiosa em diversas comunidades de Itabuna. Além disso, foi candidata a vereadora nas últimas eleições e, atualmente, é a primeira suplente do partido para a Câmara Municipal, o que reforça a representatividade e inserção no cenário político local.

À frente do União Brasil Mulher, Raimunda terá como missão estruturar o núcleo feminino, promover ações de formação política e ampliar o diálogo com lideranças e movimentos sociais, fortalecendo a presença das mulheres nos espaços de decisão.

Tudo começou quando Danilo reclamou de não ter tido acesso a um projeto enviado pelo Poder Executivo e dizer que quem o colocou na cadeira de vereador foi o povo, e não o prefeito Augusto Castro (PSD)

Leia em: < 1 minuto

A sessão de Comissões Ténicas na Câmara de Vereadores de Itabuna foi marcada por um momento acalorado entre os vereadores Robson Rigaud (DC) e Danilo Freitas (UB). Tudo começou quando Danilo reclamou de não ter tido acesso a um projeto enviado pelo Poder Executivo e dizer que quem o colocou na cadeira de vereador foi o povo, e não o prefeito Augusto Castro (PSD).

Dando continuidade às críticas à gestão municipal, Danilo fez questão de dizer que tem mandato próprio, ou seja, não atende aos comandos de ninguém. Foi nesse momento que o vereador Robson pediu a palavra e reclamou das colocações feitas pelo colega a respeito da autonomia de cada um.

Danilo, em contrapartida, disse que não estava se referindo a ninguém específico, mas salientando que não obedece ordens, apenas trabalha em prol da população. O vereador ainda fez questão de lembrar que o prefeito chegou a dizer que enviaria alguns vereadores para a oposição, deixando claro que detém um certo poder dentro da Casa Legislativa.

Rui e Wagner estão massificando a presença em cidades do interior ao melhor estilo de ''quem não é visto, não é lembrado''

Leia em: < 1 minuto

Enquanto o governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), permanece em viagem à Ásia integrando a comitiva do presidente Lula (PT), os ex-governadores e pré-candidatos ao Senado, Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT), estão intensificando a agenda no interior baiano. O objetivo é não deixar a peteca cair e massificar a presença dos candidatos a PT em diversas partes da Bahia.

Na última quinta-feira (19.fevereiro), a dupla esteve em Seabra e, na sexta (20.fevereiro), em Irecê. Abrindo a semana, os petistas passaram por Feira de Santana ontem (23.fevereiro) e, nesta terça-feira (24.fevereiro), marcaram presença em Sobradinho. Todos os compromisso contaram com a presença de aliados em uma clima de pré-campanha.

A chapa puro-sangue formada por Jerônimo, Wagner e Rui não foi tão bem aceita quanto o esperado. Houve quem dissesse que a composição é ”suicida” e vai acabar morrendo na praia, enquanto outros alegam que o poder de ter o atual chefe do Executivo estadual ao lado de duas figuras experientes que também passaram pelo Palácio de Ondina pode ser sinônimo de força e coesão.

 

Para o parlamentar, o resultado expõe a falência do modelo econômico petista e desmente o discurso de que o partido “cuida de gente”

Leia em: 2 minutos

O deputado federal Paulo Azi (UB) criticou os governos do PT na Bahia após a divulgação dos dados do IBGE que mostram que o estado tem o segundo pior salário médio do Brasil, ficando à frente apenas do Maranhão. Para o parlamentar, o resultado expõe a falência do modelo econômico petista e desmente o discurso de que o partido “cuida de gente”.

Segundo o IBGE, a Bahia registrou um rendimento médio real de 2.284 por mês em 2025, um valor abaixo da média nacional e muito distante do patamar alcançado por outros estados do país que, ao contrário da Bahia, têm conseguido ampliar atração de investimentos, gerar empregos e elevar a renda da população.

Azi afirma que o dado revela “uma realidade dura, que o PT tenta esconder”, mas que o povo sente no dia a dia: “O PT diz que cuida de gente, mas na verdade maltrata os mais pobres. A Bahia amarga o segundo pior salário do país depois de quase 20 anos de governos petistas. Isso não é consequência de uma gestão que abandonou os potenciais econômicos do estado, não incentiva a iniciativa privada e não sabe gerar oportunidades para os baianos”.

O deputado lembra que, ao longo das últimas duas décadas, a Bahia perdeu protagonismo na economia do Nordeste: “A Bahia ficou parada no tempo. Enquanto outros estados avançaram, nós assistimos fábricas indo embora, investimentos migrando para outras regiões e potenciais ainda não aproveitados como deveriam, com nos casos do turismo e da agropecuária. O resultado está aí: salários baixos, desemprego alto e pouca perspectiva para a população”.

Azi também responsabiliza diretamente o governador Jerônimo Rodrigues (PT), que, segundo ele, conseguiu aprofundar ainda mais o cenário de estagnação econômica: “Jerônimo recebeu um estado com sérios problemas e conseguiu piorar. O governo é incapaz de apresentar um plano de desenvolvimento. Em vez disso, aposta em mais empréstimos, mais propaganda e menos resultados. Não existe clima de confiança para quem quer investir na Bahia”.

Notícias mais lidas

Outros assuntos

Custom text