Valdemir Souza é consultor da ACI de Itabuna

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O consultor da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna, Valdemir Souza, foi homenageado como jovem destaque de Itabuna por indicação do vereador Israel Cardoso, na 6ª feira (21.maio), durante sessão solene na Câmara de Vereadores de Itabuna.

O nome do jovem foi bastante aplaudido e bem avaliado pelos trabalhos realizados no ramo de consultoria de empresas, por projetos desenvolvidos na cidade, como o Brilho Grapiúna, Seminário de Jovens Empreendedores e outros.

“Estou bastante feliz por ter sido homenageado. Nós jovens temos construído a história da nossa cidade e temos a certeza que somos a esperança do presente e podemos fazer Itabuna avançar cada dia mais”, declarou Valdemir, que atualmente trabalha na cooperativa Sicredi e é coordenador de cooperativismo do conselho nacional da juventude – Consejuve. 

O empresário Sérgio Velanes, e o sucessor, o empresário Mauro Ribeiro

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Os empresários da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna elegeram nesta 2ª feira (17.maio), por aclamação, o empresário Mauro Ribeiro para o biênio 2021-2023. Ele sucede o empresário Sérgio Velanes, após dois mandatos representando e defendendo a classe empresarial em ações de fortalecimento do setor.

Empresário mais jovem da história a estar à frente da Associação centenária de Itabuna, com 34 anos de idade, Mauro é atualmente sócio-diretor da rede de Lojas Buriti, com sede em Itabuna. Agora, como presidente eleito da entidade, ele espera fortalecer cada vez mais a ACI, através do diálogo com os empresários e defender os direitos da classe, buscando o apoio dos poderes constituídos do município.

“A Associação estará de portas abertas para todos os empresários, seja ele micro, pequenos e grandes empresários, porque a Associação Comercial precisa estar a serviço das empresas, dos empresários e da população de Itabuna, para que juntos possamos desenvolver ainda mais toda essa cadeia produtiva que tem na nossa cidade e gerar mais empregos e renda”, declarou Mauro.

DIRETORIA
A Assembleia Geral é composta por: Presidente: Sérgio Velanes; 1º. Secretário: Ronaldo Abude, 2º. Secretário: Luiz Roberto Vieira Ribeiro. Presidente do Conselho Diretor: Mauro Ribeiro; Vice-Presidentes do Conselho Diretor: Silvio Roberto Oliveira, Franklin Bastos, Rafle Salume, Eduardo Carqueja Júnior e Rafael Monteiro.

Integram o Conselho do Comércio: Franklin Bastos, Vera Guimarães, Valdino Cunha e José Orleans Mendonça. No Conselho da Indústria: Eduardo Carqueja Júnior, Rogério Sbardelotto, Paulo Cezar Ganem e Jorge Luiz Pires. No Conselho de Prestação de Serviços: Rafle Salume, Tarik Vervloet Fontes, Ludmila Vieira e Vitor Borboun.

No Conselho de Comunicação: Silvio Roberto, Sebastião Nunes Sampaio Barros, Nelson Báfica e Carolina Fajardo. No Conselho de Agricultura e Pecuária, Rafael Monteiro, Janilton Mascarenhas, Newton Isozaki, Jonh Nascimento. Na Comissão de Contas I: Jorge Luiz Pires, Tarik Vervloet Fontes e Viviane Fernandes. Na Comissão de Contas II: Luiz Marcel Silva Ribeiro, Wellington Ferraz e José Adauto. 

Serviços prestados às famílias caíram 27% em março - Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias

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O setor de serviços apresentou queda de 4% na passagem de fevereiro para março, voltando a ficar abaixo do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020. O resultado elimina boa parte do ganho do mês anterior, que foi de 4,6%, quando superou o nível pré-pandemia pela primeira vez.

Na comparação com março de 2020, o setor teve alta de 4,5%, após 12 taxas negativas seguidas. Já o fechamento do primeiro trimestre teve queda de 0,8% frente ao mesmo período de 2020. Com isso, o volume de serviços apresenta a quinta queda consecutiva nas comparações trimestrais. O acumulado nos últimos 12 meses é de -8%.

Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). “O setor mostrava um movimento de recuperação desde junho do ano passado e chegou a superar o patamar pré-pandemia. Mas, com a queda em março, encontra-se 2,8% abaixo do volume de fevereiro do ano passado”, explica o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Três das cinco atividades investigadas na PMS tiveram queda, com destaque para o resultado de serviços prestados às famílias, que caiu 27%, a taxa negativa mais intensa desde abril de 2020 (-46,5%). Também contribuíram para o índice as quedas de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,9%) e de profissionais, administrativos e complementares (-1,4%).

Lobo explica que o resultado para essas atividades retrata o recrudescimento das medidas restritivas por conta do avanço da pandemia da Covid-19 no país. “Foram menos impactantes do que março de 2020, mas suficientes para fazer o setor de serviço recuar e voltar ao patamar pré-pandemia”, salienta o analista.

Regionalmente, pouco mais da metade (14 das 27) das unidades da federação teve queda no volume de serviços na passagem de fevereiro para março. Entre os locais com taxas negativas, o impacto mais importante veio de São Paulo (-2,6%), seguido por Distrito Federal (-6,1%), Minas Gerais (-1,6%), Santa Catarina (-3,4%) e Rio de Janeiro (-0,8%). Em contrapartida, o Mato Grosso do Sul (11,8%) registrou a principal alta.

Em comparação com março de 2020, o volume do setor de serviços cresceu 4,5% e interrompeu 12 taxas negativas seguidas neste indicador. O resultado deste mês apresentou alta em quatro das cinco atividades de divulgação e contou ainda com crescimento em 45,2% dos 166 tipos de serviços investigados.

Influenciaram a alta os setores de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (8,8%) e os serviços de informação e comunicação (6,2%). Com menores impactos, outros serviços (7,3%) e profissionais, administrativos e complementares (0,7%) também tiveram contribuições relevantes..

Cerca de R$ 70 bilhões sendo aplicados, aproximadamente, em 28 municípios.

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A produção mineral nacional apresentou um crescimento de 15% em toneladas no primeiro trimestre de 2021, e garantiu um investimento de R$200 bilhões, que devem ser distribuídos por mineradoras pelo país até 2025. A maior parte desses investimentos está destinada à Bahia, com cerca de R$70 bilhões sendo aplicados,  aproximadamente, em 28 municípios.. Os dados são do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e o valor representa 35% dos aportes catalogados pelo órgão em todo país.

O destaque para a Bahia está relacionado ao crescimento significativo na produção de minerais no estado. Nos três primeiros meses de 2021, o faturamento baiano bateu a marca dos R$10,5 bilhões, contra o índice de R$5,8 bilhões atingido no mesmo período do ano passado, representando um crescimento de 94% na receita.

Antonio Carlos Tramm, presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), reconhece a valorização do produtor da mineração, em especial do minério de ferro, e a desvalorização do real como alguns dos fatores responsáveis pelo incremento no faturamento das mineradoras. “Este aumento no volume de investimentos confirma que a mineração irá ocupar cada vez uma posição de destaque no desenvolvimento econômico da Bahia, na geração de empregos e de tributos”, afirma.

Os 92 projetos que integram o portfólio das mineradoras para receber os aportes estão situados na área de influência regional de mais de 81 municípios, em vários estados, e vão contribuir para movimentar a economia a médio e longo prazo, com promoção a negócios em extensas cadeias produtivas, geração de empregos e aumento da arrecadação tributária, entre outros benefícios socioeconômicos, como a geração de mais renda.

Segundo o IBRAM, no 1º trimestre do ano a indústria da mineração pagou quase 102% a mais em tributos totais do que no 1º trimestre de 2020: R$24 bilhões ante R$12 bilhões. O saldo de empregos do setor também foi positivo neste trimestre, com 11 mil novos postos diretos. As vagas diretas abertas nas mineradoras geram empregos indiretos da ordem de 1 para 11 ao longo das cadeias produtivas, informa o IBRAM.

Para Flávio Penido, diretor presidente do IBRAM, a mineração passa por um ciclo crescente, o que torna o momento ideal para criação de melhores condições que permitam que a atividade legalizada possa se expandir.

“Quando a mineração está em um ciclo positivo ela assegura insumos e impulsiona negócios para milhares de empresas de todos os portes e de praticamente todos os segmentos, o que é extremamente positivo para a economia nacional”, afirma. “Os dados que divulgamos mostram que a sociedade deve enxergar a mineração como uma parceira para o desenvolvimento socioeconômico perene do país”, acrescenta Penido.

Espaço reúne diversos serviços para ajudar empresários; confira todos os locais de atendimento

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A prefeitura de Barro Preto e o Sebrae inauguraram a décima Sala do Empreendedor na região Sul da Bahia. O espaço reúne diversos serviços em um único local para facilitar o dia a dia dos pequenos empresários, melhorar e simplificar o ambiente de negócios em todo o Estado e, ainda, atuar lado a lado com as administrações municipais.

Dentro os serviços oferecidos na Sala do Empreendedor estão: planejamento de um novo negócio; informações para formalização, alteração e baixa de Microempresa (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP). É possível buscar orientação de como realizar vendas para órgãos públicos; informações referentes às chamadas públicas da agricultura, protocolo do licenciamento municipal e, também, capacitações, palestras e oficinas.

Inauguração da Sala do Empreendedor em Barro Preto

Já o Microempreendedor Individual (MEI) tem à disposição uma série de serviços específicos para essa modalidade de empresa como: formalização, alteração, declaração anual, impressão de boleto e baixa para MEI, além de emissão do Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI).

Segundo Michel Lima, gerente adjunto do Sebrae em Ilhéus, unidade responsável por atender a região Sul do Estado, os esforços da equipe Sebrae continuam para sensibilizar outros municípios a abrirem novas salas na região.

“A equipe da regional está conversando com outras prefeituras para que seja ampliada essa rede. A principal função da sala do empreendedor é levar a informação para o empresário do município e montar um plano de trabalho para que seja possível desenvolver ações em prol do fortalecimento dos pequenos negócios no município”,  explica Michel.

O conjunto de dados pode significar o início de reversão de ciclo de redução do fluxo comercial, que se expandiu 20,1% no quadrimestre, com aproveitamento da retomada do comércio mundial. Em tempos de pandemia e de medidas de restrição à circulação de pessoas, a exportação gera oportunidades de negócios, com efeitos domésticos positivos na geração de riqueza e renda

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As exportações baianas atingiram US$ 840,5 milhões em abril, com aumento de 55,5% em comparação a igual mês de 2020. Apesar do efeito base que explica parte importante da sua magnitude, a alta na exportação em abril reflete a recuperação do comércio internacional e a intensa demanda chinesa e asiática, que contribuiu para elevar preços e puxar o embarque de commodities. Isso ocorre sobretudo com a soja, que voltou em grande volume aos portos após o atraso na colheita e dos derivados de petróleo, cujos preços médios tiveram aumento significativo.

As informações, divulgadas nesta segunda-feira (10), foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan).

As importações alcançaram US$ 727,8 milhões no mês e aumentaram 91,4% em relação a abril de 2020. Também sob o efeito da base baixa de comparação, as compras externas foram puxadas principalmente por combustíveis e pela recomposição de insumos que sofreram desabastecimento no mercado externo e interno. Isso aconteceu mesmo com câmbio depreciado, porque o desabastecimento também contribuiu para elevar preços no mercado interno.

As exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) aumentaram 34,2% no mês passado e responderam por 26% das vendas totais do estado ao exterior, em abril. Os fortes embarques do grão, em março e abril, ocorreram após um atraso da safra recorde, que reduziu a exportação no início da temporada.

As projeções para as exportações de soja são as melhores possíveis para a atual safra, considerando o valor baixo dos estoques globais, o aumento da produção na Bahia e a forte demanda asiática, sobretudo da China. O mercado chinês representou quase 57% das vendas do setor esse ano, com um crescimento de 18,6% ante igual período de 2020.

Já o valor das exportações de derivados de petróleo teve alta de 433,5% sobre abril do ano passado, impactado por uma alta dos preços, que se elevou em média 113,1% comparado ao mesmo mês de 2020. Novamente o mercado asiático (Cingapura) respondeu por mais de 90% das compras.

No acumulado até abril, as exportações baianas acusam crescimento de 7,5%, influenciadas muito mais pela alta dos preços médios dos produtos exportados (33,4%), com destaque para soja, derivados de petróleo, produtos metalúrgicos e minerais. Os volumes embarcados avançaram muito menos em alguns segmentos e chegaram a registrar baixa no total do período (-19,4%), em função do atraso na colheita das lavouras de soja nos primeiros dois meses de 2021 e dos embarques menores de derivados de petróleo.

Os países asiáticos lideram os mercados de destino com 50% de participação no total de vendas até abril. Mas outros parceiros econômicos importantes da Bahia, que demandam produtos locais, como Estados Unidos (+17,4%), Argentina (+15,4%) e União Europeia (+6,5%), também vivem em um contexto de recuperação econômica, resultando numa demanda crescente de diversos produtos da pauta estadual. 

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Com programação digital e gratuita, evento ocorre entre 10 e 14 de maio com inscrições abertas no Portal Sebrae

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O Sebrae preparou uma semana inteira com oficinas práticas e palestras com especialistas para microempreendedores individuais (MEI) e para quem deseja abrir o próprio negócio. Entre os dias 10 e 14 de maio, a Semana do MEI oferece uma programação totalmente online e gratuita para todo o país, com a participação de 45 palestrantes, entre especialistas da entidade e convidados. O tema da edição deste ano é “Uma nova visão para o futuro do seu negócio”, inspirado no bordão do empreendedor, influenciador digital e escritor, Rick Chester, que ficou conhecido nas redes sociais após viralizar com um vídeo no Youtube onde ensina como lucrar vendendo água no Rio de Janeiro. Ele será a grande atração do último dia da edição da Semana do MEI 2021, com a palestra de encerramento “Pega a Visão”.

Ao longo da semana, os inscritos na Semana do MEI terão a oportunidade de participar de uma jornada de conhecimento para encontrar inspiração para empreender, conhecer tendências e oportunidades de negócios, aprender como se planejar para começar da forma adequada e cuidar das finanças, além de interagir com especialistas convidados que trarão dicas para vender mais na internet. A programação nacional tem a colaboração de unidades regionais do Sebrae, sempre com atividades práticas no período da manhã e lives inspiradoras e com dicas durante a tarde.

De acordo com a coordenadora do evento, Renata Malheiros, os assuntos do 1º dia tem foco no momento de crise enfrentado pelos empreendedores. “Vamos começar tratando de inteligência emocional, motivação, resiliência e criatividade, com apoio de especialistas”, contou. Já o dia 11 será voltado para oportunidades de negócios, com grandes tendências, principalmente para o setor de alimentos e beleza. As lives terão a participação de Heloísa Nóbrega, especialista do Sebrae em redes sociais, sobretudo o Tik Tok, e da maquiadora Janaína Mayane, embaixadora MEI que promove cursos online. No dia 12, os participantes poderão aprender sobre a importância do planejamento e vendas pela internet com a ajuda de Felipe Siqueira, sócio do Grupo Reserva, e de Mayra Moreli, gerente de negócios da B2W Marketplace.

A equipe do Sebrae estará disponível no dia 15 para orientar os empreendedores na organização das contas, como fazer o dinheiro render e estratégias financeiras. A ganhadora do prêmio ‘Mulheres que transformam’, da XP, Bia Santos, abordará o tema educação financeira. As oportunidades do PIX para o MEI também serão tema de outra palestra, com a especialista do Banco Central, Mayara Yano. No último dia, serão oferecidas oficinas para ajudar a vender mais, com foco no mercado digital, com convidados do Facebook, HostGator (multinacional de hospedagem de sites) e da Kyte (plataforma online de vendas).

BENEFÍCIOS DO MEI
Atualmente, existem 11,3 milhões de microempreendedores individuais em atividade no país e ainda há muito espaço para crescimento. De acordo com o último Perfil do MEI, elaborado pelo Sebrae, 76% possuem o empreendedorismo como única fonte de renda e apenas 2% eram empreendedores formais antes de se tornar MEI. O estudo também revela que 51% dos MEI em atividade tinham carteira assinada antes de se formalizar e 12% eram empreendedores informais.

A possibilidade de vender ou prestar serviços para o governo, ter um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), acesso a produtos e serviços bancários, como crédito, são algumas das principais vantagens de ser um MEI. “Sobre os direitos e benefícios previdenciários, a aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte estão na lista dos principais. Segundo a analista do Sebrae, o MEI é considerado um dos maiores programas de formalização do mundo e o Sebrae tem um papel fundamental na promoção e disseminação do conhecimento”, apontou Pollyana.

Para se inscrever na Semana do MEI 2021, basta clicar aqui.

Os sabonetes, feitos com óleo de coco, mel, aroeira e babosa, serão vendidos a preços populares nas próprias comunidades em que são produzidos

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Em um cenário de crise econômica, a capacitação ainda é o melhor investimento. E ela se torna ainda mais importante quando permite uma renda extra. Por isso a Bahia Pesca, em parceria com a Humana Brasil, está ensinando dezenas de marisqueiras baianas a fazerem sabonetes artesanais. As aulas acontecem neste sábado (1º.maio) e segunda (3.maio), em Maraú, entre 9h e 11h.

Podem participar da capacitação as marisqueiras atendidas pelo programa de assistência técnica da Bahia Pesca, previamente cadastradas. No sábado a capacitação será realizada na Ilha do Tanque. Já na segunda-feira a oficina será realizada no Colégio Antenor Lemos.

“Ao apresentar às marisqueiras alternativas que podem complementar suas rendas, proporcionamos uma segurança que em muito contribui para que elas possam continuar atuando em suas próprias comunidades ao mesmo tempo em que vislumbram outras opções que vão contribuir com sua qualidade de vida”, explica o presidente da Bahia Pesca, Marcelo Oliveira. 

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A Bahia deve receber R$ 70 bilhões em investimentos vindos de mineradoras até 2025. A cifra foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) e representa 35% do total de aportes catalogados pelo órgão em todo o país.

Segundo o instituto, no 1º trimestre do ano a indústria da mineração brasileira recolheu quase 102% a mais em tributos totais do que no 1º trimestre de 2020: R$ 24 bilhões ante R$ 12 bilhões.

O saldo de empregos do setor também teve saldo positivo neste trimestre, com 11 mil novos postos diretos. As vagas diretas abertas nas mineradoras geram empregos indiretos da ordem de 1 para 11 ao longo das cadeias produtivas, informa o Ibram.

Confira o passo a passo para enviar o documento à Receita Federal

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Uma das obrigações do microempreendedor individual (MEI) é a entrega da Declaração Anual de Faturamento à Receita Federal. Na Bahia, mais de 630 mil MEIs devem enviar o documento até o dia 31 de maio. A declaração é feita de forma online pelo endereço www.gov.br/mei.

Para fazer o envio, é só clicar em “Já Sou MEI”. Em seguida, procurar por Declaração Anual de Faturamento. Será solicitado o CNPJ. Após preencher o campo, é só clicar em continuar. Depois, o empreendedor deve marcar 2020 no Ano Calendário e clicar em continuar.

Na página seguinte, é preciso informar o valor do faturamento grupo em um ou nos dois campos, a depender de sua atividade. Marque se possui empregado ou não e clique em continuar. Por fim, confira a apuração de valores e clique em transmitir. É importante guardar o comprovante de transmissão.

O MEI pode ter faturamento anual de até R$ 81 mil. A entrega fora do prazo gera multa no valor mínimo de R$ 50 ou de 2% ao mês calendário ou fração, incidentes sobre o montante dos tributos decorrentes das informações prestadas.

O Sebrae orienta os microempreendedores individuais no processo de entrega da declaração. Em caso de dúvida, é só ligar no 0800 570 0800, de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.  

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