Para o petista, esse não foi um posicionamento do PSD, liderado pelo senador Otto Alencar

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O governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), classificou como decisão pessoal a atitude do deputado estadual Cafu Barreto (PSD), que decidiu marchar ao lado de ACM Neto (UB). Para o petista, esse não foi um posicionamento do PSD, liderado pelo senador Otto Alencar, e, portanto, não deve ser levado em conta.

Jerônimo convocou reunião com parlamentares do Solidariedade e do PRD para tentar estancar a sangria

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Um dia após o segundo deputado estadual aderir à pré-candidatura de ACM Neto (UB) ao governo da Bahia, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) ligou o alerta. Convocou às pressas uma reunião com parlamentares do Solidariedade e do PRD em uma tentativa clara de estancar a sangria.

A inquietação do governador é compreensível. Sentado na cadeira do Palácio de Ondina, Jerônimo começa a assistir ao abandono de alguns aliados. Será que parte da própria base já não acredita mais na gestão do petista e decidiu pular do barco antes que ele afunde?

Quando a debandada começa cedo, o problema não é o calendário eleitoral, mas a confiança política derretendo antes da largada.

Para Porfírio, a situação dos professores aposentados já é alvo de uma ampla discussão e, posteriormente, terá uma sentença proferida favorável ou não

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Na sessão ordinária dessa terça-feira (18.novembro), o presidente da Câmara de Itabuna, Manoel Porfírio (PT), não colocou em votação os requerimentos apresentados pelos edis Danilo da Nova Itabuna (UB) e Dr. Clodovil (PL). O petista disse que, por se tratar de um assunto de responsabilidade do Poder Executivo e alvo de diversas ações judiciais, não cabe ao Poder Legislativo tratar o tema.

Para Porfírio, a situação dos professores aposentados já é alvo de uma ampla discussão e, posteriormente, terá uma sentença proferida favorável ou não à causa. ”Há diversas ações tramitando no judiciário, situação que remete à realidade de que a matéria será objeto de sentença judicial, não cabendo a essa Casa, neste momento, atuar”, disse Porfírio no plenário.

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Nelson desistiu da reeleição à ALBA para coordenar a campanha de Neto e Cafu disse que mudou de postura porque acredita que a Bahia precisa de mudanças

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Os deputados estaduais Nelson Leal (PP) e Cafu Barreto (PSD) decidiram pular do barco do governador Jerônimo Rodrigues (PT) para apoiar a pré-candidatura de ACM Neto (UB) ao governo da Bahia. A dupla, até pouco tempo, chegou a posar ao lado do petista, mas, agora, anunciou, oficialmente, que vai marchar ao lado do principal opositor da base estadual.

”Após uma profunda reflexão sobre o futuro da Bahia, decidi abraçar um novo projeto político. Atendendo ao convite de ACM Neto, aceitei a missão de coordenar sua campanha ao governo do Estado nas eleições do próximo ano. Depois de sete mandatos consecutivos e de exercer a presidência da Assembleia Legislativa, decidi abrir mão da minha reeleição para me dedicar integralmente a essa nova missão”, disse Nelson Leal na rede social Instagram.

Já Cafu Barreto, que se reuniu com Jerônimo em outubro, disse que enxerga a necessidade de mudança no rumo do estado: ”A Bahia vive um dos momentos mais difíceis de sua história e é por acreditar profundamente nesse novo momento que anuncio, oficialmente, minha decisão de deixar a base do governo do estado e passar a integrar o grupo político de ACM Neto”.

Mesmo após garantir três vitórias com o partido, Cafu não se fez de rogado e decidiu que ''é hora de dar tchau''

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O deputado estadual Cafu Barreto (PSD) decidiu abandonar a base do governo estadual para marchar ao lado de ACM Neto (UB), o que significa, consequentemente, que o senador e líder do PSD baiano, Otto Alencar, perdeu um nome de peso do elenco. Mesmo após garantir três vitórias com o partido, Cafu não se fez de rogado e decidiu que ”é hora de dar tchau”.

Nas redes sociais, Cafu anunciou, oficialmente, a mudança de lado por acreditar que a Bahia precisa de um movimento de mudança após 20 anos de hegemonia do PT. Segundo o parlamentar, desde 2012, ele se dedicou integralmente ao projeto petista, no entanto, passou a acreditar que os problemas precisam ser revistos e resolvidos de outra perspectiva.

Segundo o político, as três opções viáveis para a legenda são Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ratinho Júnior (PSD) e Eduardo Leite (PSDB)

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O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o partido não pretende apoiar o presidente Lula (PT) em 2026. Segundo o político, as três opções viáveis para a legenda são Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ratinho Júnior (PSD) e Eduardo Leite (PSDB).

A declaração levanta o questionamento sobre qual será a postura da sigla na Bahia. Será que o partido vai seguir a determinação nacional e abandonar a base petista? Vale lembrar que a aliança já dura alguns anos, mas, recentemente, parece ter estremecido com o imbróglio causado pela vontade do senador Angelo Coronel (PSD) concorrer à reeleição e não encontrar espaço.

O levantamento testou quatro cenários estimulados e, em todos, os dois lideram

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O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), e o atual governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), aparecem tecnicamente empatados nas simulações para o governo da Bahia em 2026, segundo pesquisa Real Time Big Data. O levantamento testou quatro cenários estimulados e, em todos, os dois lideram à frente de nomes como João Roma (PL), José Carlos Aleluia (Novo) e Bruno Reis (UB).

No primeiro cenário, ACM Neto tem 40% das intenções de voto contra 36% de Jerônimo Rodrigues. João Roma (PL) aparece com 5%, e José Carlos Aleluia (Novo) com 2%. Em outro cenário, com o atual ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) no lugar de Jerônimo, há novo empate: 42% para ACM Neto e 42% para o ex-governador. Quando o nome do atual prefeito de Salvador, Bruno Reis, é incluído, Jerônimo lidera com 38%, seguido de ACM Neto com 34%.

O atual governador é também o nome com maior rejeição entre os eleitores: 48% dizem que não votariam nele de jeito nenhum. ACM Neto aparece em seguida, com 41% de rejeição. Os índices mais baixos são de Bruno Reis (32%) e Kleber Rosa (PSOL), com 38%.

A pesquisa Real Time Big Data foi realizada nos dias 18 e 19 de setembro de 2025, com 1.200 entrevistas em todo o estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Objetivo é que baiana dispute algum cargo público nas próximas eleições

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A ministra da Cultura, Margareth Menezes, foi convidada para se filiar ao PT com o apoio direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A articulação tem o objetivo de abrir caminho para que a titular da Cultura avalie disputar um cargo eletivo nas próximas eleições.

As informações foram reveladas pela coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, que apurou que o convite ocorreu durante um jantar com lideranças do partido e que a ministra ficou de dar uma resposta.

O nome da baiana é visto por petistas como competitivo para projetos eleitorais na Bahia, especialmente na capital baiana. O convite formal para a filiação reforça essa leitura interna no PT e aponta para uma estratégia de ampliar a presença de quadros do governo em disputas locais estratégicas.

Se ruptura se confirmar, partido pode desistir de apoiar tentativa de reeleição do presidente Lula

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Nos estados governados pelo PT, o MDB tem visto a aliança ficar cada dia mais ameaçada. Na Bahia, o partido enxerga o risco do vice-governador Geraldo Jr. perder a vaga na chapa governista nas Eleições de 2026.

Se os bastidores se confirmarem, tudo indica que o partido não vai apoiar a tentativa de reeleição do presidente Lula (PT). Por mais que as pesquisas de intenção de voto apontem uma recuperação do petista, a perda de uma aliança como essa pode pesar na urna.

Obra já está com mais de 80% de execução e investimento de R$ 161,2 milhões

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Segundo apuração deste Pauta Blog, o presidente Lula (PT) só deve voltar à Bahia no próximo ano. A visita está prevista para a inauguração do Hospital Regional de Alagoinhas, obra já com mais de 80% de execução e investimento de R$ 161,2 milhões.

O equipamento é resultado da parceria entre governo federal e estadual, com recursos do Novo PAC e do governo da Bahia. O hospital entra na reta final das obras, em meio à expectativa de ser entregue como vitrine da integração entre Brasília e Salvador.

🎦 Ricardo Stuckert

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