Isaac Nery faz uma reflexão sobre a ausência das aulas presenciais

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O médico e ex-candidato a prefeito de Itabuna, Isaac Nery (Avante), lançou um vídeo recente nas redes sociais, em que faz uma reflexão sobre o motivo da ausência de aulas presenciais. Ele faz um contraponto explanando que crianças e jovens frequentam locais que necessitam pegar filas, mesmo que com distanciamento, se alimentam com os amigos, sendo necessário estar sem máscara.

“Diante destes fatos, porque nossos filhos não podem ter aula presencial?”, questionou. E acrescentou questionando em que situação estão os estudantes das escolas públicas. “Parece que no entendimento deles, o vírus tem local apropriado para circular, e parece que a escola é o local onde ele está colonizado”.

Prefeito Fábio Gusmão (PSD) e Dr. Robinho

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Na manhã desta terça-feira (02), Dr. Robson Lacerda, Procurador Geral do Município de Itarantim, pediu exoneração do cargo.

Dr. Robinho, como é mais conhecido, é amigo pessoal do prefeito Fábio Gusmão (PSD): “eu amo advogar, é o que sei o gosto de fazer. E como Procurador Geral eu ficaria limitado de exercer as minhas atividades profissionais. Então, tomei a decisão de pedir exoneração, mas estou a disposição de Fábio para ajudar o governo de outra forma.” declarou, Dr. Robinho.

O decreto da exoneração do Procurador Geral foi publicado no início da tarde desta terça-feira (2). Em contato com o Chefe de Gabinete, Mauro Sérgio, ele declarou que o prefeito anunciará o novo Procurador Geral do Município nos próximos dias.

Arthur Lira (PP-AL) venceu a eleição no primeiro turno

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O deputado federal Arthur Lira (PP-AL) foi eleito novo presidente da Câmara dos Deputados, com 302 votos, contra 145 de Baleia Rossi (MDB-SP).

Uma derrotada para o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) e uma vitória do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido).

Arthur Lira, o novo presidente da Câmara, já chegou anulando a composição da Mesa Diretora e convocou novas eleições.

Os demais candidatos ao cargo, obtiveram: Fábio Ramalho (MDB-MG) obteve 21 votos, Luiza Erundina (PSOL-SP) recebeu 16 votos; Marcel Van Hattem (Novo-RS), 13 votos; André Janones (Avante-MG), 3 votos; Kim Kataguiri (DEM-SP), 2 votos; e General Peternelli (PSL-SP), 1 voto.

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O Partido do Democratas (DEM), presidido nacionalmente por ACM Neto, ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador da Bahia no pleito de 2022, voltou a ser o DEM de verdade.

O “novo” DEM não conseguiu derrotar o DEM autêntico, o DEM do toma lá, dá cá. A imagem de um DEM diferente, até mesmo buscando se aproximar das forças de centro-esquerda, durou pouco. Foi só uma tapeação, um disfarce.

A eleição na Câmara dos Deputados mostrou que o demismo continua o mesmo, o que fez lembrar a música de Caetano Veloso. Basta só trocar o trio elétrico por cargos. Ou seja, “atrás de cargos só não vai quem já morreu”.

Se o desabafo de que o DEM estava voltando aos velhos tempos, caminhando a passos largos para ser novamente “partido da boquinha”, partisse de outra pessoa, a repercussão seria maior. Mas como veio de Rodrigo Maia, que sempre fez política na base do fisiologismo, ficou tudo como dantes no quartel de Abrantes.

ACM Neto, que se dizia traído pelo ex-alcaide de Feira de Santana, José Ronaldo, então candidato na sucessão estadual de 2018, que apoiou Bolsonaro em detrimento de Geraldo Alckmin, presidenciável do PSDB, agora está sendo chamado de traidor por Rodrigo Maia, ex-presidente do Parlamento federal e o maior derrotado no processo eleitoral da Casa Legislativa. Vale lembrar que Neto foi o coordenador da campanha do tucano ao Palácio do Planalto.

Maia, em conversas reservadas, diz que ACM Neto teria combinado com ele apoiar Baleia Rossi (MDB-SP) na disputa pelo mais cobiçado cargo do Poder Legislativo. Deu no que deu: ninguém sabe em quem o ex-gestor de Salvador votou, se no emedebista ou no pepista Arthur Lira. O presidente Bolsonaro não mediu esforços para eleger o líder do Centrão. O toma lá, dá cá, foi o mais robusto da história da República brasileira, envolvendo emendas parlamentares, verbas extras e ministérios, como, por exemplo, o da Educação, que pode ser oferecido ao DEM como contrapartida pelos votos da legenda a Lira.

Rodrigo Maia, que era carne e unha com ACM Neto, anda dizendo que vai buscar outro abrigo partidário, que o DEM é uma página virada na sua vida pública. O bom relacionamento político com Neto é coisa do passado, de priscas eras, como diria o saudoso jornalista Eduardo Anunciação, hoje em um lugar chamado de eternidade.

O DEM voltou a ser o que era, apegado ao governo de plantão, usufruindo das benesses inerentes ao poder. O “novo” DEM, agora fazendo parceria com o Centrão, era uma mentirinha.

Qual seria o ditado popular mais apropriado para o último parágrafo do comentário de hoje? Sem nenhuma dúvida, o de que “mentira tem perna curta”.

PS – Com a vitória de Arthur Lira (PP-AL), o presidente Jair Messias Bolsonaro se torna refém do toma lá, dá cá. Qualquer pedido do Centrão, não é mais uma reivindicação e sim uma ordem para ser imediatamente atendida, sob pena de um dos pedidos de impeachment sair da gaveta. Foi o que ocorreu com a então presidente Dilma Rousseff. Na época, a Câmara dos Deputados era comandada por Eduardo Cunha (MDB), o guru de Lira.

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Marco Wense
Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

Deputado estadual Adolfo Menezes (PSD)

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O deputado Adolfo Menezes (PSD) foi eleito presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) com 60 votos contra 1 voto do deputado Hilton Coelho (PSOL).

Veja a composição da Mesa Diretora da AL-BA:
Presidência: Adolfo Menezes (PSD)
1ª Vice-Presidência: Paulo Rangel (PT)
2ª Vice-Presidência: Marcelinho Veiga (PSB)
3ª Vice-Presidência: Bobô (PCdoB)
4ª Vice-Presidência: Paulo Câmara (PSDB)
1ª Secretaria: Júnior Muniz (PP)
2ª Secretaria: Alan Sanches (DEM)
3ª Secretaria: Soldado Prisco (PSC)
4ª Secretaria: Neusa Cadore (PT)

 

Rodrigo Pacheco (DEM-MG) era o favorito na disputa e o candidato do Palácio do Planalto, ou seja, da família Bolsonaro

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Senador por Minas Gerais recebeu 57 votos e comandará a Casa pelos próximos dois anos. Pacheco derrotou Simone Tebet (MDB-MS), onde obteve 21 votos; outros três senadores: Major Olimpio (PSL-SP), Jorge Kajuru (Cidadania-GO) e Lasier Martins (Pode-RS) desistiram da candidatura.

O senador sofreu deslocamento de retina

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O senador Jaques Wagner não participará da sessão em que irá escolher a mesa Diretora do Senador, nesta segunda-feira (1º), em razão de um procedimento cirúrgico realizado no último dia 22.

O senador sofreu um deslocamento de retina, e em razão disso precisou passar por cirurgia para correção, e encontra-se de licença médica.

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Acontece amanhã, primeiro dia do mês de fevereiro, o pleito para o comando da Câmara dos Deputados. Na disputa, o cargo mais cobiçado do Poder Legislativo : ser presidente da Casa e, como consequência, o terceiro na linha sucessória do Palácio do Planalto em caso de impedimento do presidente da República de plantão e do vice.

Não vou aqui entrar no pega-pega entre Baleia Rossi (MDB-SP), candidato da oposição, e Arthur Lira (PP-AL), que tem o explícito apoio do presidente Bolsonaro. A vitória do pepista é dada como favas contadas.

O que vem chamando atenção é o confronto entre o discurso de que o governo não tem dinheiro para prorrogar o auxílio emergencial e os milhões e milhões de reais para os senhores parlamentares, obviamente para segurar o voto no candidato do governo.

Segundo o Estadão, a planilha do governo registra um repasse de R$ 3 bilhões a 285 deputados e senadores na véspera das eleições para os novos chefes do Legislativo nacional. A dinheirama surgiu como um passe de mágica, um piscar de olhos.

O senador da Bahia, Angelo Coronel (PSD), que preside a CPMI para investigar notícias falsas, foi agraciado com R$ 40 milhões para a realização de obras nos seus redutos eleitorais, o que deixa bem claro em quem o Coronel vai votar.

É do jogo, do vale tudo pelo poder. Se o presidente Bolsonaro apoiasse Baleia Rossi, o deputado estaria de boca fechada. Rossi é do MDB, antigo PMDB, a legenda mais pragmática da República, a que mais entende de toma lá, dá cá. O telhado do emedebista é também de vidro.

Enquanto defrontamos com um derrame de dinheiro, um estudo da FGV aponta que, neste janeiro, 12,8 % dos brasileiros passaram a viver com menos de R$ 246 ao mês. Isso mesmo: duzentos e quarenta e seis reais. E mais: a projeção da honrosa instituição diz que “27 milhões de pessoas estão nessa condição neste começo de ano”.

E olhe que não estou falando da miséria absoluta, da extrema pobreza, de quem vem morrendo de fome porque não tem nem o dinheiro do pão, os que vivem como se não fossem seres humanos.

O fim do imprescindível auxílio emergencial pode provocar uma revolta incontrolável, com consequências imprevisíveis. Não tenho nenhuma dúvida que os supermercados serão os primeiros alvos dos que vão precisar se alimentar para não se despedir da vida dessa maneira.

A continuação do auxílio emergencial é medida de urgência. Do contrário, o caos social e o “salve-se quem puder”.

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Marco Wense
Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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Rosemberg Pinto (PT), Marão (PSD), Soane Galvão, e Nilton Cruz

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Mário Alexandre (PSD), ou Marão, prefeito de Ilhéus e a primeira-dama Soane Galvão, recepcionaram em sua residência, o deputado estadual e líder do governo, Rosemberg Pinto (PT), o empresário Nilton Cruz, na manhã deste sábado (30).

Marão disse: “muitas novas idéias surgindo para impulsionar o desenvolvimento de Ilhéus!”

Mas como dizem nos bastidores da política: “a campanha de 2022 começou cedo”.

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Cerimônias de casamento e solenidades de formatura podem ser realizadas desde que limitadas a até 200 pessoas, porém a parte festiva desses eventos não está permitida

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O Governo do Estado decidiu prorrogar o decreto que suspende os shows e as aulas nas unidades de ensino das redes pública e privada em toda a Bahia. A prorrogação será publicada no Diário Oficial deste sábado (30) e vale até o dia 7 de fevereiro de 2021.

O decreto ainda proíbe a realização de atividades com público superior a 200 pessoas, como passeatas, feiras, circos, eventos científicos, desportivos e religiosos. Shows e festas, públicas ou privadas, seguem proibidos independentemente do número de participantes.

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