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Rui Costa, governador da Bahia

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A saída do deputado federal Marcelo Nilo (Republicanos) da base aliada do governo do estado foi bastante conturbada. Desde então, o parlamentar tem se posicionado como oposição ferrenha à gestão petista e não tem poupado críticas aos ex-aliados Jaques Wagner (PT) e Rui Costa (PT).

Em contrapartida, os cargos comissionados ocupados por pessoas ligadas a ele foram desocupados e sobrou até para a filha de Nilo, veterinária que exerce um cargo na Secretaria Estadual de Saúde e está grávida. Após a polêmica do afastamento de uma gestante, que tem os direitos trabalhistas previstos em lei, o governo voltou atrás e readmitiu a filha do deputado.

Nilo tornou-se aliado do pré-candidato a governador, ACM Neto, e não tem poupado críticas à gestão petista.

Dessa vez, a indignação de Nilo aconteceu depois que Rui divulgou dados de uma pesquisa que aponta o pré-candidato Jerônimo Rodrigues (PT) como suposto líder na corrida até o Palácio de Ondina na região Sul do estado. De acordo com o parlamentar, o governo passou a se basear em mentiras: “Ele está nervoso porque ninguém fala no time de Rui, mas, no time de Lula, ou seja, a bengala do Jirônimo, assim mesmo, Jirônimo, é Lula e não o Rui. (…) Rui era o político dos piores índices de educação e segurança no país e que, ainda por cima, quer acabar com a estabilidade do servidor. Agora, virou também o governador das fake news. O que o desespero de um político não faz”.

Além de ter abandonado o grupo que governa a Bahia há 16 anos, Nilo tornou-se aliado do pré-candidato a governador, ACM Neto (União Brasil), e há quem diga que chegou a ser cotado para ser o escolhido como candidato a vice-governador. Ainda não se sabe se a proposta vai ser concretizada, mas o fato é que Nilo tem feito o dever de casa direitinho.

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Promessas vão desde aporte a obras milionárias até ofertas de cargos para acomodar apadrinhados

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De acordo com informações da Coluna Satélite, representantes do governo estadual estariam “forçando a barra” para que os prefeitos de alguns municípios baianos apoiem a chapa encabeçada por Jerônimo Rodrigues (PT). Ainda de acordo com a Satélite, promessas de aporte a obras milionárias, além de ofertas de cargos para acomodar apadrinhados estariam sendo feitas para garantir o maior número possível de aliados.

O desespero se dá pelo fato de que muitos gestores resolveram deixar a base aliada para apoiar o pré-candidato ACM Neto (União Brasil) ao governo em uma demonstração clara da perda de prestígio do PT na Bahia. Sendo assim, a máquina pública seria a moeda de troca para garantir o poder nas mãos daqueles que já o têm.

A tática governista inclui, ainda, o adiamento do pagamento de convênios até a amarração dos nomes dos prefeitos na chapa governista. A regra é clara: quem fechar a parceria durante o período pré-eleitoral, vai ser beneficiado após as eleições, mas, quem resolver abandonar o barco, pode sofrer várias sanções.

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Capitão Azevedo pretende ser candidato a deputado neste ano

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Parece que o ex-prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, resolveu tomar chá de sumiço ou não está muito interessado nas eleições de outubro. Primeiro, ele se filiou ao PDT, mas “esqueceu” e disse que ainda estava analisando outras legendas. Segundo, a pré-campanha deve estar acontecendo na surdina porque não se tem notícias dele.

Mesmo já tendo assinado a ficha de filiação ao PDT, o ex-prefeito se achou no direito de negar a informação, mas o Pauta teve acesso ao documento que comprova que ele escolheu a sigla. Inclusive, segundo o ex-presidente do PL baiano, José Carlos Araújo, foi o pré-candidato a governador, ACM Neto, que aconselhou Azevedo a tornar-se pedetista.

Como perguntar não ofende, será que esqueceu que é pré-candidato a deputado ou o sumiço é estratégico depois da lambança?

O Pauta Blog ligou para o Capitão algumas vezes para saber sobre o motivo de tanta discrição, mas nossa chamada não foi atendida.

"Eu venho com essa nova proposta e não tem como trazer uma proposta nova com uma pessoa que contribuiu para o desgaste da política itabunense", dispara Guinho sobre Gomes

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Em entrevista ao programa Frequência Política, o vice-prefeito e secretário de Esportes de Itabuna, Enderson Guinho (União Brasil), admitiu que não aceita dividir o mesmo palanque que o ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes (Agir). Guinho é apoiador do pré-candidato a governador da Bahia, ACM Neto (União Brasil), e foi questionado sobre a possibilidade pelo fato do ex-prefeito da cidade, no passado, ter sido muito ligado a ACM.

De acordo com Guinho, ele representa a renovação do partido e não faz sentido ser aliado a um antigo político da cidade: “Eu acredito que Fernando Gomes não estará, mas, se estiver, a gente não tem dificuldade em fazer dois palanques pra gente subir. (…) Com todo respeito à história, mesmo tendo sido oposição, ele tem uma história a ser preservada com acertos e erros, na minha opinião, mais erros. (…) A questão política precisa ter lado e ACM Neto tem total convicção disso. Eu deixei bem claro quando ele pediu que eu assumisse o Democratas em Itabuna, ele disse que o objetivo era para refazer e reformular o partido aqui na cidade. Eu venho com essa proposta e não tem como você trazer uma proposta nova com uma pessoa que contribuiu para o desgaste da política itabunense”.

Adilson Leite é do Avante; Neto visitou o município no último sábado (9.abril)

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O prefeito de Jandaíra, Adilson Leite (Avante), declarou apoio ao projeto eleitoral de ACM Neto ao Governo da Bahia. Neto visitou o distrito de Coqueiro, em Jandaíra, no último sábado (9.abril).

O Avante, partido de Leite, compõe a base do atual governo. Entretanto, o prefeito de Jandaíra já garantiu que vai caminhar ao lado de Neto nas Eleições de 2022.

Vice-prefeito Enderson Guinho diz que está triste e decepcionado por não ter participação ativa na gestão do prefeito Augusto Castro

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Já faz algum tempo que, nos bastidores, circula a informação de que o prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), está com as relações estremecidas com o vice-prefeito e secretário de Esportes, Enderson Guinho (União Brasil). O afastamento entre a dupla é nítido, mas os motivos ainda são uma incógnita e, mesmo com as declarações públicas de que não existe briga, é difícil conseguir um registro dos dois no mesmo local ao mesmo tempo.

De um lado, há quem aposte que as combinações feitas ainda durante a campanha eleitoral de 2020 não se sustentaram após as eleições. Do outro, alguns dizem que a escolha de lados opostos em relação ao cenário de sucessão estadual interfere bastante na política municipal. Nas duas hipóteses, o resultado é que prefeito e vice não têm falado a mesma língua.

Diante do burburinho, o Pauta Blog conversou com o vice-prefeito da cidade, Enderson Guinho, para tentar entender o que está acontecendo e quais são os próximos passos a partir de agora.

A pergunta que fica é: Vai romper, já rompeu ou é um sinal?

Pauta Blog // Você mencionou, em entrevista ao site Diário Bahia, que não tem participação nas decisões do planejamento estratégico do prefeito Augusto Castro. Qual é o seu sentimento atual em relação ao governo?

Guinho // Na verdade, nós tínhamos uma proposta, inclusive passada em campanha, de que teríamos uma participação ativa do vice-prefeito nas decisões do governo, mas, a partir do momento em que fui nomeado como secretário de Esportes, o meu trabalho ficou voltado apenas para o esporte em Itabuna. Mas, nós sabemos que eu não deixei de ser vice-prefeito, eu acumulei as duas funções, sendo vice e secretário. Nós temos um grande problema no país que é o distanciamento dos gestores do vice, mas não sei se essa análise é política ou mesmo de querer as decisões apenas do dono da caneta, que é o próprio gestor. Sei que, em muitos municípios, os prefeitos contam com os vice-prefeitos nas decisões e nos projetos, o que não é nosso caso aqui por uma postura do prefeito que não quis ter a minha presença nessas decisões. Essa foi uma opinião e decisão dele, mas eu sigo convicto de que tentei, ao máximo, participar dessas decisões, mas não me foi dado esse direito de estar inserido nas questões das secretarias municipais, como também nas decisões do próprio gestor. A gente fica um pouco triste porque, se eu não fosse secretário de Esportes hoje, onde eu consegui me dedicar a fazer o máximo possível, eu não sei se ficaria no cargo de vice-prefeito apenas porque não é do meu perfil estar apenas como figurante. Eu estou para ajudar, trabalhar e ir para cima porque é resultado do meu mandato como vereador, então jamais aceitaria ser um vice apenas como a figura do vice sem estar inserido nas decisões de governo.

“Jamais aceitaria ser um vice apenas como a figura do vice sem estar inserido nas decisões de governo”, disse Enderson Guinho.

Aliança entre Enderson Guinho e Augusto Castro foi firmada nas eleições municipais de 2020; hoje em dia, a dupla parece não falar a mesma língua.

Pauta Blog // Na decisão da união, houve o acordo de que haveria essa participação ativa do vice-prefeito na gestão?

Guinho // O nosso objetivo, desde o início, é que fosse a consolidação de um grupo político com o nome do prefeito e o meu nome, onde já havia um alinhamento que, após a eleição para 2022, eu estaria como candidato a deputado estadual. Logo que a gente assumiu o mandato, o prefeito, para não perder as bases externas, optou por lançar a primeira-dama como candidata e o nosso gesto foi de recuar para federal para a gente manter coeso esse governo e não colocando os meus interesses políticos acima dos interesses da cidade. Como nós temos compromisso com as pessoas e a cidade, o meu grupo e eu decidimos ir para deputado federal para manter um alinhamento na gestão, mas a própria Andrea desistiu de ser candidata e o prefeito me fez uma proposta de recuar e ser estadual novamente, assim lançaria a candidatura do presidente da Câmara e do secretário de Administração. Eu acho que ter três candidatos em um só grupo, a gente só ia dividir o bloco e não ter nenhum dos representantes eleito, então eu não aceitei essa proposta. A não ser que eu fosse o único candidato ou se tivesse apenas um único candidato do governo, mas não foi aceita pelo prefeito essa ideia, então eu acabei continuando minha candidatura a deputado federal. Dessa forma, o grupo continuaria unido cada vez mais, mas a gente percebe, muitas vezes, que as pessoas que estão em volta opinam e atrapalham mais do que ajudam.

“Tem tristeza e decepção, mas são coisas que podem ser corrigidas”, detonou Enderson Guinho.

Pauta Blog // Você acha que esse distanciamento entre prefeito e vice-prefeito é por causa da escolha de lados opostos em relação à política estadual?

Guinho // Na verdade, eu acredito que as pessoas venderam muito para o prefeito que eu seria candidato a prefeito em 2024, então sempre houve uma desconfiança. O que eu acho é que, se a pessoa é seu aliado, você aproxima e não afasta porque, se você afasta, você não quer a pessoa seja seu aliado. Eu já fiz diversos gestos de que estou alinhado com o grupo e de querer estar com o grupo, mas aí depende mais da parte dele do que da minha parte. A gente não pode, também, querer forçar que as pessoas façam aquilo que elas não estejam à vontade para fazer.

De acordo com Guinho, ”venderam” a ideia de que ele quer ser prefeito de Itabuna e, por isso, Augusto desconfia das intenções do vice.

Pauta Blog // Você acredita que não há um aceno do prefeito Augusto Castro para que você esteja alinhado com ele?

Guinho // Não tem! Para você ter noção, até as visitas que o prefeito faz às obras para fiscalização, geralmente, ele está acompanhado de vereadores e secretários e eu nunca recebi uma ligação sequer dele me convidando para estar ao lado dele nessas caminhadas. Essa é uma decisão dele e eu avisei que não estou contra o governo, eu estou para ajudar o governo, mas o gesto não tem que ser só da minha parte. Se ele não se sente à vontade e confortável comigo ao lado dele, é um direito dele.

Pauta Blog // Recentemente, você teceu várias críticas ao transporte público de Itabuna. Esse é o único problema que a cidade enfrenta?

Guinho // Com certeza, não! O prefeito assumiu o município com muitos problemas e, acompanhado desses problema, havia uma grande expectativa de melhorias para cada um deles. O prefeito fez esse contrato emergencial com a empresa Atlântico que, hoje, é uma situação gritante a questão do transporte público. Acho que o prefeito precisa tomar uma posição com relação a essa situação para que a população tenha um serviço de qualidade como foi prometido. Nossos problemas são gritantes no que diz respeito à educação, também, e acredito que a movimentação e substituição de secretários pode melhorar. Nós sabemos, também, que existe uma herança de gestões anteriores, mas a gente precisa avançar muito. Nós já temos autorização do Estado para as aulas presenciais 100% e nós não estamos ainda com aulas presenciais 100% por conta da reforma das escolas e a gente precisa acelerar o quanto antes porque é primordial e deve ser prioridade, ainda mais a educação infantil. Já basta o estado, onde a gente tem um dos piores setores de Educação do Brasil e a gente não pode, enquanto município, seguir no mesmo ritmo do governo do estado e dar educação sem qualidade para as nossas crianças. A infraestrutura dos bairros, acredito que as periferias também criaram uma grande expectativa e, agora, já foi anunciada a pavimentação asfáltica de alguns bairros periféricos e espero que possa acelerar o quanto antes para que a gente leve melhor qualidade de vida à população.

“Logo que a gente assumiu o mandato, o prefeito, para não perder as bases externas, optou por lançar a primeira-dama como candidata”, pontuou Enderson Guinho.

Pauta Blog // Guinho, enquanto vice-prefeito, você está triste ou decepcionado em ser afastado das questões do governo?

Guinho // É um misto de sentimentos. A minha relação com o governo perpassa a questão política porque, é o que eu sempre disse ao prefeito e aos aliados do prefeito, se eu quisesse pensar a vida na política, talvez eu não tivesse me aliado e estaria na contramão do governo. Se, até hoje, 1 ano e 4 meses de governo, eu me mantenho aliado, é porque eu acredito que nós podemos contribuir mais para a cidade. Agora, o que eu gostaria era de ser respeitado, até mesmo por alguns secretários, que se acham superiores ao prefeito. Eu não estou aqui nomeado, eu estou aqui eleito pelo povo e a gente precisa de respeito, acima de qualquer coisa. Dentro da minha visão como vice, é um misto de sentimentos na esperança de que dias melhores podem vir. Tem tristeza e decepção, mas são coisas que podem ser corrigidas. Estamos no primeiro ano de governo e a gente espera que, daqui pra frente, as coisas melhorem.

“O que eu acho é que, se a pessoa é seu aliado, você aproxima e não afasta porque, se você afasta, você não quer a pessoa seja seu aliado”, deu o recado Enderson Guinho.

"Eu recebi uma missão dada pelo senador Jaques Wagner e pelo governador Rui Costa de atrair o MDB para a base do governo", declara Vilas-Boas, que é pré-candidato a deputado federal

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Desde que o nome do ex-secretário de Educação do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), foi escolhido como pré-candidato a governador da Bahia, houve várias negociações para definir quem seria o pré-candidato a vice e por qual partido ele sairia. Em entrevista ao Pauta Blog, o ex-secretário estadual de saúde e pré-candidato a deputado federal, Fábio Vilas-Boas (MDB), declarou que foi o grande articulador para que PT e MDB caminhassem juntos na tentativa de conquistar o Palácio de Ondina.

Ao entrar no circuito, o MDB indicou o presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, Geraldo Júnior, para caminhar ao lado de Jerônimo na tentativa de vencer as eleições de outubro. Antigo aliado do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador, ACM Neto (União Brasil), a vinda de Geraldo para a base atual pegou muitos de surpresa, mas demonstra que política é feita com muito diálogo e estudo de caso.

Para Vilas-Boas, a concretização da aliança entre as duas legendas foi resultado de uma conversa que durou cerca de 8 meses: “Eu recebi uma missão dada pelo senador Jaques Wagner e pelo governador Rui Costa de atrair o MDB para a base do governo. Isso foi feito lá em setembro e, ao longo desses 8 meses, eu me dediquei a essa tarefa, que considero cumprida ao trazer o MDB para a base de sustentação do governo do estado e da campanha de Jerônimo Rodrigues. Filiar-me ao partido e, como prêmio, ainda, ter recebido a vice-governadoria com a indicação do companheiro Geraldo Júnior, presidente da Câmara de Vereadores de Salvador”.

Demonstrando entrosamento com o partido ao qual se filiou recentemente, Vilas-Boas disse que o MDB espera ter sucesso no pleito deste ano: “Temos perspectiva de fazer até 3 deputados federais. Estamos com uma chapa bastante competitiva e com representantes em várias regiões da Bahia. Acredito que teremos uma representação à altura do que o partido merece”.

Eleição estava prevista para acontecer em novembro, mas vereadores decidiram antecipar a data

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Na tarde desta 5ª feira (7.abril), aconteceu a tão esperada eleição da nova mesa diretora da Câmara de Vereadores de Itabuna para o 2º biênio. Não tão nova assim já que o vereador Erasmo Ávila (PSD) foi reeleito presidente da Casa com unanimidade entre os 21 vereadores presentes na sessão.

Também foram eleitos para compor a mesa diretora os vereadores Sivaldo Reis (PL) como 1º vice-presidente, Francisco Gomes (PSD) como 2º vice-presidente, Israel Cardoso (Agir) como 1º secretário, Luiz Jr da Saúde (DC) como 2º secretário e Piçarra (Solidariedade) como 3º secretário.

Inicialmente, a eleição estava prevista para acontecer em novembro, mas, após uma decisão entre os vereadores, ficou definido que ela ocorreria no mês de abril. A mudança, no entanto, gerou polêmica no meio político, mas foi esclarecida por Erasmo em entrevista ao Pauta Blog: “Os vereadores se reuniram e fizeram uma resolução para mudar a data da eleição corrigindo, assim, um erro do passado. Os vereadores entenderam, em um estudo, que a gente tem que, todo ano, aprovar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) até o dia 31 de junho. Estamos mudando para, daqui pra frente, em todos os anos, entrar em acordo para que a eleição seja em abril para que possamos, nesse período, preparar o planejamento para o ano seguinte”.

Diante das críticas recebidas pela antecipação da eleição da mesa, foi cogitada a hipótese de que outras chapas se arriscariam a concorrer à presidência da Casa, mas o boato não tomou forma. Em uma Câmara com 21 vereadores que, diga-se de passagem, não se opõem ao Executivo, o presidente, que faz parte da base do prefeito Augusto Castro (PSD), foi reeleito sem ressalvas e sem concorrência.

O que deve ser levado em consideração pela população de Itabuna é se, de fato, os vereadores têm cumprido o papel de fiscalizar as ações da prefeitura. Além disso, se os edis estão comprometidos em defender os interesses do povo e cobrar medidas mais enérgicas em benefício dos moradores em vez de priorizar os próprios interesses.

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População da Bananeira foi à Casa Legislativa para pedir o cascalhamento do local onde vive

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Desde que a enchente do Rio Cachoeira assolou vários bairros da cidade de Itabuna em dezembro do ano passado, a população ficou à mercê da boa vontade do poder público em melhorar as localidades atingidas pelas cheias. Os moradores da Bananeira, por exemplo, até hoje, têm que conviver com as péssimas condições do local e, nesta 4ª feira (6.abril), foram até a Câmara de Vereadores para cobrar um posicionamento dos vereadores.

Enquanto a sessão ordinária tratava apenas sobre a eleição da mesa diretora da Casa, prevista para acontecer amanhã (7.abril), a população se manifestou para pedir o cascalhamento da Bananeira. Cansados de esperar por uma decisão dos governantes, os moradores resolveram ir até a Casa Legislativa para gritar por socorro e pedir que os edis cobrem providências do poder Executivo.

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"Houve uma movimentação por parte do prefeito de Salvador assediando alguns candidatos nossos", dispara Alipinho sobre Bruno Reis

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O empresário Alipinho da Doce Mel, pré-candidato a deputado federal pelo Solidariedade, concedeu entrevista à Rádio Interativa FM e afirmou que o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), assediou alguns candidatos do partido para que eles mudassem de lado.

De acordo com Alipinho, o trabalho de formação da chapa vem sendo feito desde o ano passado e, depois de todas as articulações, houve políticos tentando se aproveitar da situação: “Houve uma movimentação por parte do prefeito de Salvador assediando alguns candidatos nossos. (…) Adriano Meireles começou o trabalho em janeiro de 2021. Nós não pedimos a ninguém para montar a nossa chapa, não pedimos verba e não pedimos cargo, nós fizemos o nosso trabalho”.

Alipinho, que já foi candidato a prefeito de Ipiaú, não houve debandada da sigla porque o Solidariedade dá oportunidades muito boas aos filiados: “Depois de tudo pronto, vem um ataque muito grande em cima de nossos candidatos, mas eles perderam tempo porque o nosso partido dá muitas oportunidades de ganhar”.

O Pauta Blog tentou contato com o prefeito de Salvador, mas, até o fechamento dessa edição, não obtivemos retorno.

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