Secretaria de Infraestrutura disse que equipamento precisava de reparos, mas, até então, nada foi feito

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Pelo visto a secretaria de Infraestrutura e Urbanismo, não tem prazo para resolver a situação da Ponte Miguel Calmon, mais conhecida como Ponte do Marabá, no centro da cidade. Até hoje, 7 meses após a enchente do Rio Cachoeira, a estrutura permanece com o limitador de altura, ou seja, apenas veículos com até 2,5 metros podem passar pelo local.

No início do ano, as equipes do secretário titular da pasta, Almir Melo Jr. (MDB), informaram que a ponte estaria sendo avaliada para determinar qual seria o procedimento a ser realizado. Não se sabe em que pé está essa avaliação uma vez que ninguém vem a público prestar esclarecimentos sobre a situação e, enquanto isso, “não há nada de novo sob o sol”.

Por causa dessa restrição, os condutores de carros mais altos são obrigados a dar uma volta maior e ir até a Ponte Francisco Lacerda, também conhecida como Ponte do São Caetano, para se deslocar de um lado para o outro. Haja combustível!

👉 Alô, secretário Almir❗ A população itabunense quer explicações. Os reparos necessários já foram feitos na ponte❓ Se sim, por que não libera o tráfego para todos os motoristas? Se não, o que ainda falta para fazer❓

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Prefeito Dudy e pregoeiro foram multados em R$ 3 mil cada

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Na sessão realizada hoje (20.julho) na 2º Câmara do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA), o prefeito de Ipirá, Edvonilson Silva Santos, mais conhecido como Dudy (PSD), foi multado por suposta irregularidade encontrada no processo licitatório de contratação de serviço de coleta de lixo e limpeza rural e urbana. Além do gestor, o pregoeiro Murilo Tadeu da Silva Lima foi penalizado e ambos devem pagar R$ 3 mil cada de multa solidária.

A denúncia foi apresentada por representantes da empresa RP Construtora e Empreendimento, que consideraram ilegal a exigência de índice de endividamento total da empresa inferior a 0,30 no edital. Os denunciantes apontaram, ainda, a ocorrência de violação ao disposto no artigo 21, § 4º, da Lei de Licitações e Contratos, já que não houve nova divulgação do edital após a retirada da exigência questionada.

O Ministério Público de Contas se manifestou pela procedência parcial da denúncia com aplicação de multa e advertência ao prefeito e ao pregoeiro, mas ainda cabe recurso da decisão.

Escola Frederico Smith Lima, no Urbis IV // Fotos de Pedro Augusto

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Mais três escolas da Rede Municipal de Ensino que foram totalmente requalificadas pela Secretaria Municipal de Educação, sob o comando de Júnior Brandão, serão entregues nesta semana às comunidades dos bairros Lomanto, Urbis IV e Nova Ferradas. A entrega das revitalizações integram a programação oficial do mês em comemoração aos 112 anos de emancipação política e administrativa do município.

O secretário Júnior Brandão afirmou que 60 de um total de 89 escolas municipais já tiveram suas obras de revitalização concluídas e já estão funcionando com aulas presenciais.

Hoje (19.julho) foi inaugurado as novas instalações da Creche Ester Gomes, no Bairro Lomanto Júnior. Lá, houve troca de telhado, forro, reforma dos banheiros, pintura, dentre outras ações.

Nesta 4ª feira (20.julho), às 10h, será inaugurada a requalificação da Escola Florípedes Menezes Santos de Oliveira, Bairro Nova Ferradas, também requalificada pelo Departamento de Infraestrutura da Secretaria. Atualmente a unidade conta com 25 servidores e foi contemplada com mobiliário novo para alunos e professores.

Já na 5ª feira (21.julho), às 10h, o Grupo Escolar Frederico Smith Lima, na Urbis IV, também será inaugurada com novas instalações.

Escola Municipal de Nova Ferradas passou por reformas.

Enfatizou Enderson Guinho sobre o prefeito Augusto Castro: "A falta de comprometimento foi com o povo. Comigo, eu não esperava e não espero porque eu não quero que seja sobre mim".

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Hoje (18.julho), após divulgar a carta em que anuncia o rompimento com o prefeito Augusto Castro (PSD), o vice-prefeito Enderson Guinho (União Brasil) conversou com o Pauta Blog sobre a decisão e sobre os motivos que o levaram a romper com a gestão. A partir de agora, segundo Guinho, ele pretende atuar como fiscalizar do Poder Executivo para que “Itabuna volte a crescer”.

CONFIRA A ENTREVISTA COMPLETA ⬇️

Pauta.Blog // O que levou o senhor a romper relações com o prefeito Augusto Castro?
Enderson Guinho // Em 1 ano e 7 meses de governo, eu venho tentando ter participações nas decisões de governo. Eu e Augusto fizemos uma campanha muito próxima do povo e com o discurso de que nós estaríamos juntos para ajudar a cidade. No marketing da campanha, a única chapa que trabalhou o nome do prefeito e do vice na mesma proporção foi a nossa. Eu tenho total consciência de que não existem duas cadeiras de prefeito, existe apenas a de Augusto Castro. Eu não quero ser prefeito no lugar dele, mas eu não posso ficar apenas com as críticas e os ataques da população por não ter as expectativas alcançadas sendo que eu não tenho participação nas decisões. Desde a enchente, inúmeros protestos que nós tivemos, inclusive, protestos em minha porta por causa do cartão do Auxílio Recomeço, das ações de enfrentamento à enchente e eu não tive participação nas decisões. No momento em que eu atuei fortemente exercendo a minha função de vice e estando à frente do QG dos desabrigados porque o prefeito estava ilhado, eu ainda fui atacado naquele momento. Eu fui suportando, disse isso ao prefeito e ele tem consciência de que, várias vezes, eu tentei nos aproximar para a gente governar Itabuna. Eu fui vereador durante quatro anos em Itabuna, cobrei diversas situações, me coloquei de forma contrária a várias situações e, hoje, nosso governo está mantendo ou está até pior em relação a várias situações que eu mesmo criticava. Não posso desconstruir o meu discurso, jogar na lata do lixo tudo aquilo que eu reivindicava e, simplesmente, não tenho uma posição do prefeito de tentar enfrentar os problemas e melhorar a situação do povo. Hoje, após 1 ano e 7 meses, se esgotam as tentativas de tentar me aproximar dele. Acredito que o rompimento não é meu, o rompimento é do prefeito comigo, com o nosso plano de governo e com a população de Itabuna. É por isso que me afasto, mas continuarei como vice-prefeito e, agora, cobrando ainda mais já que, internamente, eu não tinha esse espaço para resolver os problemas, a gente precisa falar abertamente à população onde estão os problemas e buscar solucioná-los.

Pauta.Blog // Em dezembro, o senhor viveu o melhor momento para romper, algo que só está acontecendo agora em julho. Por que o senhor adiou essa ruptura com o prefeito?
Enderson Guinho // Na verdade, eu fiz a carta de rompimento em dezembro. Conversei com o prefeito, inclusive, colocando à disposição os espaços e pedi para que ele me demitisse como secretário em dezembro e iria para o rompimento político, mas eu refleti porque vi as pessoas que me acompanham, inclusive empresários e religiosos da cidade, me dizendo que esse seria um grande problema para Itabuna que, no meio de uma crise, a gente acrescentasse uma crise política. Isso não seria bom para a cidade, então eu pensei e refleti e, com a cabeça fria, eu me mantive aliado para tentar resolver os problemas de cidade em relação à enchente. O prefeito se comprometeu comigo, ele olhou nos meus olhos e se comprometeu que me colocaria a par das situações, tanto dos problemas como das ações que seriam executadas, pedindo minha opinião também. Agora, depois de 7 meses, ele, mais uma vez, falta com a palavra e continua com o egocentrismo gigantesco onde continua pensando apenas nos próprios interesses e esquece daquilo que prometemos em campanha. Não tem mais como manter a relação política e a gente vai seguir o caminho tentando ajudar nossa população a voltar a crescer.

Pauta.Blog // O senhor citou que Augusto Castro é egocêntrico. Nos bastidores, dizem que os secretários não são ouvidos por ele. O prefeito, realmente, conduz a gestão de forma centralizadora?
Enderson Guinho // No início, eu achei que era uma questão apenas comigo porque não conseguia despachar nem conversar com o prefeito. Depois, eu fui percebendo, em todas as reuniões com os secretários, que era algo geral. Ele, realmente, tem dificuldades em despachar com secretários, tem dificuldade em ouvir e fazer a gestão. Ficou nítido isso, mas não sei dizer se é centralizador porque, quando você tem alguém centralizador, ele centraliza e resolve. Quando você tem alguém que centraliza e não resolve, o que falta mesmo é gestão. Na minha opinião, Augusto precisa ser gestor e entender que ele governa um município que é o sexto maior município da Bahia e não tem como governar lá de Salvador, é preciso estar aqui perto dos problemas da cidade e enfrentar. Eu disse isso a ele! Se não é possível fazer, fala para o povo e enfrenta as dificuldades, mas não tenta maquiar de que estamos no “país das maravilhas” enquanto o povo continua sofrendo.

Pauta.Blog // O senhor acredita que a má gestão está relacionada ao fato dele estar distante de Itabuna e não conseguir enxergar a população?
Enderson Guinho // Ele sempre se fez distante. A argumentação dele é de que sempre está buscando recursos para o município, mas, após 1 ano e 7 meses, a gente precisa, efetivamente, das ações acontecendo. O povo precisa ver a política pública chegando nos bairros, na periferia, na saúde e na educação. Até hoje, nós temos escolas fechadas e, talvez, Itabuna seja o único município do Brasil com escolas fechadas. A gente viu, escancaradamente, as nossas reais deficiências durante a enchente, durante a Covid, e a gente precisa avançar nas situações. Eu disse ao prefeito para que não me veja como inimigo dele, não saio brigado com ele nem com raiva dele, eu saio com a total consciência de que preciso honrar todas as pessoas que votaram em Augusto Castro acreditando no meu nome e, para isso, eu não posso ficar omisso nem calado mediante as problemáticas.

Pauta.Blog // O senhor tentou, de todas as formas, um diálogo com o prefeito para evitar o rompimento?
Enderson Guinho // Várias vezes! Só a Salvador, eu fui duas vezes porque ele estava lá. Em uma das vezes, houve uma reunião na casa dele com a presença do presidente da Ficc [Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania], com o procurador do município, com o secretário de Indústria e Comércio na época e com a primeira-dama. A segunda reunião foi com o secretário de Indústria e Comércio e com o prefeito, também em Salvador. Eu pontuei todos os problemas, disse a ele e ele tem consciência disso. Tudo o que está acontecendo, hoje, a culpa é do prefeito! A culpa é dele! Eu chamei a atenção dele várias vezes, dialogamos, mas, infelizmente, ele tem a dificuldade de cumprir com aquilo que promete. Eu não quis mais espaço no governo, eu nunca exigi cargo, nunca exigi nada que fosse imoral da minha parte. O que eu sempre exigi foi que as coisas acontecessem como nós prometemos e nos comprometemos. Eu queria ter participação nas decisões, eu não queria ser o super vice-prefeito, eu não queria ser maior que o prefeito, eu queria contribuir com a gestão. Se você entrar no site do Tribunal Regional Eleitoral e abrir o plano de governo, você vai ver o plano do prefeito Augusto e do vice Enderson Guinho. O meu nome está no plano de governo! Eu não posso me calar e permitir que o plano de governo não seja executado e eu ficar de braços cruzados como se estivesse tudo perfeito na cidade sendo que não está.

Pauta.Blog // Na sua opinião, qual é o âmbito da gestão que está um caos e não há como deslanchar?
Enderson Guinho // Na verdade, eu acho que a esperança é a última que morre. Eu vou desejar que tudo possa melhorar, mas a gente está com o transporte em que a população tem sido humilhada diariamente, que a gente espera que, com a licitação que vai acontecer, que as coisas melhorem. Augusto prometeu wifi, ar condicionado, transporte de qualidade e a gente visualiza, todos os dias, ônibus quebrado e a população tendo que descer do ônibus porque o ônibus quebrou. Isso é uma humilhação para a população! Volto a dizer, estamos com escolas fechadas ainda, postos de saúde ainda em condições precárias com pessoas reclamando, uma saúde que foi o carro-chefe da campanha e precisa melhorar muito. Nós ainda não temos a atenção básica nos bairros, não temos a infraestrutura desejada, temos um secretário de Infraestrutura com diversas críticas e eu disse isso ao prefeito. Eu não sei o que foi acordado com o secretário, mas ficou claro que o secretário não entregou resultados. Eu pedi a ele, ou muda de lugar ou tira da gestão porque, se não está dando certo, precisa mudar para que as coisas aconteçam como você espera, a não ser que você tenha um alinhamento com o secretário e isso impede que você tome uma atitude para resolver o problema de Itabuna. O esgoto ainda está a céu aberto e na porta do cidadão, temos bairros esburacados, temos muitos problemas que nós prometemos que enfrentaríamos e a gente não tem visto isso. A gente viu agora o governo anunciando as casas que serão destinadas aos moradores atingidos pela enchente, porém o governo do estado se comprometeu com o prefeito que, neste ano, entregariam 1.100 casas e, até o momento, nós não temos nem terreno. Todas essas cobranças vêm para mim! Se eu tivesse participação, eu assumiria os problemas, mas eu não sei nem se existem as tentativas. Como defender um governo em que você não faz parte dele? Sempre ficou claro de que me distanciavam porque não queriam que eu fizesse parte nem estivesse inserido. Agora, não dá mais! Vamos seguir cumprindo a missão como vice-prefeito e sendo um dos maiores fiscalizadores para que as coisas aconteçam como deve ser.

Pauta.Blog // A partir de agora, a população de Itabuna pode esperar um Guinho fiscalizador em prol do povo?
Enderson Guinho // Esse é o meu compromisso. Itabuna elegeu 21 vereadores para fiscalizar o Poder Executivo e cobrar melhorias para a população. Elegeu, também, um prefeito e um vice para executar. Hoje, mediante o distanciamento do prefeito e o isolamento que ele fez comigo me impedindo de ter participação nessas poucas execuções que foram feitas, eu me coloco como cidadão, como um ex-vereador e como vice-prefeito. Sou uma pessoa que tem a credibilidade do povo de Itabuna para cobrar e fiscalizar. Tudo aquilo que, por ventura, vier a acontecer e não esteja em conformidade com a legalidade, eu me posicionarei, cobrarei e buscarei os meios legais para que tudo ocorra como deve ser feito.

Pauta.Blog // Houve ingratidão ou falta de comprometimento do prefeito Augusto Castro com Enderson Guinho?
Enderson Guinho // Na verdade, a falta de comprometimento foi com o povo. Comigo, eu não esperava e não espero porque eu não quero que seja sobre mim. As pessoas votaram em Augusto e Guinho para fazer pelo povo, então, se eu ficar esperando que as coisas sejam ao meu respeito, é individualidade ou vaidade da minha parte. As coisas precisam ser sobre a população. Tudo o que o prefeito fez, eu aponto, mas não foi para o vice-prefeito e, sim, para o povo de Itabuna.

Pauta.Blog // Existe alguma possibilidade do senhor recuar e fazer as pazes com o prefeito?
Enderson Guinho // Quando eu mandei a carta para o prefeito, eu disse que a minha posição é irrevogável pelo fato de que não foram 5 nem 6 nem 7 vezes que tentei ter unidade. Em todas as vezes que houve descumprimento, não foi da minha parte e, sim, da parte do prefeito. E aí vão citar que eu rompi com Mangabeira, com o Cidadania e estou rompendo com Augusto, mas eu quero que todas as coisas sejam pontuadas e as pessoas vão ver quem é quem. Agora, estão ele e Mangabeira de braços dados e você percebe qual é o lado certo. Eu não quero ter a razão das coisas, mas eu quero que as coisas aconteçam como devem pelo bem da população. Eu fui expulso de um partido, dentro do Cidadania, nós fizemos uma conjuntura que, realmente, não aconteceu por conta do prefeito e, hoje, a minha posição com relação a Augusto é pela cidade. Se você andar pelos quatro cantos de Itabuna, você vai ouvir o que o povo tem comentado, então não posso ir na contramão do povo, eu posso estar na contramão dos políticos, mas, do povo, eu sempre estarei ao lado deles.

Pauta.Blog // Deixe uma mensagem para os leitores do Pauta Blog, mas, principalmente, para os eleitores de Itabuna.
Enderson Guinho // Quero me colocar à disposição da população. Para todas aquelas pessoas que se decepcionaram ou, até mesmo, sentiram tristeza, porque disseram que viram o brilho de Guinho desaparecendo aos poucos, podem ter certeza de que, tudo o que eu passei até aqui, foi querendo o bem da população da cidade. Se me posiciono agora, não estou sendo oposição, eu estou tendo posição. Se me posiciono, é pelo bem da cidade para que Itabuna volte a crescer. Eu desejo que Augusto, daqui pra frente, se a vacina que ele vai ter é fazer obras, que sejam diversas obras porque Itabuna ganha! Que ele possa mudar daqui pra frente e as coisas melhorem para o nosso povo. Esse é o meu desejo! Se Itabuna avança, todos nós avançamos.

Na semana passada, Almir declarou apoio a pré-candidatos a deputados que não são apoiados por Augusto

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Nos bastidores do Centro Administrativo Firmino Alves, comenta-se que o secretário de Infraestrutura e Urbanismo, Almir Melo Jr. (MDB), pode ser o próximo a deixar a gestão Augusto Castro (PSD). Na semana passada, Almir contrariou e previsão e anunciou que não vai apoiar os pré-candidatos a deputados escolhidos pelo prefeito e, assim, instaurou-se um clima tenso na prefeitura.

O fato é que a atuação de Almir à frente da secretaria não é das melhores. Chegou ao governo com o status de “super secretário”, mas não fez jus à fama e deixou a desejar em várias situações tornando-se, até mesmo, alguém inacessível. O prefeito Augusto Castro não estaria nada satisfeito com a postura adotada pelo ex-candidato a prefeito de Canavieiras, mas a negativa em marchar ao lado dos pré-candidatos Paulo Magalhães (PSD) e Zé Alberto (PSB) teria sido a gota d’água.

Até então, a notícia é apenas fruto de comentários colhidos junto a algumas fontes do Pauta Blog, então vamos aguardar o desenrolar desse carretel.

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EXCLUSIVO❗ Em entrevista, vice-prefeito Enderson Guinho esclarece motivos que o levaram a romper com o prefeito Augusto Castro

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Amostras foram coletadas e resultado vai sair em 30 dias; enquanto isso, não é recomendado consumir água do rio

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Na manhã de hoje (12.julho), servidores das secretarias de Meio Ambiente e Agricultura, além de fiscais da Vigilância Sanitária de Guaratinga, no extremo sul baiano, acompanharam os agentes da Adab (Agência de Defesa Agropecuária da Bahia), do Inema (Instituto do Meio Ambientes e Recursos Hídricos) e da Embasa (Empresa Baiana de Águas e Saneamento) em uma vistoria no Rio dos Frades. A visita do grupo aconteceu porque existe a suspeita de que o rio tenha sido contaminado por agrotóxicos.

No local, amostras foram coletadas e o resultado do laudo deve ser divulgado nos próximos trinta dias. Durante esse período, não é recomendável o consumo e a utilização da água do rio, desde a localidade dos Floripes até a sede do município.

Por meio de um comunicado, a secretaria de Saúde de Guaratinga está alertando a população que, quem teve contato com a água na última semana e apresentar sintomas como diarreia, coceira e irritabilidade da pele, deve procurar a unidade de saúde o mais rápido possível. A secretaria reafirmou que a água distribuída pela Embasa ao município está sendo captada em poços artesianos e não oferece riscos à saúde.

Mais uma vez, prefeito Ferlú demonstra prestígio com governo estadual e garante realização das obras em Arataca

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O prefeito de Arataca, Ferlú Mansur (PSD), está na capital do estado, onde se reuniu com o governador Rui Costa (PT) para tratar questões importantes relacionadas às obras autorizadas no município. Na reunião, ficou decidido que a Conder (Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia) vai acompanhar as licitações e garantir que as intervenções prometidas saiam do papel.

Pelo fato de estarmos em um ano eleitoral, o pagamento da primeira parcela das obras autorizadas deveria ter acontecido no dia 1º de julho. Quando isso não ocorreu, Ferlú tomou as rédeas da situação e entrou em contato com o governo estadual para entender o que havia acontecido e, então, foi agendado o encontro com Rui.

Hoje (11.julho), ficou definido que a Conder vai continuar prestando todo o apoio necessário para que as mudanças benéficas para Arataca aconteçam, mas o início dos pagamentos vai ser feito logo após as eleições. Mais uma vez, Ferlú demonstrou ter bastante prestígio com o governo do estado e, além disso, preocupação com o futuro da população arataquense. Inclusive, a tão sonhada pavimentação da estrada que dá acesso ao distrito de Anurí está quase saindo do papel.

A notícia ainda melhor é que, ainda hoje, o governo estadual está entregando um ônibus escolar para que os estudantes de Arataca sejam transportados até as escolas de forma segura. O veículo será levado para o município amanhã (12.julho) e, em breve, vai passar a atender o povo merecedor da cidade.

Na sede da secretaria estadual de Educação, o prefeito Ferlú compareceu acompanhado pelo prefeito de Camacã, Paulo do Gás (Podemos), juntamente com o secretário de Agricultura de Camacã, Everton, e os vereadores de Camacã, Juliano Ferreira (PSB), Fábio da Bios (PSB) e Renato Freitas (secretário de Governo de Arataca). A comitiva foi recebida pela assessora especial, Rowenna Brito.

Satisfeito com a viagem, Ferlú disse que a prioridade da gestão continua sendo promover parcerias em prol do povo: “Isso aqui não é para mim, mas para a população que me elegeu e confiou a missão de levar Arataca para a frente. Estamos unidos para fazer com que a cidade continue avançando e jamais olhe para trás”.

DR. MANGABEIRA SOBRE CRÍTICA A AUGUSTO: "Eu acho que ele ainda está entre 5 ou 6 [NOTA]. Ele não decolou ainda e acho que ele precisa rever as pessoas com quem ele está trabalhando"

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O Pauta Blog entrevistou o pré-candidato a deputado federal e ex-candidato a prefeito de Itabuna, Antônio Mangabeira, mais conhecido como Dr. Mangabeira. O médico especialista em Oncologia e Hematologia também é graduado em Administração de Empresas, Direito, estudante de Engenharia Civil e Ambiental e empresário.

Recentemente, Dr. Mangabeira declarou que havia deixado a vida pública após desistir de comandar o PDT em Itabuna, mas, após receber um convite do pré-candidato a governador João Roma (PL), se filiou ao PL e decidiu tentar uma vaga na Câmara Federal. O político justifica a decisão por acreditar que “Itabuna precisa de representação” e diz que “se as pessoas de bem ficarem de fora, os maus vão tomar conta da política”.

CONFIRA A ENTREVISTA COMPLETA ⬇️

Pauta.Blog // Recentemente, uma foto do senhor ao lado do prefeito Augusto Castro deu o que falar nas redes sociais. Está selada a parceria?
Dr. Mangabeira // Isso não procede. Eu não fiz nenhum acordo com ele. Eu sou livre aqui em Itabuna e não dependo de ninguém. Não tenho nenhuma costura política para ganhar cargo ou querer isso. Eu quero o melhor para Itabuna e acredito que Itabuna pode ter uma representação política importante já que, há muitos anos, ela não tem. Nós precisamos eleger um deputado federal ou dois deputados estaduais aqui na região e eu vou representar o PL na região para que a gente possa fazer um deputado federal e ser o representante para trazer os recursos que Itabuna precisa. Eu tinha feito uma avaliação e, a princípio, eu nem sairia candidato a deputado federal e estava avaliando qual seria o deputado que poderia ajudar Itabuna. Acontece que no final de maio, eu tive uma proposta boa de João Roma para sair como candidato a deputado federal, então, diante dessa proposta concreta e com Roma tendo uma grande chance de ganhar na Bahia, eu resolvi aceitar. Hoje, eu sou filiado ao PL e aceitei a proposta de Roma junto com Rosalvinho, que é o nosso candidato a deputado estadual. Estamos fazendo essa parceria e serei candidato pelo PL.

Pauta.Blog // O senhor pretende assumir o comando do PL em Itabuna?
Dr. Mangabeira // Essa foi uma decisão do PL estadual de que o partido vai ficar nas mãos daquele candidato que conseguir mais votos. O candidato que tiver mais votos se credencia para ser presidente do PL na cidade. Essa é uma coisa que vai acontecer depois da eleição porque esse julgamento vai depender da força política de cada um. Isso vai acontecer na Bahia toda, não só em Itabuna.

Pauta.Blog // O senhor deixou o PDT com alguma desavença com o presidente estadual Félix Mendonça Jr?
Dr. Mangabeira // Não. Nós saímos com tudo bem. Eu entreguei o partido ao deputado Félix Mendonça, mas o PDT tinha uma limitação muito grande de apoio financeiro e nós não conseguíamos recurso para fazer campanha aqui. Isso fez com que a nossa candidatura sempre fosse meio espremida e a gente não tinha recursos para avançar e ficamos prejudicados. Diante dessas dificuldades em ter recursos, eu preferi sair do PDT. Eu saí muito bem e entreguei o partido todo organizado e com todos os pagamentos feitos, não ficou nada pendente. Saí com uma boa amizade com Félix e ele sabe disso. A princípio, eu não tinha interesse em voltar para a política, mas, diante da falta de representação política em Itabuna, eu resolvi lançar meu nome. Itabuna precisa de representação e, se as pessoas de bem ficarem de fora, os maus vão tomar conta da política.

Pauta.Blog // O senhor se declara bolsonarista?
Dr. Mangabeira // Sou Bolsonaro. Nós vamos lutar pela reeleição do presidente Bolsonaro, assim como também sou um grande defensor da candidatura de Roma. Roma vem crescendo muito na Bahia, acredito que ele possa ir para o segundo turno e ganhar a eleição na Bahia. Ele é um indivíduo que tem uma noção administrativa muito grande e demonstrou isso no Ministério da Cidadania fazendo com que diversos programas sociais avançassem. É uma pessoa que, realmente, pode governar a Bahia com competência, qualidade e caráter.

Pauta.Blog // Caso o senhor tenha um bom desempenho nas eleições de outubro, pensa em se candidatar a prefeito de Itabuna em 2024?
Dr. Mangabeira // Penso sim! Isso vai depender do povo de Itabuna. Se o povo de Itabuna quiser, realmente, que eu represente a cidade, eu vou lançar esse nome para que a população entenda que precisa dessa representação. Se eu for bem votado em Itabuna, é sinal de que o povo quer que eu volte a ser candidato a prefeito. Esse é um pensamento para mais adiante e vai depender da minha votação em Itabuna.

Pauta.Blog // Como o senhor avalia a gestão pública de Itabuna em relação à saúde?
Dr. Mangabeira // Não mudou muita coisa. Você vai aos postos de saúde e vê que a população continua sofrendo. Eu tenho vários pacientes que me procuram e eu atendo por cortesia lá na clínica. São pacientes com câncer e que não conseguem tratamento em Itabuna. Os postos de saúde não atendem direito e as pessoas estão com dificuldades. Isso é lamentável porque a saúde não tem avançado nesse período. Nós esperávamos que, depois de 1 ano e meio, Itabuna já tivesse resolvido uma parte da saúde pública ou que, pelo menos, os postos de saúde tivessem funcionando, mas eles continuam fechados e a saúde continua um caos. Não mudou nada do governo passado! A gente vê aí muitas obras sem sentido como você fechar uma praça e passar quase 1 ano para terminar sendo que poderia ser muito mais rápido. Outras prioridades, como o esgotamento sanitário, não vem sendo feito em Itabuna. Eu não vejo uma obra de R$ 1 milhão em uma cidade que recebe cerca de R$ 60 milhões por mês.

Pauta.Blog // O senhor acredita que Itabuna não tem uma boa gestão administrativa?
Dr. Mangabeira // Eu acho que não existe prioridade para aquilo que é essencial. Tem que dar prioridade ao saneamento básico, à saúde da população e não fazer praça. Praça é uma coisa que você pode fazer depois que você resolve os problemas da saúde. Você não pode ficar fechando praça em Itabuna enquanto a população está sofrendo sem assistência médica. Saúde é essencial! A festa também é importante para a população, mas a saúde é prioritária. As pessoas estão sofrendo sem esgotamento sanitário e com esgoto na porta de casa. Continua a mesma coisa porque Itabuna não tem obra de saneamento básico. Se Itabuna tivesse um deputado federal para trazer recursos para Itabuna, nós teríamos R$ 30 milhões por ano de emendas parlamentares com possibilidade de vir para Itabuna. Como nós não temos um deputado federal, vamos ter que pegar um empréstimo de R$ 150 milhões que vai endividar o próximo prefeito. Sabemos que Itabuna tem a tradição de não reeleger e, na próxima eleição, o prefeito que entrar vai pegar uma dívida de R$ 150 milhões para pagar quando poderia ter um deputado ou dois para trazer R$ 30 milhões por ano e, em quatro anos, trariam R$ 120 milhões para a região podendo ajudar bastante.

Pauta.Blog // Qual é a nota que o senhor dá para a gestão do prefeito Augusto Castro?
Dr. Mangabeira // Eu acho que ele ainda está entre 5 ou 6. Ele não decolou ainda e acho que ele precisa rever as pessoas com quem ele está trabalhando. Essa questão do “empreguismo” é você colocar gente para fazer a política do indivíduo e isso não adianta. É preciso colocar pessoas técnicas, responsáveis e pessoas com capacidade de administrar a cidade. Se você coloca pessoas de interesse político, você vai ficar sempre amarrado porque aquela pessoa erra, erra e, na hora em que você precisa consertar, já acabou a gestão. Itabuna não pode errar mais, mas ela continua errando, ela votou errado e vai perder por causa disso.

Pauta.Blog // Em sua opinião, prioridade é diferente de querer fazer ou as prioridades estão erradas?
Dr. Mangabeira // Essa é uma questão de ponto de vista. Isso depende da capacidade administrativa do prefeito. Quando o indivíduo tem uma visão administrativa, ele é alguém que conhece administração e sabe gerir uma empresa, ele sabe quais são as prioridades. Quando ele nunca fez nada na vida, não trabalhou, não teve uma empresa nem nunca deu um emprego, é difícil para a pessoa fazer uma gestão adequada. É preciso conhecer gestão, conhecer uma empresa e saber fazer as contratações. Quando você faz isso há anos, você sabe administrar o público e é diferente. Você precisa de adaptações de Lei, mas a gestão é a mesma no setor público ou privado. É preciso conhecer administração, as prioridades e trabalhar com pessoas que tenham visão e possam te dizer o que é melhor fazer, mas a visão daqui é política e enganatória para a população. É assim “vamos enganar a população porque a população de Itabuna gosta de festa” e, se você não fizer festa, ela vai te condenar. Eu não teria medo! Eu faria uma festa bem mais simples, mas fazendo as obras que Itabuna precisa.

Pauta.Blog // Quais são as mudanças que o senhor faria caso fosse prefeito de Itabuna?
Dr. Mangabeira // A questão da saúde porque é prioritária. A saúde já vem capenga há muitos anos. Outro aspecto importante seria a abertura de grandes obras, principalmente viárias. A cidade está toda espremida, não tem um anel viário ao redor de Itabuna para gerar emprego fazendo essas vias e também abrindo terrenos mais baratos para empresários comprarem e investirem. Hoje, se o empresário quiser investir em um terreno, é um absurdo porque o valor é dez vezes maior do que comprar um terreno em Feira de Santana. Um terceiro aspecto seria a segurança pública porque nós temos jovens morrendo e acho que é preciso investir em atividades sociais nos bairros para atender essas pessoas e, assim, tiraríamos vários jovens da marginalidade e das drogas. Acredito que esses três aspectos mudariam a história de Itabuna.

CLIQUE E OUÇA AS MELHORES PARTES DA ENTREVISTA! ⬇️

✅ SOBRE FAZER PARTE DA BASE DE AUGUSTO: 

✅ SOBRE SAÍDA DO PDT:

✅ SOBRE BOLSONARO E ROMA:

✅ SOBRE CANDIDATURA EM 2024:

✅ SOBRE A SAÚDE DA GESTÃO DE AUGUSTO CASTRO

✅ SOBRE CRÍTICA A AUGUSTO CASTRO:

✅ SOBRE INDIRETA A AUGUSTO CASTRO:

✅ SOBRE CRÍTICA AO ITAPEDRO:

✅ SOBRE AVALIÇÃO DA GESTÃO DO PREFEITO DE ITABUNA:

 

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Banheiro está sem descarga, vaso sanitário sem tampa e não há álcool ou papel para higienizar as mãos

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Um vídeo divulgado pelo vereador Fabrício Pancadinha (Solidariedade) nas redes sociais mostra a situação desumana de um dos banheiros do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna. No registro, uma mulher narra a precariedade do ambiente que, no mínimo, deveria ser apropriado para receber pessoas com enfermidades e os respectivos acompanhantes.

O sanitário está em péssimas condições e não tem tampa porque o objeto está sendo utilizado como assento de uma cadeira de rodas. Além disso, a descarga foi retirada e um recipiente é utilizado para colocar água e despejar no vaso após as necessidades fisiológicas. O dispositivo que deveria armazenar álcool em gel – produto indispensável durante a pandemia da Covid-19 – está vazio assim como também não há papel para enxugar as mãos.

É triste saber que seres humanos precisam usar esse banheiro diariamente. A unidade de saúde que é referência para Itabuna e outros 120 municípios vizinhos não possui estrutura adequada para recepcionar as pessoas que precisam do atendimento médico pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e não tem a quem recorrer quando são tratadas de forma desrespeitosa.

Será que humanizar o atendimento no Hospital de Base não é considerada uma prioridade no governo do prefeito Augusto Castro (PSD)? Existem inúmeros problemas em Itabuna, mas a saúde deveria ser colocada em primeiro lugar uma vez que AINDA estamos vivendo a maior emergência de saúde pública dos últimos anos mesmo que o Governo Federal tenha decretado o fim dela.

Fica aqui a nossa indignação, mas, principalmente, o nosso apelo para que o prefeito e os vereadores tirem as vendas dos olhos e atendam as demandas da população. O povo pede SOCORRO! 

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O OUTRO LADO. ATUALIZAÇÃO ÀS 14H DO DIA 12 DE JULHO DE 2022 ⬇️

Diretoria do Hospital de Base de Itabuna se posiciona sobre situação de banheiro da unidade

IPTU é cobrado pelas prefeituras anualmente e valor deve ser investido em obras pela cidade

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O Pauta Blog foi procurado por um morador do Bairro Jardim Vitória, em Itabuna, que ficou surpreso com o valor a pagar no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) deste ano. Segundo o contribuinte, no ano passado, ele pagou a quantia de R$ 802,90 em 10 parcelas e, em 2022, vai pagar R$ 1.257,52 em 8 parcelas.

O reajuste de 56,62% pesou no bolso do morador que, até agora, não entendeu o porquê do aumento expressivo de um ano para o outro. A prefeitura também não veio a público divulgar nenhuma informação sobre o aumento nos valores nem onde o recurso vai ser investido.

O IPTU é um imposto cobrado anualmente aos moradores de áreas urbanas. O gerenciamento dele é feito pelas prefeituras e, portanto, também é responsabilidade da gestão pública a aplicação dos valores arrecadados. Teoricamente, o dinheiro deve ser investido em obras no município para que a população seja diretamente beneficiada e consiga enxergar melhorias a partir do recolhimento da quantia.

De um ano para outro, valor do IPTU aumentou 56,62% no bairro Jardim Vitória.

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