Secretária Andrea Castro

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Duas mil e quinhentas famílias em situação de vulnerabilidade social e extrema pobreza recebem, a partir da manhã desta quarta-feira, dia 12, em caráter emergencial, cestas básicas distribuídas pela Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza de Itabuna. A distribuição integra o “Comida na mesa”, uma ação da Prefeitura local.

A distribuição será realizada nos CRAS da Rede de Apoio da Secretaria, a partir dos cadastros previamente realizados. “As famílias cadastradas estão sendo contactadas pela Equipe de Abordagem para comparecem, em dia e turno específicos, no CRAS de referência, de acordo ao bairro de cada família”, explicou a secretária Andrea Castro.

Nesta quarta-feira, as cestas básicas são distribuídas na sede do CRAS-CEU–Centro de Referência de Assistência Social-Centro de Artes e Esportes Unificados, no bairro Urbis-4.

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Um grupo de mães do movimento “Volta às aulas Itabuna” foi recebido segunda-feira (10), no Plenário da Câmara de Itabuna, para apresentar um protocolo defendendo o retorno das aulas no formato híbrido. Elas levaram o documento atendendo a pedido do presidente da Casa, Erasmo Ávila (PSD), que planeja audiência para tratar do assunto junto com representantes do Executivo, do Ministério Público, além de técnicos nas áreas de saúde, educação e da sociedade organizada.

CAUSA COLETIVA
O formato híbrido para o retorno, como o nome sugere, prevê que metade de cada turma assista às aulas de forma presencial e o restante de maneira remota. Nos dias seguintes, alterna. Ou seja, todos teriam a oportunidade de desfrutar da sociabilidade com colegas e professores – algo viabilizado pelo convívio escolar e que tanta falta tem feito na rotina dos estudantes. Afinal, são mais de 400 dias sem aulas.

O pleito foi apresentado pela advogada Indira Riella; médica Carolina Barreto; fisioterapeuta infantil e psicanalista Natália Freire; neuropsicóloga Daniela Moreira; dentista Daniele Rocha e a funcionária pública Débora dos Santos. Com a exigência de que sejam adotadas medidas sanitárias nas unidades escolares, elas relataram sobre queixas de famílias que não têm estrutura para garantir o acesso dos filhos às aulas virtuais ou até a exposição deles à violência estando fora da sala de aula.

“Viemos explicar detalhadamente o propósito desse movimento, para que nossa representação, que é a Câmara, entenda o que nossas crianças estão passando. Nosso objetivo é demonstrar que o ambiente escolar é seguro; a mesma ciência que defende a vacina defende que o ambiente escolar é seguro e o retorno das aulas pode acontecer de maneira imediata sim!”, justificou Indira Riella.

Vice-presidente da Associação Somos Um, Daniele Rocha mostrou a roforma voluntária que a entidade garantiu na Escola Municipal Leonor Santos Pacheco, na Rua de Palha. E reiterou, sobre o protocolo que consideram semelhante ao adotado para abertura de academias, bares, restaurantes e igrejas: “Termômetro, álcool em gel, máscaras, salas divididas … os protocolos são simples e dá para serem seguidos”, afirmou.

Graças aos reparos assegurados, o local está pronto para a volta às aulas. Em relatos emocionados mostrados em vídeo, inclusive, mães daquela região fizeram questão de clamar para ver seus meninos na escola novamente.

Ajude uma família carente de Itabuna

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O Colégio Jorge Amado, de Itabuna, realiza uma campanha solidária em prol das famílias carentes da cidade. Intitulada “Jorge Amado Solidário”, a campanha tem o objetivo de arrecadar leite, arroz e óleo.

Quem quiser ajudar, o posto de coleta das doações está sendo na sede do próprio colégio.

Reunião da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL) de Itabuna

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No último sábado (8.maio), a Academia Grapiúna de Letras (AGRAL) de Itabuna, realizou na plataforma Google Meet, em função da inviabilidade de reunião presencial, por causa das medidas restritivas acerca de distanciamento social, face à pandemia Coronavírus, prestigiada reunião ordinária com direito a palestra do confrade-cardiologista Jairo Xavier Filho.

A reunião, que foi conduzida pelo acadêmico-presidente Samuel Leandro Oliveira de Mattos, teve as participações dos acadêmicos Vercil Rodrigues, José Carlos de Oliveira, Lílian Lima Pereira, Antônio José de Souza Baracho, Maria da Glória Oliveira Brandão Marques, Jairo Xavier Filho, Kleber Antônio Torres de Moraes, Luiz Cláudio Zumaêta Costa, Zélia Possidônio dos Santos e Samuel Macedo Guimarães e dos convidados Damares Maria de Oliveira Mattos, Iris Silva Brito, Josanne Francisca Moraes, Telma Viana Soares Brito, Rebeca Lília de Mattos Filgueiras, Isis Silva Brito, Edilza Bastos de Sousa, Eliel Brito Medeiros, Isabela Silva Brito Medeiros, Emyr Apolônio Brito Gomes e Wynne Brito Gomes.

A confreira e poetisa Glória Brandão, na oportunidade, brindou a todos, declamando um dos seus poemas, intitulado “Amigo é doce abrigo”.

Samuel Leandro agradeceu as presenças dos confrades e convidados, e deu votos de boas-vindas aos confrades que retornaram às atividades regulares da “Casa de Letras de Itabuna”, o jornalista Kleber Antônio Torres de Moraes, ao professor-escritor Luiz Cláudio Zumaêta Costa e ao professor universitário Samuel Macedo Guimarães, bem como apresentou o plano de trabalho da equipe gestora, referente ao biênio 2021-2023.

A assembleia provocada, deliberou unanimemente favorável à proposta da diretoria em conceder ao confrade Ivann Krebs Montenegro, o título de ‘Presidente Emérito da AGRAL’, visto ter sido o seu primeiro presidente e um dos seus idealizadores.

Dentro da proposta da diretoria da AGRAL de fomentar a cultura lato sensu, o confrade Jairo Xavier Filho, que é médico cardiologista, proferiu brilhante e esclarecedora palestra, com o título “COVID 19: Fatos e boatos. Ciência e política”. E após à palestra, abriu-se para acadêmicos e convidados momento para perguntas e comentários.

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A Secretaria de Saúde de Itabuna vai vacinar os profissionais da escolas particulares nesta terça-feira (11.maio), no Instituto Municipal de Educação Aziz Maron (Imeam) das 8h30min às 13h30min. O público-alvo tem entre 55 e 59 anos.

Na manhã de hoje, Itabuna recebeu 5.200 doses do imunizante Oxford/AstraZeneca que será destinada aos profissionais da rede particular de ensino que devem apresentar Carteira de Identidade (RG), contracheque e Carteira de Trabalho (ou fotocópias) e às pessoas com comorbidades, acima de 45 anos.

Nesses casos estão transplantados, deficientes, imunossuprimidos, pacientes renais crônicos, com pneumopatias crônicas graves, doença cérebrovascular, doença cardiovascular, diabetes, hipertensão e obesidade. Será necessário apresentar relatório médico com CID (comprovando a doença e a necessidade da vacina)

Já as 500 doses da vacina Coronavac recebidas serão usadas, exclusivamente, em pessoas entre 60 e 69 anos. Apenas para quem tomou a vacina entre 29 e 31 de março, cuja 2ª dose estava programada os dias 26 e 29 de abril. Esse público será imunizado com base na lista de contatos preenchida nas Unidades Básicas e de Saúde da Família.

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A obra terá um investimento de quase R$ 20 milhões

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O governador Rui Costa assinou a ordem de serviço para a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER) iniciar a construção de nova unidade escolar, em Itabuna, na última sexta-feira (7.maio).

Além das 24 salas de aula, a escola inclui sala multifuncional; auditório para 175 com lugares; camarins e área técnica; biblioteca; secretaria; diretoria; coordenação pedagógica; salas de professores e multimídia; laboratórios de línguas e de informática; dois laboratórios de ciências; e sala de dança e vivências corporais, além de refeitório, cozinha industrial, quadra poliesportiva coberta com arquibancada, campo de futebol society e piscina, entre outros equipamentos, com um investimento de quase R$ 20 milhões.

“Quando visitei anteriormente o Colégio Estadual Félix Mendonça, fiquei impressionado com o trabalho da equipe de gestores, professores e comunidade escolar, apesar do espaço limitado. Então, me comprometi com uma nova unidade que pudesse agregar ambientes culturais e esportivos à unidade”, destacou o governador Rui Costa.

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O doutorando Ricardo Dantas ressaltou que os surdos “falam pelas mãos, pela expressão facial” e condenou a subalternização que nega voz e exclui os corpos deles

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A sessão especial articulada pelo presidente da Câmara de Vereadores, Erasmo Ávila (PSD), na sexta (8.maio), deu visibilidade a demandas importantes para a comunidade surda de Itabuna. O destaque ficou para a criação de uma Central de Libras e a implantação do ensino bilíngue (português e Libras) nas escolas municipais. Esses pedidos partiram de membros da Associação de Surdos/as de Itabuna (Assi), entre eles o presidente Gabriel Brandão. A sessão do Legislativo itabunense recordou os 19 anos da Lei 10.436/02 que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação no país.

Convidados aproveitaram a sessão para defender mais direitos de inclusão para os surdos. A professora da UESC, Lucília Lopes, cobrou do Governo da Bahia a criação de cargos efetivos especificamente para intérpretes e tradutores de Libras. A professora da rede municipal, Adneia de Oliveira, endossou a necessidade de reformulação do currículo escolar para garantir o aprendizado em Libras.

Pela gestão municipal, o secretário de Governo, Júnior Brandão, afirmou que a administração já discute internamente a pauta da comunidade surda, apresentada ainda durante a campanha eleitoral de Castro. Para o secretário, o Executivo tem desafios no tocante à acessibilidade para surdos nos serviços públicos. Falando pela FICC, Geny Xavier declarou que a Fundação prepara um projeto para mapear o público surdo e, com isso, desenvolver políticas culturais de inclusão. A FICC planeja contratar intérpretes de Libras para atuarem nas transmissões online do órgão.

Presidindo a sessão, Erasmo reforçou o trabalho da Câmara para garantir o direito linguístico dos surdos, como sinalização dos gabinetes e departamentos da Casa com a Língua de Sinais. Ele anunciou para 31 de maio o treinamento em Libras com os vereadores. “Essa Casa vai abraçar essa causa”, declarou apontando para um projeto de lei que levaria a sinalização com Libras para placas de ruas, escolas e paradas de ônibus. Na mesma ocasião, o 1° Secretário, Israel Cardoso (PTC) acrescentou que um projeto de lei dele criando a Central de Libras virou pedido de providência. Como geraria despesas ao município, a proposta deveria partir do prefeito.

A sessão especial pelos 19 anos da Lei da Libras foi encerrada com um discurso, todo em Libras, da servidora efetiva da Casa, Roberta Brandão. Ela pontuou os desafios de traduzir o conteúdo legislativo para a população surda dado o grau de difiuldade da tradução simultânea. “O cérebro não processa tão rápido”, explicou. Apesar do esgotamento físico e cognitivo, Roberta, que reveza o serviço com o intérprete também concursado Manoel Messias, não escondeu a emoção de contribuir com a inclusão de surdos/as. “Meu compromisso de servidora pública, oferto à comunidade surda. Língua é protagonismo, liberdade, é resistência.”

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A peça conta com os talentosíssimos atores Alex Francis, Rafael de Souza e a grande atriz Larissa Profeta, que também é interprete da canção para a peça, escrita por Nô, com arranjo de Adilson Nascimento. A produção é do Teatro de Experiência Grapiúna

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Quando você é convidado para assistir a uma peça teatral online, num primeiro momento imagina que não será algo tão interessante, pois estamos acostumados ao teatro existindo diante da plateia, com o coração do ator pulsando na sua frente. O ator  trocando energia com a público, e você  sendo tocado pela emoção, de forma direta. Aquela luz, aquele som, aquele olhar cruzando com o seu, nada pode substituir. Ledo engano. A última apresentação me fez refém, me hipnotizou. Já tinha assistido a outros espetáculos, inclusive um diretamente de Salvador, no mês de fevereiro, que me impressionou, sobretudo, como a tecnologia foi usada para trocar cenários, aproximar atores, atuando a distância. Gritei: Viva a tecnologia! Atores bons, direção belíssima! Gostei do espetáculo. Entretanto, na última semana, o diretor Marquinhos Nô, de Itabuna, com quem tive o privilegio de trabalhar na montagem da peça  “Paixão de Cristo”, em 2017, naquela cidade, e já fez apresentação em Itapetinga, me enviou um convite para o espetáculo “Canção Para Uma Flor de Barro”, de sua autoria e que também assinava a direção.

O trabalho começa com uma câmara focando alguém que olha pelo buraco, buscando algo, outras vezes, esse buraco parece  ser aquele lugar de onde olhamos como plateia, a miséria da vida, do mundo dos outros, como se nada tivéssemos com aquilo. Depois vem o texto, a história… Tudo é um soco no estômago.  A peça dura cerca de quarenta minutos. O impacto que nos causa, parece um piscar de olhos. É tudo tão direto, tão duro, tão seco, que nos provoca asco à existência de um daqueles personagens, e vontade de cuidar e proteger aquelas vítimas. A plateia se manifesta através do chat (bate-papo), com aplausos, gritos e descrição de lágrimas. Mas é ficção! Bom seria, se fosse! É a vida vestida de arte ou a arte vestida de vida? Ficamos confusos, durante aquela apresentação. Vibramos pelo deleite artístico, mas sofremos ao pensar na realidade.

O espetáculo conta uma história de exploração, machismo, dor, miséria. Fala de Ana, jovem de 23 anos, adotada por uma trasvesti doente (deficiente física, cega), que sofre preconceitos e não tem condições de trabalhar.  Ana, se entrega a um homem,  machista, que lhe maltrata, com a finalidade de ter um sustento para si e para a mãe adotiva. E, ao tentar sair daquele relacionamento abusivo, sofre ainda mais. E o final dessa história é bem conhecida. Ele lhe mata!  “O espectro de Ana vaga, questiona, esperando todas as respostas para compreender por que morreu. Nessa busca, ela descobre que todos são manipulados e manipuladores”, disse o autor e diretor Marquinhos Nô.

No final, nos apresenta a triste estatística do Brasil, como quinto país em mortes violentas de mulheres no mundo, e que mais de 250 mulheres foram vítimas de violência domestica por dia, durante o isolamento social até o momento.  Nos choca saber que uma mulher é morta a cada nove horas, e que o Brasil registra uma morte por homofobia a cada 16 horas. E para concluir, a palavra, escrita, como um grito: Chega! E nos juntamos a esses que gritam: Chega!!

A peça conta com os talentosíssimos atores Alex Francis, Rafael de Souza e a grande atriz Larissa Profeta, que também é interprete da canção para a peça, escrita por Nô, com arranjo de Adilson Nascimento. A produção é do Teatro de Experiência Grapiúna. 


Antônio Maciel é pedagogo, professor, poeta e produtor cultural

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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As mães também estão sendo contempladas com ações realizadas pela SCMI em parceria com O Boticário

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Familiares e pacientes da Unidade de Oncologia Pediátrica do Hospital Manoel Novaes (HMN) e do Centro de Radioterapia da Santa Casa de Itabuna (SCMI) tiveram uma manhã de quinta-feira (6.maio) diferente. Eles foram brindados com uma linda apresentação da Charanga da Alegria, que tocou clássicos da MPB, frevo e samba, dentre outros, na abertura da programação especial do Dia das Mães, que será celebrado no domingo (9.maio). As mães também estão sendo contempladas com ações realizadas pela SCMI em parceria com O Boticário.

Apresentação da banda musical emocionou crianças, mães e pais que acompanhavam seus filhos na consulta ou tratamento na unidade de oncologia pediátrica do HMN. Os grandes clássicos da música popular, frevo e machas carnavalescas foram apresentados também para os pacientes e acompanhantes da unidade de radioterapia da SCMI. Entre os pacientes mais animados estava o agricultor Silvestre dos Santos, morador da Fazenda Boa Vista, no distrito de Taboquinhas, em Itacaré.

Morador da zona rural de Itacaré, ele iniciou há uma semana o tratamento de um tumor de próstata. O paciente diz que fez uma viagem no tempo ao ouvir a apresentação musical. “Vou lembrar-me desse dia todas as vezes que me deslocar de Taboquinhas para fazer o tratamento em Itabuna. Foi muito especial por ter tocado muitas músicas que marcam a minha vida. Estamos precisando de ações desse tipo. Até esquecemos que estamos em tratamento”, conta. Silvestre dos Santos acrescentou ainda que, inicialmente, fará esse trajeto por um período de 35 dias.

A supervisora administrativa da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) da SCMI, Deize Souza, explica que apresentação musical foi com o objetivo de proporcionar um momento de alegria para os pacientes e para mães que passam parte de seu tempo na unidade pediátrica lutando para que a saúde de seus filhos seja restabelecida. “Sempre tentamos oferecer esses momentos de descontração e interatividade com os nossos pacientes. É uma ação voluntária feita com muito amor e carinho. E temos um retorno maravilhoso quando olhamos para o rosto de cada um”, conta.

Os músicos Douglas Araújo de Souza e Aldenir Ramos afirmam que a apresentação é uma forma de retribuição ao carinho que recebem do público. “Esses encontros com pacientes em tratamento não têm preço. Ficamos muito contentes com a receptividade e carinho deles. Esse tipo de reconhecimento é o maior patrimônio para o artista”, comemora Aldenir Ramos.

“É gratificante ajudar a proporcionar um momento de alegria para essas crianças aqui, do ambulatório, e os adultos em tratamento no Centro da Radioterapia. Percebemos o sorriso na expressão facial deles. Para nós, que estamos sem poder fazer o que mais gostamos por causa da pandemia, é confortante essa oportunidade de levar a nossa arte para pessoas que estão precisando tanto de ter a saúde restabelecida”, afirma Douglas Araújo. A Charanga da Alegria existe há 9 anos.  

Os professores e proprietários de escolas se uniram no movimento

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Professores e pais de alunos fizeram uma manifestação na tarde de sexta-feira (7.maio), numa ação do Movimento Volte às Aulas Itabuna. Eles querem o retorno das aulas no sistema híbrido, de forma responsável, tendo os pais a opção de escolha se leva os filhos para a escola ou se permanecem em casa.

Danielle Rocha, integrante do movimento, chama a atenção da sociedade. “Queremos que a sociedade acorde. Estamos em Lockdown apenas nas escolas”, destaca.

O movimento chama a atenção para a necessidade de criar protocolos para o retorno híbrido. “Queremos que as autoridades competentes tomem uma posição. Já temos mais de 400 dias sem aula”, lembrou.

Outra professora frisou que os professores já estão sendo vacinados. A representante da Escola Catavento, Denise Sousa, finalizou lamentando o fato dos alunos estarem sendo prejudicados no desenvolvimento didático, social e afetivo. “Tantos segmentos já retornaram, somente os alunos estão sendo prejudicados. A lacuna será enorme, e quanto mais demorar, pior será”. 

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