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Senador teve ferimentos leves e esposa ficou gravemente ferida

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Hoje (26.outubro), o senador pelo estado do Tocantins, Irajá Silvestre Filho (PSD), sofreu um acidente de carro próximo ao município de Arraias, no Tocantins. No veículo, também viajavam a esposa do político e o motorista, que não resistiu aos ferimentos.

O senador e a esposa deram entrada no Hospital de Arraias depois de serem socorridos por pessoas que passavam pelo local e, em seguida, foram transferidos para um hospital em Goiás. Irajá teve apenas alguns ferimentos, mas a esposa dele ficou gravemente ferida.

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Medida é para não interferir no resultado das eleições de domingo

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Desde 3ª feira (25.outubro) até dois dias depois das eleições de domingo (30.outubro), eleitores não podem ser presos ou detidos. As exceções são em casos de flagrante delito ou por causa de sentença criminal condenatória por crime inafiançável.

Além disso, membros das mesas diretoras e fiscais de partidos políticos também não podem ser presos durante o exercício das funções. Caso ocorra qualquer prisão, a pessoa deve ser conduzida, imediatamente, à presença do juiz competente, a quem vai caber verificar a legalidade ou não da detenção.

O salvo-conduto serve para garantir a liberdade de voto e impedir que haja interferência externa no resultado do pleito.

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Ferramenta pode ser utilizada na hora de votar por eleitores que realizaram o cadastramento biométrico

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Os eleitores brasileiros podem baixar o aplicativo e-Título até o próximo sábado (29.outubro), véspera do 2º turno das Eleições Gerais. O eleitor que tiver realizar o cadastramento biométrico pode utilizar apenas a ferramenta para conseguir exercer o direito do voto.

O e-Título também pode ser utilizado para consultar o local de votação, emitir certidões de quitação eleitoral e crimes eleitorais, além da guia para pagamento de multas, justificativa eleitoral, entre outros.

O aplicativo pode ser baixado, gratuitamente, nas lojas virtuais Apple Store e Google Play. Para aqueles que não fizeram o cadastramento, é preciso apresentar algum documento oficial com foto para votar no próximo domingo (30.outubro), a exemplo do RG, carteira de motorista ou passaporte.

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Nordeste ocupa a segunda colocação como região que mais registrou denúncias

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Até 2ª feira (24.outubro), o aplicativo Pardal já havia recebido 43.074 denúncias de propaganda eleitoral irregular referentes às Eleições Gerais deste ano. A ferramenta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apurou que 26% das denúncias deram origem a 12.352 processos que já estão em tramitação no Processo Judicial Eletrônico.

O aplicativo foi reativado no dia 16 de agosto deste ano e está apto a receber denúncias de compra de votos, uso da máquina pública, crimes eleitorais e propagandas irregulares. O Nordeste aparece como a segunda região em que mais denúncias foram registradas, totalizando 12.675 e ficando atrás apenas do Sudeste, que tem 15.078 denúncias.

A apuração das denúncias recebidas no Pardal é feita pelo Ministério Público Eleitoral. Inicialmente, a apuração da denúncia é feita pelo promotor integrante do MP Estadual e, com indícios concretos de irregularidades, o caso é encaminhado ao procurador regional Eleitoral ou ao procurador-geral eleitoral (PGE). Com o MP Eleitoral propondo a abertura de ação civil pública contra o candidato, o processo é encaminhado para julgamento no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), nas ações que envolvam eleições para os cargos de governador, senador, deputado federal, distrital e estadual. Já nas relativas à eleição presidencial e em recursos de casos iniciados em outras instâncias da Justiça Eleitoral, o PGE e seu vice atuam perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para a aplicação de pena ou multa.

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Medida não torna gratuidade uma obrigação, mas autoriza utilização de transportes de forma gratuita

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, autorizou hoje (18.outubro) que prefeituras e empresas concessionárias possam oferecer o serviço de transporte público de forma gratuita no dia 30 de outubro. Na decisão, Barroso reiterou que a prática não vai punir prefeitos nem gestores por crimes eleitorais ou por improbidade administrativa e o objetivo é viabilizar a garantia constitucional do direito de voto.

Dessa forma, veículos públicos e ônibus escolares podem ser usados para o transporte e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode regulamentar a atuação dos municípios e empresas de transporte para coibir eventuais abusos de poder político. Barroso levou em consideração um pedido do partido Rede Sustentabilidade, que alegou que o elevado índice de abstenção no primeiro turno esteve associado à crise econômica e à pobreza.

Vale ressaltar que a medida anunciada por Barroso não é uma obrigação, mas, sim, uma autorização. Até porque, para que se tornasse obrigatoriedade, seria necessária uma votação e não existe tempo hábil para que isso aconteça até o 2º turno.

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Forças Armadas realizaram auditoria no dia do pleito, mas não apresentaram resultado ao público

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, determinou hoje (18.outubro) que o Ministério da Defesa apresente o relatório sobre a fiscalização realizada nas urnas eletrônicas. O ministro alegou que a atuação das Forças Armadas, em possível alinhamento com o presidente Jair Bolsonaro (PL), pode caracterizar desvio de finalidade e abuso de poder.

Além de solicitar as cópias dos documentos da auditoria, Moraes pediu que o Ministério apresente quais foram as fontes de recursos utilizadas para realizar a fiscalização. A decisão do ministro atende a uma representação do partido Rede Sustentabilidade que afirma que o presidente da República utilizou as Forças Armadas para tentar desacreditar o processo eleitoral e enfraquecer a democracia.

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MPT já recebeu 412 denúncias de assédio eleitoral até hoje

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Até 3ª feira (18.outubro), o Ministério Público do Trabalho (MPT) já recebeu 412 denúncias por assédio eleitoral, ou seja, são casos em que empregadores estão ameaçando e/ou constrangendo os funcionários por causa das eleições. Os dados levam em consideração as relações trabalhistas em empresas privadas, secretarias e prefeituras públicas.

Os episódios de assédio eleitoral cresceram em relação às eleições de 2018 quando, ao todo, houve 212 casos dessa natureza. As ocorrências deste ano foram registradas na Região Sul (154), seguida da Região Sudeste (120), Nordeste (82), Centro-Oeste (37) e Norte (19).

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Ministro disse que não existem elementos que justifiquem inquéritos sobre empresas de pesquisas

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No final da noite de ontem (13.outubro), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, suspendeu as investigações abertas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Polícia Federal (PF) sobre a atuação dos institutos de pesquisa durante as eleições deste ano. Moraes disse que não existem elementos que justifiquem os inquéritos sobre as empresas de pesquisas.

Tudo começou quando as pesquisas divulgadas às vésperas do 1º turno não retrataram, fielmente, as apurações após o pleito. Mesmo tendo a ideia de que as pesquisas apontaram apenas uma tendência das votações, muita gente começou a questionar a veracidade dos dados apresentados pelos institutos. Por outro lado, as empresas alegaram que os eleitores mudaram os votos de última hora e as abstenções afetaram diretamente os resultados.

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Um Projeto de Lei apresentado pelo senador Romário (PL) quer garantir jornada especial de trabalho para quem tem filho, enteado ou criança sob guarda judicial que tenha deficiência comprovada por perícia médica. O objetivo é assegurar ao trabalhador, sem prejuízo de salário, o direito de prestar maior assistência ao familiar com deficiência decorrente do princípio da proteção constitucional à entidade familiar, da dignidade da pessoa humana, da solidariedade e da proteção à vida.

De acordo com o senador, é essencial que a garantia da jornada especial de trabalho seja resultante de convenções e acordos coletivos uma vez que o projeto pode ocasionar um ônus aos empregadores.

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Bolsonaro elogiou os 10% de votos conquistados por Roma ao concorrer ao governo da Bahia

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Em entrevista coletiva concedida no final da manhã de hoje (4.outubro), o presidente Jair Bolsonaro (PL) garantiu que pretende manter João Roma (PL) no cargo de ministro da Cidadania caso seja reeleito no 2º turno. Roma, que também é deputado federal, se afastou do Ministério para concorrer ao cargo de governador da Bahia.

Ainda na coletiva, Bolsonaro elogiou o desempenho de Roma na corrida até o Palácio de Ondina: “Foi uma campanha realizada com a sola do sapato e sem recursos, mas os 10% de votos conquistados são um grande capital eleitoral”.

Mesmo ficando apenas em 3º lugar na briga pelo governo do Estado, Roma saiu no lucro porque vai manter o cargo de ministro em uma eventual reeleição de Bolsonaro e, de quebra, conseguiu eleger a esposa, Roberta Roma (PL), para o cargo de deputada federal.

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