O almoço entre FHC e Lula teve como cardápio a política brasileira // Foto de Ricardo Stuckert

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Os ex-presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique cardoso tiveram uma longa conversa sobre o Brasil, sobre nossa democracia, e o descaso do governo Bolsonaro no enfrentamento da pandemia. O encontro que aconteceu em São Paulo foi mediado pelo ex-ministro Nelson Jobim.

Depois do almoço que aconteceu na residência de Jobim, tanto FHC como Lula não pouparam elogios nas redes sociais (por parte de Lula) e entrevistas (pelo lado de FHC).

Governador Rui Costa comenta encontro dos ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso ⤵️

 

Lula está confiante na sua popularidade para vencer as eleições

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Em entrevista à revista francesa “Paris-Match” desta semana, o ex-presidente Lula afirmou pela primeira vez que será candidato a presidente em 2022.

“Eu serei candidato contra Bolsonaro” é o título da entrevista dada ao semanário francês.

Nela, Lula afirma ainda: “Se estou na melhor posição para ganhar as eleições presidenciais e gozo de boa saúde, sim, não hesitarei. Acho que fui um bom presidente”, disse.  

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Os lulominions estão tiriricas da vida com Ciro Gomes. O presidenciável do PDT declarou que o “mito” da esquerda, o “sapo barbudo”, como dizia o saudoso Leonel Brizola, foi o maior corruptor da história da República brasileira.

Ciro mentiu? A resposta é um NÃO com todas as letras maiúsculas. Os governos do PT foram marcados por uma avalanche de escândalos, com destaque para o mensalão e o petrolão.

A roubalheira correu solta. Ciro mentiu? A resposta é um NÃO com todas as letras graúdas. O toma lá, dá cá, nas gestões petistas, com Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Vana Rousseff, dificilmente será alcançado. Milhões e milhões de reais foram desviados dos cofres públicos para garantir a tal da governabilidade. Ciro mentiu? A resposta é um NÃO com todas as letras garrafais.

O então presidente Lula foi, no mínimo, conivente com a corrupção. Deixou roubar escancaradamente, o que não deixa de ser um forte argumento de que não pode retornar a comandar o país. Se Lula não roubou, foi um bobo da corte.

A verdade machuca. E quando ela é inquestionável, como o resultado 4 na equação 2+2, passa a ser dilacerante. Se os lulominions estão assim agora, soltando fumaça pelas ventas, imagine quando os escândalos forem relembrados no horário eleitoral.

A maior preocupação de Lula não é Bolsonaro. É enfrentar Ciro nos debates. O petista-mor, toda vez que lembra do inevitável tête-à-tête, é acometido por uma insônia que o faz ficar sem dormir por um bom tempo. Hoje, nos bastidores da cúpula nacional do lulopetismo, a pauta obrigatória é Ciro Gomes. Toda vez que é discutida é uma aflição.

PS – E por falar no saudoso e inesquecível Leonel de Moura Brizola, fundador do Partido Democrático Trabalhista (PDT), veja o que ele diz sobre uma passagem da sua honrosa vida pública em relação a Lula: “Quando cheguei do exílio fui visitar o Lula, que me recebeu como se fosse um imperador. Existe uma incompatibilidade entre nós. Ali vi que Lula é um homem do sistema”. Pois é. Brizola tinha razão. O “sapo barbudo” é do sistema. Que coisa, hein! Naquele tempo, lá em priscas eras, Lula já se achava. Sua soberba continua intacta. Agora acrescentando um ingrediente religioso, já que adora ser chamado de “Deus Lula”. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br
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“O Bolsonaro tá querendo imitar o Trump de novo… Dizendo que se não tiver voto impresso vai ter fraude eleitoral. Fraude eleitoral foi a eleição dele, que me prenderam pra eu não ser candidato, e ainda ganharam na base da fake news”.

O ex-presidente Lula (PT) comentou em sua conta no Twitter nesta 4ª feira (19.maio).

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O governador Rui Costa anunciou no programa Papo Correria desta terça-feira (18) três mudanças no secretariado. O ex-prefeito de Camaçari Luiz Caetano assume a Secretaria de Relações Institucionais (Serin) no lugar de Jonival Lucas.

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) passará a ser comandada por João Carlos Oliveira, que até então estava na Secretaria de Meio Ambiente.

Já na Secretaria de Turismo (Setur) quem assume no lugar de Fausto Franco será Maurício Bacelar, que estava na Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). Segundo o governador, outras alterações devem ocorrer nos próximos dias. 

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Depois de apoiar a candidatura de Bruno Reis na sucessão do Palácio Thomé de Souza, indicando a advogada Ana Paula Matos para ser vice do demista, tudo ficou previsível.

O rompimento político do PDT com o governador Rui Costa (PT) era só uma questão de tempo. Portanto, nenhuma surpresa com a iminente saída do partido da base aliada.

Outro detalhe é que o PDT, deixando o PT de fora, é a única sigla da base de sustentação política do chefe do Palácio de Ondina que tem pré-candidato à presidência da República: o ex-prefeito de Fortaleza e ex-governador do Ceará Ciro Gomes, que foi considerado o melhor do Brasil nos dois cargos.

O fato do PDT ter presidenciável também contribuiu para a ruptura, já que o lulopetismo, que continua soberbo, tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como postulante a um terceiro mandato.

Agora é cada um cuidando do seu próprio quintal.

Vale lembrar que ao deixar a cadeia, onde passou 580 dias, o “mito” da esquerda disse que o PT era partido de receber apoio e não de apoiar.

Estranho seria, e até muito infantil, se o PDT apoiasse Jaques Wagner para o governo do Estado com o senador pedindo voto para Lula.

Sem dúvida, uma inominável e imperdoável ingenuidade política.

 

Eduardo Cunha: de volta ao jogo político

Eduardo Cunha, ex-aliado do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diz o óbvio ululante sobre a sucessão do Palácio do Planalto no pleito de 2022: “Bolsonaro só ganha a eleição se enfrentar o Lula e o Lula só ganha a eleição se enfrentar Bolsonaro”.

A obviedade continua: “Se Bolsonaro enfrentar qualquer outro perde, se Lula enfrentar qualquer outro vai perder”. Ora, ora, até as freiras do convento das Carmelitas sabem disso. E por falar no ex-todo poderoso presidente da Câmara dos Deputados, “exemplo” de homem público, de político “honrado”, o lulopetismo, que vem se reaproximando de todos que protagonizaram o impeachment da coitada da Dilma Rousseff, como o cearense Eunício Oliveira e o alagoano Renan Calheiros, quer seu apoio para o “mito” da esquerda.

A campanha de Lula caminha para ter o maquiavelismo como arcabouço, a viga principal da estratégia de conquistar o terceiro mandato presidencial do petista-mor. Deixando de fora Palocci, braço direito e esquerdo do companheiro de vários verões, o “dedo duro” dos escândalos da era Lula no poder maior da República, todos, sem exceção, independente de se encontrarem presos ou não, são bem-vindos.

Se o lulopetismo voltar a comandar o país, a versão 2 do mensalão é dada como favas contadas. O toma lá, dá cá, só vai mudar de cor: o verde e amarelo será substituído pelo vermelho. Vale lembrar que não se tem notícia de uma única crítica do lulopetismo aos que hoje estão na cadeia ou escandalosamente em liberdade.

Com efeito, Ciro Gomes, presidenciável do PDT, por denunciar essa corja de larápios dos cofres públicos, responde a vários processos por danos morais. Pois é. Danos morais. É mole ou quer mais, costuma dizer a sabedoria popular. No frigir dos ovos, tudo como dantes no quartel de Abrantes.

A impunidade mostrando o ar da graça, debochando da Justiça e dando uma banana para o “dura lex, sed lex”. 


Marco Wense é Analista Político

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Secretário de Esportes e Lazer; e vice-prefeito de Itabuna, Enderson Guinho (DEM)

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As obras de requalificação da Vila Olímpica Professor Everaldo Cardoso, no Bairro São Caetano, devem começar ainda neste mês, segundo o engenheiro civil Patrick Monteiro, responsável pela obra. O anúncio da requalificação do equipamento esportivo e de lazer foi feito pelo governador Rui Costa, recentemente, durante visita a Itabuna quando anunciou um pacote de obras.

O engenheiro lembra que há um estudo detalhado sobre a reforma deste importante equipamento, e que todos os trâmites necessários estão sendo providenciados com celeridade, atendendo ao pedido do governador Rui Costa (PT) e do prefeito Augusto Castro (PSD).

A previsão é de que em seis meses a obra seja entregue à população com ginásio de esportes reformado, com piso moderno, piscina, campo de areia, duas quadras poliesportivas, um campo futebol society e uma pista de atletismo em volta.

O secretário de Esportes e Lazer, vice-prefeito Enderson Guinho (DEM) destacou a fundamental ação do governo estadual para que a cidade volta a ter o complexo esportivo responsável pela formação esportiva de gerações.

“Há anos que era uma obra aguardada. Sua realização vai atender ao desejo de muitos atletas e desportistas porque vai servir às necessidades de esporte, lazer e entretenimento, inclusive de alunos das redes municipal e estadual de ensino e da juventude como um todo”, disse Guinho.

Marcone Amaral (PSD), Rosemberg Pinto (PT) e Josias Gomes

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O prefeito de Itajuípe, Marcone Amaral (PSD), conseguiu uma verba no valor de 1 milhão para reformar o Centro de Abastecimento do município.

A verba virá através de uma emenda parlamentar do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) e foi assinado o convênio na Desenvolvimento Rural (SDR) sob o comando do secretário Josias Gomes.

A obra será executada pelo Consórcio Litoral Sul.

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabe que a grande maioria do seu eleitorado não liga para as contradições do PT na busca de acordos. Essa considerável fatia de votos está concentrada nos beneficiários do Bolsa Família.

O petismo tem também os seus “lulominions”, que costumam chamar o líder-mor de “Deus Lula”. Quando o assunto é a sucessão do Palácio do Planalto, eles dizem que a polarização é favas contadas, irreversível. De um lado o “Deus Lula”, do outro o “mito”.

Os petistas que não aceitam essa aproximação de Lula com certos políticos não têm força nenhuma. Nos bastidores, longe dos holofotes e do povão de Deus, são chamados de ingênuos, sonhadores e até mesmo de babacas.

A prova inconteste de que o agora elegível Lula é de um pragmatismo assustador, adepto do vale tudo para conquistar o poder, de que os fins justificam os meios, é que não há um registro de uma crítica sua a essa turma que hoje está na cadeia ou, em decorrência da impunidade, solta, tomando bons vinhos na beira da piscina de suas mansões, debochando da Justiça. O silêncio de Lula é de quem tem telhado de vidro.

Se Lula tivesse certeza que Cunha, Cabral e companhia Ltda não iriam provocar desgaste na sua tentativa de chegar à presidência da República pela terceira vez, assim que deixassem a cadeia, seriam chamados para o palanque. Um tapete, obviamente de cor vermelha, seria estendido para os honrosos políticos, exemplos de homens públicos. Com efeito, todos esses larápios do dinheiro público, dinheiro meu, seu, nosso, enfim, do povo brasileiro, do cidadão-eleitor-contribuinte já foram aliados de Lula. Pelo andar da carruagem, vão voltar a ter influência em um eventual retorno do líder maior do Partido dos Trabalhadores ao cargo mais importante e cobiçado do Poder Executivo.

O senador Renan Calheiros, emedebista lá de Alagoas, que responde a vários processos, alguns deles no STF, um dos articuladores do impeachment da então presidente Dilma Vana Rousseff, foi convidado para ser uma espécie de coordenador da campanha de Lula no nordeste. A pobre da Dilma não diz nada.

A diferença entre o ex-presidente Lula e o atual, no tocante ao eleitorado, é que Bolsonaro, para manter sua base unida, tem que radicalizar o discurso. Lula não tem essa preocupação, já que 60% dos seus eleitores são despolitizados, quer no aspecto ideológico como de informação.

Concluo dizendo que essa “irreversível” polarização vai sendo enfraquecida à medida que o movimento “Nem Lula, Nem Bolsonaro” vai tomando corpo. Vale lembrar que o antipetismo e o antibolsonarismo caminham a passos largos para atingir 60% do eleitorado. 


Marco Wense é Analista Político

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As articulações para compor a chapa governista caminham a passos largos para manter a base aliada unida em torno da pré-candidatura de Jaques Wagner ao governo do Estado no pleito de 2022.

A reforma administrativa do governador Rui Costa foi programada para evitar uma cisão no arcabouço que dar sustentação política ao governo. A preocupação maior é com o PP e PSD, sem dúvida as duas legendas mais importantes da base aliada.

Os argumentos que consolidam o PSD e PP como as siglas indispensáveis para a pretensão de Wagner de governar a Bahia pela terceira vez são do conhecimento de todos. Não vou citá-los novamente. Basta lembrar dois pontos:
1️⃣ tempo no horário eleitoral.
2️⃣ as duas siglas juntas têm o controle político da quase metade das prefeituras.

O único obstáculo que poderia criar problema para a unidade da base parece que foi removido. Não sei se por pressão de cima para baixo, mais especificamente da cúpula do lulopetismo, ou por decisão do próprio Rui Costa, que resolveu continuar no Palácio de Ondina até o último dia do mandato.

Ora, até as freiras do convento das Carmelitas sabem que a vontade de Rui era disputar o Senado da República. Seria a eleição mais tranquila do Brasil, com uma grande diferença em relação ao segundo colocado.

Com Rui fora da majoritária, tudo volta a se encaixar: Jaques Wagner (governador), um nome indicado pelo PP (vice) e Otto Alencar buscando à reeleição para o Senado, obviamente pelo PSD.

Como não existe almoço de graça na política, a Rui Costa, pela sua compreensão e discernimento, ficaria a promessa de ocupar um ministério em uma eventual vitória de Lula na sucessão de Bolsonaro.

Atrás de toda essa arrumação tem a desconfiança em relação ao vice-governador João Leão, que assumiria o lugar de Rui Costa em caso de desincompatibilização para concorrer ao Senado. Se o vice-governador não tivesse pretensão política, se fosse confiável, um vice técnico, Rui Costa deixaria o cargo. Outro lembrete é que João Leão é do PP, sigla do Centrão, hoje de mãos dadas com o presidente Bolsonaro. O comandante-mor nacional da sigla, senador Ciro Nogueira, integra a tropa de choque em defesa do governo Bolsonaro na CPI da Covid-19.

No tocante a Otto Alencar tem a questão da sucessão do Palácio do Planalto. Deixar Otto de fora da chapa significaria o fim da possibilidade de um entendimento nacional com a legenda em torno da pré-candidatura de Lula. As conversas com Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, seriam interrompidas.

E ACM Neto? A situação do ex-prefeito de Salvador continua cercada por um denso nevoeiro, que precisa ser dissipado urgentemente, sob pena de causar uma queda nas pesquisas de intenções de voto, que no momento colocam o demista em posição confortável em relação ao segundo colocado, o senador Jaques Wagner.

ACM Neto tem que tomar uma posição, decidir o que quer, qual o caminho que pretende seguir, se quer apoiar Ciro Gomes, presidenciável do PDT, ou fazer as pazes com o presidente Bolsonaro. Essa indefinição não é aconselhável. Parcela significativa do eleitorado não perdoa.

Agora é esperar a poeira assentar. Daqui para 2022, mais especificamente perto das convenções partidárias, muita coisa pode acontecer. Repito que o processo sucessório terá dois fortes “cabos eleitorais”. Um do lado de Wagner, que é o ex-presidente Lula. E o outro de ACM Neto, o sentimento de mudança. Afinal, com o fim do governo Rui Costa, são 16 anos do PT no poder.

A continuação da “correria” de Rui Costa versus “chega de PT”. Esse será o inevitável confronto, o discurso do petismo e do netismo. 


Marco Wense é Analista Político

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