Para vereador, alternativas poderiam ser criadas, mas falta iniciativa

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O vereador Danilo da Nova Itabuna (PSL) utilizou o espaço reservado a ele durante sessão na Câmara de Vereadores de Itabuna para comentar a situação do transporte público coletivo da cidade. Segundo o edil, os gestores sempre se comprometem a resolver o problema, mas, de fato, ele ainda existe.

De acordo com o relato do vereador, a população tem sofrido com a precariedade do serviço oferecido e alternativas poderiam ser criadas, mas falta iniciativa: “Eu não sei onde é que está o problema que prometeram uma coisa e está acontecendo outra. As pessoas têm que dar um basta nessa situação. Itabuna tem que chegar e abrir para o transporte alternativo. (…) Se você colocar uma van em Itabuna, seu carro vai ser apreendido e isso vai gerar uma confusão, mas quem tem o transporte coletivo não quer servir à comunidade e à cidade”.

Ainda segundo Danilo, no fim de tudo, a conta é paga pelo povo: “Quem está sofrendo é a população. Não adianta ficar aqui procurando chifre em cabeça de cavalo. Não adianta ficar aqui dando murro em ponta de faca. O que é certo, é certo. O que estiver errado, tem que falar. (…) Se, realmente, a empresa não presta, tem que mandar embora porque é vergonhoso”.

O assunto veio à tona e exemplos de prejuízos à população foram citados, como um rapaz que perdeu a oportunidade de realizar um exame pois chegou atrasado devido ao atraso do ônibus. Enfim, parece que a empresa que assumiu o transporte em Itabuna é nova, mas os problemas continuam sendo velhos conhecidos dos usuários do serviço.

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Vereador Simão vai deixar PSD e apoiar ACM Neto para Governador do Estado

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O vereador de Jussari, Simão Cavalcante (PSD), declarou ao Pauta Blog que, atualmente, se considera oposição ao prefeito da cidade, Antônio Valete (PSD), por estar insatisfeito com as decisões do gestor. Os dois fazem parte da mesma legenda que, inclusive, é da base aliada ao governador do estado, Rui Costa (PT), mas o caldo parece ter entornado nos bastidores da cidade.

De acordo com Cavalcante, existem atritos entre o gestor e o Legislativo: “Valete ficou vaidoso e não respeita vereador. Ele se transformou”. O edil ainda afirmou que, devido às situações desgastantes dos últimos tempos, pretende deixar a sigla assim que for aberta a janela de transferência.

Questionado pelo Pauta sobre as eleições do próximo ano, Cavalcante disse que irá apoiar o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), na candidatura ao Governo do Estado: “Vou apoiá-lo sim, com muito orgulho!”.

Simão Cavalcante está no primeiro mandato como vereador e foi eleito em novembro do ano passado com 204 votos, sendo o terceiro mais votado de Jussari.

O Pauta deixa o espaço aberto para o prefeito de Jussari, Antônio Valete (PSD).

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Marão antecipou os salários dos servidores do mês de outubro

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O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre (PSD), conhecido como Marão, antecipou para ontem (27.outubro), os pagamentos de salários dos servidores públicos municipais.

“Uma das marcas da nossa gestão é a assiduidade no pagamento em dia dos salários dos servidores. Essa é a grande demonstração de que, para nós, o maior patrimônio que existe na administração pública são as pessoas”, declarou Marão sobre a valorização do servidor, cuja data comemorativa acontece hoje (28.outubro).

A antecipação do pagamento chega em um momento importante para movimentar o comércio, às vésperas do final de semana e feriado de finados, 2 de novembro.

Agentes das secretarias municipais se preparam para mobilização no Góes Calmon.

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Foi aprovada em AGE (Assembleia Geral Extraordinária), 3ª feira (26.outubro), a mudança a estatuária da Associação dos Catadores que, a partir de agora passa a denominar-se de Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna.

A Assembleia Geral teve a participação da representante da Defensoria Pública da Bahia, Aline Müller, e do consultor do projeto André Dantas, além de 80 agentes ambientais. O consultor explicou que as mudanças estatutárias incluem  a coleta seletiva e todas  as  suas etapas, dentre elas, a coleta, transporte, triagem, estocagem e comercialização do material reciclável. “Esse é um dos  poucos projetos na Bahia em que os recursos financeiros foram assumidos pela gestão municipal”, elogia Dantas.

Ele disse ainda que a coleta de resíduos representa um novo momento para Itabuna e para a cultura da reciclagem.

O trabalho de conscientizar a população sobre a reciclagem dos materiais já foi iniciado. Entre as ações, a mobilização de agentes das secretarias municipais de Planejamento, Agricultura e Meio Ambiente, Infraestrutura e Urbanismo e de Promoção Social e Combate à Pobreza que na manhã de hoje visitaram condomínios e residências do Góes Calmon. No bairro, houve a distribui panfletos e orientações

A coleta seletiva em Itabuna começa em novembro e terá o suporte de oito ecopontos instalados em alguns bairros e nas Praças Adami, Camacan, além da Avenida Aziz Maron. Cada ecoponto terá 1,90 metro de altura e capacidade para armazenagem de 2.500 litros de resíduos. “Nossa  proposta é colocar um catador durante o dia para orientar a população sobre o descarte correto”, falou o , consultor do projeto André Dantas e do Programa de Coleta Seletiva, que está boa receptividade dos itabunenses.

O microempresário Ezequiel ladeado por Dielson Mendes e Rosivaldo Pinheiro em sua banca de jornais no Góes Calmon.

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O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre (PSD), conhecido como Marão, juntamento com o seu vice-prefeito Bebeto Galvão (PSB), divulgaram um vídeo comentando a decisão da Câmara de Vereadores.

Ontem (26.outubro), a Câmara aprovou a instauração da CEI (Comissão Especial de Inquérito) ou CPI dos Transportes para investigar ajuda de 15 milhões e acordo entre Prefeitura e empresas de ônibus.

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O presidente da Câmara Municipal de Ilhéus, vereador Jerbson Moraes (PSD) oficializou agora à tarde a criação de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar um acordo feito entre a Prefeitura e as duas empresas concessionárias do serviço público de Transporte, que concede uma ajuda de 15 milhões de reais à Viametro e São Miguel, sob a justificativa de prejuízos causados às empresas durante a pandemia. Protocolada por sete vereadores – Tandick Resende (PTB), Enilda Mendonça e Augusto Cardoso (PT), Abrãao Santos (PDT), Vinícius Alcântara (PV), Edvaldo Gomes (DEM) e Baiano do Amendoim (PSDB) – a CEI foi aprovada por unanimidade, com a anuência dos 21 parlamentares.

Além dos 15 milhões de reais de ajuda, estão previstos no acordo assinado pelo governo e as empresas a não obrigatoriedade de 100 por cento da frota voltar a circular, aumento da tarifa, com valores diferenciados para as tarifas urbanas e rurais (mais caras, obviamente) e redução ainda maior da frota em caso de não cumprimento da parcela acordada e que, também, a prefeitura se abstenha de instaurar processo administrativo em desfavor das empresas visando apurar eventual descumprimento do contrato de concessão, bem como não sejam adotadas quaisquer medidas coercitivas, sanção política, direta ou indireta, visando a retaliação das empresas de ônibus. Também está acordado aprovar uma isenção de ISS que deverá ter período mínimo de vigência de mais ou menos 2 anos e 4 meses e combater o transporte alternativo.

No pedido da CEI foram protocoladas 10 páginas de questionamentos, onde os autores valorizam a cobertura da imprensa sobre a qualidade do serviço prestado pelas empresas, os compromissos assumidos em campanha pelo prefeito Mário Alexandre, que teria prometido cancelar o contrato, lembra, até, da ocupação de estudantes, nos idos de 2013, por mais de 100 dias no Palácio Paranaguá, em uma manifestação que ficou conhecida como “Reúne Ilhéus”, impedindo que o então prefeito pudesse sentar na cadeira de chefe do Executivo. O documento também lembra que as empresas a ser investigadas já atuam no município há mais de 17 anos, sem manutenção condizente da frota.

Os autores lembram portas caindo, corrimão de apoio soltando, superlotação e uma infinidade de irregularidades “suficientes para ensejar a rescisão do contrato de concessão”. Alegam falta de entrega de relatórios do Executivo quando solicitados pelos vereadores e lembra que o governo municipal segue mudo para os questionamentos que continuam sem resposta. Para os autores do pedido, a situação que era caótica há muitos anos, piorou em 2020, com a pandemia.

Ainda segundo o pedido, ao invés de o governo acordar judicialmente o pagamento de indenização às empresas, este deveria agir no processo da mesma forma como agiu no processo que despediu centenas de servidores municipais, bem como em todos os processos judiciais de requerimentos de exames, remédios e cirurgias. “Mas a Procuradoria Jurídica ao invés de agir ordinariamente, como sempre fez em seus processos, recorrendo de tudo, preferiu transacionar um acordo em que se comprometeu a pagar uma quantia milionária (…)”. Para os vereadores que assinam o pedido, a Prefeitura vai na contramão de outras cidades que cumprem com o seu dever de defender o interesse público e fazem auditoria, bem como rescindem os contratos descumpridos por concessionárias de transporte coletivo público, principalmente durante a pandemia.

Desde o início da tarde, representações populares foram para a entrada do Palácio Teodolindo Ferreira, sede da Câmara, apoiar a iniciativa dos parlamentares. O plenário Gilberto Fialho também foi ocupado por populars para acompanhar a histórica sessão.

O grupo pede um prazo de 120 dias para concluir a investigação da CEI. Líderes do bloco da maioria e da minoria, intimados pela presidência, anunciaram a relação dos vereadores membros, atendendo ao princípio da proporcionalidade. A CEI ficou formada pelos vereadores Alzimário Belmonte, o Gurita, e Fabrício Nascimento (bloco da maioria) e Cláudio Magalhães (bloco da minoria), ficando Fabrício como presidente, Gurita como relator e Cláudio como membro. Amanhã, a presidência publicará a resolução formalizando a Comissão Especial de Inquérito.

As malas podem rolar, ou as cadeiras

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A Câmara de Vereadores de Ilhéus vem emitindo sinais de que a Rural das Malas irá passar pelo Palácio do Paranaguá. Lembra da musiquinha “Arruma a mala aê!”?

A quebra de braço será aberta nesta 3ª feira (26.outubro) à tarde com a (possível) abertura da CPI dos Transportes.

De Verde somente o sinal de seguir em frente

O vereador Vinícius Alcântara (PV), disse que não retirar sua assinatura do pedido de investigação do acordo judicial que representará 15 milhões de reais, de recursos públicos em Ilhéus.

O edil não irá obedecer à determinação do diretório municipal do partido de retirar a assinatura. Confira 👇

O barato que pode sair caro

Augustão (PT), além de vereador, é presidente da Comissão de Transporte, chegou a elaborar um relatório sobre o que foi levantado das discussões, em audiências públicas, da situação caótica do transporte público ilheense.

O problema é que Augustão tentou entregar o relatório ao prefeito Mário Alexandre, mas o vereador disse: “Até hoje, não conseguimos entregar esse relatório para Marão. O prefeito finge não saber o que acontece e se faz de mudo sendo que ele não gastaria um centavo para receber o documento”.

Foram quase oito meses de tentativas, mas agora o barato pode sair caro.

Movimentação popular na Câmara de Ilhéus

Um movimento criado no WhatsApp, o #CPIdosTransportesJA!, já convocou a população para comparecer à Câmara de Vereadores na tarde dessa 3ª feira (26 de outubro) para clamar ao Legislativo que investigue a situação.

Termos do acordo entre prefeitura e empresas estão sendo analisados por uma equipe em Brasília, disse Tandick

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Em entrevista ao Jornal do Meio Dia da Rádio Gabriela FM, o vereador de Ilhéus, Dr Tandick (PTB), falou hoje (25.outubro) sobre o pedido de criação da Comissão Especial de Inquérito (CEI) para apurar os contratos firmados entre a prefeitura e as empresas que operam o transporte coletivo na cidade.

O vereador declarou que ele, junto com o vereador Augustão (PT), foram os primeiros a tentar entender o que acontecia entre as partes e, à medida que liam os processos, ficaram “atônicos” com os pagamentos que devem ser realizados pela prefeitura às empresas de ônibus: “Esse acordo, na verdade, ele foi em decorrência de um processo movido pelas empresas de ônibus em uma ação indenizatória em que as empresas responsabilizam o município por supostos prejuízos causados em um curto espaço de tempo após o decreto do prefeito em que ele determina o retorno de 100% da frota de ônibus às ruas”.

Indignado com o que ele considera ‘inércia do município’, o vereador fez duras críticas à situação e disse que não pode ficar calado diante da situação: “Se nós não tivéssemos feito uma das funções do vereador, que é a fiscalização, ninguém saberia o que foi feito”.

O edil, que também é defensor público estadual, defendeu a criação da CEI e salientou que os termos do acordo estão sendo analisados, minuciosamente, por uma equipe em Brasília. Ainda segundo o vereador, as planilhas apresentadas pelas empresas são discutíveis e chamam a atenção, de modo que um perito será contratado para analisar a situação e entender a natureza desse acordo.

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Ao contrário dos divulgam que em nenhum lugar do Brasil, município nenhum gastou dinheiro dos cofres públicos com concessionárias de transporte público para cobrir os danos financeiros causados pela Covid-19, a Prefeitura de Salvador gastou 206 milhões para compensar o desequilíbrio gerado pela pandemia.

Segundo o prefeito Bruno Reis, o valor investido daria para construir dois novos centros de convenções ou dois novos hospitais.

Em Ilhéus, o município, por recomendação do Ministério Público, a título de subsídio para as empresas Viametro e São Miguel, custeou R$ 7,5 milhões para cada empresa para a eficácia da prestação do serviço do transporte público na cidade, com o aumento das frotas e a circulação dos ônibus em sua integralidade, mediante fiscalização do órgão competente para a melhoria do serviço.

Isto, para que a população não continuasse sentindo os efeitos negativos da falta de ônibus e linhas, e, principalmente, para evitar a interrupção da prestação do transporte coletivo.

Em nota de esclarecimento expedida na última sexta feira, a Prefeitura de Ilhéus informou que caso as empresas de ônibus não cumpram o acordo firmado, com o retorno 100% das frotas, o município, pelo poder de revisão, pode rever o pactuado a qualquer momento.

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Nota de Esclarecimento

Em razão de notícias veiculadas na imprensa sobre a homologação de transação judicial entre o Município de Ilhéus e empresas concessionárias do transporte público municipal, a Prefeitura de Ilhéus vem a público esclarecer, de início, que a medida foi fiscalizada pelo Ministério Público e homologada pelo Poder Judiciário, sendo adotada pelo ente
municipal somente para defender a preservação do patrimônio e interesse públicos.

Isso porque, restou demonstrado por meio de provas periciais, o prejuízo das concessionárias em razão do decreto municipal de paralisação das atividades do transporte público como consequência da pandemia da Covid-19, e que o Município de Ilhéus deveria arcar com todo o dano financeiro das empresas. Caso a ação indenizatória, ajuizada logo no início da paralisação, seguisse o curso até o proferimento da sentença, a quantia a ser paga pelo Município, poderia ser bem superior ao valor pleiteado de R$ 22,74 milhões, com mais osjuros e correção monetária, uma vez que ultrapassaria em muito a quantia de R$ 7,5 milhões para cada concessionária.

Por isso, a solução jurídica foi a composição entre as partes sob as respeitadas guaridas do Ministério Público e da Justiça, com vistas a minimizar o impacto financeiro do erário público e garantir o rápido restabelecimento da prestação do serviço com melhor qualidade, com aumento das frotas e circulação dos ônibus, e em sua integralidade, para que a população não continuasse sentindo os efeitos negativos da falta de ônibus e linhas, e para evitar a interrupção da prestação do transporte coletivo.

Isso em razão de a quantia a ser despendida dos cofres públicos municipais para as empresas de ônibus, não está sendo paga como indenização como noticiado de forma equivocada, mas a título de subsídio – permitido pelo contrato de concessão – tão somente e para a eficaz prestação do serviço do transporte público, mediante fiscalização do órgão competente para a melhoria do serviço.

Vale ressaltar que o Município de Ilhéus continua com todos os poderes e autoridade para apurar a prestação do serviço pelas empresas concessionárias. As cláusulas previstas no acordo podem ser revistas a qualquer momento, de modo que o Município não está obrigado
a pagar qualquer subsídio de forma irreversível, pois foi garantido o poder da revisão, demonstrando o retorno da normalidade da prestação dos serviços e o fim dos impactos financeiros da pandemia.

A Prefeitura de Ilhéus reafirma o seu compromisso pelo respeito e máxima responsabilidade pela res pública, aos princípios da legalidade e transparência, ao suado dinheiro pago pelos contribuintes que alimentam o erário e, sobretudo, aos cidadãos e cidadãs desta cidade, que merecem a dignidade na prestação dos serviços, principalmente em relação
a um transporte público municipal de qualidade.

Ilhéus, 21 de outubro de 2021.

PREFEITURA MUNICIPAL DE ILHÉUS

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Na última 6ª feira (22.outubro), a Prefeitura de Ilhéus realizou a inauguração das obras de pavimentação da Rua das Oliveiras, no bairro São Francisco. A ação faz parte de uma série de obras pela cidade e o momento foi marcado por muita alegria, já que esse era um sonho alimentado por décadas pelos moradores do local.

O momento contou com a presença do Prefeito Mário Alexandre, o vice prefeito Bebeto Galvão e Secretários, que juntos realizaram a entrega da rua nova e pronta aos moradores.
“Há 15 anos os moradores dessa rua aguardam uma resolução, era horrível o lamaçal que existia aqui. Estamos empenhados em fazer o máximo de melhorias para nossa Ilhéus”, disse o prefeito Mário Alexandre.

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