MP aponta que TCM encontrou irregularidades nas contas da prefeitura do ano de 2016

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O Ministério Público estadual pediu que a Justiça condene o ex-prefeito de Serrinha e atual secretário estadual de Desenvolvimento Rural, Osni Cardoso (PT), a ressarcir R$ 19.122.263,16 aos cofres municipais. O dano ao erário teria ocorrido em 2016, violando normas da Lei de Responsabilidade Fiscal.

A ação pede que o valor ressarcido seja acrescido de juros e correções monetárias, além das multas impostas pelo Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA). O MP pede, ainda, a decretação da indisponibilidade dos bens de Osni, inclusive com bloqueio das contas bancárias.

A ação levou em conta o parecer do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) que rejeitou as contas da prefeitura de Serrinha de 2016 por causa de irregularidades encontradas. Entre as irregularidades detectadas, estão “ordenar ou autorizar obrigações nos dois últimos quadrimestres do último ano do mandato ou legislatura cuja despesa não possa ser paga no mesmo exercício financeiro”, o que fica evidenciado, “pois a disponibilidade financeira de R$1.868.463,00 no período era insuficiente para cobrir os encargos, despesas compromissadas e restos a pagar no total de R$ 20.888.937,16”.

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Prefeito Eduardo Vasconcelos tem 72 horas para se pronunciar sobre os pedidos feitos pelo MP

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O Ministério Público da Bahia acionou a prefeitura de Brumado para que seja criado, em até 30 dias, um plano para regularizar o atendimento multiprofissional de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outros transtornos. Segundo a ação civil pública movida pelo MP, uma investigação constatou que o município tem sido omisso em disponibilizar o atendimento necessário para esses pacientes.

O MP solicitou a contratação de profissionais suficientes para suprir as necessidades prescritas para os pacientes, como neuropediatras, psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. Também foi solicitado o desenvolvimento de um programa de atendimento às crianças e adolescentes diagnosticados com TEA, com o censo e cadastramento dos munícipes nestas condições.

O Tribunal de Justiça da Bahia concedeu um prazo de 72h para que o prefeito Eduardo Vasconcelos se manifeste sobre os pedidos.

Ex-edil ainda não responde a nenhum processo porque procedimento está em forma de inquérito

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O ex-vereador de Itabuna, Nel do Bar (Agir), vai ser investigado pelo Ministério Público da Bahia por suspeita de cometer o crime conhecido como “rachadinha”. O esquema é caracterizado pelo desvio de salário e caracteriza-se pela transferência de parte ou de todo o salário do servidor para o político ou assessores a partir de um acordo firmado previamente.

O procedimento da promotoria de Itabuna ainda está em forma de inquérito, ou seja, Nel do Bar não responde a nenhum processo já que, para isso, a denúncia precisa ser aceita pela Justiça.

O OUTRO LADO
Nós tentamos manter contato com o ex-vereador para obter um posicionamento sobre a situação, mas, até o fechamento dessa edição, não tivemos retorno. O espaço permanece aberto para esclarecimentos.

Com informações do site Bahia Notícias.

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Daniela foi eleita deputada federal pelo União Brasil e, logo após, indica pelo partido para ocupar o ministério

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O Ministério Público do Rio de Janeiro vai analisar uma denúncia apresentada contra a ministra do governo Lula, Daniela Carneiro (Turismo). O processo foi instaurado a partir de uma notícia-crime protocolada pelo ex-procurador da República e atual deputado federal, Deltan Dallagnol (Podemos).

A denúncia apresentada por Dallagnol se baseou em uma reportagem feita pelo portal Metrópoles e que denuncia o uso de mais de R$ 1 milhão do fundo eleitoral de Daniela quando ela concorreu ao cargo de deputada federal. Ainda não há uma investigação formal aberta contra a ministra porque, pelo cargo que ela ocupa, a o inquérito precisaria ser conduzido pelo Ministério Público Federal.

Daniela Carneiro foi eleita deputada federal pelo estado do Rio de Janeiro no ano passado. Ela concorreu pelo União Brasil e foi a parlamentar mais votada do estado.

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Canções que exponham mulheres às situações de violência e constrangimento, além de discriminação racial ou homofobia devem ser evitadas

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O Ministério Público da Bahia recomendou que a prefeitura de Salvador fiscalize artistas, bandas e blocos durante o Carnaval para que não haja descumprimento das Leis Municipal nº 8.826/2012 e Estadual nº 12.573/2012 que proíbem a execução de músicas de conteúdo discriminatório.

As referidas leis dispõem acerca da proibição do uso de recursos públicos para contratação de artistas que, em suas músicas, desvalorizem e incentivem a violência ou exponham mulheres às situações de constrangimento ou ainda contenham manifestação de homofobia, discriminação racial ou apologia ao uso de drogas ilícitas.

O MP recomendou, também, que o município monitore os artistas, bandas e blocos mencionados no Relatório 2020, produzido pelo Observatório da Discriminação Racial LGBT e Violência contra a Mulher. No documento, consta que o município deve incluir nos contratos as cláusulas de advertência acerca da proibição.

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MP solicitou que Justiça condene prefeitura e Embasa ao pagamento de R$ 500 mil em razão da má qualidade da água fornecida

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O Ministério Público da Bahia ajuizou ontem (25.janeiro) uma ação civil pública contra a prefeitura de Brumado e a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) para que os órgãos façam o controle de qualidade da água que tem sido fornecida à população. De acordo com o MP, os acionados devem fornecer a água de acordo com os padrões legais do Ministério da Saúde.

O MP pediu, também, que a Justiça determine que a prefeitura e a Embasa realizem a desinfecção periódica do sistema de distribuição, além de adotar outras ações necessárias para a manutenção preventiva e corretiva da água. Os órgãos devem, nos próximos 60 dias, elaborar material informativo sobre os cuidados com a limpeza dos depósitos de água como cisternas e caixas d’água.

Na ação, o Ministério Público requer que a Justiça condene os acionados ao pagamento, de forma solidária, de R$ 500 mil em razão do fornecimento de água de má-qualidade à população.

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8 promotores de Justiça integram a força-tarefa que vai apurar a responsabilidade pelas inundações

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O Ministério Público estadual instituiu uma força-tarefa para investigar as causas e consequências das inundações ocorridas nos municípios de Jequié, Ipiaú e região durante as chuvas ocorridas em dezembro do ano passado. Na ocasião, diversas áreas dessas cidades ficaram inundadas e causaram prejuízos a inúmeros moradores e comerciantes da região.

A força-tarefa do MP vai contar com a atuação de oito promotores de Justiça e tem o objetivo de apurar eventuais responsabilidades pelas inundações e a extensão dos danos causados à coletividade e às pessoas atingidas.

📷 Foto de Diego Mascarenhas

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MP deu 3 meses para que Legislativo adote as medidas recomendadas

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O Ministério Público estadual recomendou ao presidente da Câmara de Vereadores de São Francisco do Conde que anule, no prazo de três meses, todos os provimentos de cargo em comissão que não se adequem aos requisitos constitucionais e aos pressupostos estabelecidos pelo Supremo Tribunal Federal. De acordo com o MP, o atual panorama dos cargos de provimento em comissão existentes no âmbito da Câmara não corresponde ao permissivo constitucional.

Ainda segundo o MP, os cargos de chefe do setor de Informática, assessor técnico Legislativo, assessor especial, subcontrolador, assessor de Imprensa e Comunicação e assessor de Mesa Diretora são os principais a serem adequados.

O MP recomendou, também, que o presidente da Câmara realize, em três meses, a substituição dos cargos irregulares por cargos de provimento efetivo, o que deve ser feito por meio de concurso público se não existirem aprovados para os cargos. Além disso, foi orientada a revisão e redução dos cargos comissionados, buscando uma proporcionalidade entre estes e os servidores efetivos. Atualmente, são 71 cargos efetivos e 264 comissionados.

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Diversas secretarias estão envolvidas no processo de reordenamento e organização do comércio itabunense

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A prefeitura de Itabuna começou a colocar em prática a recomendação feita pelo Ministério Público estadual sobre a necessidade de planejar ações integradas e ordenar as atividades comerciais no centro da cidade. Vários setores de diversas secretarias estão empenhados em fazer valer as solicitações do órgão estadual.

Em um encontro realizado na sede da secretaria de Infraestrutura e Urbanismo, foram discutidas as prioridades e como vai ser possível ampliar o trabalho de fiscalização, principalmente relacionado ao comércio informal. O primeiro ato vai ser vistoriar a Avenida Cinquentenário para diagnosticar as demandas e apresentar soluções.

Posteriormente, outras ações vão ser tiradas do papel para garantir a melhoria na qualidade de vida da população e, principalmente, na trafegabilidade entre as principais áreas do município sem prejuízo ao setor comercial.

Concurso está previsto para fevereiro de 2025

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A Câmara de Vereadores de Ilhéus firmou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o Ministério Público Estadual, onde se comprometeu a realizar um concurso público para preencher o quadro permanente de pessoal da Casa Legislativa. No termo proposto, a primeira ação a ser adotada é a aprovação de uma lei municipal regulamentando o concurso púbico para preenchimento dos cargos administrativos, sendo preciso estabelecer o plano de cargos e salários.

A Câmara se comprometeu a cumprir o cronograma que prevê a contratação de uma empresa realizadora do concurso para fevereiro de 2025 e a homologação dos resultados para novembro do mesmo ano. A partir da homologação, a Câmara não vai poder mais admitir, nomear ou contratar funcionários para cargo de provimento comissionado, salvo para cargos de direção, chefia e assessoramento.

Para a realização do concurso, o TAC prevê a obrigatoriedade de escolha de uma empresa, pública ou privada, “de reputação ilibada”, que será responsável pela organização da seleção, divulgação de edital, e cotas, e especifica todos os prazos a serem cumpridos pela empresa.

De acordo com o presidente Jerbson Moraes, existe a real necessidade da realização do Concurso Público, uma vez que a situação em que o Legislativo Ilheense hoje se encontra é totalmente incostitucional, pois não possui nenhum cargo efetivo. “Sempre foi uma promessa minha resolver essa situação em Ilhéus. Definimos os compromissos e prazos que a Câmara deverá cumprir e assinamos o TAC, para definitivamente o concurso ser uma realidade para a população. É uma discussão nova na Câmara e pela primeira vez na sua história teremos um concurso público na instituição, organizando toda a estrutura da Casa Legislativa, fazendo com que exista sempre a continuidade dos trabalhos através dos funcionários efetivos, independente dos vereadores que estejam em mandato”, explicou Jerbson.

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