Governador Jerônimo Rodrigues agradece a parceria com o prefeito Ferlú Mansur durante agenda em Salvador.

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O prefeito Ferlú Mansur (PSD) voltou de Salvador com um pacote de investimentos que promete reforçar áreas estratégicas de Arataca. Em agenda cumprida nesta quinta-feira (11.junho.26), o gestor participou de um evento ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e assegurou para o município uma nova ambulância, uma van destinada ao Tratamento Fora do Domicílio (TFD) e recursos para obras de pavimentação asfáltica em importantes vias urbanas. Ferlú também esteve acompanhado do secretário municipal de Planejamento e Administração, Vitor Ferraz Mansur.

Prefeito Ferlú Mansur ao lado do ex-ministro Rui Costa e de Daniel Alencar, pré-candidato a deputado federal.

As conquistas são resultado da articulação política conduzida pelo prefeito junto aos seus aliados, o senador Otto Alencar (PSD), Daniel Alencar, pré-candidato a deputado federal e do ex-ministro Rui Costa, em parceria com o Governo do Estado. Entre as obras contempladas estão intervenções nas ruas Roseira e Santos Dumont, consideradas importantes corredores de mobilidade da cidade. Os investimentos chegam para ampliar a infraestrutura urbana e fortalecer os serviços públicos oferecidos à população.

Segundo Ferlú, os investimentos representam mais um passo no fortalecimento dos serviços públicos municipais: “É com imensa alegria que trago essas importantes conquistas para Arataca. Agradeço profundamente ao governador Jerônimo Rodrigues, ao senador Otto Alencar e ao nosso amigo e pré-candidato a deputado federal, Daniel Alencar, por todo o apoio e empenho. Essas conquistas nos permitirão melhorar significativamente a qualidade de vida dos nossos cidadãos”, afirmou o prefeito.

O secretário Vitor Ferraz e o prefeito Ferlú Mansur acompanham a liberação da nova ambulância e da van destinada ao Tratamento Fora do Domicílio (TFD), que reforçarão os serviços públicos do município.

A entrega dos novos veículos representa um reforço direto à rede municipal de saúde, especialmente no atendimento de pacientes que necessitam de deslocamento para tratamentos em outras cidades. Já os recursos destinados à pavimentação devem contribuir para melhorar a mobilidade urbana e as condições de tráfego, consolidando mais um capítulo da aproximação entre a gestão municipal e o governo estadual na busca por investimentos para Arataca.

Ferlú Mansur, o senador Otto Alencar e o secretário Vitor Ferraz durante encontro que resultou na conquista de novos investimentos para Arataca.

Quem acompanha Ferlú Mansur sabe que o prefeito não costuma descansar quando o assunto é buscar investimentos para Arataca. Com trânsito político consolidado e presença frequente em reuniões em Salvador e Brasília, o gestor mantém uma rotina intensa em busca de novos recursos para o município. Pode-se considerar Arataca uma cidade antes e outra depois da administração de Ferlú Mansur. 

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Ao lado de Jaques Wagner e Rui Costa, governador Jerônimo Rodrigues afirma que Ponte Salvador-Itaparica já é realidade em construção

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Após quase duas décadas de anúncios e sucessivas promessas feitas pelos governos petistas da Bahia, a Ponte Salvador-Itaparica voltou ao centro da agenda estadual nesta quinta-feira (11.junho.26). O governador Jerônimo Rodrigues (PT) esteve em Maragogipe para acompanhar as atividades no canteiro de obras do empreendimento, considerado um dos maiores projetos de infraestrutura da história baiana. A visita ocorre em um momento em que o governo busca demonstrar avanços concretos em uma iniciativa que atravessou as gestões de Jaques Wagner e Rui Costa sem sair efetivamente do papel.

Durante a agenda, Jerônimo afirmou: “A Ponte Salvador-Itaparica já é uma realidade em construção. Um investimento estratégico para o presente e o futuro da Bahia”. Com potencial para alterar a dinâmica econômica do Recôncavo e da Região Metropolitana de Salvador, o projeto é tratado pelo Palácio de Ondina como uma vitrine da atual gestão.

Após quase vinte anos de promessas, fica a expectativa: a Ponte Salvador-Itaparica finalmente sairá do papel e se transformará em realidade❓

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Após receber Jerônimo, Júnior Marabá aparece ao lado de Flávio Bolsonaro

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O prefeito de LEM (Luís Eduardo Magalhães), Júnior Marabá (PP), voltou a ocupar o centro das discussões políticas no Oeste da Bahia ao protagonizar, em menos de 24 horas, gestos de aproximação com campos políticos historicamente antagônicos. Na segunda-feira (8.junho.2026), o gestor recepcionou o governador petista Jerônimo Rodrigues, da Bahia. Já na terça-feira (9.jun.2026), esteve ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL), uma das principais lideranças do bolsonarismo nacional, durante visita à Bahia Farm Show, maior feira do agronegócio do Norte e Nordeste.

A movimentação reforça o perfil político pragmático adotado por Marabá. O prefeito não esconde a boa relação com Jerônimo Rodrigues, a quem já se referiu publicamente como “amigo”. Embora afirme que não levantaria a bandeira do PT, também deixa claro que não pretende fazer oposição sistemática ao governo estadual.

O cenário ganha novos contornos porque Marabá chegou a afirmar que não apoiaria ACM Neto em 2026. A declaração chamou atenção, já que, nas eleições de 2022, o prefeito havia declarado apoio à candidatura de ACM Neto ao Governo da Bahia. Posteriormente, buscou fortalecer sua aproximação com o campo bolsonarista e conseguiu o apoio de Flávio Bolsonaro. Também tratou de consolidar essa identidade política ao articular a filiação da primeira-dama, Cinthya Marabá, ao PL, com direito a viagem a Brasília para buscar o aval do senador.

Contudo, a estratégia tem provocado desconforto entre setores mais ideológicos do bolsonarismo no Oeste baiano. Parte da base conservadora da região vê com desconfiança a aproximação frequente entre o prefeito e o governador petista, especialmente em um momento de antecipação das articulações eleitorais para 2026. Para esses grupos, a tentativa de transitar entre diferentes espectros políticos pode gerar ruídos junto ao eleitorado mais identificado com a direita.

Pesquisa Quaest mantém ACM Neto em primeiro e Jerônimo Rodrigues na segunda posição

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A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (29.abril.2026), mostra uma corrida mais apertada entre governo e oposição. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (UB), aparece na dianteira com 41% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) surge logo atrás, com 37%, consolidando o cenário de polarização antecipada no estado.

“Mais uma eleição polarizada, que tem alta probabilidade de ser definida no 1º turno”, afirmou ao G1 o diretor da Quaest, Felipe Nunes.

O dado mais sensível, porém, não está apenas na liderança de Neto: nas últimas décadas, mandatários baianos que buscavam a reeleição costumavam aparecer à frente nas sondagens. Desta vez, Jerônimo não vem seguindo essa tradição e vê o adversário sustentar vantagem, mesmo com a máquina estadual azeitada e em funcionamento.

Ao mesmo tempo, a diferença entre os dois principais nomes encolheu e atingiu o menor patamar registrado neste ano. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados. O movimento sugere que, embora ainda atrás, o governador começa a reduzir o terreno perdido e mantém o embate em aberto. Fora da disputa principal, Ronaldo Mansur (PSOL) registra 1%, enquanto José Estêvão (DC) não pontua.

Também chamam atenção os índices de indefinição do eleitorado. Segundo o levantamento, 11% dos entrevistados se declararam indecisos, enquanto 10% disseram votar em branco ou nulo. A pesquisa ouviu 1.200 eleitores entre os dias 23 e 27 de abril de 2026, tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Vereador do PT se alia a ACM Neto e critica governo Jerônimo Rodrigues

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O pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, recebeu nesta segunda-feira (27) o apoio do vereador Alex Tanuri, principal nome do PT na cidade, durante encontro realizado no escritório do União Brasil, em Salvador. Tanuri está no quinto mandato e foi duas vezes presidente da Câmara de Vereadores.

Neto também criticou a atual gestão de Jerônimo Rodrigues (PT) e defendeu a necessidade de mudança. “As pessoas cansaram de muita promessa, de muita propaganda e de pouca entrega. Aqueles que nos governam há 20 anos tiveram muito tempo, e isso se esgotou. Chegou a hora de começarmos a mudar a Bahia de verdade”, disse o líder da oposição.

Mesmo sendo vereador do PT, Alex Tanuri confirmou o alinhamento com o ex-prefeito e fez críticas ao governo. “Neto, com certeza a gente vai marchar junto. A minha cidade, Juazeiro, está cansada de tanta promessa desse governo que promete e não cumpre. Vamos mudar a vida de Juazeiro e da Bahia junto com Neto, porque acredito em você”, pontuou Tanuri.

Lorena Leite deixa base governista de Jerônimo Rodrigues e se aproxima da oposição de ACM Neto

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Por trás dos movimentos discretos da política do baixo sul baiano, uma mudança de rota começa a provocar ondas que ultrapassam os limites de Igrapiúna e Taperoá. A enfermeira e ex-candidata à prefeitura, Lorena Leite, rompeu com o grupo do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e declarou apoio ao líder da oposição, ACM Neto, aderindo à sua pré-candidatura ao governo da Bahia. A decisão vem acompanhada de outro gesto: Lorena também deve deixar o PSD, legenda comandada pelo senador Otto Alencar, tradicional aliado do governo estadual.

O impacto mais imediato, no entanto, se dá em Taperoá, onde Lorena ocupa a Secretaria Municipal de Saúde. A prefeita Kitty Guimarães (Avante) mantém alinhamento com o governo estadual, criando uma situação politicamente delicada: uma auxiliar direta da gestão municipal agora apoia um dos principais adversários do Palácio de Ondina. Até o momento, Lorena segue no cargo, o que intensifica as especulações sobre um possível desembarque.

A força eleitoral de Lorena ajuda a explicar o peso da decisão. Na disputa municipal de 2024, ela perdeu a prefeitura de Igrapiúna por apenas 30 votos para o atual prefeito, Manoel Ribeiro (Avante), que conquistou a reeleição em um dos pleitos mais apertados da região. O desempenho consolidou seu nome como uma liderança competitiva e, agora, potencialmente, como peça-chave em futuras articulações da oposição.

Desaprovação a Jerônimo chega a 63%, mostra levantamento da Veritá

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Sinal amarelo. A mais recente sondagem do Instituto Veritá, divulgada neste domingo (19.abril.2026), impõe um revés político ao governador Jerônimo Rodrigues (PT). De acordo com os dados, 63% dos entrevistados desaprovam a atual gestão, enquanto 37% afirmam aprovar o desempenho do governo. O resultado expõe um cenário de desgaste após 20 anos do PT administrando a Bahia.

O levantamento é interpretado como um sinal de alerta para o Palácio de Ondina, que enfrenta dificuldades para Jerônimo decolar. Inclusive, o nome de Rui Costa chegou a ser ventilado como possível substituto, mas Jaques Wagner decidiu manter o nome de Jerônimo para as eleições de outubro. Entre os 27 estados da federação, a Veritá coloca Jerônimo entre os últimos colocados, na 23ª posição.

Os dados foram coletados entre 13 de março e 4 de abril de 2026. 

Deputado Hassan rompe com base de Jerônimo Rodrigues e migra para oposição de ACM Neto, na Bahia

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O deputado estadual Hassan Lossef (PP) decidiu atravessar a linha que separa a base governista para a oposição na Bahia ao seguir os passos do ex-prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), que deixou a prefeitura para se tornar vice na chapa de ACM Neto ao governo do estado. O reposicionamento de Hassan ampliou a tensão entre aliados que, até então, orbitavam o entorno petista.

O rompimento da prefeita de Jaguaquara, Edione Agostinone (PT), segundo o deputado Hassan, em entrevista a Marcos Frahm, teria ocorrido após a gestora ser “pressionada” pelo ex-governador Rui Costa (PT) a não declarar apoio ao parlamentar nas eleições de 2026.

O peso político de Hassan em Jaguaquara ajuda a dimensionar o impacto do rompimento: com 8.698 votos, foi o deputado estadual mais bem votado no município, consolidando uma base eleitoral robusta. Agora, ao migrar para um campo adversário, ele não apenas desafia antigos aliados, como também se apresenta como peça estratégica rumo a 2026.

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Saída de Rosalvo e Decinho enfraquece estrutura do PT em reduto estratégico

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Ruptura que ecoa além das urnas com a saída de Antônio Rosalvo, do PT, da base do governador Jerônimo Rodrigues. Nome que até então orbitava o núcleo petista em Lauro de Freitas, Rosalvo agora se aproxima do grupo liderado por ACM Neto, líder do União Brasil e pré-candidato ao governo da Bahia.

Rosalvo foi derrotado nas urnas por Débora Régis (UB), que cravou expressivos 59,61% dos votos na última disputa municipal, em 2024. Segundo informações do jornalista Victor Pinto, o ex-petista deve desembarcar no PSDB em um acordo que contou com a digital política do prefeito de Salvador, Bruno Reis. Não é trivial: trata-se de uma travessia que rompe com alianças históricas, incluindo o apoio que recebeu de Moema Gramacho, uma das principais lideranças petistas na região.

O impacto, no entanto, não se limita à saída de Rosalvo. O PT de Lauro de Freitas sofre um abalo mais profundo ao assistir também à debandada de Anderson Pinheiro, o Decinho, vereador mais votado da legenda no município. A dupla deserção fragiliza a musculatura política do partido na cidade e acende um alerta sobre a capacidade de retenção de seus quadros.

Jerônimo Rodrigues enfrenta dificuldades para construir apoio no primeiro turno

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Se governar é, antes de tudo, saber articular, Jerônimo Rodrigues ainda não encontrou o manual. A comparação com Jaques Wagner e Rui Costa não é apenas inevitável — é dura. Onde os antecessores construíam pontes, Jerônimo coleciona silêncios, desencontros e portas entreabertas. Novo capítulo de Jerônimo: demonstrou interesse em contar com o apoio do PSol em sua campanha e disse querer conversar com os dirigentes da legenda, à Rádio Baiana FM. Resultado: cartada recusada imediatamente.

A resposta veio no tom que a política costuma reservar para quem esquece aliados após a vitória. Ronaldo Mansur descartou apoio no primeiro turno porque a sigla foi “esquecida” pelo governador após o apoio no segundo turno em 2022. Muitos já cochicham: Jerônimo patina na articulação. Em política, apoio não é cheque em branco; precisa ser cultivado. Não houve; logo, o fruto do apoio não virá, pelo menos no primeiro turno de 2026.

O caso de Geraldo Júnior reforça o diagnóstico de desorganização: rifado, desgastado e depois resgatado por falta de opção. A demora para definir a chapa e a incapacidade de construir alternativas sólidas expuseram um governador que não tem a habilidade de seus companheiros ex-governadores, que são, diga-se de passagem, exímios articuladores.

Outro ponto imprescindível a destacar é que a base de Jerônimo perdeu o partido Podemos, além de Solidariedade e PRD, que podem migrar para a oposição por não conseguirem montar uma chapa nominata para eleger deputados estaduais e federais.

Jerônimo enfrenta um desafio que vai além da articulação propriamente dita: provar que consegue se reeleger mesmo sem o aval de Rui Costa para manter Geraldo Júnior na vice e garantir uma boa votação à reeleição de Lula. Caso contrário, assumirá a responsabilidade pela perda dos vinte anos de hegemonia do petismo na Bahia.

📷 Montagens do Pauta Blog com imagens de divulgação e conteúdo criado por Inteligência Artificial.

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