As vacinas começará a ser enviada para os municípios ainda neste sábado (8.maio)

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Mais 60.200 doses da vacina Coronavac foram entregue hoje (8.maio) na Bahia. A remessa começará a ser enviada para os municípios ainda neste sábado, juntamente com as 244.200 doses da vacina Astrazeneca/Oxford que chegaram na quinta-feira (6.maio) no estado. Todas as 304.400 doses serão destinadas para a segunda aplicação, completando o esquema vacinal.

Todos os municípios estão aptos a receberem os imunobiológicos. Os imunizantes serão enviados para os regionais de saúde em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado. Quando as vacinas chegam nas regionais de Saúde, elas são distribuídas para todos os seus municípios de abrangência, completando assim a entrega para os 417 municípios do estado da Bahia.

Com o novo lote, a Bahia totaliza 4.985.060 doses de vacinas recebidas desde o dia 18 de janeiro, data de chegada da primeira remessa. Deste total, 2.794.200 foram Coronavac, 2.163.950 Aztrazeneca/Oxford e 26.910 da Pfizer/BioNtech.  

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Além de representantes de fabricantes de vacinas, os senadores da CPI da Pandemia irão ouvir na próxima semana o diretor da Anvisa e o ex-secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten

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Na próxima semana, a CPI da Pandemia fará audiências que voltam as atenções para o tema da chegada de vacinas ao Brasil. A comissão ouvirá a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pela autorização para uso de imunizantes no país, e a Pfizer, empresa americana cujas vacinas foram rejeitadas pelo governo federal em 2020.

Na terça-feira (11.maio), a comissão recebe Antônio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa. A agência deu início às aprovações de vacinas em janeiro, com autorização emergencial para a chinesa CoronaVac, e até agora já liberou o uso de quatro imunizantes: além da CoronaVac, as vacinas da Janssen, da Oxford/Astrazeneca e da Pfizer. Apenas as duas últimas têm registro definitivo, enquanto as outras se baseiam em autorização emergencial.

Recentemente, a Anvisa foi criticada por impedir a distribuição da vacina russa Sputnik V, alegando falhas no processo de produção. A CPI requisitou que a agência apresentasse atas e registros em vídeo das suas reuniões em que se tratou da Sputnik V.

Antônio Barra Torres é oficial de reserva da Marinha, onde alcançou o posto de contra-almirante. Ele é formado em medicina, foi diretor do Centro de Perícias Médicas e do Centro Médico Assistencial da Marinha e instrutor na Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (RJ). Atua como diretor-presidente da Anvisa desde o início de 2020, mas já integrava a diretoria da agência desde 2019.

PFIZER
Na quinta-feira (13) a CPI receberá Marta Díez, presidente da subsidiária brasileira da Pfizer. A empresa farmacêutica recentemente entregou cerca de 1 milhão de doses ao Brasil, mas já negociava com o governo brasileiro desde o ano passado. Segundo relatos da companhia, o governo rejeitou as primeiras ofertas. A vacina da Pfizer foi a primeira a obter registro definitivo na Anvisa, no final de fevereiro.

Também sobre as negociações com a Pfizer, a CPI ouvirá na quarta-feira (12.maio) o ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República Fábio Wajngarten, que deixou o cargo no início de março. Em entrevista concedida algumas semanas depois, Wajngarten atribuiu ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello a responsabilidade pelo encerramento das negociações com a farmacêutica.

Pazuello será ouvido pela CPI no próximo dia 19. Seu depoimento seria na semana passada, mas foi adiado após ele informar que teve contato com casos confirmados de covid-19.

REQUERIMENTOS
A CPI continuará votando requerimentos durante a semana. O relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), apresentou pedido de convocação de Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde. O documento atribui a ela a defesa de medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid-19. Na última quinta-feira (6), o chefe da pasta, ministro Marcelo Queiroga, afirmou que sua gestão não participou da distribuição desses remédios.

Os senadores também querem convocar titulares de outros ministérios — como Economia, Casa Civil, Ciência e Tecnologia, Justiça, Relações Exteriores e CGU — e governadores estaduais. Por enquanto, a CPI apenas requisitou informações dos órgãos e dos estados, mas não chamou nenhuma dessas autoridades para prestar depoimento.  

Governador da Bahia Rui Costa (PT)

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Com 58 anos e diagnóstico de hipertensão arterial, o governador Rui Costa (PT) foi vacinado contra a Covid-19, na tarde de ontem (7.maio), em uma Unidade de Saúde da Família, no bairro da Federação, em Salvador.

Com essa comorbidade, Rui cumpre os requisitos previstos pelo Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde, para ser imunizado.

Ao receber a dose da Pfizer, o governador comentou que deseja que esse momento chegue o mais rápido possível para toda a população. “Hoje é um dia muito especial para mim e vou continuar trabalhando dia após dia para proporcionar essa emoção para todas as pessoas. Só com mais vacinas para voltar à normalidade”.  

A ação busca reforçar a importância de se lavar às mãos

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A higienização das mãos é o destaque da mais nova campanha da Santa Casa (SCMI), por meio do projeto “Mãos Limpas Paciente Seguro”, estratégia Multimodal da Organização Mundial da Saúde (OMS) e adaptada para os hospitais Calixto Midlej Filho e Manoel Novaes. Segundo a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), responsável pela iniciativa, a ação busca reforçar a importância de se lavar às mãos.

No período da campanha, serão desenvolvidas atividades lúdicas e recreativas com toda comunidade hospitalar, desde pacientes até colaboradores, reforçando a importância de higienizar as mãos com água e sabonete líquido ou com álcool gel 70%. Durante o lançamento da campanha, o enfermeiro Marcos Abreu, do CCIH do HMN, destacou que “a higienização das mãos é uma medida básica para redução das infecções relacionadas à assistência a saúde, uma ação simples e de grande importância que pode salvar muitas vidas”.

Mãos limpas 1A higienização das mãos é reconhecida, mundialmente, como uma medida primária, mas muito importante no controle de infecções relacionadas à assistência a saúde. Na avaliação do médico infectologista, Fernando Romero, a pandemia da Covid-19 trouxe muitas mudanças para a sociedade e o ato de lavar as mãos foi uma delas. “A higienização das mãos é um dos projetos primordiais para a segurança do paciente e traz uma resposta rápida, resultando na diminuição da taxa de infecção hospitalar”, explica.

Fernando Romero salientou ainda que, embora seja uma ação simples e de baixo custo, “a não adesão a essa prática entre os profissionais de saúde ainda é um problema em todo o mundo. Por este motivo, se faz necessária a conscientização entre estes profissionais”. A adesão ao projeto é voluntária e deverá implantar os componentes propostos nos hospitais Calixto Midlej Filho e Manoel Novaes, tendo como público-alvo todos os serviços hospitalares, independentemente do número de leitos ou complexidade.  

A nova chance para a imunização contra a Covid-19 acontece para este público nesta próxima sexta-feira, 7, das 8h às 13h, tanto por drive thru, quanto por pontos fixos

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A secretaria de Saúde de Ilhéus divulga nova data para a imunização dos idosos a partir de 60 anos que ainda não receberam a primeira dose. A nova chance para a imunização contra a Covid-19 acontece para este público nesta próxima sexta-feira (7.maio), das 8h às 13h, tanto por drive thru, quanto por pontos fixos. Confira os locais.

A primeira dose para pessoas a partir de 60 anos estarão sendo aplicadas nos drive thrus montados próximos ao Centro de Convenções, na Avenida Soares Lopes, Centro, e na Praça São João Batista, no Pontal, ao lado da Paróquia São João Batista. De acordo com a Sesau, pontos fixos também estarão disponíveis na sexta-feira para o atendimento deste público específico, na Cruzada do Bem Pelo Bem e próximo ao drive thru da Praça São João Batista.

Para o recebimento da vacina, o usuário deve apresentar documentos como CPF, cartão de vacinação, cartão do SUS e comprovante de residência.

📌 Pontos de drive-thru
– Avenida Soares Lopes: próximo ao Centro de Convenções.
– Praça São João Batista, Pontal: ao lado da Igreja São João Batista.

📌 Ponto fixos
– Cruzada do Bem pelo Bem. Endereço: Rua Teodoro Sampaio, Boa Vista – próximo ao Ginásio de Esportes Herval Soledade.
– Próximo ao divre thru da Praça São João Batista, Pontal. 

Zé Carlos de Jonas completaria 58 anos hoje

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Morreu ontem (4.maio) em decorrência Covid-19, o presidente da Câmara de Vereadores de Brumado, Zé Carlos de Jonas (PSB).

O vereador Zé Carlos faria 58 anos hoje (5.maio). Ele estava em seu quarto mandato de vereador e presidia a Câmara de Brumado pela primeira vez. Com informações de Agora Sudoeste.  

Ilhéus não recebeu até o momento quantitativo suficiente do imunizante

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A Secretaria de Saúde de Ilhéus informa que a aplicação da 2ª dose da CoronaVac continua suspensa em Ilhéus. De acordo com a pasta, o município não recebeu até o momento quantitativo suficiente do imunizante, voltado ao reforço da vacinação. A Sesau reitera que a estratégia será retomada conforme a entrega de novas remessas. Os dias, horários e pontos de vacinação serão divulgados previamente, por meio dos canais oficiais da Prefeitura.

Segundo comunicado do Ministério da Saúde (MS), o Brasil enfrenta dificuldades no recebimento de insumos destinados à fabricação do imunizante e consequente demora no fornecimento de vacinas para aplicação da 2ª dose da CoronaVac. Sendo assim, a continuidade da imunização é preocupante em todo o país, não apenas em Ilhéus.

2ª DOSE DA VACINA DE OXFORD
As pessoas que estão dentro do prazo de agendamento para aplicação da 2ª dose da vacina de Oxford/AstraZeneca, por sua vez, devem comparecer ao Centro Municipal de Atendimento Especializado (CMAE), no antigo Colégio Fênix, de segunda sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 15h. É indispensável a apresentação do CPF ou cartão do SUS e do cartão de vacinação constando a primeira dose. 

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O dispositivo abranda os limites da lei, ao suspender contagem de prazos, dispensar o cumprimento de metas fiscais, assim como limites e condições na contratação de operação de crédito e recebimento de transferências voluntárias de recursos de outros entes federativos

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A Assembleia Legislativa vai renovar o reconhecimento da ocorrência de calamidade pública por causa da pandemia da Covid-19 em mais 23 municípios baianos. São eles: Abaíra, Acajutiba, Adustina, Barro Alto, Cabaceiras do Paraguaçu, Cafarnaum, Canudos, Cordeiros, Filadélfia, Ibirapuã, Ibotirama, Itarantim, Lamarão, Mucugê, Muniz Ferreira, Muritiba, Ouriçangas, Piatã, Quijingue, Salinas da Margarida, Sítio do Quinto, Curaçá e Jaguarari.

O projeto de decreto legislativo é subscrito pelo presidente da ALBA, deputado Adolfo Menezes (PSD), e por todos os outros oito integrantes da Mesa Diretora. O reconhecimento de calamidade pública pelo Legislativo está previsto no Art. 65 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Ao justificar a renovação do decreto de calamidade pública, os integrantes da Mesa Diretora pontuaram a pandemia efetivamente se alastrou por todo o Estado, infectando cerca de 870 mil pessoas e levando a mais de 17.570 óbitos.

“A despeito das medidas de enfrentamento e combate ao coronavírus adotadas pelo Governo do Estado e pelos prefeitos, a pandemia ganhou força, entrando em nova fase de recrudescimento, depositando todo o povo brasileiro suas esperanças no processo de vacinação que deve se iniciar em breve, ainda que com atraso em relação a outros países”, acrescentou o documento.

Dessa forma, acrescentam os parlamentares, o reconhecimento do estado de calamidade pública dos municípios faz-se necessário notadamente para a dispensa do atingimento das metas fiscais e limitações de empenho estabelecidas na Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar Federal nº 101/2000).

“Cumpre, portanto, o Poder Legislativo, mais uma vez, o seu dever de prestar apoio aos municípios baianos e à população do Estado, para o enfrentamento a uma das mais graves crises deste século, seja com relação à saúde das pessoas e às dificuldades do sistema hospitalar, seja no que respeita à produção econômica e geração de emprego e renda”, concluíram eles.  

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Estamos caminhando para a triste marca de 500 mil mortes, meio milhão de vidas ceifadas pela cruel e devastadora Covid-19, com as vacinas chegando em conta-gotas, a passos de cágado.

Cidades de 17 estados suspenderam a segunda dose da Coronavac, o que vai provocar um atraso no cronograma da vacinação. O ministério da Saúde promete entregar uma nova remessa a partir dos próximos dias.

Esse lote, no entanto, não será suficiente para que os municípios cumpram o agendamento da segunda dose do imunizante. O problema vai continuar, mais especificamente com a Coronavac, que é a mais usada no Plano Nacional de Imunização.

A briguinha política entre o presidente Bolsonaro (sem partido) e João Doria (PSDB), governador de São Paulo, contribuiu para chegarmos a essa situação, com as pessoas procurando os locais de vacinação e tendo como respostas “acabou”, “não tem mais”. E quando chega? “Não temos previsão”, “Não temos nenhuma informação”.

Por birra política, já que o imunizante é fabricado por uma farmacêutica chinesa em parceria com o instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, obviamente cumprindo ordem do chefe do Palácio do Planalto, desistiu da aquisição da vacina em duas oportunidades.

A demissão de Pazuello causou uma certa preocupação nas Forças Armadas, principalmente no Exército. Pazuello é um general. O receio era que sua saída da pasta arranhasse a imagem da honrosa instituição, cuja precípua função é a de defender a soberania do país. Com efeito, muitos generais não concordam com a militarização do governo Bolsonaro.

O jornalista Igor Gielow tem toda razão quando diz, na coluna de hoje da Folha de São Paulo, que “com as Forças Armadas de volta ao centro do palco, o governo Jair Bolsonaro acentuou a crise de identidade dos militares como atores políticos no Brasil”.

Todo esse imbróglio, essa disputa política entre Bolsonaro e Doria, ambos de olho no pleito de 2022, deu no que deu: falta de vacinas, o que faz com que as pessoas fiquem assombradas e desperançosas em relação ao amanhã.

Os mais religiosos, independente do segmento e da Igreja a que pertencem, quando se defrontam com esse triste cenário, costumam dizer que “só Deus na causa”. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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