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As medidas devem ser implementadas nos aeroportos em um prazo de 48 horas

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Medidas sanitárias restritivas equivalentes às determinadas pelos governos estaduais e municipais devem ser implementadas nos aeroportos, em um prazo de 48 horas. A recomendação da Anvisa foi enviada às administradoras e às operadoras aeroportuárias ontem (24.mar).

A medida foi adotada com base na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 2/2003, que classifica ações de proteção à saúde pública como responsabilidade de todos os envolvidos em atividades na área aeroportuária. Devem ser mantidos apenas os serviços considerados essenciais, como alimentação, farmácias e drogarias, e serviços de transporte – táxis, aplicativos de transporte de passageiros e de locação de veículos.

A Anvisa reforçou maior rigor para a exposição das pessoas no momento da alimentação. Será necessário definir locais que atendam às seguintes regas:
– disposição de mesas e cadeiras, com distância segura entre as pessoas;
– procedimentos que evitem aglomeração; e
– as demais regras previstas na Nota Técnica 49/2020 da Anvisa.

Os aeroportos também devem manter atualizados Planos de Contingência voltados à detecção, ao monitoramento e ao controle de eventos de saúde pública. Esses documentos devem incluir os fluxos de comunicação entre as autoridades aeroportuárias – Anvisa, Vigiagro, Receita e Polícia Federal – e a administradora aeroportuária.

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Novo ministro fará reestruturação no sistema público de saúde

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O novo ministro da Saúde, o cardiologista Marcelo Queiroga, reuniu com a imprensa para divulgar as novas ações e estratégias do governo federal no combate à covid-19.

O ministro também deverá falar sobre a reformulação do sistema público de saúde e sobre a intensificação da campanha de imunização, além da produção nacional de vacinas contra o novo coronavírus.

Segundo Queiroga, o governo aposta na vacinação em massa como ação primária contra a pandemia. O ministro afirmou, ainda, que a meta é vacinar 1 milhão de brasileiros por dia.

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O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal

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O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido do presidente Jair Bolsonaro para derrubar os decretos dos governos do Distrito Federal, da Bahia e do Rio Grande do Sul que instituíram medidas de isolamento social para conter a pandemia de Covid-19.

Com isso, ficam mantidos os decretos que, entre outros pontos, determinaram a limitação do funcionamento de atividades consideradas não essenciais e estabeleceram o toque de recolher para diminuir a circulação de pessoas do fim da noite até a madrugada do dia seguinte.

A ação de Bolsonaro foi apresentada na última sexta-feira (19). Crítico das medidas de isolamento social, ele argumentou que as medidas tomadas pelos estados são inconstitucionais porque só poderiam ser adotadas com base em lei elaborada por legislativos locais, e não por decretos de governadores.

O Brasil vive nas últimas semanas a fase mais grave da pandemia, desde que começaram a ser registrados os primeiros casos de infecção pelo coronavírus, há pouco mais de um ano.

Governadores e prefeitos em todo o país estão optando por medidas de restrição da circulação de pessoas diante de um cenário de disparada de novos casos de doentes e sucessivos recordes negativos de mortes diárias, além do colapso do sistema hospitalar. Do G1

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A multa vai de R$ 150 a R$ 150 mil

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A Câmara Municipal de Curitiba aprovou em regime de urgência para a votação de projeto que estabelece onde devem ser aplicados os recursos arrecadados por meio da aplicação de multas a quem descumprir as medidas de enfrentamento à pandemia da Covid-19. Pela proposta, essas receitas deverão ser investidas exclusivamente em ações de combate à doença.

O texto altera a lei municipal 15.799/2021, que regulamenta punições a pessoas físicas e jurídicas que descumprirem medidas contra a disseminação da Covid-19 em Curitiba.

Sugere a inclusão de um parágrafo determinando que a arrecadação fruto da aplicação das multas – que vão de R$ 150 a R$ 150 mil, dependendo do tipo de infração – será vinculada “às ações e serviços exclusivamente destinados ao combate do novo coronavírus”. 

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Ex-juiz Sergio Moro

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O ministro Nunes Marques, da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal, devolveu para a pauta o processo que trata da suspeição do ex-juiz Sergio Moro. O julgamento do caso já foi incluído na pauta desta terça-feira (23.mar).

A apreciação será retomada com o voto do próprio Nunes Marques, que pediu vista em 9 de março. Até o momento, votaram contra a suspensão os ministros Luiz Edson Fachin e Cármen Lúcia; a favor, se manifestaram Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. No entanto, a ministra Cármen Lúcia, que em 2018 votou em favor de Moro, indicou que pretende se manifestar novamente e pode alterar sua decisão.

Além da parcialidade, será votada uma questão de ordem da defesa de Lula. Nela, os advogados do petista pedem que o HC em que ficou decidida a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar o ex-presidente seja distribuído à 2ª Turma, não ao Plenário do Supremo.

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“Não se pode fazer exoneração e nomeação no gerúndio, demitindo um ministro e nomeando um novo há uma semana. Quem está tentando salvar vidas se pergunta: com quem eu falo? Quem está decidindo neste momento? O Brasil é um barco à deriva”. Disse o governador da Bahia, Rui Costa (PT).

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Ação do bem para ajudar a salvar vidas

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A gigante da cerveja mostra sua grandiosidade ajudando a sociedade nesse atual momento. A empresa vai transformar uma parte de sua cervejaria Colorado, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, para produzir e envasar oxigênio hospitalar suficiente para manter até 166 pessoas por dia com oxigênio.

Equipamentos já estão sendo adquiridos e a expectativa é que a produção comece no início de abril. A usina terá capacidade para produzir 120 cilindros de 10m³ por dia e será operada pelos times da Ambev, que trabalharão em turnos para garantir a produção 24 horas por dia. Os cilindros de oxigênio serão doados para unidades de saúde em situação crítica no estoque de oxigênio.

Que sirva de exemplo para os outros setores.

Com informações da Prazeres da Mesa.

Deputado estadual Osni Cardoso (PT)

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Buscando incentivar a educação multidisciplinar e oferecer mais opções de lazer aos jovens de Ilhéus, o deputado estadual Osni Cardoso (PT) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia, indicação (24.935/2021) solicitando a construção de um Colégio Estadual, com estrutura poliesportiva completa, no espaço do Centro Social Urbano.

Escolas reformadas, bem equipadas e com infraestrutura correta para a prática esportiva são importantes aliadas ao ensino e estimulam o aprendizado dos jovens, além de servir como incentivo à frequência no ambiente escolar.

“O local escolhido para a construção foi a área do CSU, que além de estar desativada, é bem localizada e ampla, viável para construção do colégio. Nossa indicação tem principalmente o objetivo de promover a prática de atividade física e incentivar os alunos a frequentarem a escola. Acredito que unir esporte e educação é uma solução bacana para aumentarmos o aproveitamento escolar, por isso esta é uma indicação tão importante e que torço para ser atendida”, explicou Osni.

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Dilma Rousseff recebeu a primeira dose do imunizante

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A ex-presidente da República, Dilma Rousseff, 73 anos, foi vacinada contra a covid-19. Ela recebeu a primeira dose da vacina nesta segunda-feira, em um dos pontos de vacinação de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Em sua página nas redes sociais, ela mostrou o momento. “Vacinada. Primeira dose de Coronavac, em Porto Alegre. Vacina Para Todos, Vacina Já”, comemorou.

O deputado federal Bacelar criticou o veto de Jair Bolsonaro

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O deputado federal Bacelar usou as redes sociais para criticar o veto de Jair Bolsonaro ao projeto de lei que garantiria recursos da União para financiar internet grátis para alunos e professores da educação básica. O parlamentar classificou a medida como “uma barbaridade” e ainda atribuiu ao presidente o posto de “inimigo da educação”. “Vamos derrubar mais essa barbaridade. #InimigoDaEducação #CivilizaçãoContraABarbárie” afirmou no Twitter.

Bacelar é um dos autores do PL 3477/2020 que previa o repasse de R$ 3,5 bilhões de recursos da união para compra de equipamentos e conexão banda larga para a rede pública de ensino até 2024. O PL foi aprovado pela Câmara em dezembro de 2021 e pelo Senado em fevereiro deste ano. O veto presidencial foi publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (19).

Com o veto, 18 milhões de alunos e 1,5 milhões de docentes ficarão off-line. “Estamos no pior momento de contágio e o ensino remoto é a única alternativa para garantir o ensino aos estudantes. Mais uma maldade desse Desgoverno. Seremos resistência!”.

O parlamentar endureceu o tom ao afirmar que, diante da incompetência do Ministério da Educação, a Câmara cumpriu o papel de legislar em defesa dos estudantes e que, a falta de entendimento entre o Planalto e ministérios é um problema grave, que precisa ser resolvido. “O projeto é viável e foi negociado com o ministério da Economia durante todo o ano de 2020. Vamos derrubar esse veto” concluiu.

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