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O pré-candidato a governador da Bahia, ex-ministro e deputado federal João Roma (PL), se reuniu com empresários baianos em almoço de adesão no restaurante Ferreiro, no Salvador Shopping, nesta 6ª feira (29.abril).

O ambiente desfavorável aos negócios no estado e na capital pautou o encontro com a presença de centenas de empreendedores.

Ao lado da pré-candidata a deputada federal Roberta Roma (PL), o ex-ministro da Cidadania reiterou o seu compromisso de colocar a Bahia de mãos dadas com o Brasil.

“A exemplo do que vem fazendo o presidente Bolsonaro no Brasil, vamos desonerar o setor produtivo na Bahia”, afirmou Roma.

Recuperar o protagonismo do estado baiano no cenário nacional é o objetivo do pré-candidato bolsonarista.

“Vamos promover o desenvolvimento social e econômico de mãos dadas com o setor produtivo e o povo da Bahia”, asseverou João Roma, que também estava acompanhado dos pré-candidatos a deputados estaduais Vítor Azevedo e Rosalvinho.

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“A retomada e transformação em realidade do projeto de irrigação Baixios de Irecê, depois de anos de descaso, marca a diferença entre o governo Bolsonaro e as gestões do PT”, disse o pré-candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma, em entrevista à rádio Caraíbas, de Irecê, na tarde desta 5ª feira (27.abril). “Enquanto Bolsonaro trabalha e realiza, o PT vive de propaganda”, acrescentou.

Localizado no município de Itaguaçu da Bahia, o projeto de 1987, segundo Roma, vai começar a cumprir depois de décadas seu objetivo de ser um poderoso vetor de desenvolvimento para a região de Irecê, composta por 19 municípios e população de cerca de 500 mil habitantes. “Parece que os governos petistas consideram como adversários todos aqueles que querem produzir e, por isso, não contribuem com o setor produtivo. Esquecem que o agronegócio representa quase 30% da economia estadual”, comentou.

Para o pré-candidato bolsonarista, o descaso não foi diferente com a duplicação das BRs 101 e 116, que foram ampliadas nos estados vizinhos, mas o trecho da Bahia permaneceu inalterado na era petista. “O mesmo se repetiu na Fiol que só agora saiu da propaganda do PT para entrar de verdade nos trilhos, durante o governo Bolsonaro”.

João Roma garantiu que, no caso de eleito, vai promover avanços não só na infraestrutura da Bahia. “Vamos também melhorar os serviços públicos. Criar condições para que a saúde ofereça um atendimento digno e os baianos não fiquem sujeitos à roleta russa da regulação. Vamos investir na segurança pública e impedir o avanço da escalada da violência, bem como oferecer uma educação decente, à altura dos baianos, que não merecem o pior ensino do Brasil”.

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O pré-candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma (PL), citou o presidente americano Franklin Delano Roosevelt ao ser perguntado sobre a postura do adversário ACM Neto de não querer se vincular a nenhuma pré-candidatura presidencial: “Não sei qual é o caminho para o sucesso, mas o do insucesso certamente é querer agradar a todos”.

Roma reiterou a sua posição de estar firme com o presidente Bolsonaro, que foi o principal motivo do rompimento dele com o ex-prefeito de Salvador. “Ao contrário do pré-candidato do União Brasil que quer agradar todo o mundo, eu faço oposição ao PT e integro um projeto antagônico ao do ex-presidente Lula. Sou aliado de Bolsonaro”, afirmou.

O ex-ministro da Cidadania observou que o recado das ruas é o crescimento da aprovação de Bolsonaro, o que as pesquisas também já sinalizam. Roma, no entanto, em relação às sondagens eleitorais, considerou que “treino é treino, e jogo é jogo”. “Tem muita água para rolar ainda embaixo da ponte”.

“Se pesquisa determinasse o resultado das eleições, Bolsonaro não seria o nosso presidente hoje”, disse o pré-candidato que teve seu índice de intenção de votos ao governo da Bahia dobrado no último levantamento da Paraná Pesquisas.

Para João Roma, a eleição deste ano será acirrada e possivelmente a mais importante da história. “Existem dois projetos em disputa, o do PT, que envergonhou toda a nação brasileira, e o de Bolsonaro, em defesa da liberdade e dos valores da família”, disse destacando, que, na Bahia, é preciso mudar a postura para devolver ao estado a sua posição de protagonismo. “Tirá-lo da vergonhosa posição de ter os piores indicadores sociais do Brasil”.

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O ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma, detonou a saúde pública da gestão do governador Rui Costa

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“A situação calamitosa do hospital Regional Dantas Bião, em Alagoinhas, é um exemplo real de que o governo do PT só vive de propaganda e não resolve os problemas da população”, disse o pré-candidato a governador da Bahia, João Roma (PL), ao ser questionado em entrevista à rádio 93 FM, de Alagoinhas, sobre as péssimas condições de funcionamento do Hospital do Governo do Estado, que atende mais de sete municípios na região.

“Falta vergonha na cara, porque recursos do governo federal não faltaram para a saúde pública dos baianos”, afirmou Roma, destacando que os recursos chegaram não só para as vacinas. “Também se destinaram a implantação de UTIs, ampliação de leitos em hospitais e pagamento de pessoal. O que não chegou até hoje foi a vacina Sputnik do governador Rui Costa [PT]”, observou.

Lembrando que o problema do Hospital Regional Dantas Bião foi tema das eleições de 2018, passaram-se quatro anos e nada se resolveu, o pré-candidato aproveitou para comparar a diferença de postura do governo do presidente Bolsonaro com o do PT. “A população de Alagoinhas e região é testemunha que a BR 101 agora está sendo duplicada, o que não aconteceu nos 16 anos de PT, quando o trecho da Bahia, o maior da rodovia, foi esquecido”.

Para Roma, o descaso com a saúde pública do governo petista, além da famigerada regulação, que é uma roleta russa para o cidadão que precisa de atendimento, se reflete também no tratamento aos profissionais da saúde. “Os médicos são forçados a emitir notas fiscais pelos serviços prestados e ficam sem receber, aguardando meses o pagamento”.

“Não é essa a postura que o povo baiano espera de um governador. Cabe ao governante assumir e não transferir responsabilidades. Dói no coração, ver o Brasil avançando e a Bahia remar para os lados. A Bahia precisa seguir de mão dadas com o Brasil”, asseverou o ex-ministro e deputado federal.

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O pré-candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma (PL), reagiu ao ataque do ex-secretário de educação do governo petista, Jerônimo Rodrigues, ao presidente Jair Bolsonaro, em entrevista à rádio Massa FM, na manhã desta 5ª feira (14.abril).

“O presidente Bolsonaro disse o que os fatos comprovam. A Bahia ocupa a última colocação no Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (Ideb). O pior ensino do Brasil é o troféu do atraso que conquistou o pré-candidato do PT como secretário de educação. Isso é indiscutível”, disse Roma.

O pré-candidato bolsonarista destacou que a Bahia está no fim da fila também da saúde e segurança pública. “O legado dos 16 anos de PT para os baianos são os piores indicadores sociais do Brasil, mas o seu pré-candidato tem a desfaçatez de dizer que o presidente Bolsonaro não cuida de gente”.

Para o ex-ministro da Cidadania, o petista não vive na realidade, vive na propaganda do PT. “Será que ele não sabe que o presidente Bolsonaro socorre mais de duas milhões de famílias baianas com o Auxílio Brasil, que são R$ 400 todo mês para aqueles que sofrem com a falta de oportunidades que não foram criadas nesses 16 anos petistas?”.

Roma não perdeu a oportunidade de lembrar ao pré-candidato petista que a vacina que está imunizando os baianos contra o coronavírus veio do governo de Bolsonaro. “A vacina do governador Rui Costa, a tal Sputnik, não chegou, nem teve validação da Anvisa”.

Na avaliação de João Roma, o povo da Bahia está vendo a diferença de postura do presidente Bolsonaro com relação ao passado petista, quando houve desvio de bilhões da Petrobras que dariam para fazer 100 transposições do Rio São Francisco. “Em três anos, Bolsonaro está fazendo a água chegar no Nordeste, o que o PT não fez em 16 anos”.

Em 2014, Belo era filiado ao PCdoB e chegou a cogitar candidatura, mas desistiu

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O cantor de pagode Belo se filiou ao PL, mesmo partido do presidente Jair Bolsonaro, e deve concorrer ao cargo de deputado federal nas eleições de outubro. Nas últimas semanas, o artista tem sido visto em eventos ao lado de políticos aliados ao Chefe do Executivo e teria sido incentivado a se candidatar.

Em 2014, Belo era filiado ao PCdoB e chegou a cogitar uma candidatura, mas a ideia não prosperou. De acordo com o jornal Extra, o cantor já assinou a ficha de filiação ao PL e os últimos detalhes de lançamento da pré-candidatura estariam sendo acertados.

Partido de Bolsonaro mais do que dobrou de tamanho; mais trocas já feitas na Justiça Eleitoral ainda poderão ser comunicadas à Câmara nos próximos dias

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Com o fim da janela partidária, na 6ª feira (1º de abril), o PL se tornou a maior bancada da Câmara, com 73 deputados no momento. É mais do que o dobro do que o partido tinha na época da posse, quando contava com 33 deputados.

A janela partidária permite que deputados federais e estaduais mudem de partido sem correr o risco de perder o mandato. Mesmo com o fim do prazo, os números ainda podem mudar, já que filiações registradas no sistema do Tribunal Superior Eleitoral até sexta-feira podem ser comunicadas posteriormente à Secretaria-Geral da Mesa da Câmara dos Deputados.

Grande parte dos novos deputados do PL veio do União Brasil, partido criado com a fusão do PSL e DEM. Antes da janela partidária, o União contava com 81 deputados, mas agora está com 47, atrás do PT (com 56) e PP (50). Outros partidos que cresceram foram o Republicanos, atualmente com 45 deputados, e o PSD, com 43.

Desde o início da legislatura até o momento, 123 deputados trocaram de partido. O número é menor em comparação com a legislatura passada, quando 154 deputados mudaram de sigla no mesmo intervalo de tempo (entre 1º de fevereiro de 2015 e 1º de abril de 2018).

Fonte: Câmara dos Deputados

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O Ministro da Cidadania, João Roma (ex-Republicanos), resolveu se filiar ao Partido Liberal. O anúncio veio pela rede social. Roma tentou de todas maneiras permanecer no Republicanos, mas o prazo ficou curto para reverter o quadro, onde o partido já havia declarado apoio ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto na pré-candidatura ao governo da Bahia.

Se o script não mudar, João Roma será candidato ao governo da Bahia, e com isso, dará palanque ao presidente da República, Jair Bolsonaro, também do PL.

Anúncio de que Pancadinha vai ser o único pré-candidato a deputado estadual pelo grupo de Neto deixa Capitão Azevedo de fora

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O que era ruim parece ter ficado ainda pior na vida política do ex-prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (PL). Isso porque, recentemente, o político chegou a dizer que estava confiante em disputar as eleições de outubro, mas parece que o sonho durou pouco e se tornou um grande pesadelo.

O capitão ‘namorava’ uma aliança com o grupo ligado ao pré-candidato ao governo do Estado, ACM Neto (UB), para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (Alba). Acontece que, após o anúncio de que o vereador Fabrício Pancadinha (PMN) vai ser o único a disputar o cargo de deputado estadual dentro do grupo em Itabuna, Azevedo perdeu espaço e, principalmente, prestígio.

Não se sabe se foi falta de diálogo, apoio, articulações ou aviso, mas o Capitão, que tem amargado sucessivas derrotas nas últimas eleições, “ficou a ver navios”.

Será que o ex-prefeito de uma das maiores cidades da Bahia vai se aposentar da política ou tem um algum plano B engatilhado?

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URGENTE❗ Em Itabuna, vereador Pancadinha vai ser o único pré-candidato a deputado estadual na chapa de ACM Neto

"Vamos esperar dia 2 para cada um escolher o candidato que vamos marchar para governo desse estado tão importante do Brasil", diz Ronaldão sobre escolha da chapa majoritária

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Para o vereador de Itabuna, Ronaldão (PL), ainda é cedo para declarar quem vai sair vitorioso ou derrotado das eleições gerais de outubro até porque, como diz a música, “amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada”. No entanto, para o vereador, uma figura é absolutamente responsável pelo cenário que se formou: o senador Jaques Wagner (PT).

Durante sessão ordinária realizada na Câmara de Itabuna nesta 4ª feira (9.março), Ronaldão disse que, enquanto Wagner existir, o PT na Bahia tem dono. Ainda de acordo com o edil, os eleitores e correligionários ainda têm tempo para decidir quem apoiar nas eleições.

Para Ronaldão, falta diálogo com as demais partes envolvidas antes de tomar uma decisão: 📌 “Temos que entender que a política se resolve em cima. Eles não procuram vereador, não procuram eleitor, OAB e não querem saber que segmento sustenta a política de cima que é aqui embaixo para discutir. Ficou provado, mais uma vez, que partido político na Bahia tem dono. Não quero briga com o PT, mas o dono do partido político PT na Bahia se chama Wagner. Enquanto Wagner estiver aí, ele manda”.

O vereador deixou claro que muita água ainda vai passar por essa ponte: 📌 “Dia 13 ou dia 1º, vai resolver. Não adianta dizer que o Galego é fujão, que Otto é bom, que Neto já ganhou, que aí vem Roma. Nada disso! Vamos esperar dia 2 para cada um escolher o candidato que vamos marchar para governo desse estado tão importante do Brasil”.

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