Ação simultânea das operações reforça a atuação imparcial da Polícia Federal na repressão e combate a pessoas que, atendendo aos próprios interesses, se utilizam da temática de demandas legítimas dos povos originários para cometer crimes

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A primeira operação, denominada Sombras da Mata, é fruto de investigações do fato ocorrido no dia 28 de outubro, quando dois pequenos produtores rurais foram mortos a tiros em Itamaraju. Uma terceira pessoa foi gravemente ferida pelos atiradores que se autointitularam indígenas.

No dia dos fatos, três pessoas já tinham sido presas em flagrante, mas foram liberadas depois. No decorrer das investigações, além desses três envolvidos, foram identificados os supostos mandantes da invasão e os suspeitos que teriam efetuados os disparos fatais.

As diligências estão em andamento e, até o momento, uma pessoa foi presa e mais de 10 armas de fogo foram apreendidas.

A segunda operação, denominada Tekó Porã, é decorrente das investigações do ataque contra um grupo de indígenas da Aldeia KAI em 1º de outubro. Os indígenas estavam em uma propriedade rural no distrito de Cumuruxatiba, em Prado, quando dois deles foram feridos.

Nesta operação, estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas residências de supostos mandante e executores dos ataques com intuito de angariar maiores elementos para a investigação e demais pessoas que estejam envolvidas.

A ação simultânea das operações reforça a atuação imparcial da Polícia Federal na repressão e combate a pessoas que, atendendo aos próprios interesses, se utilizam da temática de demandas legítimas dos povos originários para o cometimento de crimes, o que fomenta e retroalimenta a violência dos conflitos fundiários.

Pesquisadores antecipam que esses novos vírus não são motivos para tensões na cacauicultura baiana e essa descoberta é de relevância científica

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Um estudo recente publicado na revista BMC Plant Biology revelou a descoberta de um novo vírus associado a folhas sintomáticas de cacaueiros cultivados no extremo Sul da Bahia. Os pesquisadores antecipam que esses novos vírus não são motivos para tensões na cacauicultura baiana e essa descoberta é de relevância científica.

A pesquisa foi coordenada pelo professor Dr. Eric Roberto Guimarães Rocha Aguiar, do Departamento de Engenharias e Computação da Universidade Estadual de Santa Cruz (DEC/Uesc), e contou com discentes e docentes das Pós-Graduações em Genética e Biologia Molecular (PPGGBM), Zoologia e Produção Vegetal, além da colaboração de cientistas da UFMG, USP, Embrapa Mandioca e Fruticultura e Instituto Biológico de São Paulo.

Usando uma abordagem multiômica, que combinou sequenciamento de nova geração de pequenos RNAs, proteômica, Microscopia e Biologia Molecular, os pesquisadores analisaram amostras de cacau sintomáticas e assintomáticas observadas em plantas cultivadas no extremo Sul da Bahia.

O processamento de dados ômicos resultou na reconstituição de dois genomas virais; o primeiro, pertencente ao Cacao swollen shoot Ghana S virus (CSSGSV), um badnavírus da família Caulimoviridae já conhecido por infectar cacaueiros em diferentes regiões do mundo e o segundo, um novo vírus com similaridade à família Geminiviridae, proposto com o nome Citlodavirus theobromae.

Os resultados indicam que o novo vírus pode estar relacionado aos sintomas observados nas lavouras, como clorose (manchas amareladas), enrugamento e deformação das folhas, que ocorreram apenas em plantas onde o geminivirus foi detectado. O RNA viral foi encontrado exclusivamente em tecidos sintomáticos e análises de espectrometria de massa confirmaram a presença de proteínas derivadas de genes de ambos os vírus, evidenciando que estavam ativos no interior das plantas.

Além do trabalho de inteligência em pontos específicos da região, o sistema prisional também contará com ampliação das revistas

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O reforço das ações de inteligência e de repressão qualificada contra facções que atuam no Extremo Sul da Bahia foi definido na manhã desta quinta-feira (26.junho) durante reunião promovida pelas Secretarias da Segurança Publica e de Administração Penitenciária, Polícias Militar, Civil e Federal, além do Tribunal de Justiça da Bahia. O encontro ocorreu na cidade de Eunápolis.

Além do trabalho de inteligência em pontos específicos da região, o sistema prisional também contará com ampliação das revistas, visando interromper qualquer tipo de comunicação dos detentos. De acordo com Marcelo Werner, secretário estadual de Segurança Pública, ”a resposta será firme, rigorosa e dentro da legalidade”.

📷 Ascom SSP BA

Material foi localizado em fazenda na zona rural do município

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Mais de meia tonelada de maconha pronta para distribuição foi apreendida pela Polícia Civil durante a Operação Amordaçar, em Itamaraju, no extremo sul do estado. O material foi localizado em uma fazenda na zona rural do município, utilizada como ponto de cultivo, colheita, beneficiamento e armazenamento de maconha.

A operação foi iniciada após trabalho de inteligência que identificou o local como entreposto de distribuição de drogas para diversos municípios baianos. Durante a ação, três homens que faziam a segurança da propriedade atiraram contra os policiais e fugiram.

Além dos entorpecentes, foram apreendidos 65 munições calibre 380, um carregador de pistola municiado, balanças de precisão, prensa, dichavadores e outros instrumentos comumente usados no narcotráfico. Também foram encontrados uma máquina de lavar e um freezer, utilizados na preparação da maconha conhecida como ice. No mesmo local, os policiais identificaram também a produção de skunk, variedade mais potente e concentrada da droga.

📷 Divulgação Ascom Polícia Civil

''Tudo isso é resultado da omissão do próprio governo, que deixou as invasões crescerem até virar um conflito fora de controle”, disparou ACM Neto

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O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, criticou a condução do governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), diante da escalada de conflitos entre indígenas e produtores rurais no extremo sul. Segundo Neto, o envio da Força Nacional à região é consequência direta da omissão do governo estadual.

“A situação no Extremo Sul chegou a um ponto tão grave que o Estado perdeu completamente o controle. Jerônimo teve que pedir socorro à Força Nacional. Tudo isso é resultado da omissão do próprio governo, que deixou as invasões crescerem até virar um conflito fora de controle”, afirmou ACM Neto.

A presença da Força Nacional foi autorizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com apoio do Ministério dos Povos Indígenas e do Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia (Mupoiba). A medida ocorre após o agravamento da tensão na região, marcada por disputas de terra e episódios de violência.

Para ACM Neto, o governo da Bahia falhou em prevenir a crise, permitindo que o problema tomasse proporções tão grandes a ponto de depender da intervenção federal: “Isso é reflexo de anos de descaso com a segurança no campo e falta de mediação efetiva por parte do Estado”.

Anúncio foi feito pelos secretários de relações institucionais, Adolpho Loyola, e da segurança pública, Marcelo Werner

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O Governo da Bahia anunciou ontem (19.março) a criação de um grupo de trabalho para tratar dos conflitos agrários na região extremo sul. O anúncio foi feito pelos secretários de relações institucionais, Adolpho Loyola, e da segurança pública, Marcelo Werner.

Além da representação do próprio governo estadual, o grupo contará com representantes da Federação da Agricultura da Bahia (FAEB) e dos povos originários. A primeira reunião de trabalho já ficou definida para a próxima segunda-feira (24.março) na Secretaria de Relações Institucionais (Serin).

De acordo com Marcelo Werner, além do aumento do efetivo da Polícia Militar na região, as equipes da Polícia Civil serão destacadas para a mediação da situação e será aplicado mais rigor na investigação de possíveis crimes.

📷 Divulgação

Iniciativa afere o cumprimento dos requisitos de qualidade e quantidade na comercialização dos combustíveis fornecidos ao consumidor baiano

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Trinta postos de combustíveis localizados nos municípios de Itamaraju, Teixeira de Freitas, Porto Seguro e Eunápolis foram alvos da operação Posto Legal. A iniciativa tem o objetivo de aferir o cumprimento dos requisitos de qualidade e quantidade na comercialização dos combustíveis fornecidos ao consumidor baiano.

Entre os itens verificados, destacam-se os testes locais de qualidade da gasolina, do etanol e do diesel, a quantidade de combustível efetivamente fornecida ao consumidor, o estado de conservação dos equipamentos, informações das tabelas de preços e da placa de tributos, a validade dos produtos, a regularidade na inscrição da empresa, a situação fiscal com o Estado, a presença do Código de Defesa do Consumidor no estabelecimento e a regularidade com a taxa do Fundo Especial de Aperfeiçoamento do Serviço Policial (Feaspol).

Os consumidores que identificarem suspeitas de irregularidades em postos de combustíveis localizados no Estado da Bahia podem encaminhar queixas à operação Posto Legal por meio do serviço Disque Denúncia Bahia, disponível nos telefones 71 3235 0000 (Salvador e RMS) e 181 (interior).

A força-tarefa envolveu a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), o Instituto Baiano de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Ibametro), a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), representada pelas polícias Técnica, Civil e Militar (por meio da Companhia Independente de Polícia Fazendária – Cipfaz), e, ainda, a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA) e a Procuradoria Geral do Estado (PGE).

📷 Ascom Sefaz/Ba

Maria Eduarda tinha apenas 19 anos de idade

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Um gravíssimo acidente envolvendo dois carros de passeio resultou na morte de uma jovem de apenas 19 anos de idade. Outras quatro pessoas ficaram feridas na colisão frontal registrada na BA-290, entre Alcobaça e Teixeira de Freitas.

De acordo com as informações cedidas pela Polícia Rodoviária Federal, a batida aconteceu depois que um dos carros invadiu a contramão.

Os feridos foram levados à unidade de saúde, mas não há atualizações sobre o estado de saúde deles. Infelizmente, Maria Eduarda Silva Pereira não resistiu aos ferimentos e morreu no local do acidente.

Mais de 150 policiais civis e militares participaram da operação

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Na manhã desta 4ª feira (23.agosto), mais de 150 policiais civis e militares participaram da Operação Cruzeiro para cumprir mandados contra suspeitos de integrarem um grupo criminoso. Envolvidos com o tráfico de drogas, homicídios e associação criminosa no extremo sul baiano estavam entre os alvos da operação.

Ao todo, seis pessoas foram presas em Santa Cruz Cabrália. Outros 14 mandados de busca e preensão foram cumpridos no Bairro Cruzeiro, na mesma cidade.

As ações são resultados das investigações acerca dos homicídios dos indígenas Dennis Kawhã Santos da Cruz, de 16 anos, e Leizo Udson dos Santos, de 42 anos. 

PF cumpriu 24 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de suspensão de servidores

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Nesta quinta (17.agosto), a Polícia Federal deflagrou a Operação Expurgo com o objetivo de desarticular um grupo criminoso especializado em fraudar licitações. Foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, 14 mandados de suspensão de servidores públicos, além de outras medidas judiciais em Teixeira de Freitas, Prado, Medeiros Neto, Santa Cruz Cabrália, Porto Seguro, Mucuri, Itapebi e Belmonte. No Espírito Santo, os mandados foram cumpridos em Vila Velha e São Mateus.

Durante cerca de um ano de investigação, a Polícia Federal identificou a atuação de dois grupos empresariais que utilizavam pessoas jurídicas para fraudar a concorrência e a lisura dos certames. O prejuízo estimado, até o momento, está em cerca de R$ 5 milhões, mas o grupo movimentou R$ 92 milhões em contas bancárias.

Um extenso trabalho de análise identificou elementos e pessoas interpostas utilizadas para a corrupção de servidores públicos e ocultação patrimonial. Ainda como resultado da análise, foram identificados os servidores públicos que se beneficiavam da prática.

Com o material apreendido durante a operação, a PF pretende detalhar, ainda mais, a extensão dos danos ao patrimônio público e estender a investigação para outros envolvidos, além de localizar o caminho trilhado pelo dinheiro desviado, terminando por extinguir dos quadros funcionais os servidores que se deixaram seduzir pelas práticas ilícitas.

Os envolvidos responderão por corrupção ativa e passiva, assim como fraudes licitatórias. Juntas, as penas podem chegar a mais de 20 anos de reclusão.

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