O senador Renan Calheiros (MDB-AL) diz já ter “provas sobejas” da existência de um “ministério paralelo” da Saúde // Foto de Jefferson Rudy/Agência Senado

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O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), diz já ter “provas sobejas” da existência de um “ministério paralelo” da Saúde e da falta de prioridade do governo federal para a compra de vacinas. O relatório final da CPI deve ser apresentado e votado pela comissão até o dia 8 de agosto.

“Temos provas sobejas da existência de um instituto paralelo, de uma consultoria paralela que despachava com o presidente da República e decidia, diferentemente do que acontecia com o próprio Ministério da Saúde. Temos já a comprovação de algumas pessoas que participaram dessa consultoria”, afirmou Renan, sem citar nomes.

Para o relator, a CPI da Pandemia também já conseguiu comprovar a falta de empenho do Palácio do Planalto para a compra de imunizantes contra o coronavírus. Segundo o parlamentar, o presidente Jair Bolsonaro “não acredita na eficácia” das vacinas e por isso preferiu apostar no tratamento precoce e em drogas como a cloroquina.

“O que nós queremos investigar é se essas coisas foram priorizadas, em detrimento da vacinação dos brasileiros. Isso poderia ter salvado muitas vidas que se foram. O grande problema do Brasil permanece: o governo não comprou vacina apenas porque não quis. O governo não comprou vacina porque não acreditava na eficácia da vacina e, por isso, queria o tratamento precoce. O presidente dizia que quem tomasse vacina viraria jacaré, que ia nascer barba nas mulheres, que o homem iria afinar a voz. Ele estava sentado em cima de um cheque de R$ 20 bilhões dado pelo Congresso Nacional e não ia comprar nenhuma vacina”, critica.

A comissão recebeu mais de 300 gigabytes em documentos. Desse total, 100 gigabytes respondem por informações consideradas sigilosas. Para se ter uma ideia do volume de dados, a CPMI da Fake News — instalada em setembro de 2019 — recebeu até agora cerca de 5 gigabytes em documentos. 

Calendário de vacinação contra o vírus Influenza (gripe) e Covid-19 que contempla a semana de 31 de maio a 5 de junho

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A Secretária de Saúde de Itabuna, divulgou o calendário de vacinação contra o vírus Influenza (gripe) e Covid-19 que contempla a semana de 31 de maio a 5 de junho.

Desta 2ª feira (31.maio) à 6ª feira (4.junho), das 8h às 11 horas, prossegue a vacinação contra a gripe (vírus Influenza) nas Unidades Básicas e de Saúde da Família para os grupos prioritários. Serão vacinados idosos acima de 60 anos, professores, profissionais de saúde da rede pública ou privada, criança de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas. Aos profissionais é necessária a apresentação da Carteira Profissional ou crachá.

No período da tarde prossegue também nas Unidades Básicas e de Saúde da Família, a aplicação da 1ª dose da Oxford/Astrazenica contra a Covid-19. A aplicação da vacina será realizada das 13h às 16 horas.

Também nesta 2ª feira (31.maio), serão vacinadas as pessoas com idade a partir dos 58 anos, nascidas entre setembro e dezembro. Além daquelas com comorbidades a partir de 18 anos, sendo necessária a apresentação de laudo médico com CID.

Na 3ª feira (1º.junho), será a vez de receber a primeira dose os indivíduos com idade a partir de 57 anos, nascidos entre janeiro e junho. E também, pessoas com idade a partir de 18 anos com comorbidades, sendo necessária a apresentação de laudo médico com CID.

Na 4ª feira (2.junho), serão imunizados pessoas a partir de 57 anos nascidas entre julho e dezembro. Além de todos com comorbidades e idade a partir de 18 anos, sendo necessária a apresentação de laudo médico com CID.

Na 6ª feira (4.junho), receberão a primeira dose do imunizante quem tem idade a partir de 56 anos e nasceu entre janeiro e dezembro. Também serão imunizadas as pessoas com idade a partir de 18 anos com comorbidades, sendo necessária a apresentação de laudo médico com CID.

Ao se dirigir a Unidade Básica de Saúde para receber o imunizante é preciso apresentar a carteira de identidade, CPF ou cartão do SUS e comprovante de residência. Para quem tem comorbidade também é necessário apresentar o relatório médico atualizado (06 meses) com CID. Devido ao feriado de Corpus Christi, no dia 3, não haverá vacinação nas unidades de saúde.

SEGUNDA DOSE OXFORD
Na 4ª feira (2.junho), receberão a 2ª dose contra Covid-19 (Oxford/Astrazenica) idosos a partir de 80 anos, que tomaram a primeira dose no Drive-Thru realizado no dia 31 de março. A segunda aplicação de Drive-Thru será no Teatro Municipal Candinha Dórea e na UNIME das 8h30min às 14 horas.

Também haverá a segunda aplicação para pessoas na Sala de Vacina da Rede de Frio, fundos do Centro de Saúde José Maria de Magalhães Neto (antigo Sesp), com limitação a 300 senhas. É necessário apresentar a Carteira de Identidade (RG), CPF ou Cartão SUS, Cartão de Vacina com o registro da 1ª dose.

REPESCAGEM 2ª DOSE
Ainda na 2ª feira (31.maio), das 8h30min as 12 e das 13h30min às 15h30min, receberão a aplicação da segunda dose Coronavac e Oxford-Astrazenica àqueles que já receberam a primeira aplicação destas vacinas.

Estão incluídos neste grupo, as pessoas com Síndrome de Down, trabalhadores da saúde e indivíduos de grupos prioritários que utilizaram primeira dose da lista da xepa. A aplicação será na Rede de Frio, no antigo Sesp.

EDUCAÇÃO
No decorrer desta semana, prossegue a vacinação da primeira dose contra Covid-19, com o imunizante Oxford/Astrazenica dos trabalhadores da Educação.

Na 3ª feira (1º.junho), serão imunizados os profissionais de Educação e funcionários com idade a partir de 18 anos das faculdades UNIME e UniFTC. O horário será das 8 às 14 horas na sede da UniFTC, na praça José Bastos, centro.

Na 6ª feira (4.junho), a aplicação será destinada aos profissionais com idade de 18 a 29 anos das Redes Municipal e Estadual de Ensino e também da UFSB. O horário será das 8h30min às 14 horas no IMEAM.

Todos os profissionais da Educação no momento da imunização deverão apresentar a Carteira de Identidade (RG), CPF ou Cartão SUS e contracheque impresso.

RODOVIÁRIOS
No sábado (5.junho), a vacinação da primeira dose contra Covid-19 com a vacina Oxford/Astrazenica será destinada aos trabalhadores rodoviários, taxistas, mototaxistas, motoristas do transporte escolar e motoristas e ajudantes de transportadoras de carga. O horário será das 8h30min às 14 horas, na USEMI, no São Caetano.

Ao se dirigir para ser imunizada, a pessoa terá que levar a Carteira de Identidade (RG), CPF ou Cartão SUS, contracheque impresso ou fotocópia da Carteira de trabalho (parte do contrato e da identificação). No caso dos motoristas autônomos, é necessário apresentar o Alvará emitido pela Secretaria de Transporte e Trânsito do Município. 

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Sarah não resistiu à doença // Foto de Arquivo pessoal

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Uma bebê de apenas 5 meses, a Sarah Vitória Domingues, morreu vítima da Covid-19 nessa 5ª feira (27.maio). O caso ocorreu em Santos, no litoral de São Paulo. De acordo com o G1, a pequena estava intubada e com 80% dos pulmões comprometidos. Ela morreu um dia antes de completar seis meses de vida.

Segundo a mãe, Sameque Vitória Gois, que também havia contraído o vírus, na última semana o estado de saúde da bebê havia melhorado, mas houve uma piora no quadro.

Sameque afirma que desde que foi internada, a menina precisou fazer transfusões de sangue. Também foi necessário fazer uma traqueostomia, mas ela sofreu uma parada cardíaca e não resistiu.

“Eu acho muito importante as pessoas saberem, porque eu mesma não acreditava que [a Covid-19] poderia acometer as crianças, como acometeu a minha filha. Então, se vocês têm condições de ficar em casa, fiquem, porque nada se compara à dor de perder um filho para essa doença”, desabafou a mãe ao G1.

❌ A mãe pede que outros pais cuidem dos filhos e tomem as medidas de prevenção contra a Covid-19. Com informações do G1

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Milhares brasileiros planejaram o nascimento de seus filhos no momento em que ninguém esperava o surgimento de um vírus capaz de modificar o modo de convivência no mundo. Entre as pessoas que realizaram o sonho da maternidade durante esta pandemia estão Deise Damásio, Isabella Fagundes e Fabiany Nascimento.

Em 2019, Deise Damásio, com apoio do marido, decidiu que tinha chegado a hora de ser mãe pela segunda vez. Ela afirma que tomaria a mesma decisão hoje. “Minha filha é um grande presente de Deus. Era um sonho da nossa família. Temos um desafio a mais porque ela nasceu prematura e precisou ficar internada”, conta.

Deise relata que o grande desafio não foi enfrentar a pandemia, mas acompanhar os primeiros dias de nascimento de Eloá. “Passei boa parte da gravidez trabalhando em home office (em casa) e tomei todos os cuidados, mas não fiquei assustada”, conta a moradora de Itapé, no sul da Bahia.

Eloá nasceu prematura, em julho de 2020, na 27ª semana, pesando 940 gramas (muito abaixo do peso considerado ideal). A bebê precisou ficar internada 53 dias em um leito da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Manoel Novaes. “Hoje, minha filha está bem, mas ainda fazemos acompanhamento com fisioterapeuta, pediatra e neurocirurgião”.

A PEQUENA LAURA
Quem também veio ao mundo em plena pandemia do novo coronavírus foi a pequena Laura. Ela nasceu quando Isabella Fagundes estava na 28ª semana de gestação. “Era o começo de uma pandemia, não sabíamos como lidar com o vírus ainda. O comércio estava fechado. Eu e meu marido ficávamos em casa imaginando nossa bebê conosco, mal sabíamos que isso ia acontecer o mais rápido possível”.

No dia 1º de maio de 2020, Isabella acordou perdendo muito líquido. “Fomos para o hospital já com dilatação. Não estava na hora ainda, pelo menos para mim. Mas para ela (Laura), era a hora certa. Ficamos quatro dias internadas e fazendo de tudo para certificar que ela estava bem e sendo preparada para vir ao mundo”.

Laura nasceu às 6h do dia 5 de maio, de parto normal, pesando 1,024kg. “Não pude tocá-la, tirar fotos e nem amamentá-la. Rapidamente eu a vi sem reação. Ela foi levada pela equipe para UTI Neonatal e lá intubaram. Quando fiquei naquela sala eu clamei a Deus pela vida da minha filha. Pedi com todo o meu coração e a ouvi chorar, foi ali que me encontrei novamente”.

A pequena Laura ficou 58 dias internada no Hospital Manoel Novaes. “Fui todos os dias visitar meu presente. Passei o Dia das Mães e meu aniversário com ela. Quanto foi difícil vir para casa e não tê-la em meus braços, sem receber visita de minha família. Quanto foi difícil imaginá-la naquela sala com infinitos bebês prematuros que tinham uma mamãe sofrendo e de coração grato como eu. Mas estava tranquila porque sempre confiei na equipe do hospital”, afirma.

Superado os momentos desafiadores, a mãe comemora a companhia da filha. “Passou um ano e hoje estamos aqui, felizes. Ela está com desenvolvimento perfeito e completo para idade. Esse ano passou voando. Quase como um flash, mas lembro de todos os momentos e sorrisos que conquistamos até aqui. Quero aprender e ensinar todos os dias. Obrigada, Laura, por ter me escolhido para ser sua mamãe e não desistir de lutar nenhum segundo pela sua vida. Amo-te!”, derrete-se Isabella.

ANA GABRIELA
Fabiany Nascimento também é mãe de um bebê prematuro, nascido com 32 duas semanas, com 1,3kg. O parto dela estava previsto para dezembro de 2020, mas Ana Gabriela Aguiar nasceu em outubro. Moradora de Camamu, no baixo sul da Bahia, ela teve dificuldade para fazer o pré-natal porque Itabuna já registrava um o número crescente de casos de Covid-19.

Mas, em um determinado momento, Fabiany passou a sofrer com pressão alta e, em setembro, estava no nível muito elevado. “Foi aí que descobriram que minha bebê estava tendo restrição de crescimento, com dificuldade de respiração. Durante uma consulta de acompanhamento, a médica percebeu que a situação tinha se complicado e que o parto deveria ser antecipado”, relata.

Após o nascimento, Ana Gabriela ficou 63 dias internada na UTI Neonatal. “No período em que ela estava hospitalizada, só a vi rapidamente quando nasceu. Foi um período muito difícil e só podia vê-la durante uma hora por dia. Revesava com meu marido, um dia eu, outro, ele. Meu coração ficava muito apertado porque era pouco tempo, mas sabia que minha filha estava sendo muito bem cuidada”, conta emocionada.

Fabiany afirma que, além do número de infectados e óbitos, a tristeza nessa pandemia é o isolamento, principalmente dos familiares. “Não sabemos por onde as pessoas andam. Quando planejávamos ter um bebê, imaginávamos que ele cresceria perto dos avós, bisavós, tios, de todo mundo da família. Mas logo percebemos que isso não seria possível, neste momento, por causa dessa pandemia. Isso vem sendo muito difícil”. Mesmo antes do início da pandemia da Covid-19, o Hospital Manoel Novaes já tinha adotado todos os protocolos para evitar a transmissão cruzada do vírus.

Vigilância Epidemiológica acompanha paciente desde chegada ao hospital

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A prefeitura de Juiz de Fora informou ter sido notificada pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais de que o sequenciamento genético de um paciente internado na Santa Casa de Misericórdia do município teve resultado positivo para a variante indiana do novo coronavírus.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde diz que o paciente está sendo acompanhado e monitorado pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica desde a sua chegada ao município, na Zona da Mata mineira.

“Tão logo os primeiros sintomas foram apresentados, foi realizado o teste pela Fundação Ezequiel Dias para detecção da presença do vírus e recolhimento do material biológico para exame de sequenciamento genético”, informa a secretaria.

Segundo a prefeitura, todas as medidas e protocolos de segurança sanitária foram adotados. O paciente foi isolado e encontra-se nas instalações do hospital. Da Agência Brasil.

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O momento é de alerta no país

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga lançou o alerta durante participação de audiência pública na Câmara dos Deputados, sobre a necessidade da adoção de novas medidas de restrição em razão da possibilidade do país entrar numa 3ª onda da Covid-19.

Ele apontou que essa terceira onda, se ocorrer, pode ser provocada pelo avanço no país de uma nova cepa do coronavírus. Ele não citou especificamente a variante indiana, que já foi identificada em sete pacientes infectados no país.

Queiroga disse que o Ministério da Saúde está vigilante para orientar os governos locais sobre medidas para evitar uma terceira onda e não descartou a necessidade de adoção, por parte dos municípios, de novas medidas de isolamento social. “De acordo com a situação de cada município, pode ser necessário que se adote uma medida restritiva, mas cabe a cada autoridade municipal. O Ministério da Saúde fica vigilante para que se possa orientar.”

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O diretor do Butantan, Dimas Covas, afirmou à CPI da Pandemia que o Brasil poderia ter sido o primeiro país do mundo a iniciar a vacinação.

Segundo ele, o Butantan tinha vacinas prontas em dezembro do ano passado, mas por falta de um contrato com o Ministério da Saúde e por impedimentos regulatórios, a vacinação não começou naquele momento.

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Vereador Luiz Júnior da Saúde (DC) e a vereadora Wilma (PCdoB)

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Os vereadores Luiz Júnior da Saúde (DC) e Wilma (PCdoB) apresentaram na Câmara de Itabuna um pedido de providências ao Executivo e, sobretudo, à Secretaria de Saúde, para inclusão dos profissionais de imprensa entre os grupos prioritários a serem vacinados contra Covid-19. A principal justificativa deles é o fato de tais homens e mulheres, de variadas idades, estarem entre as categorias diariamente expostas à infecção.

“Vejo que esses profissionais não pararam. Estão na linha de frente, como enfermeiros, auxiliares de enfermagem… Temos que valorizar o trabalho desses profissionais; a comunicação é um serviço essencial”, disse o vereador. Ambos já haviam conversado com a secretária de Saúde, Lívia Mendes, sobre o assunto.

Wilma lembrou que são constantes as reivindicações para inclusão de novos grupos entre as prioridades, o que leva os edis a serem vozes das mais diversas categorias ávidas pela imunização.

“Nossa opinião é que todos deveriam se vacinar de imediato, mas não é a realidade do nosso Brasil. Portanto, estão sendo estabelecidas as prioridades, considerando as atividades desenvolvidas. Os jornalistas estão fazendo a cobertura de todas as informações no nosso Brasil, nossa Bahia e nossa cidade. Não pararam, estão [também] expostos. Houve uma mobilização a nível de estado e estamos felizes por contribuir”.

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Patrícia Marques: mãe do recém-nascido Mateus

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O primeiro recém-nascido baiano com anticorpos contra a Covid-19 nasceu na última 6ª feira (21.maio), em Salvador, após a mãe ser imunizada com as duas doses da vacina. A mãe, que é médica obstetra, recebeu a primeira dose da vacina Oxford AstraZeneca em 4 de fevereiro e a segunda dose em 5 de maio, dezesseis dias antes do parto.

A presença de anticorpos na mãe, Patrícia Marques, e no recém-nascido, Mateus, foi confirmada por teste de sorologia no Lacen-BA, que implantou a metodologia para a quantificação de anticorpos para a Covid-19 recentemente. O recém-nascido será acompanhado e passará por exames regulares para avaliar a duração da presença de anticorpos.

Mesmo após a imunização, Patrícia Marques ressalta: “teremos que manter o acompanhamento e a proteção, ainda sem deixar o uso de máscara, o distanciamento, pois é o que vai manter o controle dessa pandemia”, pontua a médica e mãe do Mateus.

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Com esta nova carga, a Bahia chega ao total de 6.372.270 doses de vacinas recebidas, sendo 3.035.800 da Coronavac, 3.200.750 AstraZeneca/Oxford e 135.720 da Pfizer // Foto: Rafael Menezes/Saúde GOVBA

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Mais 351.750 doses de vacinas contra a Covid-19 chegará à Bahia nesta quarta-feira (26). O avião comercial que trará a carga está previsto para pousar no aeroporto de Salvador às 9h45. Toda a remessa foi produzida pela AstraZeneca/Fiocruz. As vacinas serão destinadas para a primeira aplicação do esquema vacinal.

Os imunizantes começarão a ser enviados ainda nesta quarta-feira (26) para as regionais de saúde em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado. Quando as vacinas chegam nas regionais de Saúde, elas são distribuídas para todos os seus municípios de abrangência, completando assim a entrega.

As doses serão remetidas aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses recebidas anteriormente. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e o Estado.

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