A Polícia Civil concluiu o inquérito policial que investiga a tentativa de homicídio sofrida por uma vereadora do município de Itapebi em fevereiro. A investigação constatou que o crime se deu porque o suplente dela na Câmara Municipal de Vereadores queria ocupar o lugar da vítima. Ele segue foragido da Justiça. Já o seu sobrinho, um dos autores do crime, foi preso.
“O tio, que buscava o cargo, foi o mandante do crime. Já o sobrinho tentou executar a vereadora na porta de casa. Também localizamos o carro usado: ele foi comprado em Porto Seguro nove dias antes do crime e abandonado na zona rural de Santa Maria Eterna”, relatou o coordenador da 23ª Coorpin, delegado Moisés Damasceno.
Ainda segundo o delegado, o carro custou R$ 4.400, pagos através de transferência bancária pelo suplente. “Pelo estado de conservação do veículo e por seu valor, conclui-se que, desde o início, sua aquisição tinha como único propósito a utilização no referido crime. Os dois investigados foram indiciados. E foi representada pela conversão da prisão temporária em prisão preventiva”, explicou.
As denúncias são fundamentais para a localização do mandante do crime. “Quem tiver informações pode denunciar, sem precisar se identificar, pelo Disque Denúncia da SSP, no 3235-0000, ou no 181, para quem estiver no interior”, finalizou o delegado. ![]()









Os conselheiros da 1ª Câmara do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) rejeitaram as contas da Câmara de Alagoinhas, da responsabilidade do ex-vereador Roberto José Torres de Lima (foto), relativas ao exercício de 2019. Essas contas foram consideradas irregulares diante da ausência de comprovação do pagamento de multas imputadas ao gestor em processos anteriores. O conselheiro substituto Cláudio Ventin, relator do parecer, imputou multa de R$1,5 mil ao vereador.


