Para o petista, esse não foi um posicionamento do PSD, liderado pelo senador Otto Alencar

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O governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), classificou como decisão pessoal a atitude do deputado estadual Cafu Barreto (PSD), que decidiu marchar ao lado de ACM Neto (UB). Para o petista, esse não foi um posicionamento do PSD, liderado pelo senador Otto Alencar, e, portanto, não deve ser levado em conta.

Jerônimo convocou reunião com parlamentares do Solidariedade e do PRD para tentar estancar a sangria

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Um dia após o segundo deputado estadual aderir à pré-candidatura de ACM Neto (UB) ao governo da Bahia, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) ligou o alerta. Convocou às pressas uma reunião com parlamentares do Solidariedade e do PRD em uma tentativa clara de estancar a sangria.

A inquietação do governador é compreensível. Sentado na cadeira do Palácio de Ondina, Jerônimo começa a assistir ao abandono de alguns aliados. Será que parte da própria base já não acredita mais na gestão do petista e decidiu pular do barco antes que ele afunde?

Quando a debandada começa cedo, o problema não é o calendário eleitoral, mas a confiança política derretendo antes da largada.

No fundo, o que Muniz sugeriu é que o petista precisa mudar o rumo

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O presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, Carlos Muniz (PSDB), lançou um recado incômodo ao Palácio de Ondina. Em entrevista ao BNews, o político afirmou que, se o governador Jerônimo Rodrigues (PT) não cumprir o que vem prometendo, ACM Neto (UB) tende a ampliar ainda mais o arco de apoios e, com isso, elevar as chances de vencer em 2026.

A fala de Muniz não é apenas opinião, mas termômetro político. Quando a principal liderança do Legislativo da capital baiana aponta desgaste no governo e reconhece a força do adversário, é sinal de que o cenário está mudando. No fundo, o que Muniz sugeriu é que o petista precisa mudar o rumo.

Os ventos antes da tempestade eleitoral estão dando claros sinais, mas é preciso ter sabedoria para interpretá-los.

📷 Joá Souza/GovBa

Nelson desistiu da reeleição à ALBA para coordenar a campanha de Neto e Cafu disse que mudou de postura porque acredita que a Bahia precisa de mudanças

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Os deputados estaduais Nelson Leal (PP) e Cafu Barreto (PSD) decidiram pular do barco do governador Jerônimo Rodrigues (PT) para apoiar a pré-candidatura de ACM Neto (UB) ao governo da Bahia. A dupla, até pouco tempo, chegou a posar ao lado do petista, mas, agora, anunciou, oficialmente, que vai marchar ao lado do principal opositor da base estadual.

”Após uma profunda reflexão sobre o futuro da Bahia, decidi abraçar um novo projeto político. Atendendo ao convite de ACM Neto, aceitei a missão de coordenar sua campanha ao governo do Estado nas eleições do próximo ano. Depois de sete mandatos consecutivos e de exercer a presidência da Assembleia Legislativa, decidi abrir mão da minha reeleição para me dedicar integralmente a essa nova missão”, disse Nelson Leal na rede social Instagram.

Já Cafu Barreto, que se reuniu com Jerônimo em outubro, disse que enxerga a necessidade de mudança no rumo do estado: ”A Bahia vive um dos momentos mais difíceis de sua história e é por acreditar profundamente nesse novo momento que anuncio, oficialmente, minha decisão de deixar a base do governo do estado e passar a integrar o grupo político de ACM Neto”.

Mesmo após garantir três vitórias com o partido, Cafu não se fez de rogado e decidiu que ''é hora de dar tchau''

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O deputado estadual Cafu Barreto (PSD) decidiu abandonar a base do governo estadual para marchar ao lado de ACM Neto (UB), o que significa, consequentemente, que o senador e líder do PSD baiano, Otto Alencar, perdeu um nome de peso do elenco. Mesmo após garantir três vitórias com o partido, Cafu não se fez de rogado e decidiu que ”é hora de dar tchau”.

Nas redes sociais, Cafu anunciou, oficialmente, a mudança de lado por acreditar que a Bahia precisa de um movimento de mudança após 20 anos de hegemonia do PT. Segundo o parlamentar, desde 2012, ele se dedicou integralmente ao projeto petista, no entanto, passou a acreditar que os problemas precisam ser revistos e resolvidos de outra perspectiva.

Anteriormente, Geddel chegou a dizer que não acreditava na candidatura de Neto, mas, agora, parece ter mudado de ideia

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O ex-ministro Geddel Vieira Lima, um dos mandachuvas do MDB baiano, reconheceu que o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (UB), tem força suficiente para “fazer barulho” nas Eleições de 2026 contra o atual governador e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT). Anteriormente, Geddel chegou a dizer que não acreditava na candidatura de Neto, mas, agora, parece ter mudado de ideia.

O emedebista disse que chegou a essa conclusão depois de realizar uma visita pelo interior do estado e perceber a força de Neto, no entanto, a declaração parece um recado claro para o PT. A legenda, que não é boba nem nada, não quer perder o lugar de vice na chapa majoritário e pode estar querendo mostrar para a base o quanto ainda é importante para a unidade do grupo.

Líder do União Brasil destacou, ainda, que a Bahia lidera os índices de homicídios no país

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O vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, comentou a operação policial no Rio de Janeiro e aproveitou para criticar o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), pela condução da segurança pública no Estado.

Segundo Neto, o poder do Estado deve prevalecer sobre o das facções criminosas. “Bandido é bandido”, afirmou. O ex-prefeito de Salvador disse que a crise na segurança pública baiana é reflexo da “falta de autoridade” do governo estadual.

“O que não dá é para a gente ter aqui, como temos na Bahia, um governador que diz que tem que tratar bandido com amor e carinho. Quando o bandido é tratado com amor e carinho, ele toma conta do território, como está acontecendo no Estado da Bahia”, declarou.

O líder do União Brasil destacou, ainda, que a Bahia lidera os índices de homicídios no país e concentra cinco das dez cidades mais violentas do Brasil.

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A escolha de Nelson Leal para a coordenação é vista como um movimento de peso no tabuleiro político baiano

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O deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Nelson Leal (PP), anunciou o rompimento com o grupo político do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e declarou apoio ao ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto. Além do apoio, Leal será o coordenador da campanha de ACM Neto na Bahia e disse que abriu mão de disputar a reeleição para se dedicar integralmente à nova missão.

O parlamentar explicou que a decisão foi tomada após uma reflexão sobre o futuro do estado: “Estou abrindo mão da minha candidatura, seria a oitava vez que eu disputaria uma eleição. Sou decano, mas preferi deixar de lado o projeto pessoal para coordenar a campanha de Neto. Acredito que essa é a forma mais concreta de ajudar a Bahia a mudar de verdade”.

A escolha de Nelson Leal para a coordenação é vista como um movimento de peso no tabuleiro político baiano. Com ampla experiência e forte articulação no interior, ele será responsável por aproximar lideranças, prefeitos e parlamentares em torno do projeto oposicionista liderado por ACM Neto.

Pancadinha alega que abandonou ACM Neto porque o partido Solidariedade faz parte da base do governador petista

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O deputado estadual Fabrício Pancadinha (Solidariedade), que já foi da “cozinha” de ACM Neto (União Brasil), agora serve à mesa de Jerônimo Rodrigues (PT) com entusiasmo digno de recém-chegado à base.

Ao pular do barco, o parlamentar afirmou que deixou Neto e passou a integrar a base governista após o partido declarar apoio a Jerônimo. Em nova fase política, Pancadinha deu nota 9,5 para o governador petista e apenas 2 para o ex-prefeito de Salvador durante entrevista ao radialista Zé Eduardo.

Entre aliados de Neto, a troca é vista como “traição política”. Ou foi uma estratégia calculada?

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O levantamento testou quatro cenários estimulados e, em todos, os dois lideram

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O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), e o atual governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), aparecem tecnicamente empatados nas simulações para o governo da Bahia em 2026, segundo pesquisa Real Time Big Data. O levantamento testou quatro cenários estimulados e, em todos, os dois lideram à frente de nomes como João Roma (PL), José Carlos Aleluia (Novo) e Bruno Reis (UB).

No primeiro cenário, ACM Neto tem 40% das intenções de voto contra 36% de Jerônimo Rodrigues. João Roma (PL) aparece com 5%, e José Carlos Aleluia (Novo) com 2%. Em outro cenário, com o atual ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) no lugar de Jerônimo, há novo empate: 42% para ACM Neto e 42% para o ex-governador. Quando o nome do atual prefeito de Salvador, Bruno Reis, é incluído, Jerônimo lidera com 38%, seguido de ACM Neto com 34%.

O atual governador é também o nome com maior rejeição entre os eleitores: 48% dizem que não votariam nele de jeito nenhum. ACM Neto aparece em seguida, com 41% de rejeição. Os índices mais baixos são de Bruno Reis (32%) e Kleber Rosa (PSOL), com 38%.

A pesquisa Real Time Big Data foi realizada nos dias 18 e 19 de setembro de 2025, com 1.200 entrevistas em todo o estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

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