Declaração do vereador aconteceu após a divulgação da nova pesquisa Real Time Big Data

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O líder da bancada do prefeito Bruno Reis (UB) na Câmara de Vereadores de Salvador, Kiki Bispo (UB), comentou a pesquisa do Real Time Big Data que mostra o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador, ACM Neto (UB), com 44% das intenções de voto. Em segundo lugar, está o atual governador e pré-candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), com 35%.

“É claro que a pesquisa é um retrato de momento, mas ela deixa alguns dados que, incontestavelmente, nos animam muito. Dentre eles, além de Neto estar à frente de Jerônimo, é a primeira vez, na reeleição, que um candidato, um governador que está na cadeira buscando a reeleição, começa abaixo do segundo. (…) Eu diria que a reeleição, a candidatura à reeleição de Jerônimo Rodrigues, está, neste momento, na fila de regulação”, disse o vereador ao site Política Livre.

Declaração de Marcelinho foi dada após a divulgação da pesquisa Real Time/Big Data

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O deputado estadual Marcelinho Veiga (União Brasil) criticou o desempenho do governador Jerônimo Rodrigues (PT) após a divulgação da pesquisa Real Time/Big Data, que aponta o petista com a pior avaliação entre os três últimos governadores do PT na Bahia.

Para o parlamentar, o resultado confirma um sentimento que já circula entre os baianos: “O povo baiano já considera Jerônimo o pior governador dos últimos 20 anos. Os números mostram isso com clareza. Ele ficou atrás de Rui Costa e Jaques Wagner, dois nomes do próprio partido, o que revela o desgaste da atual gestão”.

De acordo com o levantamento, Rui Costa foi apontado como o melhor governador por 58% dos entrevistados. Jaques Wagner aparece em segundo lugar, com 24%. Jerônimo Rodrigues obteve apenas 11% das citações, ocupando a última posição no ranking. Outros 7% não souberam ou preferiram não responder.

“A violência saiu do controle, com guerra de facções tomando conta da capital e do interior, algo que a Bahia nunca viveu dessa forma. Hospitais com corredores lotados, gente esperando na fila da regulação e um governo que não reage. A pesquisa é reflexo direto desse abandono”, declarou o deputado.

Não existe, no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2026 enviado ao Legislativo, qualquer solicitação, previsão ou autorização para operação de crédito nesse montante

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A prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal da Fazenda e Orçamento, esclarece que é falsa a informação sobre um suposto pedido de empréstimo no valor de R$ 650 milhões. Não existe, no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2026 enviado ao Legislativo, qualquer solicitação, previsão ou autorização para operação de crédito nesse montante.

As menções presentes no texto do PLOA são autorizações gerais, previstas todos os anos em orçamentos públicos de todo o país, conforme a Lei 4.320/64 e a Lei de Responsabilidade Fiscal. O art. 5º, por exemplo, prevê uma autorização genérica para realizar operações de crédito, sem definição de valores, nem contratação automática de empréstimos.

O município destaca, ainda, que qualquer operação de crédito exige etapas obrigatórias de âmbito federal, processos inexistentes no momento. Vale ressaltar, também que, conforme limites estabelecidos pelo Senado Federal, a capacidade máxima teórica de endividamento seria de R$ 131.855.077,60. Este é o valor máximo teórico, o que torna o valor veiculado de R$ 650 milhões ainda mais irreal.

De acordo com o TCM, o ex-prefeito criou despesas fictícias em contratos com o objetivo de desviar recursos públicos

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Os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia acataram a denúncia apresentada contra o ex-prefeito de Barra do Mendes, Armênio Nunes, por causa da criação de despesas fictícias em contratos da prefeitura com o objetivo de desviar recursos públicos. Diante da grave irregularidade, o órgão determinou a formulação de representação ao Ministério Público Estadual para que seja apurada a prática de ato de improbidade administrativa.

Foi determinado, também, o ressarcimento aos cofres municipais de R$ 162.559,00 com recursos pessoais do ex-prefeito, relativa aos processos de pagamentos identificados sem a comprovação de recebimento pelos credores e com fortes evidências de fraudes nas assinaturas. Também foi aplicada uma multa de R$ 2 mil.

De acordo com a denúncia, a prefeitura de Barra do Mendes teria utilizado assinaturas falsificadas para simular a celebração de contratos de prestações de serviços de despesas fictícias, cujos pagamentos ocorreram sem conhecimento dos credores com o objetivo de “camuflar o desvio de recursos públicos”. Inclusive, alguns desses contratos foram firmados em nome de pessoas já falecidas.

Para o TCM, a análise realizada nos contratos e documentos de despesas deixou evidente a responsabilidade do gestor por não ter indicado e nomeado um fiscal responsável pelo acompanhamento da execução dos serviços contratados, além de não ter delegado essa atribuição a agente incapaz de exercer de forma adequada e regular a referida função. Além disso, a relatoria destacou que o gestor não adotou medidas eficazes para apuração das irregularidades.

O ex-prefeito ainda pode recorrer da decisão.

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