A gestão municipal reafirmou o compromisso com a garantia de uma educação pública de qualidade, responsável e condizente com as necessidades do ano letivo de 2026

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A prefeitura de Itajuípe emitiu uma nota de esclarecimento acerca do protesto ocorrido no povoado de Ruinha de São Cristóvão, localizado às margens da BA-262, estrada que liga Itajuípe a Coaraci, motivado por insatisfações relacionadas à organização da oferta educacional na localidade.

A gestão municipal reafirma o compromisso com a garantia de uma educação pública de qualidade, responsável e condizente com as necessidades do ano letivo de 2026, que terá início no próximo dia 4 na rede municipal de ensino. Todas as medidas necessárias vêm sendo adotadas com seriedade e planejamento, considerando aspectos fundamentais como transporte escolar seguro, merenda de qualidade, estrutura adequada e a ampliação de modelos de ensino em tempo integral, além dos investimentos contínuos realizados na educação desde o início desta gestão.

No caso específico da localidade mencionada, o cenário se apresenta com baixa procura por matrículas, totalizando, até o momento, apenas cinco alunos matriculados, distribuídos em séries diferentes. Essa realidade inviabiliza a manutenção de uma proposta pedagógica que assegure qualidade no ensino, uma vez que a única alternativa seria o modelo multisseriado, que comprovadamente compromete e retarda o processo de aprendizagem.

Diante disso, a Secretaria Municipal de Educação propôs, de forma responsável e técnica, a garantia de transporte escolar com monitores para que essas crianças sejam atendidas em escolas mais próximas, a exemplo do distrito de Sequeiro Grande, localizado a, aproximadamente, três quilômetros, assegurando melhores condições pedagógicas, estruturais e de desenvolvimento educacional para os estudantes e tranquilidade para suas famílias.

Cabe destacar ainda que essa problemática não é recente. Há cerca de três anos, a unidade escolar vem registrando baixa adesão de alunos, o que tem comprometido a viabilidade pedagógica do funcionamento regular da escola. Em 2025, por exemplo, a instituição funcionou com apenas 13 alunos matriculados, cenário que já demandava atenção especial. Desde então, a prefeitura tem buscado soluções técnicas e dialogadas, avaliando alternativas que garantam não apenas o acesso, mas sobretudo a qualidade do ensino, a segurança dos estudantes e a correta aplicação dos recursos públicos.

A prefeitura esclarece, ainda, que não procede a alegação de falta de diálogo, visto que reuniões foram realizadas com pais e moradores do povoado de Ruinha de São Cristóvão, quando as informações, propostas e alternativas foram devidamente apresentadas e debatidas com a comunidade, o conselho municipal de educação e os pais dos cinco alunos matriculados.

Por fim, a gestão municipal repudia ações isoladas que possam gerar desinformação ou tensionamentos desnecessários, e reforça que permanece aberta ao diálogo, sempre pautada pela responsabilidade, pelo planejamento e, sobretudo, pelo interesse maior, que é oferecer uma educação pública digna, eficiente e de qualidade para todas as crianças de Itajuípe.

O ato reivindica a valorização da produção nacional, melhores condições para os produtores e se posiciona contra a importação de cacau africano

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Produtores de cacau de diversas regiões da Bahia e de outros estados do país realizaram um ato pacífico em defesa do cacau brasileiro em frente ao Porto de Ilhéus. A mobilização reuniu agricultores, lideranças do setor e representantes políticos, com o objetivo de chamar atenção para a crise enfrentada pela cacauicultura nacional.

O ato reivindica a valorização da produção nacional, melhores condições para os produtores e se posiciona contra a importação de cacau africano, apontada pelos manifestantes como um dos fatores que pressionam os preços e comprometem a competitividade do cacau brasileiro. Segundo os organizadores, a entrada do produto estrangeiro impacta diretamente a renda dos produtores e ameaça a sobrevivência de milhares de famílias que dependem da atividade.

Entre as autoridades presentes, estava a prefeita de Uruçuca, Magnólia Barreto (UB), que manifestou apoio ao movimento, destacando a importância da união dos produtores e do poder público na defesa do setor.

“O cacau é parte da nossa história, da nossa economia e da identidade do sul da Bahia. Esse movimento é um grito por respeito, por valorização e por políticas públicas que garantam a sobrevivência dos produtores. O setor precisa ser ouvido. Estamos falando de emprego, renda e dignidade para milhares de famílias. Defender o cacau brasileiro é defender o desenvolvimento da nossa região”, disse a gestora.

Em 2025, o Bradesco fechou quase 400 agências físicas, além de 734 postos de atendimento

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Nessa quarta-feira (9.julho), às 10h, vai acontecer uma manifestação organizada pela Câmara de Vereadores, com apoio da prefeitura e de entidades locais, em protesto contra o fechamento da agência do Bradesco em Coaraci, além do encerramento das atividades do posto de atendimento em Almadina.

Em 2025, o Bradesco fechou quase 400 agências físicas, além de 734 postos de atendimento. O banco também reduziu o número de funcionários, com a eliminação de 2.269 postos de trabalho em apenas 12 meses.

O Bradesco tem promovido o fechamento de unidades físicas e a desativação de postos de atendimento, alegando necessidade de redução de custos e modernização das operações. O foco tem sido a realocação de funcionários em áreas como tecnologia, operações e negócios, mas muitos acabaram sendo desligados.

Entre outubro de 2023 e março de 2025, o Bradesco fechou 36 unidades no interior da Bahia, entre agências e postos de atendimento, afetando diversas cidades do estado. Esse processo de reestruturação, iniciado em 2014, visa a otimização de custos, mas tem gerado preocupação entre moradores e autoridades locais, diante das dificuldades de acesso aos serviços financeiros.

O encerramento de agências, especialmente em cidades menores, tem dificultado o acesso da população a serviços bancários, obrigando muitos moradores a se deslocarem para outras localidades para realizar operações simples, como saques.

Categoria alega que pagamento de incentivo financeiro realizado no fim do ano passado foi feito com descontos

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Trabalhadores filiados ao Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias realizaram um protesto em frente à Secretaria de Saúde de Itabuna na manhã desta terça-feira (22.abril). A categoria alega que houve descontos indevidos no repasse do incentivo financeiro de final de ano, concedido pelo Governo Federal.

A vereadora Wilmaci Oliveira (PCdoB) marcou presença no ato e disse que os descontos são ilegais, baseado na Lei nº 2.652 de 20 de dezembro de 2023, aprovada pela Câmara de Vereadores.

A secretária de Saúde de Itabuna, Lívia Mendes Aguiar, informou a este Pauta Blog que o incentivo do final do ano foi pago como verba remuneratória, portanto, com desconto de INSS e Imposto de Renda. Ainda segundo a secretária, após a lei aprovada em dezembro de 2023, houve uma emenda em 2024 que mudou o caráter da verba, então o pagamento foi baseado em um parecer da procuradoria do município, que entende que essa verba tem natureza remuneratória e deve haver os descontos, mas a categoria não aceita.

Lívia Mendes também disse que os profissionais pediram para que as férias e o 13º salário incluíssem esse pagamento e assim foi feito, mas o cálculo não dá o valor descontado e a categoria também não está de acordo com essa decisão.

📷 Reprodução Instagram

Manifestantes são moradores da Rua de Palha, uma das regiões mais afetadas pela enchente do Rio Cachoeira em 2021

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Os moradores da Rua de Palha, em Itabuna, bloquearam um trecho da BR-415 para protestar pela construção de casas populares para quem perdeu tudo na enchente do Rio Cachoeira em 2021. A população também pede o aumento do valor do Auxílio-Moradia que é disponibilizado pela prefeitura.

A via está totalmente bloqueada na altura do KM 50,9 porque os manifestantes estão queimando pneus e pedaços de pau. Eles pedem a presença de algum representante da prefeitura, além do compromisso de que a situação será resolvida.

A Polícia Rodoviária Federal está no local controlando o tráfego e os ânimos da população.

📷 Divulgação PRF

População pede recolocação de radar eletrônico e instalação de redutor de velocidade para evitar acidentes

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As primeiras horas desta segunda-feira (23.dezembro) foram caóticas para quem precisou passar pela BR-415, trecho entre as cidades de Itabuna e Ilhéus. Isso porque a população realizou uma manifestação na rodovia para pedir mais segurança no trânsito, queimando galhos de árvores e pneus.

O protesto foi motivado por acidentes fatais registrados no trecho, principalmente depois que um radar eletrônico foi retirado. A população acredita que a recolocação do equipamento, além da instalação de um redutor de velocidade, ajudariam a impedir a conduta imprudente dos motoristas.

📷 Reprodução Redes Sociais

Feirantes alegam que reforma da feira deveria ter sido finalizada em janeiro

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Os feirantes do Bairro São Caetano realizaram um protesto em frente à sede da prefeitura de Itabuna na manhã desta segunda (4.março). O grupo cobrou mais agilidade na reforma da feira livre.

Segundo os manifestantes, a promessa do prefeito Augusto Castro (PSD) é que a revitalização da feira fosse entregue no mês de janeiro, mas o prazo não foi cumprido. Os feirantes alegam, também, que o espaço provisório disponibilizado para os feirantes não tem ajudado na lucratividade e os trabalhadores estão no prejuízo.

Universitários cobram posicionamento do governador Jerônimo Rodrigues

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Os acadêmicos do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus, estão lutando pela contratação de mais professores. Segundo eles, já faz dois anos que o curso enfrenta uma crise e foi preciso começar a cobrar a reitoria e o governo do Estado sobre a necessidade de resolver a situação.

Os universitários reclamam do posicionamento do governo estadual, que não tem observado as necessidades da instituição e não organiza os trâmites necessários para tais contratações. A falta de professores tem gerado a interrupção das aulas, causando impactos significativos em diversos aspectos.

A previsão é que o Estágio Supervisionado Obrigatório nos 9° e 10° semestres não aconteçam, justamente, pela falta de professores, o que pode resultar na impossibilidade de formatura da turma de 2023.2. Além disso, as demais turmas do curso vão ser prejudicadas e pode haver um grande atraso na formação de vários futuros profissionais da área de Saúde.

A categoria afirma que, caso a situação não melhore, haverá uma paralisação para chamar a atenção do governador Jerônimo Rodrigues (PT), que, inclusive, é professor e já foi secretário estadual de Educação. Nas redes sociais, eles classificam o caso como total negligência e ataque ao direito à Educação e à autonomia das universidades baianas.

📷 Fotos e Vídeo: Reprodução/Redes Sociais

"O governo não recebe e não tem a sensibilidade de entender que precisa fortalecer a Polícia Civil pra gente combater a criminalidade na Bahia", declara presidente do Sindpoc, Eustácio Lopes

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No último sábado (4.junho), policiais civis compareceram ao Programa de Governo Participativo (PGP) Litoral Sul, em Itabuna, para protestar por melhores condições de trabalho da categoria em todo o estado. Segundo os policiais, há sucateamento das delegacias, más condições de trabalho e desvalorização dos profissionais com a não aprovação da Lei 11.370/2009.

O Pauta Blog conversou com Eustácio Lopes, presidente do Sindicato de Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc), e ele explicou os motivos da manifestação e a dificuldade em dialogar com o governador Rui Costa (PT): “Estamos aqui buscando junto ao governador e a Jerônimo que o governador valorize a Polícia Civil e tire desse sucateamento extremo e regulamente a Lei 11.370/2009, que muda o padrão remuneratório de investigadores, escrivães e peritos técnicos de nível médio para nível superior. Essa é uma Lei aprovada no governo Wagner e faz 13 anos que o governo é omisso e não cumpre a Lei. Esse é o motivo da manifestação dos policiais civis do estado da Bahia, a estrutura, valorização e condições de trabalho. Já tentamos diversas vezes, o governo não recebe e não tem a sensibilidade de entender que precisa fortalecer a Polícia Civil, a inteligência e a investigação, pra gente combater a criminalidade na Bahia que, pelo terceiro ano consecutivo, é tricampeã de homicídios no Brasil”.

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