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Alunas do Colégio Estadual de Malhada de Pedras apresentaram projeto na 10º edição da Feciba

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Quatro estudantes do Colégio Estadual de Malhada de Pedras desenvolveram um produto natural para combater a proliferação de pernilongos no município. O inseticida é feito à base de água, álcool, alecrim e folha de graviola.

A ideia do quarteto surgiu depois que as alunas observaram a quantidade de mosquitos que atordoava os moradores da cidade. A professora Núbia Cangussu foi responsável por incentivar Maria Eduarda, Grazyela Alves, Yasmim Pires e Jennifer Guimarães a desenvolver o projeto.

Os materiais utilizados para produzir o aromatizador são de fácil acesso, ou seja, ele vai ter baixo custo e pode ser acessível à população. O projeto apresentado pelas estudantes fez parte da 10º edição da Feira de Ciências, Empreendedorismo e Inovação da Bahia (Feciba).

Da esquerda para a direita: Gustavo Batista, Ana Caroline, Ted Silva, com o acompanhante Luiz Arthur, em Harvard

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Quatro estudantes da rede estadual carimbaram o passaporte para participar da Model United Nations (HarvardMUN), que é a maior e mais prestigiada simulação da Organização das Nações Unidas (ONU) do mundo, promovida pela Universidade de Harvard. O evento vai acontecer de 26 a 29 de janeiro e contará com mais de quatro mil participantes de 50 países diferentes, escolhidos através de um rigoroso processo seletivo chamado Application. Durante a HarvardMUN, jovens líderes mais promissores de todo o mundo vão discutir problemas globais em mais de 30 comitês.

Ana Caroline Oliveira dos Santos, 16, 2º ano do Colégio Estadual João Pessoa, de Itaquara; Gustavo de Jesus Souza Batista, 17, concluinte em 2022 do Colégio Estadual Edvaldo Brandão Correia, Salvador; e Ted Martins Paulo da Silva, 16, concluinte em 2022 do Colégio Estadual Professor Rocha Pita, em Aratuípe, viajaram desde a semana passada para um outro evento, também nos EUA, a Yale Model United Nations (YaleMUN) – conferência que visa debater questões globais complexas entre estudantes do Ensino Médio de todo o mundo. A YaleMUN, que aconteceu entre 19 e 22 de janeiro, foi criado por alunos da Yale University, terceira instituição privada americana de Ensino Superior mais antiga dos EUA, situada em New Haven.

Nesta terça (24), Isac Costa Lima, 16, 3º ano do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro – Tempo Integral, em Jacobina; embarca para se juntar aos outros três estudantes, na HarvardMUN.

A coordenadora de Políticas Públicas para Juventude em Processos Educacionais da SEC, Larissa Lima, que acompanha o grupo na viagem, disse que esta será uma experiência inesquecível e motivadora para os estudantes. Ela reforçou que os delegados aprovarão dezenas de resoluções de questões que vão desde segurança cibernética até sistemas globais de saúde.

A Bahia Model United Nations (BaMUN), promovida em parceria com o Instituto DiploMUN. Sua última edição foi realizada em Salvador, em novembro passado, quando jovens de diversos municípios baianos tiveram a oportunidade de debater problemas globais, atuando como diplomatas.

Grupo já desenvolveu ferramentas como homogeneizador sanguíneo, cantador de manual de célula de defesa e agitador de Kline

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Um grupo de alunos do Centro Territorial de Educação Profissional do Sisal II desenvolveu o projeto LSAC, um laboratório sustentável de análises clínicas. O projeto que utiliza sucatas para criar um laboratório eficiente e mais barato faz parte do Programa Ciência na Escola.

Algumas ferramentas já foram criadas e testadas como, por exemplo, o homogeneizador sanguíneo, o cantador de manual de célula de defesa e o agitador de Kline. A equipe usou diversos materiais como carcaça de ventilador, motor, temporizador de tanquinho, cano de PVC, madeira e papelão.

A proposta pode trazer benefícios para as escolas e para os laboratórios já que é possível melhorar a acessibilidade de colégios pequenos que possuem o curso técnico de análises clínicas e, até mesmo, laboratórios que procuram algo com melhor custo-benefício.

A equipe LSAC conta com 13 componentes. São eles: Kauany Santos, Anderson Pinho, Jennifer Costa, Juliana Pereira, Matheus Cauã, Michele Silva, Rosângela Santos, Keyse Gordiano, Brenda Vitoria, João Marcos, Caroline dos Santos, Moniele Pereira e Tiago Santos.

📷 Foto de Divulgação/Secti

É importante lembrar que a matrícula dos alunos das Escolas do Campo serão feitas nas próprias unidades em datas específicas, que serão divulgadas posteriormente. Já os alunos que perderem os prazos estabelecidos poderão efetuar suas matrículas no dia 3 de fevereiro

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Até o próximo dia 3 de fevereiro, a Prefeitura de Itabuna prossegue com as matrículas dos alunos da Rede Municipal de Ensino. Algumas normas para a matrícula foram estabelecidas pela Secretaria Municipal da Educação, seguindo um cronograma que estabelece datas específicas para cada perfil de aluno, seja renovação de matrícula, transferência ou matrícula de novos alunos.

A matrícula dos alunos de escolas que não oferecem o ano/série subsequente; não renovaram, e também, para os alunos novos, acontecerá de 23 de janeiro a 3 de fevereiro. Alunos pertencentes às unidades escolares da zona urbana e que não permanecerão na mesma unidade, serão matriculados em três períodos distintos.

No dia 23 de janeiro serão matriculados alunos da Educação Infantil que estão na creche e pré-escola. Nos dias 24 e 25, alunos dos anos iniciais (1º, 2º, 3º, 4 º e 5º ano) do Ensino Fundamental, enquanto no dia 26, os alunos dos anos finais (6º, 7°, 8º e 9º ano) do Ensino Fundamental e do segmento Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Alunos novatos das escolas da área urbana serão matriculados no período de 27 de janeiro a 3 de fevereiro, também seguindo um cronograma de datas de acordo com a série. Os alunos da Educação Infantil (creche e pré-escola) serão matriculados no dia 27 de janeiro.

A matrícula dos novatos do Ensino Fundamental – Anos Iniciais (1º, 2º, 3º, 4 º e 5º ano) será nos dias 30 e 31 de janeiro. Já alunos do Ensino Fundamental – Anos Finais (6º, 7°, 8º e 9º ano) e segmento da Educação de Jovens e Adultos (EJA) serão matriculados nos dias 1º e 2 de fevereiro.

Para a matrícula, pais ou responsáveis devem se dirigir a um dos 10 Postos de Matrícula informatizados, das 9 às 15 horas, munidos de Certidão de Registro Civil; Documento de Identidade; CPF (original); Comprovante de residência.

Também, Atestado de escolaridade ou Transferência da escola anterior; Cartão do SUS; Carteira de Vacinação, devidamente atualizada; Comprovante de vacina da COVID-19; Duas fotos 3×4; e Laudo ou relatório médico comprobatório para os Alunos Público-alvo da Educação Especial (PAEE).

A escola que tem EJA noturno funcionará das 18 às 20 horas para a matrícula.

Os Postos de Matrícula informatizados são: Escola Municipal Lourival Oliveira Soares (Ferradas), Grupo Escolar Maria Creuza P. da Silva (Urbis IV); Escola Municipal João Mangabinha Filho (Mangabinha), Centro de Atenção Integral à Criança Jorge Amado (CAIC), Jardim Primavera.

Ainda, Escola Verdes Campos (Monte Cristo), Escola Municipal Margarida Pereira (Pedro Jerônimo), Grupo Escolar Municipal Professor Everaldo Cardoso (São Caetano), Instituto Municipal de Educação Aziz Maron (IMEAM), Centro; NTM CISO, Fátima; e Escola Municipal Luiz Viana Filho (Santo Antônio).

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Bioplástico à base de taboa: uma planta aquática que pode ser encontrada em rios, manguezais e brejos

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A produção de lixo plástico tem atingido níveis preocupantes. De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, no ano de 2019, por exemplo, foram produzidas cerca de 353 milhões de toneladas de resíduos do material. Desse número, menos de 10% foi reciclado. Com o intuito de contribuir para a diminuição desse tipo de lixo no mundo, as alunas do Centro Estadual de Educação Profissional Gestão e Tecnologia da Informação Álvaro Melo Vieira, de Ilhéus, Marina Moura e Amanda Pereira, orientadas por Margarete Correia, desenvolveram o bioplástico à base de taboa.

A Thypha domingensis, conhecida popularmente como taboa, é uma planta aquática que pode ser encontrada em rios, manguezais e brejos. Segundo as estudantes, o processo de fabricação do bioplástico é dividido em etapas. Primeiro é realizada a extração do amido da planta, que é colhida, lavada, cortada e triturada no liquidificador com água. Após esse processo, o líquido é filtrado e passa por decantação. Na sequência, é produzido o plástico biodegradável com o amido e, por fim, é realizado o teste de espessura.

Segundo Marina Moura, a ideia de desenvolver o bioplástico utilizando como matéria-prima a taboa surgiu dentro da sala de aula. “Estávamos estudando sobre os plásticos convencionais e os problemas que eles vêm causando na natureza e, principalmente, nos oceanos. Descobrimos como alternativa o bioplástico, que é oriundo de fontes renováveis como celulose ou amido. Essa informação despertou o nosso interesse e realizamos pesquisas sobre plantas, até que encontramos a taboa”, destaca.

Para Amanda Pereira, o produto apresenta um grande diferencial em relação a outros existentes no mercado, pois elas utilizam como material principal um cultivo que é considerado uma praga. “Usamos uma matéria-prima nunca utilizada para essa finalidade, já que muitas pessoas a consideram apenas como uma praga presente nos rios, brejos e manguezais. Com o nosso produto, damos uma nova utilidade e agregamos valor à planta”, explica.

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Alunas do Colégio Estadual Mestre Môa do Katendê desenvolveram técnica orientadas pela professora Rosa Virgínia

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O coco verde é uma fruta refrescante e que tem a cara do verão. Muito comum no litoral brasileiro, as pessoas consomem a água, que é rica em vitaminas e minerais, e a polpa, descartando o que sobra. Após observar a quantidade de resíduos, as alunas do Colégio Estadual Mestre Môa do Katendê, Sandiele de Jesus e Leticia Souza, orientadas por Rosa Virgínia, criaram o vaso para plantas utilizando a fibra do coco verde.

O primeiro passo para desenvolver o produto é macerar as cascas com um martelo e colocar de molho na água. A segunda fase é separar a fibra úmida do tanino, que é a própria cola do coco que une as fibras, e deixar espalhada para secar. Após isso, é preciso fabricar uma cola sustentável usando polvilho, vinagre, água e aquecer no fogo para dar liga. A cola desenvolvida é combinada com as fibras secas e se transforma em uma massa. Essa mistura é aberta com rolo de macarrão e colocada em moldes de vasos para secar durante duas semanas.

O produto tem um grande custo-benefício, já que seu material principal é a casca do coco, que vai para o lixo. A mercadoria ainda ajuda a diminuir o uso de vaso de plástico, que demora anos para se decompor na natureza. O projeto, que faz parte do Programa Ciência na Escola, da Secretaria de Educação, e participou da 10ª Feira de Ciências, Empreendedorismo e Inovação da Bahia (FECIBA), é desenvolvido de forma sustentável e o produto é biodegradável.

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Estudantes cegos ou com baixa visão começaram a receber um dispositivo que possibilita autonomia dos usuários, pois qualifica o processo de aprendizagem e valoriza as potencialidades de cada indivíduo. O OrCam MyEye é um aparelho que se anexa a um óculos convencional e faz a leitura automática de diversos elementos apresentados, como textos, telas, rostos e objetos. O Governo do Estado da Bahia realizou na cerimônia de início ano letivo, na segunda (7), a entrega de 100 equipamentos, cujo investimento foi de R$ 743.023,50.

De acordo com Marlene Cardoso, coordenadora de Educação Especial da Secretaria da Educação do Estado (SEC), a ação pretende atender a 1.346 estudantes matriculados na rede estadual de ensino. “A entrega será universalizada para 274 cegos e os 1.072 estudantes com baixa visão, em formato de uso contínuo. O uso das tecnologias assistivas na Educação é fundamental, pois qualifica o processo de aprendizagem e valoriza as potencialidades de cada indivíduo. Sendo assim, a aquisição dos equipamentos vai auxiliar no avanço da leitura e escrita para os estudantes com cegueira ou baixa visão, promovendo também ganhos psicológicos e sociais”.

O equipamento deixou a estudante Sara Almeida Carvalho entusiasmada. Matriculada no 3º ano do Ensino Médio, do Colégio Estadual Carolina Maria de Jesus, em Feira de Santana, ela acordou buscando rótulos de produtos para testar o equipamento. “Logo que levantei fui fazer uns testes e pude ler uma receita que estava em uma caixa de farinha de trigo. A sensação é indescritível! É como se tivesse recebido um novo olho. Os óculos serão muito importantes para a minha vida, sinto que ganhei autonomia para ler tudo. Estou na expectativa de receber os livros da escola para começar meus estudos”.

Do mesmo município, Juliane Rodrigues está sendo acompanhada pelo Centro de Apoio Pedagógico ao Deficiente Visual Jonathas Telles de Carvalho. Com o uso do dispositivo, a técnica em informática já percebe mudanças na sua vida. “Adoro literatura e agora posso ler qualquer livro, seja no formato digital ou no papel. Não preciso mais de ajuda, nem dos programas de leitura de telas em computadores. Eu me sinto mais independente e, além disso, consigo saber o que tem nos rótulos dos produtos e embalagens, o que me dá autonomia de vida”.

Ana Lúcia Aleixo trabalha como manicure e acredita que seu filho João Vitor, 10 anos, vai aproveitar melhor os estudos. “Ele tem baixa visão severa e a nossa família não possui condições financeiras para adquirir o equipamento. Vejo o benefício como uma ferramenta que vai ajudá-lo a realizar melhor as atividades do dia a dia, principalmente nos estudos, porque terá mais facilidade de aprendizado e melhor desempenho”. Com o sonho de cursar Direito, a criança que estuda no Instituto Albert de Assis, em Salvador, garante: “Estou feliz! Será mais fácil na escola e estou reconhecendo o que está à minha volta. Isso é muito bom”.

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Estudante Sofhia Grazielle Barbosa, de 16 anos

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O Governo do Estado efetuará nesta 5ª feira (10.junho), o crédito da segunda parcela do Bolsa Presença. O programa deve beneficiar 311 mil famílias e 357 mil estudantes da rede estadual de ensino em condições de vulnerabilidade socioeconômica. Ao todo, serão seis parcelas do benefício, que tem o objetivo de apoiar financeiramente as famílias; contribuir para evitar o abandono escolar; e fortalecer a aprendizagem.

O benefício de R$ 150 do Bolsa Presença é por família, mas o aluno pode acumular com os demais benefícios que recebe, ou seja, os R$ 55, por parcela, do Vale-alimentação Estudantil e os R$ 100 se for monitor do programa Mais Estudo. A soma destes três programas representa um investimento do Governo do Estado superior a R$ 410 milhões.

A estudante Sofhia Grazielle Barbosa, 16, 1º ano, do Colégio Estadual Ministro Aliomar Baleeiro, localizado em Salvador, por exemplo, recebe os três benefícios. “Já estou na expectativa para receber esta nova parcela e comprar alimentos, como arroz, feijão, carnes e outros produtos para a minha família. Assim como os benefícios do vale-alimentação e da bolsa do Mais Estudo, este valor de R$ 150 tem ajudado muito nas despesas de casa, pois minha mãe se encontra desempregada”, contou.

Além de a família estar cadastrada no CadÚnico na faixa de pobreza e extrema pobreza, as condições para que o aluno matriculado receba o auxílio Bolsa Presença são: assiduidade nas aulas, com frequência mínima de 75%; participação do estudante e da sua família nas atividades e avaliações escolares; desenvolvimento do projeto de vida e intervenção social; e manutenção atualizada dos dados cadastrais na unidade escolar e no CadÚnico.

Cerca 800 mil estudantes vão receber o vale-alimentação

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O Vale-alimentação Estudantil do Governo do Estado vai retornar neste mês março. O anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira (8), pelo governador Rui Costa em suas redes sociais. “Dia 15 de março vamos iniciar o ensino remoto em toda a rede estadual. Estamos programando o auxílio-alimentação de R$ 55 para cada aluno da rede”, afirmou o governador. O saque da quinta parcela do benefício será realizado com o mesmo cartão que já vem sendo utilizados pelos estudantes.

Cerca 800 mil estudantes que estavam regularmente matriculados e com frequência registrada nas escolas estaduais vão receber o vale-alimentação. Nesta quinta parcela serão destinados mais R$ 44 milhões, totalizando um investimento de R$ 220 milhões de recursos próprios do Governo do Estado.

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