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O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, negou hoje (14.janeiro) que o Ministério esteja atrasando a entrega das vacinas infantis contra a Covid-19. A declaração veio depois que alguns estados reclamaram da não entrega dos imunizantes dentro do prazo combinado.

“Tem toda uma narrativa construída de forma enviesada para trazer intranquilidade para a população brasileira, para deixar os pais e mães inseguros em relação aos procedimentos das vacinas infantis”, declarou Queiroga nas redes sociais.

Ele assegurou, também, que a logística de entrega das vacinas infantis está baseada em um planejamento adequado: “Ficou claro que o ministério da Saúde não atrasa nada. Nós trabalhamos aqui, fortemente, para antecipar essas políticas públicas que são do interesse da população brasileira”. 

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Roma esteve em Ilhéus hoje para acompanhar doações para vítimas das chuvas

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Em visita à cidade de Ilhéus nesta sexta-feira (14.janeiro) para acompanhar a entrega das doações realizadas pela Fieb às vítimas das chuvas, o Ministro da Cidadania e, possivelmente, pré-candidato ao governo do Estado, João Roma (Republicanos), rebateu as falas do governador Rui Costa (PT) sobre o descaso do presidente Jair Bolsonaro (PL) com o estado desde as enchentes do mês de dezembro.

De acordo com Roma, o presidente tem ajudado o estado desde o início, mas o governador se nega a agradecer o apoio recebido: “Ontem, o governador Rui Costa chamou o presidente Bolsonaro de ‘mandacaru’, que não dá sombra nem encosto. Governador, o senhor não me dá aula sobre o Nordeste. Eu sou do planeta nordestino. Pernambucano de nascença, baiano por adoção e conheço a realidade do nosso povo sofrido. O presidente Bolsonaro tem feito o que o seu governo e o seu partido não fizeram por 16 anos no Nordeste brasileiro. (…) É inadmissível que a pessoa possa ter tamanha ingratidão com o presidente que tem tido atenção, respeito e carinho pelo Nordeste e pela nossa Bahia. O presidente Bolsonaro fez com que nada faltasse!”.

Ainda durante a fala, o Ministro salientou que esse momento não deve ser utilizado para fazer palanque político e que essa é a visão do governo federal: “Desça do seu palanque o senhor também. Respeite o presidente Bolsonaro e seja grato! A pessoa pode não se curvar para pedir, mas tem que se curvar para agradecer”.

Roma subiu o tom ao afirmar, categoricamente, que a verba destinada à recuperação das cidades, até agora, foi viabilizada pelo Chefe do Executivo: “O dinheiro que chegou na conta dos municípios é o dinheiro do governo federal. Cadê o recurso? Veja quem está fazendo mais nesse momento de calamidade do sul da Bahia!”. 

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Bolsonaro voltou a dizer que Moro tentou barganhar uma vaga no STF

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) concedeu entrevista à Rádio Jovem Pan ontem (10.janeiro) e aproveitou a ocasião para alfinetar o ex-juiz federal e ex-Ministro da Justiça, Sérgio Moro (Podemos). Segundo Bolsonaro, ele tinha o poder de vetar quaisquer indicações dentro da pasta, mas Moro não gostou dessas intervenções porque “passou a achar que era o dono do Ministério”.

Questionado sobre a pré-candidatura de Moro à Presidência, Bolsonaro se limitou a dizer que não cabe a ele fazer julgamentos nesse sentido. No entanto, declarou que, na véspera da demissão de Moro da pasta, o ex-juiz disse que aceitava a intervenção do presidente na Polícia Federal desde que, futuramente, ele fosse o nome escolhido para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF). Quanto isso, o Chefe do Executivo classificou como ‘petulância’.

Em várias ocasiões, Sérgio Moro negou que tenha havido essa conversa com o presidente e declarou que o motivo do pedido de demissão foi a insistência de Bolsonaro em fazer mudanças na direção da Polícia Federal. 

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Bolsonaro segue internado no Hospital Vila Nova, em SP, e sem previsão de alta

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Nesta 3ª feira (4.janeiro), o boletim médico do presidente Jair Bolsonaro (PL) informou que a obstrução intestinal se desfez e, por esse motivo, não será necessário que ele passe por outra intervenção cirúrgica. O presidente, no entanto, segue internado e sem previsão de alta no Hospital Vila Nova, em São Paulo.

Bolsonaro foi avaliado na manhã de hoje pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo, responsável por operá-lo em 2018 após a facada que recebeu durante a campanha presidencial. O médico estava na Bahamas e foi acionado, às pressas, para retornar ao Brasil e avaliar o quadro de saúde do Chefe do Executivo.

O presidente está hospitalizado desde a madrugada da última 2ª feira (3.janeiro) quando se sentiu mal durante as férias em Santa Catarina e foi transferido para um hospital na capital paulista. Inicialmente, havia a possibilidade de que ele fosse submetido a uma nova cirurgia, mas, agora, a hipótese foi descartada.

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Bolsonaro passava férias em Santa Catarina quando se sentiu mal e foi levado para um hospital em São Paulo

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi hospitalizado na madrugada desta 2ª feira (3.janeiro) depois de se sentir mal. Ele estava passando férias em Santa Catarina e, após o mal-estar, foi levado às pressas para um hospital em São Paulo, onde foi diagnosticado com obstrução intestinal e precisou usar uma sonda nasogástrica.

Nas redes sociais, o presidente postou uma foto deitado na cama de hospital e relatou que vai permanecer internado para realizar mais exames médicos. Disse, ainda, que o médico que o acompanha, Dr. Macedo, chega ainda hoje à unidade hospitalar para avaliá-lo melhor.

A equipe médica não descarta a possibilidade de Bolsonaro passar por uma nova intervenção cirúrgica para corrigir o problema. Desde 2018, quando o Chefe do Executivo recebeu uma facada durante a campanha presidencial, ele já passou por quatro cirurgias.

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Medida foi publicada no Diário Oficial da União, mas segue para análise do Congresso Nacional

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O presidente Jair Bolsonaro publicou uma medida provisória que autoriza o governo federal a doar vacinas contra a Covid-19 para outros países em caráter de cooperação humanitária internacional. A medida consta na edição extra do Diário Oficial da União de ontem (20.dezembro).

De acordo com a medida, as doações serão efetivadas por meio de termo firmado pelo governo federal, por intermédio do Ministério da Saúde. Já em relação às despesas decorrentes do transporte dos imunizantes, elas serão bancadas pelo país destinatário da doação ou à conta de dotações orçamentárias do governo federal ou de outros colaboradores.

Ainda conforme a medida, a doação dependerá da manifestação de interesse e da anuência de recebimento do imunizante do país a ser beneficiado e o envio não poderá acarretar prejuízo à vacinação da população brasileira.

Agora, a medida provisória será agora analisada pelo Congresso Nacional.

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Ministério havia sido incorporado à pasta da Economia no início da gestão de Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou a lei que recria o Ministério do Trabalho e Previdência e transfere a Secretaria Especial de Cultura para o Ministério do Turismo. O texto foi publicado hoje (17.dezembro) no Diário Oficial da União.

Criado em 1930, o Ministério do Trabalho havia sido incorporado ao Ministério da Economia no começo do gestão de Bolsonaro. A lei sancionada hoje, inclusive, transfere algumas competências e órgãos da pasta da Economia para o novo Ministério.

O Ministério do Trabalho e Previdência será o responsável por definir políticas sobre previdência, incluindo previdência complementar, geração de emprego e renda, apoio ao trabalhador, fiscalização do trabalho, política salarial, segurança no trabalho e registro sindical.

Quanto à Secretaria Especial de Cultura, ela passa a fazer parte da estrutura do Ministério do Turismo, ao qual caberá então definir a política nacional de cultura, regular direitos autorais, proteger o patrimônio histórico, artístico e cultural e formular políticas para o setor de museus.

De acordo com jornalista, presidente sempre incentivou ataques à imprensa brasileira

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O jornalista Ricardo Noblat soltou o verbo no Blog do Noblat ao avaliar o ocorrido na cidade de Itamaraju, região do extremo sul baiano, quando a repórter da TV Bahia, afiliada Rede Globo, Camila Marinho, foi agredida por um dos seguranças do presidente Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com Noblat, o presidente é o maior inimigo da liberdade de imprensa no Brasil porque compactua com episódios de violência envolvendo profissionais da comunicação em todo o país. Noblat repudia as atitudes e atribui a Bolsonaro o comportamento agressivo de quem o cerca. Inclusive, em várias situações, já mandou repórteres calarem a boca quando esses fizeram questionamentos que o desagradaram.

No episódio envolvendo a repórter nesse domingo (12.dezembro), um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que um dos seguranças do Chefe do Executivo grita e ameaça a equipe de reportagem que tenta direcionar o microfone para Bolsonaro. Esse mesmo vídeo mostra que o presidente não esboça nenhuma reação ao presenciar a cena, pelo contrário, passa a mão no ombro do homem tranquilamente na tentativa de, supostamente, acalmá-lo, mas não há efeito sobre a situação.

Fato é que as eleições de 2022 prometem ser uma das mais acirradas de todos os tempos com ataques vindos de todos os lados e o velho conselho “salve-se quem puder” é muito válido. O importante é que a imprensa vai continuar cumprindo o papel de informar e ser uma grande aliada da população nos assuntos que norteiam o rumo do nosso país.

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Relatora da CPMI das Fake News, a deputada federal Lídice da Mata (PSB) disse ontem (24.outubro), que o presidente Jair Bolsonaro não possui nenhuma credibilidade para falar sobre vacinas.

“Os brasileiros confiam na vacinação! Quem não vacinou o seu filho contra o sarampo, contra a paralisia infantil e tantas outras doenças que as nossas crianças deixaram de ter? Agora 50% dos brasileiros se vacinaram com a segunda dose e estão completamente imunizados”, declarou a parlamentar.

Lídide comentou as recentes declarações feitas por Bolsonaro ao dizer que pessoas que tomaram as duas doses do imunizante contra o coronavírus, no Reino Unido, estariam contraindo a Aids. “Não vamos cair neste papo bobo do presidente de querer agora dizer que vacina dá Aids, assim como antes ele também disse que quem se vacinasse viraria jacaré! Nós não vamos deixar nos enganar! É preciso seguir com o esforço de vacinar toda população do Brasil e vencer o coronavírus”, argumentou.

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Meses atrás, Bolsonaro declarou que seria ‘’o último brasileiro a ser vacinado’’, mas parece ter voltado atrás

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Em entrevista à Rádio Jovem Pan nesta 4ª feira (13.outubro), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou que decidiu não tomar o imunizante contra a Covid-19. Meses atrás, Bolsonaro chegou a afirmar que seria “o último brasileiro a ser vacinado”, mas parece ter voltado atrás da decisão.

Ainda durante a entrevista à Rádio, o Chefe do Executivo declarou não ter necessidade de ser imunizado contra a doença: “No tocante à vacina, eu decidi não tomar mais a vacina, estou vendo novos estudos, a minha imunização está lá em cima…para que vou tomar vacina? Seria a mesma coisa de você jogar na loteria 10 reais para ganhar dois. Não tem cabimento isso daí”.

A declaração do presidente vai na contramão de tudo o que foi dito por especialistas até agora e contraria, até mesmo, as falas dos representantes do Ministério da Saúde.

Vale lembrar que, por não ter se vacinado, Bolsonaro, que tem 66 anos, chegou a ser barrado de assistir a uma partida de futebol no último fim de semana. Na ocasião, ele classificou a proibição como algo banal: “Eu queria ver o jogo do Santos agora e me falaram que tem que estar vacinado. Por quê isso?”.

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