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O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte e Desenbahia, já liberou R$ 2,5 milhões em crédito emergencial para comerciantes e pequenos e microempresários de Itabuna que tiveram prejuízos, atestados pelo corpo de bombeiros, defesa civil ou órgão similar, em função das chuvas do final do ano passado. Os interessados devem procurar a unidade do SineBahia, que funciona no SAC do Shopping Jequitibá.

“Na Bahia, já foram liberados mais de R$ 6,3 milhões. É uma iniciativa que visa amparar os empreendedores que sofreram com os estragos caudados pela chuva, por meio da oferta de crédito sem burocracia para que eles retomem seus negócios”, declara Davidson Magalhães.

Cerca de 175 contratos já estão em análise no município. A ação oferece um crédito subsidiado, sem juros – para valores até R$ 150 mil -, com parcelamento em até 48 meses, incluindo carência de até 12 meses para pagamento da primeira parcela.

Além de Itabuna, o benéfico atende os demais municípios em situação de emergência por conta das fortes chuvas que atingiram o estado da Bahia. 

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Charliane Sousa (PCdoB) assumiu a coordenação na Superintendência de Esportes da Bahia

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A ex-vereadora de Itabuna, Charliane Sousa (PCdoB), assumiu a coordenação na Superintendência de Esportes da Bahia, da secretaria Setre, sob o comando de Davidson Magalhães (PCdoB).

Ao visitar a Vila Olímpica de Itabuna, na manhã desta 3ª feira (22 de junho), disse que foi “acompanhar o ínicio da obra de reforma e ampliação da nossa amada Vila Olímpica”.

Ficou parecendo mais que a ex-vereadora foi abrir o leque para atrelar o seu nome e do secretário Davidson à ‘paternidade’.

Nos bastidores, dizem que o ‘PCdoB é o PCdoB’, ou seja, eles não são ‘aspirantes’ de deixar o barco tocar sem buscar à ‘paternidade’ das obras da Vila Olímpica.

Chegou chegando, e por baixo, deu o recado.

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Davidson Magalhães, secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia

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O secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia, Davidson Magalhães, tomou posse nesta 3ª feira (1º.junho), em cerimônia virtual, como presidente do Conselho Estadual Tripartite e Paritário de Trabalho e Renda (Ceter). Composto por 18 conselheiros, distribuídos entre governo, empregadores e trabalhadores, o Ceter tem como finalidade deliberar sobre a implementação de políticas públicas do Sistema Nacional de Emprego, no âmbito do Estado da Bahia.

“Estamos vivendo uma situação muito difícil. A Bahia enfrenta um desemprego enorme e um processo de desindustrialização galopante, sob os efeitos das políticas macroeconômicas e da falta de investimentos públicos federais. Temos o desafio muito grande de fazer um dique para conter essa política avassaladora de destruição de empresas e empregos”, destacou o novo presidente.

O secretário substitui a representante da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Izabella Lopes, que comandava o órgão desde maio de 2019. “Tenho muito orgulho de ter sido a primeira mulher na presidência desse conselho, a primeira representante do setor produtivo. Sinto que o trabalho foi cumprido com pertencimento, com doação e com a ajuda essencial de cada um de vocês”, afirmou Izabella, que destacou no balanço da sua gestão a instituição do Fundo Estadual do Trabalho (FET).

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O PDT do deputado federal Félix Júnior, dirigente-mor da legenda na Bahia, está fora da base de sustentação política do governador Rui Costa (PT). Não tinha como permanecer lá e cá, no governo do Estado e na prefeitura de Salvador.

Quando o assunto é sucessão estadual, só dois caminhos para o PDT: apoiar ACM Neto (DEM) na disputa pelo Palácio de Ondina ou lançar candidatura própria. Esse apoio a Neto seria assentado na contrapartida do ex-prefeito de Salvador ter Ciro Gomes como seu candidato à presidência da República.

O PSB de Lídice da Mata e o PCdoB de Davidson Magalhães estão fora do, digamos, raio de preocupação do PT. São considerados como favas contadas no apoio ao senador Jaques Wagner, que pretende conquistar o terceiro mandato como governador.

O projeto do lulopetismo da Boa Terra, de fazer Wagner o sucessor de Rui Costa, independente da política nacional, só terá sucesso com o PSD do também senador Otto Alencar e o PP do vice-governador João Leão. As duas siglas protagonizam a expressão latina “conditio sine qua non”. Sem elas o caminho de Wagner fica com mais obstáculos.

O problema todo gira em torno da composição da majoritária. E fica mais complicado porque só são três vagas a serem preenchidas : governador, vice e senador. A única certeza é que Jaques Wagner vai encabeçar a chapa.

Existe alguma possibilidade de Wagner abrir mão de ser o principal adversário de ACM Neto? Só enxergo uma: o PSD nacional apoiaria Lula e Otto seria o candidato a governador da base aliada. Wagner ficaria com a promessa de ocupar um importante ministério em um eventual retorno de Lula ao cargo mais cobiçado do Poder Executivo.

E Rui Costa? E João Leão? Tudo seria resolvido com Rui disputando o Senado, Leão assumindo o governo e indicando o vice na majoritária. Fica a dúvida se existe algum empecilho jurídico que impeça o vice-governador de indicar o próprio filho, deputado federal Cacá Leão, para ser o candidato a vice de Otto.

Sei que toda essa arrumação é estranha e de difícil execução. Mas não pode ser totalmente descartada. O mundo da política é movediço e traiçoeiro. Costumo dizer que os menos espertos conseguem dar beliscão em azulejo.

Como não bastasse todo esse emaranhado de incertezas, o deputado Cacá Leão, ao declarar que seu maior desejo é João Leão assumindo o lugar de Rui Costa e sendo candidato à reeleição, coloca mais lenha na fogueira da sucessão estadual.

Definição mesmo, com cada qual cuidando da sobrevivência política, só em 2022. Em 2021, muita especulação, disse-me-disse e pulga atrás da orelha.

PS – O lulopetismo pensava que o PP, sendo a legenda da base aliada com mais espaços no governo Rui Costa – três secretarias, a Bahia Pesca e a Cerb -, estaria satisfeita, não causaria nenhum problema na composição da majoritária. Ledo engano. Com efeito, os lulominions discutiram nos bastidores, longe dos holofotes e do povão de Deus, até a hipótese de convencer João Leão a sair deputado estadual com a promessa de assumir o comando da Assembleia Legislativa (ALBA). O barro não colou na parede, como diz a sabedoria popular. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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