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Acompanhamento do TCU, relatado pelo ministro Bruno Dantas, apontou que a dívida pública federal chegou a R$ 5,01 trilhões em 2020 como resultado da expansão do endividamento e do recuo da economia nacional

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O Tribunal de Contas da União (TCU) realizou, sob a relatoria do ministro Bruno Dantas, acompanhamento da evolução da dívida pública federal no exercício de 2020. Na última semana (2.junho), o TCU consolidou os números para informá-los à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso Nacional.

“O endividamento público exerce papel fundamental na realização de investimentos necessários ao desenvolvimento do País e na prestação de serviços públicos imprescindíveis para a sociedade. Por outro lado, para que ele se mantenha como instrumento positivo, é essencial que a gestão da dívida pública seja feita de forma eficiente e transparente, de modo a garantir a credibilidade do Estado perante os seus financiadores”, explicou o ministro-relator.

A necessidade líquida de financiamento do Tesouro Nacional em 2020 foi de R$ 1,283 trilhões, valor que superou em R$ 214,9 bilhões a previsão contida no Plano Anual de Financiamento (PAF) da Dívida Pública Federal (DPF).

“O maior motivo desse aumento foi a crise causada pela pandemia de Covid-19, que tanto diminuiu a receita arrecadada quanto aumentou as despesas executadas”, ponderou o ministro Bruno Dantas, relator do processo no TCU.

A DPF variou de R$ 4,249 trilhões em 2019 para R$ 5,010 trilhões em 2020. A razão DPF/PIB aumentou de 57,4% para 67,3%, resultante da expansão do endividamento e do recuo da economia brasileira em 2020.

Por outro lado, o prazo médio da DPF, que era de quatro anos em 2019, diminuiu para 3,6 anos em 2020, e o percentual de títulos vincendos em 12 meses, que era de 18,7% em 2019, aumentou para 27,6 % em 2020.

“Cumpre esclarecer que a DPF corresponde à soma da dívida mobiliária pública federal interna com a dívida pública federal externa (mobiliária e contratual) e que o PAF é um documento que declara a estratégia de financiamento da DPF e contempla as diretrizes e os parâmetros para sua gestão ao longo do ano”, explanou o ministro do TCU Bruno Dantas.

Já o resultado primário de 2020 foi deficitário em R$ 745,3 bilhões, ao passo que, para estabilizar a relação dívida/PIB, segundo previsões, seria necessário um resultado superavitário de R$ 337,9 bilhões. Houve diminuição na reserva de liquidez nos meses de março a julho de 2020, mas seu valor foi recomposto em agosto de 2020, voltando a patamares pré-crise.

No que concerne ao propósito do endividamento, R$ 1,4 trilhão das despesas públicas corresponderam ao pagamento de juros, encargos e amortização da dívida, e R$ 622,5 bilhões a despesas não-financeiras, tais como: benefícios previdenciários e auxílios emergenciais, auxílios financeiros aos Estados, Distrito Federal e Municípios no combate à Covid-19.

A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) cresceu 15% em 2020 em relação ao saldo atualizado do ano anterior, chegando a R$ 6,616 trilhões, o que equivale a 88,83% do PIB. Por sua vez, a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) também cresceu em 2020, chegando a R$ 4,670 trilhões, ou 63,02% do PIB.

A unidade técnica do TCU responsável pela instrução do processo foi a Secretaria de Macroavaliação Governamental (Semag). O relator é o ministro Bruno Dantas.

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Manchetes desta 6ª feira, 11 de junho/2021

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// O GLOBO: Com só 11% vacinados, Bolsonaro quer dispensar uso de máscara

// CORREIO BRAZILIENSE: Queiroga: só a vacina dispensa a máscara

// TRIBUNA DA BAHIA: Voto impresso tem maioria para avançar na Câmara

// CORREIO DA BAHIA: CPI pede quebra de sigilo de ex-ministros, médicos e empresários

// A TARDE: STF forma maioria pela realização da Copa América

// FOLHA DE S.PAULO: América do Sul falha em domar Covid e se opõe a recuo global

// O ESTADO DE S.PAULO: CPI mira gabinete paralelo e quebra sigilo de ex-ministros

// O DIA: Covid: Paes apopsta em eventos e médicos pedem cautela

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Por maioria de votos, o colegiado concluiu pela responsabilização do Estado quando as forças policiais atuarem de forma desproporcional e colocarem em risco integridade desses profissionais

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Por 10 votos a um, o Plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) concluiu, nesta 5ª feira (10.junho), que o Estado tem o dever de indenizar profissionais de imprensa que sejam feridos por agentes policiais durante a cobertura jornalística de manifestações em que haja tumulto ou conflito entre a Polícia e os manifestantes.

Segundo a decisão, tomada no Recurso Extraordinário (RE) 1209429, com repercussão geral (Tema 1055), a responsabilização estatal é afastada se o profissional descumprir advertência ostensiva e clara das forças de segurança sobre acesso a áreas delimitadas em que haja grave risco a sua integridade física.

O entendimento prevaleceu no julgamento que analisou o caso do repórter fotográfico Alexandro Wagner Oliveira da Silveira, que perdeu 90% da visão do olho esquerdo após ter sido atingido por uma bala de borracha disparada pela Polícia Militar de São Paulo enquanto cobria um protesto de professores na capital paulista em 2000.

Quem já contraiu covid-19 também não precisaria mais usar a máscara

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta 5ª feira (10.junho), durante cerimônia no Palácio do Planalto, que pediu ao Ministério da Saúde um parecer para desobrigar o uso de máscara por pessoas que já estejam vacinadas ou que tiveram a covid-19.

“Acabei de conversar com um tal de Queiroga, não sei se vocês sabem quem é. Nosso ministro da Saúde. Ele vai ultimar um parecer visando a desobrigar o uso de máscara por parte daqueles que estejam vacinados ou que já foram contaminados para tirar este símbolo que, obviamente, tem a sua utilidade para quem está infectado”, afirmou o presidente durante solenidade para anúncio de medidas do Ministério do Turismo.

A obrigação do uso de máscara em espaços e ambientes públicos, entre outras medidas sanitárias, é definida em decretos estaduais e municipais, por iniciativa de prefeitos e governadores, conforme decisão vigente do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com epidemiologistas, a população vacinada ou que já teve a doença deve continuar usando máscaras porque, mesmo imunizada, ainda pode transmitir o vírus para outras pessoas. Segundo especialistas, a desobrigação do uso de máscara só seria recomendável quando o país alcançar um número expressivo de pessoas completamente vacinadas. Da Agência Brasil.

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Manchetes desta 5ª feira, 10 de junho/2021

Leia em: < 1 minuto

// TRIBUNA DA BAHIA: Bahia tem 2ª maior número de casos em 24 horas desde o início da pandemia

// CORREIO DA BAHIA: Após 6 anos, Justiça condena mulher por intolerância religiosa

// A TARDE: Mutirão acelera vacinação por idade em Salvador

// CORREIO BRAZILIENSE: TCU e CPI apertam certo a autor de estudo paralelo

// FOLHA DE S.PAULO: Brasileiros vieram da selva, diz presidente da Argentina

// O ESTADO DE S.PAULO: Voto impresso tem maioria para passar em comissão na Câmara

// O GLOBO: Inflação tem a maior alta para maio em 25 anos

// FOLHA DE PERNANBUCO: Vacinação a partir de 43 anos

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Manchetes desta 4ª feira, 9 de junho/2021

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// Correio da Bahia: Baianos enfrentam problemas para provar que estão vivos

// A TARDE: Três municípios lideram a criação de empregos

// TRIBUNA DA BAHIA: Guedes anuncia a renovação do auxílio emergencial por mais 2 ou 3 meses

// FOLHA DE S.PAULO: Fuga de cérebros para o exterior salta 40% sob Bolsonaro

// O ESTADO DE S.PAULO: Nubank recebe aporte e acirra disputa com bancos tradicionais

// ESTADO DE MINAS: Minas projeta vacina para faixa dos 50 ainda este mês

// O GLOBO: TCU investiga servidor por relatório usado por Bolsonaro

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Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga

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“O ministro Marcelo Queiroga (Saúde) afirmou à CPI da Covid nesta 3ª feira (8.junho) que remédios como hidroxicloroquina e ivermectina “não têm eficácia comprovada” no tratamento da Covid-19″. (UOL Notícias, terça, 8 de junho de 2021, 12:03 hs).

Os ex-ministros da Saúde, Mandetta e Tech, foram taxados de “comunistas” por serem contra aos medicamentos sem comprovação científica no combate a Covid-19.

O único que se livrou de ser acusado de “comedor de criancinhas” pela ala mais ideológica do bolsonarismo, cujos integrantes são chamados de bolsominions, foi o general Pazuello.

Agora vem o cardiologista Queiroga e diz, corajosamente, que é contra a hidroxicloroquina e ivermectina.

Como irá se comportar o presidente Bolsonaro diante da declaração do seu subordinado na CPI da Covid-19?

E por falar na Comissão Parlamentar de Inquérito, a reunião de hoje chegou a ser suspensa em decorrência do pega-pega entre o ministro e o senador Otto Alencar (PSD). O parlamentar disse que Queiroga não lia a bula das vacinas.

Que coisa, hein!

Otto vem se transformando em uma espécie de “terror do bolsonarismo” na CPI. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados

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A reforma administrativa terá uma comissão especial instalada, provavelmente esta semana, para discutir a proposta de emenda constitucional enviada pelo governo Bolsonaro

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), convidou os líderes de todos os partidos para duas reuniões nesta terça-feira com o objetivo de discutir as reformas administrativa e política.

Lira disse, no Twitter, que a reunião com os líderes será para “discutir mérito, ritos e procedimentos de tramitação” do projeto.

A reforma política é tratada por duas comissões especiais da Câmara: uma para elaborar um Código de Processo Eleitoral e outra para fazer mudanças na Constituição Federal, como discutir o sistema. Na 4ª feira (9.junho), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, participará de uma comissão geral no plenário da Casa para tratar do tema.

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Manchetes desta 3ª feira, 8 de junho/2021

Leia em: < 1 minuto

// O GLOBO: Exército impõe sigilo de 100 anos a processo de Pazuello

// Correio da Bahia: Cancelamento do São João gera perdas de R$ 1 bilhão

// A TARDE: Salvador vacinará hoje as pessoas com 53 anos

// TRIBUNA DA BAHIA: Caixa reduz parcelas de financiamento habitacional para auxiliar clientes na crise

// CORREIO DO POVO: Para amenizar a crise, prestação de imóveis terá redução de até 75%

// EXTRA: O que eles escondem? Exército impõe 100 anos de sigilo no caso Pazuello

// FOLHA DE S.PAULO: Sem novo plano, governo estuda auxílio até setembro

// O ESTADO DE S.PAULO: Governo deve estender auxílio para turbinar área social em 2022

// ZERO HORA: Para cumprir calendário, RS precisa ampliar ritmo de vacinação em 85%

// JORNAL DO COMMERCIO: Dezesseis PMs afastados por ação violenta no Recife

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