Político agrediu a própria companheira com facadas após discussão motivada por ciúmes

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O vereador de Santo Antônio de Jesus, Edivan de Jesus, mais conhecido como Morão (UB), foi preso ontem (12.março) em Boipeba, distrito de Cairu. O mandado de prisão contra o político foi expedido no mês passado depois que ele agrediu a própria companheira com facadas.

De acordo com a polícia, Morão teria agredido a esposa durante uma discussão motivada por ciúmes. A vítima foi levada para uma unidade de saúde e passou por exame de corpo de delito, que constatou as lesões sofridas.

📷 Reprodução Redes Sociais

Droga está avaliada em R$ 990 mil

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Em mais uma etapa da Operação Postagem Legal, deflagrada pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), 66 quilos de maconha foram apreendidos. A ação ocorreu nesta sexta-feira (28.fevereiro) no Centro de Distribuição e Tratamento dos Correios, em Simões Filho.

Avaliada em R$ 990 mil, a droga estava dividida em tabletes e seria embalada para comercialização durante os festejos do carnaval. A ação integra as atividades da Polícia Civil para coibir e reprimir o tráfico de drogas durante a folia momesca.

O material apreendido foi encaminhado à perícia. As investigações seguem para identificar o remetente e o destinatário dos entorpecentes.

📷 Ascom Polícia Civil

Vítima do casal chegou a transferir R$ 7 mil por medo de ter a privacidade divulgada

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Um casal foi indiciado pelos crimes de extorsão e falsa identidade pela 1ª Delegacia Territorial de Vitória da Conquista. A vítima solicitou para uma amiga que intermediasse um encontro amoroso com o investigado e, após ter uma relação sexual consensual, passou a sofrer ameaças de exposição do fato para a sua família e sociedade, além de ter sido coagida a realizar pagamentos para evitar a divulgação.

Segundo as investigações, a vítima, com muito medo e vergonha de uma exposição, transferiu cerca de R$ 7 mil para o casal. Eles continuaram pedindo mais dinheiro e foi nesse momento que a mulher procurou a Polícia Civil para registrar o fato criminoso, pois já estava muito abalada psicologicamente.

Ainda de acordo com a polícia, a extorsão era feita por números de telefones diferentes, em que os investigados se passavam por outra pessoa para obtenção de vantagem em detrimento de prejuízo financeiro da vítima. Por esse motivo, os dois também foram indiciados pela prática do crime de falsa identidade.

📷 Ascom Polícia Civil

Deputado estadual é apontado como líder de grupo miliciano que atua na região de Feira de Santana

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O Ministério Público da Bahia denunciou o policial militar José Hildon Brandão e o deputado estadual Binho Galinha por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro. O parlamentar é apontado como líder de um grupo miliciano que atua na região de Feira de Santana.

A denúncia é mais um desdobramento da Operação El Patrón, deflagrada em dezembro de 2023. A operação investiga crimes de lavagem de dinheiro, extorsão e exploração do jogo do bicho em Feira de Santana e cidades circunvizinhas.

Na denúncia, o MP requer que a Justiça determine a manutenção do afastamento cautelar do policial militar e requer a indisponibilidade de bens dos acusados, visando garantir a futura reparação pelos danos causados. De acordo com os promotores de Justiça, os denunciados teriam ocultado a origem ilícita de um lote localizado no Bairro Papagaio e o imóvel seria um dos bens adquiridos com recursos advindos das atividades criminosas lideradas pelo deputado estadual.

A transação teria sido realizada em setembro de 2022, com pagamento feito em espécie, sem qualquer documentação que comprovasse a propriedade do bem por parte do vendedor, caracterizando um possível esquema de lavagem de dinheiro. Além da negociação do terreno, o Gaeco apontou outros indícios envolvendo o oficial da PM, como a aquisição de um veículo, onde parte do pagamento também foi feita em dinheiro vivo.

Binho Galinha é apontado como líder de uma organização criminosa há mais de uma década, envolvida em crimes como agiotagem, receptação qualificada e jogo do bicho. Já o PM teria facilitado o processo de ocultação do patrimônio ilícito.

Investigados angariavam pacientes em hospitais para solicitar o seguro DPVAT, ainda que não tivessem sofrido acidente automobilístico

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A Polícia Federal e o Ministério Público do Estado da Bahia deflagraram hoje (20.fevereiro) a Operação Rábula, com o objetivo de combater fraudes cometidas contra o seguro DPVAT. A investigação contou com o apoio da Centralizadora Nacional de Indenização DPVAT da Caixa Econômica Federal, detectando que cerca de 70 solicitações de pagamento de DPVAT fraudadas com documentação falsa.

De acordo com a apuração, os investigados angariavam pacientes em hospitais para solicitar o seguro DPVAT, ainda que não tivessem sofrido acidente automobilístico, fraudando documentos como boletins de ocorrências e certidões de óbito para incluir o falso relato de que a enfermidade teria sido decorrente de acidente de trânsito.

Na operação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas cidade de Muritiba e Salvador, e um mandado de prisão preventiva. Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa e estelionato.

 

Polícia Civil identificou que organização criminosa movimentou, aproximadamente, R$ 80 milhões em contas bancárias dos integrantes da quadrilha

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A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nas primeiras horas desta quinta-feira (20.fevereiro), a Operação Petrus, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outros crimes relacionados ao crime organizado. A ação é resultado de uma investigação conduzida pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), com o apoio dos departamentos de Polícia do Interior (Depin), de Inteligência Policial (DIP), e da 6ª COORPIN/Itabuna.

Com um efetivo de cerca de 400 servidores, a operação cumpre mandados de prisão e de busca domiciliar, expedidos pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Itabuna. Além da Bahia, os mandados estão sendo executados nos estados do Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina.

Até o momento, 47 pessoas foram presas e 78 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em todos os estados. Em Itabuna, um dos alvos foi preso em sua residência com R$ 10 mil em dinheiro. No Rio de Janeiro, as equipes localizaram um bunker em construção, que seria utilizado como rota de fuga e entrada de entorpecentes na região.

Também foram detidos líderes da organização criminosa e operadores financeiros que, mesmo escondidos em comunidades cariocas, mantinham o controle do tráfico na Bahia. Um casal foi preso em São Paulo. O homem é suspeito do homicídio de um delegado em Anagé (BA) e investigado por envolvimento em roubo a bancos e extorsão mediante sequestro. No conjunto Penal de Itabuna , foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e de prisão.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou que a organização criminosa movimentou, aproximadamente, R$ 80 milhões em contas bancárias de seus integrantes. Esses valores são provenientes de atividades ilícitas relacionadas ao tráfico de drogas e armas de fogo.

As diligências também apontaram que o grupo atuava de forma estruturada, com ramificações em todo o território baiano e em outros estados, sendo responsável pela distribuição de drogas e armas, além de lavagem de dinheiro para encobrir os lucros das atividades criminosas.

Técnico de Radiologia teria acariciado partes íntimas de jovem após atraí-la para dentro de uma sala

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Na manhã desta segunda-feira (17.fevereiro), um funcionário da UPA do Monte Cristo, em Itabuna, foi conduzido à delegacia de Polícia Civil depois de uma paciente acusá-lo de importunação sexual. O homem foi identificado como Weldon Santos Cerqueira, que atua como técnico de Radiologia na unidade.

Segundo a vítima, o homem teria a atraído para dentro de uma sala com a justificativa de realizar um exame, mas, chegando lá, acariciou as partes íntimas da jovem. Imediatamente, a moça saiu correndo da sala e pediu ajuda.

A Polícia Militar esteve no local e conduziu o homem até o Complexo Policial. Em nota, a secretaria municipal de Saúde informou que o homem encontra-se sob custódia das autoridades competentes e será instaurado um procedimento administrativo para averiguar os fatos.

📷 Prefeitura de Itabuna

Caso envolve repasse ao Hospital Ana Nery, com desvios que, até o momento, superam os R$ 500 mil pagos em propina

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A Polícia Federal deflagrou hoje (13.fevereiro) a Operação EmendaFest, que apura fraudes no repasse de emenda parlamentar destinada a um hospital no Rio Grande do Sul. A ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que citou “consistentes indícios de desvios de recursos públicos” equivalentes a 6% dos valores repassados.

O caso envolve o repasse ao Hospital Ana Nery, no município de Santa Cruz do Sul, com desvios que, até o momento, superam os R$ 500 mil pagos em propina. A investigação tramita no Supremo por envolver Lino Rogério, chefe de gabinete do deputado federal Afonso Motta (PDT-RS), que foi afastado das funções públicas.

Em relatório com mais de 100 páginas, a PF descreve uma negociação entre Rogério e o lobista Cliver Fiegenbaum, que teria intermediado os desvios de recursos públicos. Foram anexadas conversas de WhatsApp em que os dois parecem acertar detalhes do esquema.

Foi apresentado um contrato firmado entre o hospital e uma empresa ligada a Fiegenbaum para “captação de emendas parlamentares”, em que uma das cláusulas prevê o pagamento de 6% das emendas captadas pela prestação do serviço.

Para a PF, contudo, o contrato tinha como objetivo dar aparência legal e facilitar a lavagem das quantias desviadas, por meio da emissão de notas fiscais fraudulentas. Os investigadores apontaram a realização de três pagamentos, que juntos somaram R$ 509,4 mil.

📷 Foto de Gustavo Moreno/STF

Estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Feira de Santana, Conceição do Jacuípe e Salvador

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A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram hoje (12.fevereiro) a Operação Antares, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de uma investigação relativa a irregularidades na contratação de uma empresa para locação e manutenção de equipamentos médico-hospitalares em Conceição do Jacuípe.

A investigação detectou que a prefeitura realizou um procedimento de Dispensa de Licitação em 2021 para contratação de uma empresa para locação de equipamentos médico-hospitalares pelo valor de R$ 420 mil e, mesmo havendo previsão contratual de que a
empresa vencedora deveria prover a manutenção dos equipamentos locados, foi realizada outra Dispensa de Licitação para a contratação de empresa para executar manutenção dos aparelhos locados, pelo valor de R$ 106.800,00, sagrando-se vencedora a mesma empresa que locou os equipamentos.

A PF apurou que houve conluio e direcionamento para a contratação da empresa vencedora dos certames, pois as empresas que apresentaram propostas nos procedimentos licitatórios pertencem a um mesmo grupo familiar. Foi também realizado, no mesmo ano de 2021, um Pregão Presencial para locação dos mesmos equipamentos que já tinham sido objeto da Dispensa de Licitação, no valor de R$ 837.600,00. Os procedimentos licitatórios com mesmo objeto se repetiram no ano de 2022, gerando um custo superior a R$ 333 mil.

Estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Feira de Santana, Conceição do Jacuípe e Salvador. Os investigados irão responder pelos crimes de responsabilidade de prefeito, fraude a licitação, além de corrupção ativa e passiva e lavagem de capitais.

Indiciados são acusados de corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro

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A Polícia Federal indiciou 23 pessoas por envolvimento em um esquema criminoso de venda de sentenças no Tribunal de Justiça do Maranhão. A investigação aponta para a participação de três desembargadores: Nelma Celeste Souza Silva Sarney Costa, cunhada do ex-presidente José Sarney, além de Antonio Pacheco Guerreiro Junior e Luiz Gonzaga Almeida. Também estão entre os indiciados dois juízes, advogados, servidores e o ex-deputado federal Edilázio Júnior (PSD), genro de Nelma Sarney.

Os indiciados são acusados de corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O caso agora será analisado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A PF também solicitou a quebra de sigilo bancário dos investigados.

De acordo com o inquérito, o esquema envolvia fraudes na liberação de alvarás judiciais, manipulação da distribuição de processos e cálculos indevidos de correções monetárias. Os investigadores apontam que cerca de R$ 17 milhões foram arrecadados em honorários advocatícios, com movimentações financeiras suspeitas e sem origem comprovada. O relatório da PF indica que desembargadores e juízes persuadiam pessoas a ajuizar ações contra empresas, enquanto a distribuição dos processos era manipulada para que a relatoria ficasse sob responsabilidade de um dos magistrados envolvidos.

Além de decidir favoravelmente aos autores das ações, os investigados inflavam valores de correções monetárias de forma irregular. Após as sentenças, os montantes eram sacados e repartidos entre os participantes do esquema.

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