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Ministro Edson Fachin e o vice, Alexandre de Moraes, foram eleitos pelo Plenário

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Os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes, eleitos presidente e vice-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), respectivamente, tomarão posse no próximo dia 22 de fevereiro, às 19h. A cerimônia marcará a despedida do presidente Luís Roberto Barroso, que está à frente da Corte desde maio de 2020.

Fachin e Moraes foram eleitos em Plenário, por meio de urnas eletrônicas, no dia 17 de dezembro do ano passado.

PERFIL
Edson Fachin é ministro titular do TSE desde 16 de agosto de 2018, mas é integrante como ministro substituto desde junho de 2016. É doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Tem pós-doutorado no Canadá e é autor de diversos livros e artigos publicados. Tomou posse como ministro do STF em junho de 2015.

Alexandre de Moraes é ministro efetivo do TSE desde 2 de junho de 2020, após atuar como ministro substituto desde abril de 2017. Possui doutorado em Direito do Estado, livre-docência em Direito Constitucional e é autor de livros e artigos acadêmicos em diversas áreas do Direito. Tomou posse como ministro do STF em março de 2017.

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De acordo com Sindigás, preço do botijão pode chegar a R$ 120,00 em algumas cidades do estado

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A partir de hoje (3 de fevereiro), o botijão de gás de 13kg fica mais caro no estado da Bahia. O anúncio do aumento foi feito pela Refinaria Mataripe, que foi privatizada pelo governo federal em novembro do ano passado e, agora, tem autonomia para reajustar os preços independentemente da Petrobras.

De acordo com o Sindicato dos Revendedores de Gás (Sindigás), o repasse para o consumidor final vai ficar entre R$ 5,00 e R$ 7,00. Ainda segundo o Sindigás, o preço do botijão pode chegar a R$ 120,00 em algumas cidades do estado.

A Federação Nacional dos Petroleiros informou, recentemente, que a Refinaria Mataripe já pratica a gasolina mais cara do país. O reflexo, é claro, é sempre maior no bolso do consumidor final.

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Morreu ontem (2 de fevereiro) o ex-deputado federal e um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Tilden Santiago. Ele tinha 81 anos de idade e não resistiu às complicações da infecção pelo coronavírus.

Tilden foi deputado pelo estado de Minas Gerais por três mandatos, além de ter sido embaixador do Brasil em Cuba entre os anos de 2003 e 2006.

Em nota, o PT lamentou a morte do ex-parlamentar: “O Partido dos Trabalhadores lamenta a morte de Tilden Santiago, vítima de Covid, ocorrida nesta quarta-feira, e se solidariza com seus familiares e amigos. Mineiro de Nova Era, Tilden Santiago foi padre-operário, administrador, filósofo, professor, jornalista, deputado federal e militante da causa ambiental. Tilden deixa uma grande contribuição para as lutas do povo brasileiro, a quem dedicou sua luta e sua vida’’.

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A atuação conjunta das Forças Armadas e dos órgãos de segurança pública no combate a crimes transfronteiriços gerou, entre 2020 e o primeiro semestre de 2021, a apreensão de 3,3 milhões de reais em espécie. Além de 34,5 toneladas de drogas, cerca de 147 mil toneladas de minério e, aproximadamente, 3.350 munições.

A Operação Ágata é coordenada pelo Ministério da Defesa, por meio da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e com a participação de agentes dos órgãos de segurança pública federais, estaduais e municipais. Ao longo do ano, a mobilização ocorre em diferentes estados e períodos, prezando pelo fator surpresa a fim de prevenir e reprimir delitos.

Além da atuação integrada, a Marinha, o Exército e a Aeronáutica participaram de mais de 500 operações singulares. A capilaridade das Forças Armadas permite a ampla proteção de regiões consideradas sensíveis. E alcança a fronteira marítima, que possui mais de 7 mil quilômetros de extensão; a demarcação terrestre, que possui aproximadamente 17 mil quilômetros; e a área de cerca de 22 milhões de km² de espaço aéreo. 

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Bolsonaro deveria depor às 14h na sede da Polícia Federal em Brasília, mas não compareceu

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Nesta 6ª feira (28.janeiro), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, negou o recurso apresentado pela AGU (Advocacia-Geral da União) e manteve o depoimento do presidente Jair Bolsonaro (PL) à Polícia Federal. Segundo Moraes, o prazo para o depoimento acontecer terminou em dezembro e foi prorrogado a pedido do próprio presidente que, na ocasião, se dispôs a colaborar com as investigações.

A alegação do advogado-geral da União, Bruno Bianco, apresentada 11 minutos antes do horário estipulado para o depoimento acontecer, era que o presidente deveria ter o direito de ausentar-se à Superintendência da PF em Brasília porque é agente público e deve escolher se quer comparecer ou não para depor na esfera investigativa. Mas, de acordo com Moraes, a AGU protocolou essa petição mesmo sabendo que não estava de acordo com os termos da lei uma vez que o agravo foi considerado ‘intempestivo’, ou seja, fora do prazo.

Na decisão, Moraes alegou, também, que “comportamentos processuais contraditórios são inadmissíveis e se sujeitam à preclusão lógica”. O ministro apontou a incompatibilidade entre a aceitação anterior em comparecer à oitiva em momento oportuno, inclusive com o pedido de extensão do prazo, e a posterior recusa.

Hoje, Bolsonaro deveria depor por causa de uma decisão de Moraes que apura o suposto vazamento de documentos sigilosos. A presença do presidente era esperada na sede da PF às 14h, mas isso não aconteceu.

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"Quem viu essa cena do clipe?", brincou Anitta nas redes sociais

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Ontem (27.janeiro), o clipe da nova música da cantora Anitta, ‘Boys don’t cry’, foi lançado e o que não faltaram foram ‘memes’ com as cenas da produção. Até mesmo a própria cantora entrou na onda e compartilhou a montagem de um dos takes com a frase “Fora Bolsonaro” no Twitter.

Na versão original, a cantora abre um envelope onde a frase ‘I want you back’ está escrita. Já na versão editada, está escrito “Fora Bolsonaro” nesse cartão e a artista brincou nas redes sociais questionando ‘Quem viu essa cena do clipe?’.

A internet, é claro, foi à loucura! Uma chuva de comentários apoiando a nova edição da cena tomou conta da publicação de Anitta. Essa, inclusive, não foi a primeira vez que a cantora se posicionou contra a gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL). Recentemente, durante um show, um grupo de pessoas passou a gritar frases de ofensa ao Chefe do Executivo e ela respondeu “a voz do povo é a voz de Deus!”.

📷 Fotos de reprodução/Instagram

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Ideia é que, caso o agressor já tenha acesso à arma, perca o direito de usá-la

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O Projeto de Lei 2890/21 quer proibir a aquisição, posse ou porte de arma de fogo para cidadãos que cometam crimes de agressão contra a mulher previstos na Lei Maria da Penha. De acordo com a proposta, caso o agressor já tenha essa arma, ela será apreendida até o final do processo judicial e só será devolvida em caso de absolvição do delito.

O projeto determina, ainda, que o Departamento de Segurança Pública do Estado notifique a Polícia Federal e o Exército sobre a restrição no momento em que o inquérito seja instaurado. Atualmente, a Lei Maria da Penha já obriga a autoridade policial a verificar, no registro da ocorrência, se o agressor possui registro de porte ou posse de arma de fogo e juntar essa informação aos autos. O juiz também pode determinar, como medida protetiva de urgência, a apreensão imediata de arma de fogo sob a posse do agressor.

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher, de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Bolsonaro vetou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão e R$ 1,8 bilhão em despesas

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos a Lei 14.303, de 2022, que fixa o Orçamento Geral da União para este ano. Ele cortou R$ 3,1 bilhões em despesas aprovadas em dezembro pelo Congresso Nacional: são R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão e R$ 1,8 bilhão em despesas discricionárias. O corte equivale a apenas 0,06% dos R$ 4,8 trilhões previstos no projeto de lei (PLN 19/2021). A sanção foi publicada nesta segunda-feira (24) no Diário Oficial da União.

Os vetos precisam ser apreciados por senadores e deputados em sessão conjunta. Se não forem votados em 30 dias, trancam a pauta do Congresso Nacional.

A área que mais perdeu recursos em valores nominais foi o Ministério do Trabalho e Previdência, com veto de R$ 1 bilhão (veja tabela ⤵️). Em seguida vem o Ministério da Educação, com um cancelamento de R$ 736 milhões. Outros órgãos com grande volume de recursos vetados foram Desenvolvimento Regional (R$ 458,7 milhões), Cidadania (R$ 284,3 milhões) e Infraestrutura (R$ 177,8 milhões).

Os vetos ao projeto de Lei Orçamentária alcançam 138 ações. O programa que mais perdeu recursos foi a administração do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com corte de R$ 709,8 milhões. O programa de Apoio ao Desenvolvimento da Educação Básica perdeu R$ 324,7 milhões, enquanto o Serviço de Processamento de Dados de Benefícios Previdenciários teve corte de R$ 180,7 milhões.

Na mensagem enviada ao Congresso Nacional (VET 11/2022), o presidente da República justifica o corte “por inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público”. Segundo Bolsonaro, os parlamentares subestimaram despesas obrigatórias com o pagamento de pessoal e encargos sociais, que precisam ser recompostas. “Ante a necessidade projetada de recomposição das despesas primárias com pessoal, impõe-se o veto das programações”, argumenta o chefe do Poder Executivo.

Dos R$ 4,7 trilhões previstos, R$ 1,884 trilhão vai para o refinanciamento da dívida pública federal. O Orçamento de 2022 destina R$ 89,1 bilhões ao programa social Auxílio Brasil. Jair Bolsonaro manteve R$ 4,9 bilhões para o fundo eleitoral e uma previsão de R$ 1,7 bilhão para o reajuste de servidores públicos.

O teto de gastos é fixado em R$ 1,7 trilhão e considera a projeção do IPCA de 10,18% ao ano. O resultado primário previsto é de déficit de R$ 79,3 bilhões. As emendas de relator somam R$ 16,5 bilhões. Confira abaixo os valores vetados por Jair Bolsonaro no Orçamento de 2022.

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BC diz que vazamento ocorreu devido às falhas nos sistemas do banco Acesso

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Nesta 6ª feira (21.janeiro), o BC (Banco Central) informou que houve um vazamento de dados vinculados a 160.147 chaves do Pix que estava sob responsabilidade do banco digital Acesso. Segundo o BC, não foram vazados dados como senhas, saldos e histórico de movimentações, mas informações ligadas à natureza cadastral e, por isso, não podem ser usadas para movimentar recursos ou acessar contas.

Segundo o BC, o vazamento ocorreu devido às falhas pontuais em sistemas do Acesso. As vítimas do vazamento vão ser notificadas, exclusivamente, por meio do aplicativo ou internet banking da instituição em que a chave está cadastrada. Não haverá comunicação por telefone, mensagens, SMS ou e-mail.

Por meio de nota, o Acesso informou: “Reforçamos que tomamos, de forma tempestiva, todas as providências necessárias para garantir a segurança das informações mantidas pela Companhia e o nosso compromisso em manter o mercado e nossos parceiros informados”. 

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