PF cumpriu 24 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de suspensão de servidores

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Nesta quinta (17.agosto), a Polícia Federal deflagrou a Operação Expurgo com o objetivo de desarticular um grupo criminoso especializado em fraudar licitações. Foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, 14 mandados de suspensão de servidores públicos, além de outras medidas judiciais em Teixeira de Freitas, Prado, Medeiros Neto, Santa Cruz Cabrália, Porto Seguro, Mucuri, Itapebi e Belmonte. No Espírito Santo, os mandados foram cumpridos em Vila Velha e São Mateus.

Durante cerca de um ano de investigação, a Polícia Federal identificou a atuação de dois grupos empresariais que utilizavam pessoas jurídicas para fraudar a concorrência e a lisura dos certames. O prejuízo estimado, até o momento, está em cerca de R$ 5 milhões, mas o grupo movimentou R$ 92 milhões em contas bancárias.

Um extenso trabalho de análise identificou elementos e pessoas interpostas utilizadas para a corrupção de servidores públicos e ocultação patrimonial. Ainda como resultado da análise, foram identificados os servidores públicos que se beneficiavam da prática.

Com o material apreendido durante a operação, a PF pretende detalhar, ainda mais, a extensão dos danos ao patrimônio público e estender a investigação para outros envolvidos, além de localizar o caminho trilhado pelo dinheiro desviado, terminando por extinguir dos quadros funcionais os servidores que se deixaram seduzir pelas práticas ilícitas.

Os envolvidos responderão por corrupção ativa e passiva, assim como fraudes licitatórias. Juntas, as penas podem chegar a mais de 20 anos de reclusão.

Marcos foi surpreendido por dupla armada

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Um funcionário dos Correios foi morto a tiros enquanto realizava entregas no Bairro de Fátima, em Itamaraju. O carteiro Marcos Silva de Jesus, de 44 anos, foi surpreendido por uma dupla armada e não teve chance de defesa.

A vítima chegou a ser levada até o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A Polícia Civil já instaurou um inquérito para apurar autoria e motivação do crime.

Crime aconteceu em Serra no dia 10 de julho

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Equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Itabuna prenderam um suspeito de cometer o crime de latrocínio em Serra, no Espírito Santo, no dia 10 de julho deste ano. A prisão aconteceu após um trabalho conjunto entre as polícias civil de Itabuna e do Espírito Santo.

De acordo com as investigações, o suspeito foi autor do latrocínio que vitimou o dono de uma pastelaria no estado capixaba. Ao tentar roubar a vítima, Davi e os companheiros tiraram a vida dela, que não teve nenhuma chance de defesa.

O suspeito foi encaminhado para o Espírito Santo, onde vai ficar à disposição da Justiça local.

Vítima foi levada enquanto estava no entroncamento de Muritiba com a BR-101

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O vereador do município de Muritiba, Rubens Fonseca (PSDB), foi encontrado com as mãos amarradas após ser sequestrado por três homens armados. A polícia informou que o político estava no entroncamento de Muritiba com a BR-101, na noite de ontem (14.agosto), quando foi abordado pelos criminosos, que o pegaram à força e o colocaram dentro de um veículo.

Ainda segundo a polícia, no momento em que foi levado, o vereador estava acompanhado de um funcionário. Já na madrugada, algumas horas depois do sequestro, ele foi resgatado bastante assustado na região de Pedreiras.

Até o momento, a polícia não divulgou mais informações sobre as circunstâncias em que o crime aconteceu. O caso permanece sendo investigado.

Na semana passada, o prefeito da cidade, Danilo de Babão (PSD), também foi vítima da violência. Ele foi baleado no pescoço depois que homens armados invadiram a propriedade rural em que ele estava para roubar. Felizmente, o gestor está bem.

Suspeito do crime foi conduzido à delegacia e permanece preso

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Na madrugada desta terça (15.agosto), uma discussão entre policiais militares terminou com a morte do soldado Vinícios de Oliveira Silva, lotado na 72° CIPM de Itacaré, em um posto de combustíveis localizado na Avenida Itabuna, em Ilhéus. Outro soldado da PM, lotado na 33° CIPM de Valença, foi o responsável pelos disparos que tiraram a vida do colega.

O suspeito do crime foi conduzido à delegacia de Polícia Civil de Ilhéus, onde foi autuado em flagrante e permanece à disposição da Justiça. Informações preliminares apontam que a dupla discutiu no estabelecimento e, em seguida, a vítima foi baleada por três vezes na região das costas.

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VIOLÊNCIA❗ Polícias da Bahia mataram mais que as polícias dos Estados Unidos em 2022

Operação foi desdobramento da Operação Garra de Arquimedes

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Na tarde de ontem (14.agosto), policias militares do 15º Batalhão, em decorrência da operação Garra de Arquimedes, encontraram o início de uma plantação de pés de maconha em uma área de mata localizada no Bairro Sinval Palmeira, em Itabuna.

Os policiais destruíram os pés, que totalizavam cerca de 30 mudas pequenas e 10 médias. No local, também havia baldes e buracos, onde foram enterrados materiais para manutenção de armamento, além de adubo.

Grupo armado invadiu estabelecimento atirando e sem dar chance de defesa às vítimas

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No final da manhã desta segunda (14.agosto), quatro ciganos foram mortos após um ataque dentro de um estabelecimento localizado no centro de Feira de Santana. Ao todo, cinco pessoas foram baleadas e quatro não resistiram aos ferimentos.

Um grupo de homens armados teria invadido o local atirando e sem dar chance de defesa à vítimas. Após cometer os crimes, eles fugiram e, até o momento, não foram capturados.

A Polícia Civil informou que vai instaurar um inquérito para apurar o caso.

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VIOLÊNCIA❗ Polícias da Bahia mataram mais que as polícias dos Estados Unidos em 2022

Bahia está sob comando do PT há 16 anos; antes de Jerônimo (centro), Rui e Wagner passaram pelo cargo // 📷 Reproduções

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Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que as polícias da Bahia mataram mais pessoas que todas as forças policiais dos Estados Unidos em 2022. A comparação foi feita pelo UOL a partir de dados do fórum e do Mapping Police Violence, dos EUA.

No ano passado, as polícias civil e militar baianas mataram 1.464 pessoas durante intervenções. Já nos Estados Unidos, o número é de 1.201 pessoas durante todo o ano.

A pesquisadora da universidade de Harvard, nos EUA, afirmou que a Bahia deveria entrar no radar das autoridades internacionais: “Deveria ser declarada uma emergência nacional. Um estado do tamanho da Bahia matou mais pessoas que as 18 mil polícias dos Estados Unidos. Um país que tem 330 milhões de habitantes. Onde está o debate no Brasil sobre essas mortes? Como pode ser possível ter essa magnitude tão grande num estado só?”.

Em relação a 2023, apenas na semana passada, 30 pessoas morreram no estado após supostos confrontos entre a população e as forças de segurança. O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, declarou que essa situação não é compatível com um país que se pretende democrático e em consonância com os Direitos Humanos.

Diante do cenário, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) se pronunciou: “O nosso compromisso é na apuração de casos de eventual excesso por parte de qualquer servidor, qualificação permanente da atuação policial para garantir mais eficiência na ação, respeito à legislação e preservação da vida”.

Vale ressaltar que o estado da Bahia está sob o comando da gestão petista há 16 anos e o governador Jerônimo assumiu o posto em janeiro deste ano, ou seja, os números anteriores são relativos às passagens do agora ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), e do senador Jaques Wagner (PT) pela função.

UOL destaca quantidade de mortes causadas por supostos confrontos entre polícias baianas e população.

PF pediu quebra de sigilos bancários de Michelle e de Bolsonaro

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A Polícia Federal disse que já existem elementos suficientes para indiciar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro no caso das joias. Inicialmente, ela vai ser ouvida, mas não existe data para convocá-la porque é possível dar andamento ao indiciamento mesmo assim.

Na última sexta-feira (11.agosto), a Polícia Federal deflagrou uma operação para investigar o suposto desvio de presentes oficiais recebidos durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A suspeita da PF é que pessoas ligadas ao ex-presidente tenham vendido ilegalmente esses itens, que pertencem à União.

A PF, inclusive, pediu a quebra dos sigilos bancários de Michelle e do ex-presidente já que esses dados podem corroborar a suspeita de que a ex-primeira-dama seja uma das beneficiárias dos eventuais desvios. A investigação apura ilegalidades como peculato e lavagem de dinheiro.

📷 Foto Reprodução/Redes Sociais

Pablo Roberto enfatizou a necessidade de expandir políticas sociais que afastem indivíduos inocentes do ciclo da criminalidade, algo que não está sendo adequadamente realizado pelo estado

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Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública na Assembleia Legislativa da Bahia, o deputado estadual Pablo Roberto (PSDB), fez um pedido de intervenção federal visando conter o crescente aumento da criminalidade no estado.

Em um ofício direcionado ao presidente da República, Lula (PT), e ao ministro da Justiça, Flávio Dino (PCdoB), o parlamentar baiano destacou a necessidade de “medidas urgentes para conter a situação”.

Pablo justificou seu pedido citando a presença cada vez mais frequente da criminalidade em todas as áreas do estado, incluindo a capital, Salvador. Nesta semana, um homem foi assassinado a tiros na Avenida Tancredo Neves, trecho conhecido como centro financeiro da cidade.

Além disso, o deputado apontou a ocorrência constante de assaltos a ônibus e ataques incendiários a veículos do transporte público como indicativos preocupantes da situação atual. “Esse cenário demonstra claramente que, se não forem tomadas medidas enérgicas e eficazes, a violência na Bahia continuará a se expandir”, destacou.

“Isso pode resultar na perda de controle por parte das forças estaduais de segurança, deixando a população à mercê da criminalidade. A ordem pública está comprometida e, portanto, a intervenção da União é justificada”, acrescentou Roberto.

O deputado ressaltou a importância de abordar a questão da segurança não apenas com ações isoladas das forças policiais, mas também “por meio de políticas de inteligência e cooperação entre os órgãos investigativos”.

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