Operação tem como principal objetivo prevenir sinistros e reduzir a gravidade das ocorrências, especialmente aquelas que resultam em feridos graves e mortes

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a abertura oficial da Operação Rodovida 2025/2026 na Bahia. A ação marcou o início de um período de intensificação do policiamento e das atividades educativas nas rodovias federais, que se estende até após o Carnaval, época tradicionalmente marcada pelo aumento do fluxo de veículos e, consequentemente, pelo maior risco de sinistros de trânsito.

A Operação Rodovida tem como principal objetivo prevenir sinistros e reduzir a gravidade das ocorrências, especialmente aquelas que resultam em feridos graves e mortes. Para isso, a PRF atua de forma integrada, aliando fiscalização rigorosa a ações educativas que promovem a mudança de comportamento dos usuários das rodovias.

Entre as principais recomendações reforçadas durante a ação, estão planejar a viagem com antecedência, respeitar os limites de velocidade, não dirigir após o consumo de álcool, utilizar corretamente os dispositivos de segurança, manter distância segura dos demais veículos e realizar ultrapassagens apenas em locais permitidos e com segurança.

Ao longo de todo o período da Operação Rodovida, a PRF intensificará o policiamento ostensivo, as fiscalizações direcionadas e os comandos educativos em pontos estratégicos das rodovias federais baianas. A proposta é garantir mais segurança para quem vai viajar a trabalho, lazer ou visitar familiares, especialmente durante as festas de fim de ano, férias e Carnaval.

As diligências da PF buscam reunir provas sobre o uso irregular das verbas destinadas ao custeio de despesas do mandato

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A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19.dezembro) uma operação para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos oriundos da cota parlamentar. Os deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL), líder do partido na Câmara, e Carlos Jordy (PL), estão entre os alvos de mandados de busca e apreensão.

Ao todo, policiais federais cumprem sete mandados, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no Rio de Janeiro. As diligências buscam reunir provas sobre o uso irregular das verbas destinadas ao custeio de despesas do mandato, como passagens aéreas, hospedagens, alimentação, manutenção de escritórios e contratação de serviços.

A cota parlamentar é um recurso público mensal disponibilizado a deputados e senadores para o exercício da atividade legislativa, além do salário.

Ação simultânea das operações reforça a atuação imparcial da Polícia Federal na repressão e combate a pessoas que, atendendo aos próprios interesses, se utilizam da temática de demandas legítimas dos povos originários para cometer crimes

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A primeira operação, denominada Sombras da Mata, é fruto de investigações do fato ocorrido no dia 28 de outubro, quando dois pequenos produtores rurais foram mortos a tiros em Itamaraju. Uma terceira pessoa foi gravemente ferida pelos atiradores que se autointitularam indígenas.

No dia dos fatos, três pessoas já tinham sido presas em flagrante, mas foram liberadas depois. No decorrer das investigações, além desses três envolvidos, foram identificados os supostos mandantes da invasão e os suspeitos que teriam efetuados os disparos fatais.

As diligências estão em andamento e, até o momento, uma pessoa foi presa e mais de 10 armas de fogo foram apreendidas.

A segunda operação, denominada Tekó Porã, é decorrente das investigações do ataque contra um grupo de indígenas da Aldeia KAI em 1º de outubro. Os indígenas estavam em uma propriedade rural no distrito de Cumuruxatiba, em Prado, quando dois deles foram feridos.

Nesta operação, estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas residências de supostos mandante e executores dos ataques com intuito de angariar maiores elementos para a investigação e demais pessoas que estejam envolvidas.

A ação simultânea das operações reforça a atuação imparcial da Polícia Federal na repressão e combate a pessoas que, atendendo aos próprios interesses, se utilizam da temática de demandas legítimas dos povos originários para o cometimento de crimes, o que fomenta e retroalimenta a violência dos conflitos fundiários.

30 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Itabuna, Ilhéus, Itajuípe, Ubaitaba, Jequié e Itacaré, além de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo

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A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou hoje (25.novembro) a operação Gênesis, que apura fraudes em licitações, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo contratos de fornecimento de materiais de construção firmados pela prefeitura de Itacaré.

Ao todo, 30 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Itabuna, Ilhéus, Itajuípe, Ubaitaba, Jequié e Itacaré, além de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. A Justiça Federal também determinou o afastamento cautelar de sete agentes públicos e autorizou o sequestro de bens que podem chegar a R$ 20 milhões.

As investigações apontam que, entre 2018 e 2024, duas empresas locais, registradas em nome de laranjas e sem capacidade operacional compatível, receberam mais de R$ 30 milhões em contratos com o município. Segundo a PF, parte significativa dos recursos teria sido desviada para agentes públicos e terceiros ligados ao esquema.

A operação busca aprofundar a coleta de provas e garantir o ressarcimento do erário. Os investigados poderão responder por fraude em licitação, peculato, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro.

As investigações revelaram a existência de uma estrutura criminosa voltada para o desvio de verbas da saúde pública

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A segunda fase da Operação USG, deflagrada nesta terça-feira (18.novembro), resultou na prisão de nove suspeitos, entre eles um vereador, dois ex-secretários de Saúde e outros investigados ligados ao esquema, como médicos e empresários do setor. As equipes da Polícia Civil cumprem mandados em Formosa do Rio Preto, na Bahia, e nas cidades de Corrente e Bom Jesus, no Piauí.

As investigações revelaram a existência de uma estrutura criminosa voltada para o desvio de verbas da saúde pública. O núcleo central da organização era formado pelos ex-secretários municipais que, com o auxílio de familiares e empresários, controlavam contratos de clínicas e laboratórios credenciados pelo município.

Entre os envolvidos, estão médicos apontados como sócios formais de empresas de fachada e diretores hospitalares responsáveis por validar procedimentos jamais realizados. Relatórios técnicos identificaram que clínicas credenciadas figuravam entre as utilizadas para viabilizar o esquema.

O mecanismo de fraude incluía a emissão de exames, plantões e atendimentos fictícios, além de lançamentos totalmente incompatíveis com a dinâmica assistencial do município. Uma das irregularidades identificadas foi a quantidade de ultrassonografias, considerada nove vezes superior à média regional. Também foram constatados exames superfaturados, valores de medicamentos acima do teto da Anvisa, duplicidade de lançamentos e notas fiscais utilizadas para mascarar serviços inexistentes.

Segundo as investigações, traficantes baianos, em parceria com uma facção de São Paulo, movimentaram cerca de R$ 52 milhões em pouco mais de três anos

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A Operação Alta Potência 2 bloqueou hoje (18.novembro) 90 contas bancárias utilizadas por criminosos que atuam na região das cidades baianas de Jequié, Ipiaú e Itagibá. Cerca de R$ 2 milhões em imóveis também foram sequestrados.

Segundo as investigações, traficantes baianos, em parceria com uma facção de São Paulo, movimentaram cerca de R$ 52 milhões em pouco mais de três anos. O grupo lavava dinheiro através da compra de imóveis e distribuição dos recursos em diversas contas.

O balanço parcial da operação contabiliza vinte mandados de prisão cumpridos na Bahia e em São Paulo. Na cidade baiana de Gandu, um integrante da facção entrou em confronto com as Forças Policiais. O criminoso foi socorrido pra uma unidade médica do município.

Segundo as investigações, Stefanutto autorizou, em 2023, a liberação de descontos indevidos nas folhas de pagamento de 34.487 aposentados e pensionistas

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O ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, foi preso hoje (13.novembro) durante a nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema nacional de cobranças indevidas em aposentadorias e pensões do instituto. A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União realizaram uma operação para localizar e prender suspeitos de envolvimento no esquema ilegal. 

Além de Stefanutto, o ex-ministro da Previdência, Ahmed Mohamad Oliveira, foi alvo de mandados de busca e apreensão e terá que usar tornolezeira eletrônica. No total, foram cumpridos 63 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares diversas de prisão.

Segundo as investigações, Stefanutto autorizou, em 2023, a liberação de descontos indevidos nas folhas de pagamento de 34.487 aposentados e pensionistas. A decisão do ex-presidente do INSS contrariou parecer jurídico inicial da Procuradoria do órgão, que recomendava a não liberação dos descontos.

Estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, 23 medidas cautelares diversas da prisão e um mandado de prisão preventiva

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A Polícia Federal deflagrou hoje (13.novembro) a Operação Worms 2 – “Não Seja um Laranja” com o objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada em fraudes bancárias, furto qualificado, estelionato majorado e lavagem de dinheiro, que utilizava contas de laranjas para movimentar valores ilícitos oriundos de furtos e fraudes contra a Caixa Econômica Federal e outras instituições financeiras.

A ação integra a Força-Tarefa Tentáculos, iniciativa que tem como um dos pilares a cooperação com instituições bancárias e financeiras para o combate às fraudes eletrônicas. Estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, 23 medidas cautelares diversas da prisão e um mandado de prisão preventiva.

A investigação, iniciada a partir das operações Worms (2022) e Não Seja Um Laranja (2022), revelou que o grupo criminoso evoluiu para um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro, utilizando instituições de pagamento, plataformas de apostas online e criptoativos para dissimular a origem ilícita dos valores. Relatórios de inteligência financeira apontaram movimentações superiores a R$ 6,9 milhões, entre 2023 e 2024, com projeção de R$ 20,9 milhões no período de cinco anos.

Além dos mandados, foi determinado o bloqueio judicial de contas bancárias e ativos financeiros dos investigados, visando descapitalizar a organização criminosa. Os crimes apurados incluem associação criminosa, furto qualificado, estelionato majorado e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.

Parlamentar foi preso durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na residência dele

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Uma operação conjunta das Polícias Militar e Civil de Itabela resultou na prisão em flagrante do vereador Lucas de Souza (UB) por suspeita de tráfico de drogas e associação ao tráfico. O parlamentar foi preso durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na residência dele.

Outros dois suspeitos de participação com o grupo criminoso também foram alvos na operação. Um dos suspeitos, com diversas passagens pela polícia, atirou contra policiais e, após confronto, acabou ferido. Ele foi levado para uma unidade de saúde do município, mas não resistiu.

Um revólver calibre 38, munições, celulares e porções de drogas foram apreendidos com os suspeitos.

Em nota, a Câmara de Vereadores disse que acompanha com atenção o desenrolar das investigações conduzidas pelas autoridades competentes e aguarda a devida apuração dos fatos. As medidas cabíveis serão avaliadas e adotadas em conformidade com o que dispõe a Lei Orgânica do Município e o Regimento Interno desta Casa, à medida que os fatos sejam oficialmente esclarecidos pela Justiça.

Ainda no documento, a Casa informou que as atividades legislativas continuarão a transcorrer normalmente, reafirmando o compromisso de todos os seus membros com a transparência, a ética e, acima de tudo, com os interesses da população de
Itabela.

Ação resultou do cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão em diferentes pontos comerciais e academias

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Nesta terça-feira (11.novembro), foram apreendidos suplementos alimentares avaliados em, aproximadamente, R$ 1 milhão, durante a Operação Cyberconnect, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia. A ação resultou do cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão em diferentes pontos comerciais e academias de Vitória da Conquista.

De acordo com as investigações, um homem de 34 anos, representante comercial, utilizava empresas de fachada para realizar compras fraudulentas de suplementos e simulava os pagamentos por meio de comprovantes falsos. A empresa vítima, fabricante dos produtos, é sediada em Votuporanga, em São Paulo.

Segundo as investigações, parte da carga foi entregue em endereços vinculados ao investigado em Vitória da Conquista, incluindo lojas e academias utilizadas para revenda dos suplementos. Mandados de busca e apreensão também foram cumpridos nas cidades paulistas de Votuporanga e Itaquaquecetuba.

As apurações tiveram início em Votuporanga e apontam que os envolvidos agiram com dolo específico, ou seja, com a intenção consciente de obter vantagem indevida. As evidências também indicam possível associação criminosa, diante da atuação coordenada e do uso de diferentes pessoas jurídicas para viabilizar as fraudes comerciais.

Todo o material apreendido será restituído ao legítimo proprietário. As investigações seguem em curso para responsabilizar todos os envolvidos na prática criminosa.

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