O levantamento analisa municípios com mais de 100 mil habitantes em todo o país, com base em indicadores de criminalidade e segurança pública

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O prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), comemorou o resultado do Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2025, divulgado pela plataforma MySide, que classificou o município como a terceira cidade mais segura da Bahia para se viver. O levantamento analisa municípios com mais de 100 mil habitantes em todo o país, com base em indicadores de criminalidade e segurança pública.

No estado, o ranking é liderado por Vitória da Conquista, seguida por Luís Eduardo Magalhães, Itabuna, Alagoinhas e Barreiras. Porto Seguro aparece em décimo lugar, com uma taxa superior a 60 homicídios por 100 mil habitantes.

Ao comentar o resultado a este Pauta Blog, o prefeito Augusto Castro destacou o papel das ações conjuntas entre diferentes esferas de governo e os investimentos municipais em infraestrutura urbana: “É o resultado de ações integradas dos governos municipal e estadual, por meio de políticas públicas e intervenções em bairros que, no passado, nunca recebiam nenhum tipo de atenção. Hoje vemos obras de pavimentação, iluminação e, principalmente, a reestruturação das praças da cidade. Tudo isso contribui para um ambiente mais seguro”.

Castro ressaltou, ainda, que os investimentos em equipamentos esportivos, culturais e na ampliação da iluminação pública, além de obras estruturantes de grande porte fazem parte de uma política contínua de valorização dos espaços urbanos: “A prefeitura tem se empenhado em criar uma cidade mais segura, o que aumenta ainda mais a nossa responsabilidade de manter esse trabalho. Com isso, investidores são atraídos, impulsionando a economia e a geração de empregos em nossa cidade”.

O anuário utiliza como principal indicador a taxa de homicídios por 100 mil habitantes, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

Montante exportado foi US$ 660,2 milhões, representando uma queda de 33,8% frente aos US$ 997,6 milhões exportados em janeiro de 2024

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Dados da Superintendência de Estudos Econômicos da Bahia mostraram que as exportações baianas registraram um forte recuo em janeiro, reflexo da queda do volume de embarques, devido principalmente à entressafra da soja, carro chefe da pauta de exportação do estado, que reduziu os embarques em 75%. Também houve redução nos embarques da celulose, dos derivados de petróleo e dos produtos químicos. O montante exportado foi US$ 660,2 milhões, uma queda de 33,8% frente aos US$ 997,6 milhões exportados em janeiro do ano passado.

Os preços de alguns produtos, como café e celulose, metais preciosos, cacau e petróleo subiram no mês passado, compensando em parte a redução do volume de embarques que recuou como um todo, em 49,2% frente a janeiro de 2023. O resultado é o mais baixo para meses de janeiro desde 2021, quando a balança comercial do estado tinha registrado déficit de US$ 64,6 milhões. Agora, o déficit alcançou US$ 217,1 milhões.

Todos os grandes setores apresentaram queda em relação ao mesmo mês de 2023. A indústria de transformação registrou variação negativa de 36%, somando US$ 240 milhões. O setor de agropecuário, puxado pelo mau desempenho da soja, teve queda de 41% nas exportações no comparativo interanual, alcançando US$ 306 milhões. Já a indústria extrativa sofreu a menor queda, de 0,8%, passando a US$ 90,7 milhões.

As exportações brasileiras para China, principal destino dos produtos baianos, caíram 65,8% no primeiro mês de 2025, em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as vendas totais para a Ásia recuaram 66,4%. Na mesma base de comparação, as vendas para a América do Norte diminuíram 10,7%, enquanto para a América Latina, incluindo o Mercosul, subiram 84%, puxado pelo aumento das vendas para a Argentina em 50%, devido a base baixa de comparação. Para a União Europeia, houve expansão de 29,4%.

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