Na manhã desta quinta-feira, 08, a Prefeitura de Itapetinga reuniu-se com os representantes das escolas particulares para explicar, mais uma vez, que o Governo Municipal não tem autonomia para autorizar o retorno às aulas presenciais de escolas de Ensino Fundamental e/ou Ensino Médio.
Segundo o secretário de Educação, Geraldo Trindade, “essas unidades seguem as determinações do Conselho Estadual de Educação, que inclusive emitiu a deliberação Nº 01/2021, informando que, as escolas que descumprirem o decreto governamental podem ter autorização de funcionamento cassada”, disse o secretário.
O governador da Bahia anunciou a possibilidade de retorno às aulas das escolas estaduais e particulares em julho, mas ainda não há nenhum decreto as autorizando.
O município de Itapetinga se prepara para, de forma escalonada e com debate democrático, reabrir as escolas com aulas presenciais. Na próxima semana, a secretaria de educação terá reuniões com a APLB e o Sinditatiba a fim de elaborar um planejamento escalonado, seguro e responsável. “A gente ressalta que todos os nossos profissionais de educação receberão a segunda dose da vacina entre o final de julho e o início de agosto. Falta pouco para garantirmos maior segurança a todos os envolvidos no processo e assim faremos de forma criteriosa e muito cuidadosa”, esclareceu o secretário.
“Nós entendemos a angústia das famílias e de toda a comunidade escolar. A notícia de que alguns municípios autorizaram o retorno às aulas presenciais, apesar do decreto estadual, causa dúvidas e gera polêmica. Mas nós não podemos legislar sobre o que não é da nossa competência. Fazê-lo é criar insegurança jurídica para as escolas, por em risco sua autorização de funcionamento e ir contra as determinações legais”, explicou o prefeito Rodrigo Hagge ao colocar-se à disposição de escolas e pais para a construção conjunta de um retorno seguro e planejado. ![]()







Quando você é convidado para assistir a uma peça teatral online, num primeiro momento imagina que não será algo tão interessante, pois estamos acostumados ao teatro existindo diante da plateia, com o coração do ator pulsando na sua frente. O ator trocando energia com a público, e você sendo tocado pela emoção, de forma direta. Aquela luz, aquele som, aquele olhar cruzando com o seu, nada pode substituir. Ledo engano. A última apresentação me fez refém, me hipnotizou. Já tinha assistido a outros espetáculos, inclusive um diretamente de Salvador, no mês de fevereiro, que me impressionou, sobretudo, como a tecnologia foi usada para trocar cenários, aproximar atores, atuando a distância. Gritei: Viva a tecnologia! Atores bons, direção belíssima! Gostei do espetáculo. Entretanto, na última semana, o diretor Marquinhos Nô, de Itabuna, com quem tive o privilegio de trabalhar na montagem da peça “Paixão de Cristo”, em 2017, naquela cidade, e já fez apresentação em Itapetinga, me enviou um convite para o espetáculo “Canção Para Uma Flor de Barro”, de sua autoria e que também assinava a direção.




