Agora, Andréa assume o protagonismo de lutar para ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) e permanecer defendendo as pautas que lhe deram visibilidade

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A advogada e primeira-dama de Itabuna, Andréa Castro, é pré-candidata a deputada estadual com o aval do senador e líder do PSD na Bahia, Otto Alencar. As negociações, agora, giram em torno da filiação de Andréa ao partido para disputar o pleito de outubro.

Assim que o prefeito Augusto Castro (PSD) sentou na cadeira, a primeira-dama tomou a frente das causas sociais e ocupou o cargo de secretária de Promoção Social e Combate à Pobreza. Mesmo tendo deixado a função posteriormente, permaneceu ao lado do gestor trabalhando em prol da comunidade e das mulheres.

Agora, Andréa assume o protagonismo de lutar para ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) e permanecer defendendo as pautas que lhe deram visibilidade.

 

A crise que ronda o Palácio de Ondina não é apenas de popularidade; é de autoridade, de coordenação e, sobretudo, de capacidade de gestão

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| Por Matheus Vital

Os fatos falam mais alto que o discurso e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), parece viver esse momento. A crise que ronda o Palácio de Ondina não é apenas de popularidade; é de autoridade, de coordenação e, sobretudo, de capacidade de gestão.

Desde que o PT chegou ao poder na Bahia com Jaques Wagner, em 2006, o roteiro foi de vitórias consolidadas no 1º turno. Wagner repetiu o feito em 2010. Depois veio Rui Costa, que também venceu em 2014 e 2018 sem precisar de 2º turno.

Jerônimo, no entanto, rompeu essa sequência. Venceu ACM Neto (UB) apenas no 2º turno e por uma margem de 473 mil votos — a menor diferença desde o início do ciclo do PT, o que gerou um sinal de advertência.

SEM TRAÇÃO

O problema central é administrativo. Educação, segurança pública, saúde, infraestrutura e crise hídrica compõem um cardápio de dificuldades que desafiam qualquer gestor. Além disso, a ausência de uma agenda estruturante que simbolize eficiência impede que a gestão decole.

A principal vitrine de Jerônimo tem sido viajar: 370 municípios visitados, dos 417 existentes. Visitar é governar?

O contraste entre discurso e execução ganha peso quando se observam números do TCU: 926 das 1.770 obras com recursos federais já recebidos estão paralisadas na Bahia. Obra parada é promessa interrompida que corrói a confiança.

ALERTA DE DENTRO

O constrangimento veio de Lula (PT) ao afirmar que Jerônimo precisa ter “timing” para prometer e cumprir. O alerta é claro: Prometeu? Cumpra e entregue!

Mais contundente foi Wagner ao classificar a gestão como “mediana”. Em política, adjetivo é transparência. Lula teria avaliado substituir o nome de Jerônimo na chapa, visando preservar sua própria votação no estado. Wagner atuou para mantê-lo; assim, o episódio expõe fragilidade.

FÔLEGO OU FADIGA?

A Bahia é peça-chave para Lula. Historicamente, o estado garante margem robusta ao petismo. A questão agora é: Jerônimo terá tempo para reorganizar a base, acelerar entregas e construir uma virada? Sabe-se que o relógio político corre mais rápido que o administrativo.

Jerônimo terá fôlego e pulso? Caso contrário, poderá ser o mentor do fim dos 20 anos do PT em 2026.

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Segundo a gestora, essa foi a primeira vez que ela deixou clara a possibilidade de abrir mão do comando da prefeitura de Vitória da Conquista

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A prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (UB), afirmou, em entrevista ao jornalista Vitor Pinto, que se colocou à disposição para compor a chapa de ACM Neto (UB) na condição de candidata a vice-governadora. Segundo a gestora, essa foi a primeira vez que ela deixou clara a possibilidade de abrir mão do comando da prefeitura para integrar o projeto oposicionista nas eleições de outubro.

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Em outro trecho do vídeo, Ferreira chegou a dizer que é preciso ter cuidado com essas pessoas que só lembram das minorias quando há interesse às vésperas das eleições

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) foi até as redes sociais para criticar o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula (PT) e, segundo o parlamentar, feriu os valores propostos pelo cristianismo. Nikolas fez questão de alertar os cristãos ao dizer que os líderes da esquerda brasileira “só lembram das igrejas em ano eleitoral”.

Ainda de acordo com o deputado, ao mesmo tempo em que esses políticos incitam o desrespeito aos valores do cristianismo ao exaltar o Carnaval, frequentam as igrejas com o objetivo de pedir votos. Em outro trecho do vídeo, Ferreira chegou a dizer que é preciso ter cuidado com essas pessoas que só lembram das minorias quando há interesse às vésperas das eleições.

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“Ele escolheu outro caminho! Paciência! É página virada!'', disse Adolpho em entrevista ao radialista Zé Eduardo

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Em entrevista ao radialista Zé Eduardo durante o carnaval de Salvador, o secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, foi questionado se sentia saudades do senador Angelo Coronel, que deixou a base governista para marchar ao lado de ACM Neto (UB). Loyola foi enfático ao dizer que Coronel é “página virada”: “Ele escolheu outro caminho! Paciência! É página virada! Agora, é conosco, é com nossa turma, com Rui, Wagner, Jerônimo e todos os partidos da base”.

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Cocá virou peça cobiçada de 2026. O nome do gestor, inclusive, circula como possível vice tanto na chapa governista quanto no grupo oposicionista liderado por ACM Neto

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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) deixou escapar um recado com endereço certo ao afirmar que vem atendendo demandas do prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), e que espera vê-lo em seu palanque. Na política, raramente gestos públicos são gratuitos. Quando um governador fala em “atender pedidos”, normalmente, está emitindo uma fatura.

Cocá virou peça cobiçada de 2026. O nome do gestor, inclusive, circula como possível vice tanto na chapa governista quanto no grupo oposicionista liderado por ACM Neto (UB).

Em tradução livre do dialeto político, quem recebe agora, pode ser chamado a pagar depois. Resta saber se Cocá já escolheu a quem entregar a caneta quando a conta vencer!

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A frequência das visitas é vista nos bastidores como sinal de mobilização da base petista

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Em apenas 22 dias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fará a terceira visita à Bahia. Desta vez, ele estará em Salvador nesse sábado (14.fevereiro) para participar da agenda do Carnaval, ampliando a presença política no estado em um ano eleitoral.

Lula esteve na capital baiana nos dias 6 e 7 de fevereiro, durante as comemorações dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores e, anteriormente, em 23 de janeiro, quando participou do 14º Encontro Nacional do MST.

A frequência das visitas é vista nos bastidores como sinal de mobilização da base petista, diante de avaliações do desgaste na popularidade do presidente e do governador Jerônimo Rodrigues (PT) no estado às vésperas das eleições de outubro.

📷 Ricardo Stuckert

Declaração foi dada em entrevista ao MundoBa durante a abertura do carnaval de Salvador

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Em entrevista ao MundoBa durante a abertura do carnaval de Salvador, o pré-candidato a governador da Bahia, ACM Neto (UB), disse que acredita que o presidente Lula (PT) não tem mais tanta força para interferir no voto dos baianos. Neto reconheceu que o petista ainda tem muita força no estado, mas não será suficiente para reeleger Jerônimo Rodrigues (PT).

“Lula ainda tem muito voto na Bahia, é fato. É difícil. Mas Lula não tem o mesmo tamanho de 2022, é outro fato. Eu estou partindo de um primeiro fato pra ir pra outro, e os dois são realidade. Aquela diferença de quase 4 milhões de votos, ela não vai se repetir dessa vez. A gente vê pelas pesquisas internas que os números são bem diferentes do que eram os números de 2022. Então, na minha cabeça, Lula foi determinante na eleição pra governador em 2022. Dessa vez, ele não será determinante. Ele vai ter uma votação grande, ele tem um apoio grande na Bahia. Ele ainda tem um reconhecimento popular muito expressivo em nosso estado, mas eu acho que dessa vez ele não decide a eleição pra governador”, disse Neto.

O senador Angelo Coronel ligou o modo “virada de rumo” e partiu para o Carnaval

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O senador Angelo Coronel ligou o modo “virada de rumo” e partiu para o Carnaval. Mais do que cair na folia, entrou de vez em um novo bloco político.

Ao lado de ACM Neto (UB) e do prefeito Bruno Reis (UB), Coronel deu o close desde o rompimento com o grupo petista, quando foi rifado da chapa majoritária. A imagem fala por si e o sinal público é de reposicionamento no cenário baiano.

O principal motivo da debandada é o fato da legenda ter demonstrado que deverá marchar ao lado do PT baiano

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Depois do deputado federal Léo Prates, chegou a vez da vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos, anunciar que vai deixar o PDT. O principal motivo da debandada é o fato da legenda ter demonstrado que deverá marchar ao lado do PT baiano nas eleições de outubro.

Tanto Ana Paula quanto Léo Prates são ligados ao prefeito Bruno Reis (UB) e, consequentemente, ao pré-candidato a governador da Bahia, ACM Neto (UB). A saída da sigla, portanto, é um sinal claro de fidelidade ao projeto que pretende tirar o PT da chefia do Executivo estadual após quase 20 anos.

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