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Ação não teria gerado danos aos sistemas

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O Ministério da Economia identificou um ataque de ransomware à rede interna da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), na noite da última 6ª feira (13.agosto). Em nota, a pasta informou que “medidas de contenção foram imediatamente aplicadas e a Polícia Federal, acionada”.

O ransomware é um tipo software malicioso (malaware) utilizado por cibercriminosos para infectar um computar ou uma rede, bloqueando o acesso ao sistema e critpografando os dados.

Os efeitos da ação criminosa estão sendo avaliados pelos especialistas em segurança da STN e da Secretaria de Governo Digital.

“Nesta primeira etapa, avaliou-se que a ação não gerou danos aos sistemas estruturantes da Secretaria do Tesouro Nacional, como o Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) e os relacionados à Dívida Pública. As medidas saneadoras estão sendo tomadas”, diz a nota. Informações da Agência Brasil

Manifesto é assinado por 14 governadores // Foto: Dorivan Marinho/SCO/STF

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Governadores de 13 estados e do Distrito Federal divulgaram nota, nesta segunda-feira (16), em defesa do Supremo Tribunal Federal (STF).

O grupo manifestou solidariedade “aos seus ministros [da Corte] e às suas famílias, em face de constantes ameaças e agressões”. “No âmbito dos nossos estados, tudo faremos para ajudar a preservar a dignidade e a integridade do Poder Judiciário. Renovamos o chamamento à serenidade e à paz que a nossa Nação tanto necessita”, afirmaram os chefes de Executivos estaduais no manifesto.

Em outro trecho do documento, os governadores destacam que “o Estado Democrático de Direito só existe com Judiciário independente, livre para decidir de acordo com a Constituição e com as leis”.

O manifesto foi divulgado após mensagem publicada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, no último sábado (14.agosto), no Twitter. Bolsonaro disse que pretende apresentar pedidos de impeachment contra os ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, nesta semana.

Leia a íntegra da carta:

NOTA PÚBLICA DOS GOVERNADORES EM SOLIDARIEDADE AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Os Governadores, que assinam ao final, manifestam a sua solidariedade ao Supremo Tribunal Federal, aos seus ministros e às suas famílias, em face de constantes ameaças e agressões.

O Estado Democrático de Direito só existe com Judiciário independente, livre para decidir de acordo com a Constituição e com as leis.

No âmbito dos nossos Estados, tudo faremos para ajudar a preservar a dignidade e a integridade do Poder Judiciário. Renovamos o chamamento à serenidade e à paz que a nossa Nação tanto necessita.

Brasília, 15 de agosto de 2021.

Assinam esta carta:
RUI COSTA Governador do Estado da Bahia
FLÁVIO DINO Governador do Estado do Maranhão
PAULO CÂMARA Governador do Estado de Pernambuco
JOÃO DORIA Governador do Estado de São Paulo
EDUARDO LEITE Governador do Estado do Rio Grande do Sul
CAMILO SANTANA Governador do Ceará
JOÃO AZEVÊDO Governador do Estado da Paraíba
RENATO CASAGRANDE Governador do Estado do Espírito Santo
WELLINGTON DIAS Governador do Estado do Piauí
FÁTIMA BEZERRA Governadora do Estado do Rio Grande do Norte
RENAN FILHO Governador do Estado de Alagoas
BELIVALDO CHAGAS Governador do Estado de Sergipe
IBANEIS ROCHA Governador do Distrito Federal
WALDEZ GOÉS Governador do Estado do Amapá

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Simão Sessim foi deputado por 40 anos

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O ex-deputado Simão Sessim (RJ) morreu nesta 2ª feira (16.agosto), aos 85 anos, na capital fluminense. Ele estava debilitado por causa do tratamento contra um câncer no sistema linfático e contraiu Covid-19.

Sessim foi deputado federal por 10 mandatos (de 1979 a 2019). Ele tomou posse em 1979 pela Arena, e depois passou pelas seguintes legendas: PDS, PFL, PPR, PPB e PP.

Sessim participou da Assembleia Nacional Constituinte em 1987, e foi autor do projeto que deu origem à Lei 13.466/17, que concede prioridade especial, entre os idosos, às pessoas com mais de 80 anos; e do projeto que originou a Lei 13.127/15 , que regulamenta as entidades de autogestão de saúde, permitindo a continuidade de seu funcionamento sem a necessidade de constituir nova empresa.

Também participou de várias comissões especiais entre elas a da reforma política, em 2011, e a que discutiu distribuição dos royalties de petróleo. Integrou a comissão externa que acompanhou os desastres na região Serrana do Rio de Janeiro em 2013, e a que analisou a intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro, em 2018.

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Saiu o edital do concurso para o Corpo Auxiliar de Praças (CAP), para 40 vagas de nível médio técnico. Os rendimentos iniciais após o Curso de Formação (CF) é de R$ 3.126,13 já com todos os adicionais, referentes à graduação de Cabo.

O certame é voltado para ambos os sexos, para quem tem menos de 25 anos no dia 1º de janeiro de 2022, para quem tem nível médio técnico completo em uma das áreas exigidas no edital, entre outros requisitos.

Os interessados devem acessar o site e ler o edital por completo. Entre os dias 08/09/2021 e 26/09/2021, as inscrições estarão abertas. A taxa é de R$ 60 reais e deverá ser paga até dia 30 de setembro no horário bancário.

O concurso será feito por meio de provas objetivas, com 50 questões de Conhecimentos Profissionais e uma redação. Os aprovados serão convocados para os Eventos Complementares: Verificação de Dados Biográficos (VDB), Inspeção de Saúde (IS), Teste de Aptidão Física de Ingresso (TAF-i), Verificação de Documentos (VD), Avaliação Psicológica (AP) e Procedimento de Heteroidentificação Complementar à Autodeclaração (PH).

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O ministro Onyx Lorenzoni negou as acusações de corrupção nas negociações de compra da vacina Covaxin

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Na próxima semana, a CPI da Pandemia promoverá uma acareação entre o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, e o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF). A acareação está prevista para 4ª feira (18.agosto), mas a data ainda precisa ser confirmada. Além disso, estão previstos os depoimentos do empresário Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, e do ex-secretário de Saúde do Distrito Federal Francisco de Araújo Filho.

O confronto entre as versões de Onyx Lorenzoni e Luis Miranda sobre a tentativa de compra da vacina Covaxin foi solicitado pelo vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), por meio de um requerimento. Segundo Randolfe, o pedido foi motivado por informações obtidas com quebras de sigilo. 

Em junho deste ano, o deputado denunciou em depoimento à CPI um suposto caso de corrupção, envolvendo o governo federal, na tentativa de compra da vacina Covaxin (a compra seria intermediada pela empresa Precisa Medicamentos). Logo depois, em entrevista à imprensa, o ministro Onyx, que na época chefiava a Secretaria-Geral da Presidência, negou irregularidades na negociação e disse que o documento apontado pelo deputado seria falso. O governo federal acabou cancelando a compra.

Luis Miranda alegou que havia três versões do documento enviadas durante a negociação: a primeira, segundo ele, previa a compra de 300 mil doses por US$ 45 milhões, com previsão de pagamento antecipado. Essa versão é a que teria sido apresentada ao presidente Jair Bolsonaro no dia 20 de março pelo deputado e por seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda.

Na entrevista que concedeu em junho, Onyx exibiu outra versão do documento, que previa a compra de 3 milhões de doses sem pagamento antecipado — o ministro afirmou que o documento indicado pelo deputado seria falso. Mas, segundo Luis Miranda, o documento exibido por Onyx seria a terceira versão, que, além disso, registraria a data de 23 de março deste ano, que é posterior ao suposto encontro entre Luis Miranda e Jair Bolsonaro.

A Precisa Medicamentos, que seria a responsável pela importação da Covaxin caso o contrato fosse confirmado, também contrariou a versão apresentada por Onyx Lorenzoni.

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Duda Mendonça foi o marketeiro vitorioasas como a de Lula, Mário Kertez, Paulo Maluf

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Morreu hoje (16.agosto), aos 77 anos, o marqueteiro baiano Duda Mendonça, vítima de um câncer no cérebro.

Estava internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo há dois meses. A informação foi publicada pela coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Famoso por marcantes política, Duda Mendonça revolucionou a publicidade política no Brasil trazendo novos elementos gráficos, musicais e conteúdos densos para os debate.

Duda era o fundador da agência DM9 em 1975, ainda em Salvador.

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Do tripé que sustenta a segunda colocação do presidente Bolsonaro nas pesquisas de intenções de voto, formado por uma parte do segmento evangélico, setores do empresariado e pelo eleitorado ideologicamente de extrema direita, os dois primeiros começam a desmoronar.

O religioso ficou espantado com alguns posicionamentos do chefe do Palácio do Planalto em relação à gravíssima crise sanitária provocada pela pandemia do novo coronavírus, principalmente no explícito e irresponsável negacionismo da maior autoridade do Poder Executivo, que teima em não usar máscara e provoca aglomerações que poderiam ser evitadas.

Se dependesse exclusivamente de Bolsonaro, com seu chega pra lá na ciência, acreditando mais nos medicamentos sem comprovação científica de eficácia do que nas vacinas, a pandemia estaria descontrolada e, como consequência, um maior número de óbitos, de vidas humanas ceifadas pelo cruel, devastador e traiçoeiro vírus.

Quanto ao empresariado, e aí me refiro não só aos grandes como também aos médios e pequenos, mais especificamente aos defensores do Estado democrático de direito, contrários a qualquer devaneios golpistas, já há uma forte rejeição ao presidente de plantão. Dias atrás, com um manifesto intitulado “Eleições Serão Respeitadas”, quase 300 empresários de peso, junto com intelectuais, diplomatas e vários representantes da sociedade civil e organizada, divulgaram um documento pedindo respeito à democracia, a garantia da realização das eleições de 2022. A principal herdeira do Itaú, como estivesse representando os banqueiros, disse que “parte da elite se afastou de Bolsonaro e não vai embarcar em aventura”.

Essas atitudes de Bolsonaro, insinuando que pode agir fora dos limites constitucionais, afrontando a nossa Lei Maior, vem afastando investimentos internacionais no Brasil, o que contribui para o aumento do já gigantesco desemprego. Ninguém quer correr o risco de investir em um país que tem um governo totalmente perdido, sem projeto, sem rumo, sem harmonia com as imprescindíveis instituições. Um país que tem os Poderes da República se atritando.

No tocante ao bolsonarismo de raiz, esse vai continuar fiel ao “mito”, independente de qualquer fato. Nesse ponto, bolsonaristas e lulopetistas são bem parecidos. Vale lembrar que ainda tem petistas que acreditam que o então presidente Lula não sabia da corrupção que tomava conta do seu governo, com destaque para o mensalão.

Como não bastasse, tem o inquestionável fato de que o governo Bolsonaro está refém do Centrão, vivendo sob à ameaça de ter que atender o toma lá, dá cá, sob pena de alguns pedidos de impeachment saírem da gaveta. Quem tem a prerrogativa de desengavetá-los é Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, filiado ao PP, principal sigla do Centrão.

Concluo dizendo que com os dois pés do tripé cada vez mais inconsistentes, o segundo mandato de Bolsonaro, via instituto da reeleição, vai ficando difícil e, pelo andar da carruagem, até mesmo sua ida para o segundo turno. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

O ex-presidente tem encontro marcado com lideranças políticas e sociais de Pernambuco, Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia // Foto de Ricardo Stuckert

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Segundo o jornalista Lucas Vasques, o ex-presidente Lula inicia, neste domingo (15.agosto), fará uma visita a seis estados do Nordeste: Pernambuco, Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia.

O objetivo é encontrar lideranças políticas e sociais para debater o atual momento e os caminhos do Brasil. A agenda prevê reuniões com governadores, representantes de movimentos sociais e sindicais, além de lideranças regionais.

STF acusa Roberto Jefferson de participar de uma milícia digital em ataques às instituições democráticas // Foto Reprodução/Redes Sociais

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O ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) foi preso preventivamente pela PF (Polícia Federal) nesta 6ª feira (13.agosto) após determinação do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal.

O ministro acusa o ex-deputado de participar de uma suposta milícia digital em ataques às instituições democráticas. A organização criminosa teria sido montada, principalmente, para atacar a próxima eleição.

Presidente nacional do PTB, o ex-deputado, teve o pedido de prisão feito pela PF, que atribui a Jefferson a participação na milícia digita, que tem feito ataques sistemáticos às instituições, notadamente ao STF e também ao processo democrático.

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