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Presidente conversou com apoiadores ao cumprir agenda no Ceará

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Após o crescente número de decretos de lockdown no país, o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar, nesta sexta-feira (26), a medida tomada por governadores de estado. Bolsonaro lembrou que uma das consequência do fechamento do comércio é a destruição de empregos.

– Aos políticos que me criticam, sugiro que façam o que eu faço. Tenho um prazer muito grande de estar no meio de vocês, [de] dizer a esses políticos, do Executivo, [que] o que eu mais ouvi por aqui é: “Presidente, eu quero trabalhar”. O povo não consegue ficar mais dentro de casa. O povo quer trabalhar. Esses que fecham tudo e destroem empregos estão na contramão daquilo que o povo quer – disse Bolsonaro, ao cumprir agenda no Ceará.

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Suspensão do procedimento por mais 60 dias foi anunciada no dia 23

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicou hoje, sexta-feira (26), no Diário Oficial da União (DOU) a portaria que suspende até abril a obrigatoriedade de aposentados e pensionistas fazerem a prova de vida, com o calendário de retomada do procedimento.

A medida de suspensão da obrigatoriedade já havia sido anunciada pelo presidente do órgão, Leonardo Rolim, na terça-feira (23).

O procedimento deve ser feito a cada ano para que o pagamento do benefício do INSS não seja bloqueado. Desde março de 2020, entretanto, os bloqueios foram suspensos em decorrência da pandemia de covid-19, que prejudicou a realização da prova de vida de modo presencial.

A suspensão da obrigatoriedade da prova de vida vem sendo postergada sucessivas vezes. Desde agosto, o governo tem investido em um projeto piloto para que o procedimento possa ser feito de modo remoto, pelo celular. Uma nova etapa do projeto, lançada na terça (23), disponibilizou o serviço digital para mais de 5 milhões de beneficiários do INSS.

Segundo dados apresentados por Rolim, a suspensão da obrigatoriedade levou 5,3 milhões de aposentados e pensionistas a não realizarem o procedimento. Esses beneficiários precisam agora regularizar a situação. Pela portaria publicada nesta sexta (26), os bloqueios de benefício para quem não fez a prova de vida no ano passado voltarão a ocorrer a partir de maio, de forma escalonada.

De acordo com a nova portaria, por exemplo, quem deveria ter feito a prova de vida até abril de 2020 e não realizou o procedimento, poderá ter o pagamento de seu benefício bloqueado a partir de maio deste ano, caso não se regularize até lá.

Confira abaixo o cronograma de bloqueio do pagamento de benefícios do INSS para os aposentados e pensionistas que não realizaram a prova de vida:

O condutor do veículo foi preso em flagrante

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Policiais federais de Maringá (PR) e de Ponta Porã (MS) apreenderam na tarde de ontem (25) um caminhão com 154 quilos de crack. De acordo com os investigadores, a carga teria saído de Ponta Porã. Segundo a PF, trata-se de uma das maiores apreensões da droga, já feita pela Delegacia de Polícia Federal de Maringá.

“Foram recebidas informações de que um caminhão teria saído de Ponta Porã, com destino desconhecido, transportando carga de crack. Dessa maneira, na tarde desta quinta, policiais federais abordaram um caminhão com as características descritas na denúncia recebida, e durante revista foi encontrada grande quantidade de entorpecente escondida sob o forro do teto do veículo”, informou a PF.

Segundo os policiais, o condutor do caminhão foi preso em flagrante, e responderá pelos crimes de tráfico de drogas de caráter interestadual.

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Benefício, segundo o presidente, deve ser pago por quatro meses

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O presidente Jair Bolsonaro (SEM PARTIDO) afirmou nesta quinta-feira (25), durante sua live semanal nas redes sociais, que o valor do novo auxílio emergencial a ser proposto pelo governo será de R$ 250. O benefício, segundo ele, deve começar a ser pago ainda em março, por um período total de quatro meses.

“A princípio, o que deve ser feito? A partir de março, por quatro meses, R$ 250 de auxílio emergencial. Então é isso que está sendo disponibilizado, está sendo conversado ainda, em especial, com os presidentes da Câmara [Arthur Lira (PP-AL)] e do Senado [Rodrigo Pacheco (DEM-MG)]. Porque a gente tem que ter certeza de que o que nós acertarmos, vai ser em conjunto”.

A expectativa, segundo o presidente, é que os quatros meses complementares de auxílio possam fazer a “economia pegar de vez”. “Nossa capacidade de endividamento está, acredito, no limite. Mais quatro meses pra ver se a economia pega de vez, pega pra valer”, afirmou.

O novo auxílio emergencial deve substituir o auxílio pago ao longo do ano passado, como forma de conter os efeitos da pandemia de covid-19 sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais.

Inicialmente, o auxílio emergencial, em 2020, contou com parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil (no caso de mães chefes de família), por mês, para cada beneficiário. Projetado para durar três meses, o benefício foi estendido para um total de cinco parcelas.

Em setembro do ano passado, foi liberado o Auxílio Emergencial Extensão, de R$ 300 (R$ 600 para as mães chefes de família), com o pagamento de quatro parcelas mensais. O último pagamento do benefício ocorreu no final de janeiro. Cerca de 67 milhões de pessoas foram contempladas com o programa.

A renovação do benefício ainda precisa ser proposta pelo governo ao Congresso Nacional e, em seguida, aprovada pelos parlamentares.

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Capital e entorno terão restrições de 20h às 5h // Foto de Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), anunciou em redes sociais que decretará lockdown em virtude da elevada taxa de ocupação de unidades de terapia intensiva (UTIs) na região.

Segundo Ibaneis, o lockdown será aplicado das 20h às 05h. Ainda não há detalhes sobre a data de vigência das restrições, apenas que a decisão foi fundamentada em uma recomendação técnica da Secretaria de Saúde do DF. O Distrito Federal ainda não identificou casos de infecção por variantes do novo coronavírus.

Será que esta decisão agradou o presidente Jair Bolsonaro?

Operação Cegueira Deliberada investiga receptação de carga roubada

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A ex-vereadora Carminha Jerominho foi um dos alvos hoje (25) da Operação Cegueira Deliberada, desencadeada pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas do Rio de Janeiro para cumprir 26 mandados de busca e apreensão contra receptadores de cargas de objetos eletrônicos, principalmente aparelhos de celular. Até o fim da manhã, 16 pessoas tinham sido presas.

Segundo a Polícia Civil, o material era destinado a áreas controladas pela milícia. Contra a ex-vereadora Carminha Jerominho, há a suspeita de ter adquirido dois dos celulares roubados. Ela é filha de Jerônimo Guimarães Filho, o Jerominho, condenado por chefiar a maior milícia do Rio. Em 2008 Carminha estava presa, mas foi eleita vereadora. O mandato foi cassado no ano seguinte.

Um dos locais onde houve buscas foi na casa da ex-vereadora, em um condomínio de luxo em Campo Grande, na zona oeste do Rio, mas os policiais não a encontraram. Pouco tempo depois, a própria Carminha foi até os agentes. Ela disse que estava na casa de uma vizinha e não levou o celular, por isso, não teria sido localizada. A ex-vereadora, que foi levada para a Cidade da Polícia, na zona norte do Rio, para prestar depoimento, disse que comprou os celulares para dar de presente. Segundo Carminha tudo seria esclarecido aos policiais.

De acordo com as investigações, houve participação de milicianos em roubos de cargas de celulares. Um deles foi realizado no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim, RioGaleão, em março do ano passado. Na ação, um grupo levou uma quantidade de aparelhos telefônicos avaliada em mais de R$ 3 milhões. Em outro assalto, em Ipanema, os bandidos levaram mais de R$ 120 mil em celulares de uma loja.

Ainda nas apurações, os agentes notaram que parte dos telefones foi destinada a áreas comandadas pela milícia e revendida a moradores de Campo Grande, Sepetiba, Paciência, Curicica, Tanque, Rio das Pedras, na zona oeste, e Itaguaí, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

Na ação de hoje, os policiais também foram a lojas que vendiam celulares roubados com notas falsas.

Prefeito de Potiraguá, Jorge Cheles (PP)

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Os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios rejeitaram as contas do exercício de 2019 da prefeitura de Potiraguá, de responsabilidade do prefeito Jorge Porto Cheles (PP). Ela foi reprovada em função da extrapolação do limite máximo para despesa total com pessoal, em descumprimento ao previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal, e pelo não investimento do percentual mínimo na Educação exigido pela Constituição.

Os gastos com pessoal alcançaram em 2019 o valor de R$16.078.577,01, o que equivale a 65,57% da receita corrente líquida do município, superando o percentual de 54% previsto na LRF. Por não ter reconduzido essas despesas aos limites legais, o prefeito Jorge Porto Cheles sofreu uma multa no valor de R$43.200,00, que corresponde a 30% dos seus subsídios anuais. Ele ainda foi multado em R$8 mil pelas demais irregularidades contidas nas contas.

Foi determinado, ainda, o ressarcimento aos cofres municipais da quantia de R$18.802,20, com recursos pessoais, em razão da não apresentação de dois processos de pagamento.

Em relação às obrigações constitucionais, o prefeito investiu na manutenção e desenvolvimento do ensino apenas 24,37% da receita resultante de impostos, junto com aquelas provenientes de transferências – quando o mínimo exigido constitucionalmente é o percentual de 25%.

O município apresentou uma receita arrecadada no montante de R$24.737.099,32, enquanto as despesas empenhadas corresponderam a R$27.061.572,45, revelando um déficit orçamentário da ordem de R$2.324.473,13. Os recursos deixados em caixa, ao final do exercício, não foram suficientes para cobrir as despesas inscritas como restos a pagar.

O relatório técnico apontou diversas irregularidades, como a contratação direta de consultoria sem atendimento aos requisitos legais; significativa discrepância entre a receita estimada e a arrecadada; ausência de saldo suficiente para cobrir as despesas compromissadas a pagar no exercício financeiro em exame; omissão na cobrança de multas e ressarcimentos imputados a diversos agentes políticos do município; e deficiências na elaboração do relatório do Controle Interno. Cabe recurso da decisão.

Solenidade no Planalto marcou troca na equipe de Jair Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro deu posse a dois novos ministros no final da tarde de ontem, quarta-feira (24), em solenidade no Palácio do Planalto. João Roma assumiu o Ministério da Cidadania e Onyx Lorenzoni é o novo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência. O evento contou com a presença de diversos ministros e autoridades.

No Ministério da Cidadania, assume o deputado federal João Roma (Republicanos-BA). Parlamentar de primeiro mandato, Roma tem 48 anos e foi indicado ao cargo pela bancada de seu partido na Câmara, que está na base de apoio ao governo federal. Em seu discurso de posse, falou em dar continuidade ao trabalho que vinha sendo desenvolvido pelo ministro Onyx Lorenzoni.

Nesta quarta-feira, Brasil registrou mais de 250 mil óbitos pela Covid-19

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O ex-prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto, lamentou as mais de 250 mil mortes pelo novo coronavírus. Ainda criticou o governo federal pelo no Twitter ontem, quarta-feira (24). Neto disse que a gestão de Jair Bolsonaro como negligente frente à pandemia.

“De um lado, 250 mil mortes. Do outro, apenas 2,8% da população vacinada. Não é só uma triste contradição. É a constatação de que, se as coisas continuarem assim, muitas vidas ainda serão perdidas para a negligência de um governo que insiste em desprezar a gravidade dessa tragédia”, declarou.

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