Major Flávia Barreto, porta voz da PM-BA

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O decreto que estabelece o toque de recolher em 343 cidades baianas por sete dias, das 22h às 05h, começa a valer nesta sexta-feira (19). Durante este período a Polícia Militar da Bahia irá direcionar os esforços da tropa para que as medidas previstas no decreto sejam cumpridas pela população. A ação adotada pelo Governo do Estado, em parceria com as prefeituras, pretende conter o avanço do novo coronavírus no território baiano.

Até o próximo dia 25 de fevereiro a circulação de pessoas nas ruas será restrita e os estabelecimentos de serviços não essenciais deverão encerrar as suas atividades até as 21h30 para garantir o retorno dos funcionários às suas residências. Locais comerciais como shoppings, bares e restaurantes, além de lojas de conveniência em postos de combustível, deverão estar fechados e vazios às 22h.

Para garantir que o decreto será cumprido, a Polícia Militar da Bahia colocará seu efetivo nas ruas juntamente com outros órgãos das administrações municipais. A porta voz da PM-BA, major Flávia Barreto, ressalta que o esforço conjunto é para preservar vidas. “A Polícia Militar em conjunto com os poderes municipais vai fiscalizar os estabelecimentos comerciais que tenham venda de bebida alcoólica. A partir de 21h30 esses estabelecimentos devem começar a encerrar suas atividades para que às 22h as pessoas já não estejam presentes nestes locais, inclusive os trabalhadores. A exemplo de Salvador, estes trabalhadores terão até 22h30 para circular no transporte público. A fiscalização é para que as pessoas se desloquem para suas residências no horário previsto e não aglomerem ou estejam circulando nas ruas após às 22h”.

Ainda de acordo com a major, o principal objetivo da PM não é prender as pessoas. “Esta é uma ação para preservar a saúde e estamos orientando desde já para que as pessoas não permaneçam na rua. Caso encontremos pessoas descumprindo o que está estabelecido, aí sim iremos conduzir para a delegacia porque estarão cometendo dois crimes previstos no decreto, que é o de desobediência e o crime contra a saúde pública. Essa condução só será feita se as pessoas insistirem em permanecer nas ruas aglomerando. Quem estiver se deslocando para suas residências ou a procura de serviços essenciais, como farmácias e hospitais, poderá circular normalmente. Tudo será analisado e com muito bom senso iremos permitir ou não a circulação das pessoas”, esclarece.

“Temos certeza que essa parceria da comunidade com a PM fará a diferença porque nós somos uma só força, não só a força pública do estado, mas a força da união das comunidades conosco a serviço dos cidadãos baianos”, destaca a major Flávia Barreto.

A Polícia Militar também disponibiliza os canais de comunicação oficiais para a denúncia de aglomerações sejam elas em vias públicas ou privadas. A denúncia poder ser feita através do 190, ou (71) 3235 0000 (para a capital) e no interior do estado por meio do 181. A denúncia é realizada de forma anônima e a viatura mais próxima será deslocada para o local.

Apreensão causou prejuízo de mais de R$ 12 milhões ao tráfico de drogas

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A PRF apreendeu 104kg de cloridrato de cocaína escondidos dentro de uma caminhonete que era transportado sobre um caminhão guincho, no KM-830 da BR-116, em Vitória da Conquista.

Os policiais ao realizarem a verificação na caminhonete Renault Master, que era transportada sobre a carroceria do caminhão, localizaram 104 quilos da droga embaladas em tabletes. O cloridrato de cocaína, possui um grau de pureza maior e tem um valor mais alto no varejo.

O guincheiro foi preso em flagrante delito pelo crime de tráfico de drogas, previsto no art. 33 da Lei 11.343/2006 e encaminhado com o veículo e carga ilícita para a Delegacia de Polícia Judiciária.

Para o delegado Evy Paternostro, havia sinais de falsificação na logomarca do produto.

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Sessenta e dois vasilhames de água mineral falsificados foram apreendidos, na última terça-feira (16), durante operação da 7ª Coorpin de Ilhéus. Uma mulher de 46 anos foi presa comercializando o produto, no bairro Barreira.

De acordo com o coordenador da 7ª Coorpin/Ilhéus, delegado Evy Paternostro, havia sinais de falsificação na logomarca do produto. “Também observamos o lacre da tampa não personalizado e faltava a impressão da data de envasamento e lote, além do selo da Secretaria da Fazenda (Sefaz) não apresentar holograma”, acrescentou.

A mulher foi autuada em flagrante por falsificação de alimentos e sonegação fiscal e permanece à disposição da Justiça. Ela vai passar por audiência de custódia.

A idosa foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Ribeira do Pombal e apresentada à autoridade policial de plantão

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A Polícia Rodoviária Federal deteve uma condutora de um veículo Hilux alcoolizada. A ação foi registrada no KM-183 da BR-110, no município de Ribeira do Pombal, Bahia.

Os policiais estavam retornando de ronda ostensiva, quando notaram um veículo Hilux realizando manobras perigosas, adentrando constantemente à contramão e acostamento da rodovia, colocando em risco a segurança de todos.

Foi realizado os procedimentos de abordagem e durante a fiscalização, a idosa, de 72 anos, foi submetida ao teste com etilômetro, cujo resultado aferiu 0,84 mg/L (miligramas de álcool por litro de ar expelido dos pulmões), comprovando a embriaguez.

Além de detenção por crime de trânsito, a multa por alcoolemia custa R$ 2.934,70, valor que é duplicado em caso de reincidência. A penalidade administrativa que suspende ou proíbe o motorista de obter a habilitação ou permissão para dirigir veículo automotor por um período de 12 meses.

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"Em 2005, via referendo, o povo decidiu pelo direito às armas e pela legítima defesa", disse Jair Bolsonaro

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Em transmissão ao vivo pelas redes sociais, na noite desta terça-feira (16), o governador Rui Costa (PT) criticou os decretos assinados pelo presidente da república, Jair Bolsonaro, que flexibilizam a aquisição de armas no Brasil. Um deles, inclusive, propõe que o exame psicológico feito pela Polícia Federal deixe de ser exigido para quem deseja adquirir armas.

O governador baiano destacou que “arma não salva vidas” e apontou que “infelizmente o que nós vamos ter é um aumento de armas nas mãos de criminosos”. Ele disse que “o presidente da república não se preocupa com vida humana, não se preocupa com UTI e não se preocupa com vacina, mas se preocupa com arma”.

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A Justiça acatou pedido do Ministério Público estadual, realizado em ação civil pública ajuizada pelo promotor de Justiça Márcio Henrique de Oliveira, e determinou a interdição da cadeia pública do Município de Curaçá. Em cumprimento da decisão, informou o promotor, o Estado realizou a transferência de todos os presos que estavam lotados na carceragem da Delegacia de Polícia para o Conjunto Penal de Juazeiro. A determinação foi proferida no último dia 7.

A pedido do MP, o juiz Paulo Ney de Araújo proibiu que a cadeia de Curaçá receba qualquer preso ou adolescente apreendido, a não ser detenções de no máximo 24 horas para realização de transferência. O descumprimento dessa determinação gera multa de R$ 10 mil por cada detento que permaneça na unidade carcerária de forma irregular.

Na decisão, o magistrado apontou que os documentos trazidos pelo MP, relatórios do Corpo de Bombeiros e laudos da vigilância sanitária e do Departamento de Polícia Técnica (DPT), indicaram riscos à segurança e saúde dos presos, inclusive quanto à proliferação de doenças infectocontagiosas no local.

Embarcação foi encontrada a 270 km da costa do Recife // Divulgação/Marinha do Brasil

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Um veleiro catamarã com grande quantidade de cocaína foi apreendido pela Marinha e pela Polícia Federal na costa de Pernambuco. O barco, que ia em direção à Europa, foi interceptado a 270 quilômetros da costa do Recife.

Cinco tripulantes que estavam no interior da embarcação foram presos. Eles estão sendo conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em Pernambuco e serão investigados pela Polícia Judiciária.

A quantidade de droga apreendida só será informada após a divulgação dos dados finais da operação. A ação foi coordenada com agentes de Portugal, dos Estados Unidos e do Reino Unido, que repassaram dados de inteligência às autoridades brasileiras.

O veleiro foi apreendido pelo Navio-Patrulha Oceânico Araguari, que carregava militares da Marinha e policiais federais do Grupo de Pronta Intervenção, que participaram desde o início das ações. O navio-patrulha está conduzindo a embarcação de volta à costa brasileira.

Os órgãos estrangeiros que colaboraram com o governo brasileiro são o Centro de Análise e Operações Marítimas – Narcótico (MAOC-N), de Portugal; o Drug Enforcement Administration, dos Estados Unidos; e o National Crime Agency, de Reino Unido. Segundo a Marinha brasileira, a mútua cooperação e a troca de informações entre os países têm como objetivo identificar grandes organizações criminosas que atuam no Brasil.

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Uma operação da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes de Feira de Santana resultou na apreensão de aproximadamente 300kg de maconha no bairro Novo Horizonte. Os investigadores da unidade vinham monitorando um homem que estaria chegando ao município para distribuir a droga e conseguiram encontrá-lo em uma pousada onde estava hospedado.

As equipes o abordaram quando ele se aproximava de um veículo, no estacionamento do local. O criminoso aproveitou o fato de que a pousada estava cheia e conseguiu fugir, deixando dois carros repletos de sacos de maconha. Segundo revelou o delegado Deivid Lopes, da DTE de Feira, a operação causou um prejuízo de aproximadamente R$ 500 mil ao tráfico.

“Infelizmente, durante a abordagem, o indivíduo acabou reagindo à ação policial e evadiu – inclusive, por conta do grande número de pessoas que havia durante a operação. Foram apreendidos ainda dois veículos que eram usados pelo investigado para fazer o transporte da droga, além de uma arma de fogo e uma pistola .380. Também foram identificados mais dois indivíduos que o estariam auxiliando nesta empreitada criminosa. Agora, será dada continuidade à investigação para identificar a origem desse material, bem como os principais destinatários dessa droga que foi retirada de circulação”, observou o delegado Deivid Lopes.

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Medidas foram publicadas no Diário Oficial da União // Arquivo/Agência Brasil

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O presidente Jair Bolsonaro alterou quatro decretos federais com o objetivo de desburocratizar e ampliar o acesso a armas de fogo e munições no país. As medidas foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União na noite desta sexta-feira (12). Todas elas regulamentam o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.823/2003).

Uma das mudanças, no Decreto 9.845/2019, permite que profissionais com direito a porte de armas, como Forças Armadas, polícias e membros da magistratura e do Ministério Público, possam adquirir até seis armas de uso restrito. Antes, esse limite era de quatro armas.

O Decreto 9.846/2019 foi atualizado para permitir que atiradores possam adquirir até 60 armas e caçadores, até 30, sendo exigida autorização do Exército somente quando essas quantidades forem superadas. A medida também eleva a quantidade de munições que podem ser adquiridas por essas categorias, que passam a ser 2.000 para armas de uso restrito e 5.000 para armas de uso permitido.

“A justificativa para este aumento é que os calibres restritos ainda são muito utilizados pelos atiradores e caçadores, nas competições com armas longas raiadas, assim como nas atividades de caça. Um competidor facilmente realiza 500 tiros por mês, somente em treinamentos, de modo que as 1.000 unidades de munição e insumos para recarga atualmente previstas não são suficientes nem para participar do Campeonato Brasileiro, que são 10 etapas ao longo do ano”, disse o Palácio do Planalto, em nota para divulgar as mudanças.

O decreto garante aos chamados CACs, que são caçadores, atiradores e colecionadores, o direito de transportar as armas utilizadas, por exemplo, em treinamentos, exposições e competições, por qualquer itinerário entre o local da guarda e o local da realização destes eventos.

O presidente também modificou o Decreto 9.847/2019, que regulamenta o porte de arma de fogo, para permitir, por exemplo, que profissionais com armas registradas no Exército possam usá-las na aplicação dos testes necessários à emissão de laudos de capacidade técnica. A medida também estabelece, entre outras mudanças, novos parâmetros para a análise do pedido de concessão de porte de armas, “cabendo à autoridade pública levar em consideração as circunstâncias fáticas do caso, as atividades exercidas e os critérios pessoais descritos pelo requerente, sobretudo aqueles que demonstrem risco à sua vida ou integridade física, e justificar eventual indeferimento”.

Por fim, Bolsonaro atualizou o Decreto 10.030/2019 para desclassificar alguns armamentos como Produtos Controlados pelo Exército (PCEs), dispensar da necessidade de registro no Exército para comerciantes de armas de pressão (como armas de chumbinho), a regulamentação da atividade dos praticantes de tiro recreativo e a possibilidade da Receita Federal e dos CACs solicitarem autorização para importação de armas de fogo e munição.

O decreto ainda estabelece atribuição clara da competência do Exército para regulamentar a atividade das escolas de tiro e do instrutor de tiro desportivo, e autoriza ainda o colecionamento de armas semiautomáticas de uso restrito e automáticas com mais de 40 anos de fabricação.

“Percebe-se, assim, que o pacote de alterações dos decretos de armas compreende um conjunto de medidas que, em última análise, visam materializar o direito que as pessoas autorizadas pela lei têm à aquisição e ao porte de armas de fogo e ao exercício da atividade de colecionador, atirador e caçador, nos espaços e limites permitidos pela lei”, enfatizou o Palácio do Planalto, em nota.

Na manhã deste sábado (13), o presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para divulgar os decretos publicados no Diário Oficial da União e voltou a defender o direito de armamento das pessoas. “Em 2005, via referendo, o povo decidiu pelo direito às armas e pela legítima defesa”, escreveu.

Em nota, o Instituto Sou da Paz criticou as novas medidas. Para a entidade, os decretos devem piorar indicadores de violência.

O instituto acrescentou que já são mais de 30 atos normativos, nos últimos dois anos. “Dados preliminares de 2020 indicam que houve um aumento nos homicídios mesmo em ano de intenso isolamento social”.

O sistema de Reconhecimento Facial da SSP-Bahia é pioneiro no Brasil. Foi lançado em dezembro de 2018 e, com este flagrante, acumula 203 foragidos da Justiça localizados

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Um traficante foragido de Camaçari, foi capturado, na manhã deste sábado (13), através do sistema de Reconhecimento Facial da Secretaria de Segurança Pública (SSP). O criminoso foi flagrado andando em uma avenida da capital baiana.

As equipes da Superintendência de Telecomunicações (Stelecom), no Centro de Operações e Inteligência (COI), receberam o alerta da ferramenta tecnológica, que apontou 97% de semelhança.

Guarnições da Polícia Militar foram acionadas e localizaram o suspeito, que acabou apresentado na Central de Flagrantes. Na unidade da Polícia Civil, a identificação humana confirmou que se tratava do traficante com mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Crime de Camaçari. Após exames e depoimento, o criminoso seguirá para o Sistema Prisional.

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