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Preço médio do botijão vai variar entre R$ 137 e R$ 139

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Mais uma notícia desanimadora para o consumidor baiano! O gás de cozinha de até 13 quilos vai ficar mais caro a partir de amanhã (1º.julho) em todo o estado. Esse é o quarto reajuste anunciado para o produto neste ano.

A partir de agora, as distribuidoras vão passar a pagar cerca de R$ 4,90 mais caro pelo botijão e o repasse para a população vai ser entre R$ 5 e R$ 7. Com esse aumento, o preço vai variar entre R$ 137 e R$ 139.

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Petrobras alega que preço do barril de petróleo aumentou e, por isso, é preciso reajustar valores dos derivados

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A Petrobras anunciou hoje (10.março) um novo reajuste nos preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha. O aumento vale para as distribuidoras e já entra em vigor a partir de amanhã (11.março), mas o repasse para o consumidor final ainda não está definido se e quando vai ocorrer porque depende de cada revendedor.

Nas distribuidoras, o preço médio da gasolina passa de R$ 3,25 para R$ 3,86 o litro, um aumento de 18,77%. Para o diesel, o valor vai de R$ 3,61 a R$ 4,51, alta de 24,9%. Enquanto isso, o gás de cozinha vai passar de R$ 3,86 para R$ 4,48 por quilo, um reajuste de 16%.

Em nota, a Petrobras diz que os valores refletem parte da elevação dos patamares internacionais de preços de petróleo: “Após serem observados preços em patamares consistentemente elevados, tornou-se necessário que a Petrobras promova ajustes nos seus preços de venda às distribuidoras para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento’’.

📷 Foto de Divulgação/Petrobras

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Em 2021, a gasolina já aumentou 62% e o gás de cozinha 48%

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Nesta 6ª feira, a Petrobras anunciou que a gasolina e o gás de cozinha vão ficar 7% mais caros a partir deste sábado (9.outubro). Os reajustes valem para as distribuidoras que, por sua vez, podem aplicar o reajuste para o consumidor final.

Neste ano, o preço da gasolina já subiu 62% e, no gás, o aumento já representa 48%. Agora, o litro da gasolina vendido nas refinarias passará de R$ 2,78 para R$ 2,98, um reajuste de 7,19%. No gás, o preço médio de venda subirá 7,22%, para R$ 50,15 no botijão de 13 quilos.

De acordo com o comunicado da estatal, esses ajustes são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento.

O deputado Tiago Correia quer tarifa social para a compra de gás de cozinha

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O deputado Tiago Correia (PSDB) apresentou um Projeto de Indicação, endereçada ao presidente Jair Bolsonaro, sugerindo a instituição de uma tarifa social para a compra de gás de cozinha (GLP) em favor das famílias em situação de vulnerabilidade social e que estejam cadastradas no Cad Único (Bolsa Família).

De janeiro a junho deste ano, o preço médio do botijão de 13 quilos aumentou 13,75%, o que levou muitas famílias a usarem lenha para cozinhar. Em algumas cidades da Bahia, o consumidor paga mais de R$ 100 pelo botijão.

Na justificativa encaminhada à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, o parlamentar disse que a criação da tarifa social é importante para minimizar os constantes aumentos do produto e os impactos causados às famílias de baixa renda.

De acordo com o deputado, a crise econômica provocada pela Covid-19 tornou ainda mais difícil a vida das famílias com menor poder aquisitivo. “De uma hora para outra, milhares de pessoas ficaram desempregadas e passaram a enfrentar problemas sociais. Portanto, nada mais justo do que uma tarifa social para baratear o gás de cozinha, produto essencial na vida de todos os brasileiros.”

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Medidas passam a valer a partir de março

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou ontem (18), que o governo decidiu zerar os impostos federais que incidem sobre o gás liquefeito de petróleo (GLP) – o gás de cozinha – e o óleo diesel. A suspensão sobre o gás será definitiva. Já a interrupção na cobrança federal sobre o diesel terá duração de dois meses. As medidas foram decididas em uma reunião do presidente com a equipe econômica, ocorrida durante a tarde, e passam a valer no próximo mês.

“A partir de 1º de março agora, não haverá mais qualquer tributo federal no gás de cozinha, ad eternum. Então, não haverá qualquer tributo federal no gás de cozinha, que está, em média, hoje em dia, R$ 90, na ponta da linha, para o consumidor lá. E o preço na origem está um pouco abaixo de R$ 40. Então, se está R$ 90, os R$ 50 aí é ICMS, imposto estadual, e é também para pagar ali a distribuição e a margem de lucro para quem vende na ponta da linha”, disse o presidente.

No caso do diesel, Bolsonaro explicou que o corte no imposto será temporário até que o governo encontre uma forma de eliminar a cobrança de forma definitiva. O presidente também criticou reajustes recentes no preço dos combustíveis por parte da Petrobras e chegou a indicar que haverá mudanças na estatal em breve.

“Por que por dois meses? Porque, nesses dois meses, vamos estudar uma maneira definitiva de buscar zerar esse imposto no diesel. Até pra ajudar a contrabalancear esse aumento, no meu entender, excessivo, da Petrobras. Mas eu não posso interferir nem iria interferir na Petrobras. Se bem que alguma coisa vai acontecer na Petrobras nos próximos dias. Você tem que mudar alguma coisa.”

Atualmente, o único imposto federal incidente sobre o GLP e o diesel é o PIS/Cofins, que é de R$ 2,18 por botijão e cerca de 35 centavos por litro do diesel, segundo informações da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A Cide, outro imposto federal cobrado sobre combustíveis, já está zerada tanto para o diesel quanto para o GLP.

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