Marco Lessa é empresário, criador do Chocolat Festival e Brasil Origem Week

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| Por Marco Lessa

O cacau brasileiro vive um momento paradoxal. Nunca foi tão reconhecido internacionalmente pela sua qualidade e diversidade sensorial, e nunca esteve tão ameaçado em sua base produtiva. Pequenos agricultores que sustentam a cadeia recebem, no máximo, 10% do preço final de um tablete de chocolate. O restante fica com intermediários, indústrias e varejistas. Essa equação precisa mudar — e mudar com urgência.

Para que o Brasil ocupe o lugar que merece no mercado mundial do cacau e do chocolate, não basta colher frutos de qualidade. É preciso construir, com visão estratégica e vontade política, uma nova arquitetura para o setor. Isso passa, em primeiro lugar, por garantir um preço mínimo justo ao produtor — com referência mínima de US$ 6.000 por tonelada — e por controlar de forma rigorosa as importações de cacau, permitindo-as apenas quando houver necessidade comprovada. Nesse mesmo sentido, o fim do drawback para o cacau importado é medida inadiável: não faz sentido que o Estado brasileiro subsidie, por meio de isenções tributárias, o uso de cacau estrangeiro em detrimento do produtor nacional.

No plano legislativo, duas iniciativas merecem apoio imediato. O Projeto de Lei da deputada Lídice da Mata, que eleva o percentual mínimo obrigatório de cacau no chocolate, é um passo concreto na valorização da nossa matéria-prima. Igualmente relevante é o projeto que proíbe o uso do nome “chocolate” — e expressões como “sabor chocolate”, “achocolatado” ou “sabor artificial de chocolate” — em produtos que não contenham ao menos 35% de cacau em sua formulação. Proteger a denominação é proteger o consumidor, o produtor e a identidade de um produto que é patrimônio do Brasil.

Precisamos também industrializar nas regiões produtoras, instalar pequenas plantas de moagem e fábricas de chocolate onde o cacau nasce, criar mecanismos de remuneração por serviços ambientais e instituir um Fundo Nacional do Cacau voltado à inovação e à promoção. Campanhas que ampliem o consumo interno, apoio a cooperativas de comunidades vulneráveis e a diversificação de mercados externos completam esse conjunto de ações que, juntas, reduzem nossa dependência das poucas indústrias que hoje concentram poder desproporcional sobre toda a cadeia.

Nada disso, porém, se sustenta sem instituições fortes. Uma Ceplac renovada, uma Câmara Setorial atuante e entidades representativas profissionais e autônomas são condições inegociáveis para que o setor fale com uma só voz e negocie com legitimidade.

O Brasil já provou que sabe fazer cacau de excelência. Agora precisa provar que sabe protegê-lo, valorizá-lo e transformá-lo em desenvolvimento real e justo para quem trabalha a terra. Essa é a nova história que precisamos escrever — juntos.​​​​​​​​​​​​​​​​

Marco Lessa é empresário, criador do Chocolat Festival e Brasil Origem Week.

Corpo de Vilcastro foi localizado na última sexta-feira em uma área de mata às margens da BR-415

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O empresário Vilcastro Pires, de 54 anos, foi encontrado morto na última sexta-feira (9.janeiro) em uma área de mata às margens da BR-415, entre Itabuna e Ilhéus. A polícia técnica conseguiu identificar o corpo por meio da análise da arcada dentária já que ele estava em avançado estado de decomposição.

Desde então, a Polícia Civil não divulgou a possível causa da morte e a família está em busca de respostas. Apesar de Vil estar enfrentando um caso de depressão e ansiedade, ainda não é possível saber se ele foi responsável por tirar a própria vida ou foi vítima de um crime de homicídio.

 

Vil saiu de casa na manhã da última segunda-feira e, desde então, não deu mais notícias

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O empresário itabunense Vilcastro Pires, proprietário do restaurante Parada do Vil, localizado às margens da BR-415, continua desaparecido. Vil, como é carinhosamente conhecido, foi visto pela última vez na manhã de segunda-feira (22.dezembro), por volta das 6h da manhã, e, desde então, desapareceu.

A filha de Vilcastro, Maria Luiza Pires, foi a responsável por notar o desaparecimento e acionar as forças de segurança. Imagens de câmeras já foram analisadas e até cães farejadores foram utilizados nas buscas dentro da mata, mas, até o momento, não há vestígios do possível paradeiro do empresário.

De acordo com familiares, Vil estava enfrentando um quadro de ansiedade e depressão há alguns meses. Ele saiu de casa sem levar celular, documentos nem o veículo.

Quem tiver informações que possam ajudar a polícia, deve entrar em contato pelo 190 ou ligar para a família pelos números 73 99922-1612 ou 73 98883-2767.

Operação foi deflagrada para desarticular esquema de corrupção envolvendo auditores-fiscais tributários da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo

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O dono e fundador da Ultrafarma, Sidney Oliveira, foi preso na manhã desta terça-feira (12.agosto) em uma operação do Ministério Público de São Paulo para desarticular um esquema de corrupção envolvendo auditores-fiscais tributários da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo. Além dele, também foram presos o diretor estatutário do grupo Fast Shop, Mario Otávio Gomes, e os auditores fiscais da Fazenda estadual paulista, Artur Gomes da Silva Neto e Marcelo de Almeida Gouveia.

De acordo com o MP, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, além de sequestro de bens dos investigados. A investigação começou há seis meses e já concluiu que o esquema existe desde 2021, mas o MP apura se antes disso já havia algo ocorrendo.

Segundo o MP, os empresários pagavam os auditores para que facilitassem o ressarcimento de créditos de ICMS junto à Sefaz. Todas as empresas varejistas contribuintes têm direito ao ressarcimento, porém o procedimento é complexo e tem prazos longos.

O promotor de Justiça Roberto Bodini disse que as investigações dão indício de que outras empresas do setor varejista também podem ter utilizado o mesmo esquema para conseguir a liberação desses créditos tributários.

Um dos pontos de partida da investigação foi a constatação de um salto patrimonial expressivo em uma empresa que estava no nome da mãe do auditor-fiscal. Com a quebra de sigilo bancário e fiscal, o MP percebeu que até junho de 2021 essa empresa não tinha nenhum tipo de atividade operacional. No início das investigações, a participação de um segundo fiscal era secundária, no entanto, novas provas coletadas nas diligências, como altos valores em moeda e criptomoedas, foram comprovadas sua participação no esquema.

Com um dos alvos da operação, foram apreendidas duas sacolas com esmeraldas, além de R$ 1 milhão em dinheiro. Os valores totais ainda estão sendo contabilizados. Também foram presas duas mulheres, contadoras, que auxiliavam o auditor-fiscal nos pedidos de ressarcimento.

📷 Divulgação Ultrafarma

Fernando estava internado se recuperando de uma cirurgia, mas contraiu uma infecção e não resistiu

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O empresário Carlos Fernando da Silva Pereira, mais conhecido como Fernando Careca, de 76 anos, morreu ontem (23.abril) em Itabuna. Ele estava internado no Hospital Calixto Midlej Filho, onde se recuperava de uma cirurgia colorretal, mas contraiu uma infecção e não resistiu.

Além de empresário, Fernando atuou durante muitos anos na diretoria social do Itabuna Esporte Clube.

O corpo será sepultado às 15 horas no cemitério Campo Santo.

Fernando deixa esposa e três filhos. Nossos sentimentos à família!

📷 Reprodução Instagram

Por mais de 50 anos, Roberto assumiu os negócios do tradicional Café Pomar, localizado no centro de Itabuna

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O empresário Roberto Mariano faleceu nesta quarta-feira (26.fevereiro) aos 87 anos de idade. Por mais de 50 anos, ele assumiu os negócios do tradicional Café Pomar, localizado na esquina da Avenida do Cinquentenário com a Rua Osvaldo Cruz, no coração de Itabuna.

O Café Pomar foi fundado pelo pai de Roberto, Bartolomeu Mariano, em outubro de 1943. O local é um conhecido ponto de encontro de empresários, políticos, artistas e jornalistas.

Roberto deixa esposa, filhos, netos e uma legião de amigos. O sepultamento acontece amanhã (27.fevereiro), às 8h30, no Cemitério do Campo Santo.

Nossos sentimentos.

Orleans era proprietário de empresas ligadas à construção civil e à saúde

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Na noite de ontem (17.fevereiro), o empresário Orleans Dantas foi encontrado morto dentro da própria casa em Itabuna. Informações preliminares apontam que Orleans foi atingido por um disparo de arma de fogo.

O empresário era bastante conhecido em Itabuna e região e proprietário de empresas ligadas à construção civil e à saúde. Atualmente, uma de suas empresas estava responsável pela reforma do Estádio Fernandão e de duas praças públicas.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre velório e sepultamento. Nossos sentimentos aos familiares e amigos!

ATUALIZAÇÃO ÀS 16H05 DO DIA 18 DE FEVEREIRO ⤵️

O corpo do empresário Orleans Dantas será levado para Alagoinhas, onde passará pelo procedimento de cremação.

Juracy estava internado na capital paulista lutando contra o câncer

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O empresário Antônio Juracy Monteiro, de 71 anos, morreu nessa sexta-feira (14.fevereiro) em São Paulo. Juracy estava hospitalizado tratando um câncer, mas, infelizmente, não resistiu ao agravamento no quadro de saúde.

Mineiro de Espinosa, Juracy se destacou como um empreendedor de sucesso em Itabuna pelo trabalho à frente da loja Rural Química, empresa especializada em produtos agrícolas.

Ele deixa a esposa, Ivna Mororó, e os filhos Rafael Monteiro e Magda Monteiro, além de uma legião de amigos.

O corpo do empresário será cremado na capital paulista.

Além das prisões, Polícia Civil apreendeu toneladas de produtos com data de validade adulterada

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Nesta sexta-feira (10.janeiro), a Polícia Civil de Itabuna deflagrou a Operação Validade Zero com o objetivo de prender suspeitos de participarem de um esquema criminoso de adulteração de rótulos de produtos. Além das prisões, mandados de busca e apreensão foram cumpridos em dois imóveis localizados no Bairro São Caetano.

Segundo a polícia, as investigações começaram em julho do ano passado depois que uma denúncia anônima foi feita. Desde então, os investigadores montaram campana e passaram a acompanhar a movimentação do grupo nos imóveis, que estavam sendo utilizados para armazenar os produtos adulterados.

Ainda de acordo com o inquérito policial, os investigados adulteraram o prazo de validade das embalagens de produtos vencidos e os comercializavam em várias partes da cidade. Os policiais apreenderam toneladas de alimentos, bebidas e outros produtos com data de validade vencida, além de produtos químicos utilizados para a remoção das marcações de data.

Os aparelhos telefônicos dos dois homens presos foram apreendidos e serão analisados para determinar a possível participação de outras pessoas no esquema criminoso. Já os produtos com validade vencida serão incinerados pela Vigilância Sanitária de Itabuna.

📷 Divulgação Polícia Civil

Empresário estava internado no Hospital de Base após ser submetido à cirurgia urológica, mas não resistiu ao agravamento no quadro de saúde

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O empresário Antônio Badaró faleceu na manhã desta terça-feira (17.dezembro) aos 80 anos. Badaró estava internado no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, após ser submetido a uma cirurgia urológica, mas não resistiu ao agravamento no quadro de saúde.

O empresário era bastante conhecido no eixo Itabuna-Ilhéus e atuava no comércio desde a década de 1960. Além disso, foi diretor da Associação dos Municípios da Região Cacaueira da Bahia (AMURC) e da Rádio Difusora Sul da Bahia. Ultimamente, administrava o Príncipe Hotel, um dos meios de hospedagem mais tradicionais da cidade.

Badaró deixa a viúva Dona Glorinha, filhos e netos. Nossos sentimentos à família!

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