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O Produto Interno Bruto (PIB) apresentou estabilidade (-0,1%) no segundo trimestre de 2021 (comparado ao primeiro trimestre de 2021), na série com ajuste sazonal. Frente ao mesmo trimestre de 2020, o PIB cresceu 12,4%. No primeiro semestre, o PIB acumula alta de 6,4%. No acumulado nos quatro trimestres, terminados em junho de 2021, o PIB cresceu 1,8%. t

O PIB apresentou estabilidade (-0,1%) no segundo trimestre de 2021 (comparado ao primeiro trimestre de 2021), na série com ajuste sazonal. Frente ao mesmo trimestre de 2020, o PIB cresceu 12,4%. No primeiro semestre, o PIB acumula alta de 6,4%. No acumulado nos quatro trimestres, terminados em junho de 2021, o PIB cresceu 1,8%.

PIB FICA ESTÁVEL
O PIB variou -0,1% na comparação do segundo trimestre de 2021 contra o primeiro trimestre de 2021, na série com ajuste sazonal. A maior queda foi da Agropecuária (-2,8%), seguida pela Indústria (-0,2%). Por outro lado, os Serviços cresceram 0,7%.

Entre as atividades industriais, o desempenho foi puxado pelas quedas de 2,2% nas Indústrias de Transformação e de 0,9% na atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos. Essas quedas compensaram a alta que houve de 5,3% nas Indústrias Extrativas e 2,7% na Construção.

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A crise entre os Poderes, pelo visto, está longe de acabar pra Bolsonaro

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Nesta 4ª feira (1º.setembro), o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) participou de um evento de entrega de Medalhas de Mérito Desportivo Militar no Rio de Janeiro e voltou a fazer declarações polêmicas.

Com a proximidade do feriado de Independência do Brasil (7 de setembro), a declaração, é claro, foi vista como mais um convite para que as pessoas realizem atos antidemocráticos nessa data.

Após entregar uma medalha ao boxeador e medalhista olímpico Hebert Conceição, Bolsonaro declarou: “Enfia a porrada, guerreiro, é isso aí. Com flores, não se ganha a guerra, não, pessoal. Quando se fala em armamento…Quem quer a paz, se prepare para a guerra”.

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O ministério ainda anunciou uma campanha para economia de energia

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O MME (Ministério de Minas e Energia) e a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciaram nesta 3ª feira (31.agosto) a criação de uma nova bandeira de energia elétrica, batizada de “bandeira de escassez hídrica”.

O valor extra da conta de luz aumentará 49,6%, o que resultará em alta de 6,78% na conta de luz, de acordo com os cálculos da pasta.

A taxa extra, que estava em R$ 9,49 a cada 100 quilowatts-hora, passa a ser de R$ 14,20.

A expectativa é que a bandeira seja mantida até o final do ano. A medida foi tomada pela falta de sinal de melhora nas condições de abastecimento e diante da situação crítica dos reservatórios das usinas hidrelétricas, obrigando o acionamento das usinas termelétricas, mais caras.

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Separação do lixo em prédio residencial

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A Comissão de Meio Ambiente do Senado (CMA) tem reunião deliberativa com três projetos de lei na pauta. Entre eles, está o PL 6.044/2019, do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), que obriga os condomínios localizados em bairros com coleta seletiva a treinar os moradores e funcionários para a separação adequada do lixo.

O autor destaca os benefícios sociais, econômicos e ambientais da coleta seletiva, mas lembra que moradores, comerciantes e funcionários nem sempre fazem adequadamente suas tarefas, o que resulta em resíduos que dificilmente poderão ser reciclados.

LIXO PLÁSTICO
Outro projeto do senador Veneziano Vital do Rêgo na pauta é o PL 1.405/2019, que pretende coibir a poluição de lixo plástico nos oceanos a partir de embarcações, sujeitando o comandante à suspensão do certificado de habilitação e multa.

Na sua justificação, o autor lembra que a poluição das águas por plástico é um grave problema ambiental e aponta que, anualmente, são lançados nos oceanos cerca de 8 bilhões de toneladas desses resíduos. O relator, Otto Alencar (PSD-BA), já elaborou voto favorável à proposta, mas alterou a redação original para punir o lançamento de qualquer resíduo sólido, não apenas de lixo plástico.

Senador colocou nome à disposição para que partido avalie candidatura

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O senador Alessandro Vieira (Cidadania) afirmou, em carta enviada ao partido, que ele seria uma boa opção à Presidência da República em 2022 já que a sigla estaria em busca de uma terceira via entre Lula e Bolsonaro.

“Essa decisão não é expressão de um desejo particular ou sonho pessoal, sinceramente não acredito em construções personalistas. Ao contrário, essa decisão é fruto do diálogo reiterado com diversos setores e da reflexão aprofundada sobre o momento histórico que vivemos”, comunicou o senador.

A atuação do senador na CPI da Covid tem sido avaliada de forma positiva e, também por esse motivo, ele teria se colocado à disposição para que o partido lance seu nome como candidato à Presidência no próximo ano.

Alessandro Vieira é delegado de polícia civil, senador de Sergipe, além de presidente estadual do Partido Cidadania e membro titular do Diretório Nacional do partido. Foi eleito em 2018 com 474.449 votos, o que equivale a 25,95% dos votos válidos.

FNP deseja que os Poderes voltem a dialogar harmonicamente

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Nesta 2ª feira (30.agosto), a FNP (Frente Nacional dos Prefeitos) divulgou uma nota intitulada “Carta Aberta ao Brasil” e que sai em defesa do Estado Democrático de Direito e da convivência harmônica entre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. A FNP representa as 412 municípios do Brasil com mais de 80 mil habitantes, o que inclui todas as capitais e equivale a 61% da população e 74% do PIB do País.

Segundo o documento: “Clamamos por respeito à democracia, às instituições e à população brasileira” porque: “Com tamanha gama de desafios a serem enfrentados pelo nosso País, não há tempo e nem espaço para desvios e desagregações”.

De acordo com a carta da FNP, provocações e atitudes desrespeitosas geram conflitos e inseguranças jurídica e social no Brasil, comprometendo o desenvolvimento de políticas públicas. A frente defende um plano de retomada econômica que traga de volta a capacidade produtiva da economia e contenha a inflação.

A “crise entre os Poderes” foi iniciada quando o presidente Bolsonaro solicitou ao Senado o impeachment do Ministro do STF, Alexandre de Moraes. Mas, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), rejeitou o pedido do presidente e arquivou o processo. Desde então, rusgas entre o Executivo e o Judiciário têm movimentado o cenário político e a expectativa para os protestos do próximo dia 7 são grandes.

CONFIRA A CARTA ⤵️

CARTA ABERTA AO BRASIL

Nós, prefeitas e prefeitos, democraticamente eleitos para representar a população dos nossos municípios, temos o dever patriótico de defender o Estado Democrático de Direito e o princípio constitucional de independência e da convivência harmônica entre os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Provocações e atitudes desrespeitosas geram conflitos, causam insegurança jurídica e social e comprometem o desenvolvimento das políticas públicas, resultando em prejuízos irrecuperáveis para toda a sociedade.

O Brasil precisa que suas instituições se pautem pela diplomacia, bom senso e cumprimento à Constituição Federal. O país e o povo brasileiro merecem respeito, paz e prosperidade. A pandemia da COVID-19 acrescentou aos desafios nacionais elementos de gravidade inusitada. Vivemos a maior crise de saúde pública mundial em 100 anos e, na ponta da linha, milhares de brasileiras e brasileiros lidam com questões de vida ou morte.

Estamos próximos ao trágico registro de 600 mil mortes por COVID-19 no país. A vacinação avança, mas a missão dos governantes públicos está longe de terminar, seja nos aspectos epidemiológicos ou na recuperação socioeconômica de uma sociedade amplamente abalada pela pandemia.

O país precisa de um plano de retomada econômica, sem ignorar o patamar recorde de quase 15 milhões de pessoas desempregadas; a diminuição da capacidade produtiva da economia e a volta da inflação – um cenário preocupante, que exige medidas emergenciais e a responsabilidade dos governantes, em todas as esferas. O meio ambiente também padece, com queimadas históricas e a destruição de importantes biomas, do Pantanal à Amazônia, dos Pinheirais e searas do Paraná ao Juquery, na grande São Paulo.
Com tamanha gama de desafios a serem enfrentados pelo nosso país, não há tempo e nem espaço para desvios e desagregações. Nossas armas devem ser as boas ideias – alicerces da paz social. Defendemos, portanto, a construção de pontes para o efetivo diálogo federativo para a pactuação e coordenação das políticas públicas. Clamamos por respeito à democracia, às instituições e à população brasileira.

Brasília, 30 de agosto de 2021.
Frente Nacional de Prefeitos

Bolsonaro visitará à Bahia na semana que vem

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Após a passagem do ex-presidente Lula (PT) pela Bahia, Jair Bolsonaro (Sem Partido) é o próximo a desembarcar no Estado para cumprir agenda política.

Na próxima 6ª feira (3.agosto), Bolsonaro vai ao município Tanhaçu, no sertão baiano, para participar da cerimônia de autorização da retomada das obras da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste Leste). Na cerimônia, o presidente estará acompanhado do Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, e do Ministro da Cidadania e pré-candidato ao Governo da Bahia, João Roma (Republicanos).

Possivelmente, a vinda de Bolsonaro à Bahia acontece para “quebrar o clima” criado pelo petista e levantar a bandeira de João Roma, que tem marcado presença constante no Estado já pensando nas eleições de 2022. Informações do Política Livre. 

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No Dia Nacional do Voluntariado (28), trouxemos a história de Marlene, voluntária na Casa de Lió, projeto da ADRA em Itabuna

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Marlene tem 69 anos e é voluntária da Casa de Lió, núcleo da ADRA em Itabuna, sul da Bahia, ensinando a arte de fazer bonecas de pano // Fotos de Reprodução

Dona Marlene cresceu vendo sua avó costurar bonecas para os netos brincarem. Ela ficou adulta, mas essa memória ficou registrada no coração. Ao cuidar pela primeira vez de uma criança, resgatou a lembrança e decidiu fazer o mesmo: uma boneca de pano.

Hoje, Marlene Barbosa tem 69 anos e há 40 é artesã. Suas primeiras obras foram acessórios para cabelos, pouco tempo depois, ao ser incentivada por pessoas próximas, decidiu dedicar-se exclusivamente à confecção das bonecas. “Minha mãe me via fazendo as bonecas e me perguntava porque eu não fazia para vender, minhas colegas também viam os brinquedos em minha casa e começaram a encomendar”, contou Marlene.

VOLUNTARIADO
Em 2014 surgiu a oportunidade para Marlene compartilhar seu amor pelo artesanato com outras pessoas. Bem ao lado de seu ateliê Casa de Boneca, na cidade de Itabuna, sul da Bahia, foi aberto um núcleo da ADRA – Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais -, a Casa de Lió, que tinha o objetivo de capacitar pessoas da comunidade com cursos gratuitos de artes. Marlene se prontificou a ser a primeira professora voluntária do projeto. Nas duas primeiras aulas, apenas uma aluna estava matriculada, mas não demorou muito para outros interessados aparecerem e, desde então, ela já ensinou mais de 100 pessoas a costurar bonecas.


Quando perguntada sobre o que significa ser uma voluntária, não faltaram palavras para descrever. “Primeiro, eu me sinto muito bem fazendo artesanato. Segundo, eu vejo as pessoas que aprendem comigo muito felizes. Já tive alunas que eram depressivas, nas duas primeiras aulas queriam desistir porque estavam tristes, se sentiam incapazes, mas eu insistia e consegui ensinar. Depois disso, uma delas me agradeceu porque disse que o médico até diminuiu a medicação dela”, falou Marlene.

“Um outra aluna me disse que na infância não teve brinquedos e fazer bonecas hoje é uma realização pra ela. Ainda tem alunas que já estão vendendo as bonecas e me sinto muito bem com isso. (…) Todo ser humano deveria ser voluntário. Quando você está na sala de aula e não sabe ler nada, mas depois já sabe as letras, a professora se sente realizada, né? Mesma coisa no artesanato, no início o aluno não sabe cortar um tecido e depois já sabe fazer uma flor, uma boneca… É muito bom!”, completou.

Durante a pandemia, Marlene tem se dedicado ao seu ateliê “Casa de Boneca”, mas continua atendendo as alunas pelo telefone

Com o início da pandemia, as atividades da Casa de Lió foram suspensas e nos últimos meses a estrutura física do local está passando por uma reforma geral. Neste período de mais de um ano, Marlene diz que sente falta da antiga rotina. “Sinto muita falta de estar em sala de aula com elas (alunas). Nesse tempo continuei fazendo artesanato pra me ocupar e aprendi coisas diferentes. Eu mantenho contato com as alunas em grupos de whatsapp, a gente se fala sempre e, às vezes, elas me perguntam dicas. Eu ensino com o maior prazer! Eu quero passar tudo o que eu sei fazer pra elas”, disse.

Marlene já está vacinada contra a Covid-19 e, considerando a faixa etária, acredita que a maioria das alunas também esteja. Ela está contanto os dias para poder voltar à Casa de Lió. “Eu acho que vou voltar com muita coragem, se todo mundo já tiver vacinado. Eu vou voltar muito feliz pelo fato da pandemia ter ido embora e porque vamos nos encontrar”, concluiu.

CASA DE LIÓ


O projeto fica localizado no bairro de Fátima, em Itabuna, e um dos objetivos é capacitar os alunos para que aprendam novas habilidades que possibilitem o aumento da renda familiar. Durante este período, mais de 2.000 alunos passaram pelos cursos de artesanato, violão e outras habilidades, como cabeleireiro e manicure. As aulas são lecionadas por dezenas de professores voluntários. A expectativa é que o projeto retorne às atividades em breve, com a reinuaguração do espaço reformado.


Espaço interno da Casa de Lió antes da pandemia e durante a reforma.

Contato para entrevistas: Evellin Fagundes (73) 99112-2399
Coordenação da Casa de Lió: Carla Pitta (73) 98865-4574

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Aumento nas tarifas de energia elétrica exerceu o maior impacto individual na alta do IPCA-15 // Foto de Helena Pontes/IBGE

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Puxado pelo aumento da energia elétrica, o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) ficou em 0,89% em agosto. Esse resultado é o maior para um mês de agosto desde 2002, quando atingiu 1,00%. No ano, o indicador acumula alta de 5,81% e nos últimos 12 meses, de 9,30%, apontam os dados divulgados na 4ª feira (25.agosto) pelo IBGE.

Com aumento de 5,00%, a energia elétrica exerceu o maior impacto individual no resultado, sendo responsável por 0,23 ponto percentual no índice do mês. No contexto da crise hídrica, a bandeira tarifária vermelha patamar 2 vigorou nos meses de julho e agosto. Além disso, a partir de 1º de julho, houve reajuste de 52% no valor adicional da bandeira, que passou a cobrar R$ 9,492 a cada 100 kWh consumidos (frente a R$ 6,243 em junho).

Reajustes tarifários em São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Belém também explicam o resultado em agosto. Com isso, o grupo habitação ficou com a maior alta no mês: 1,97%, equivalente a 0,31 ponto percentual do índice geral. Além da energia elétrica, o grupo habitação foi influenciado pelos aumentos nos preços do gás de botijão (3,79%) e do gás encanado (0,73%).

A segunda maior contribuição para o IPCA-15 de agosto veio dos transportes, com aumento de 1,11%, seguida por alimentação e bebidas (1,02%). A única queda foi em saúde e cuidados pessoais (-0,29%).

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