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Maria Santos, 66 anos, vive em Itaju do Colônia e vende suas hortaliças ao Alimenta Brasil // Foto de Raul Vasconcelos/Min. Cidadania

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O programa “Alimenta Brasil”, ligado ao Governo Federal, compra a produção do agricultor familiar e doa para entidades como creches, escolas públicas, restaurantes populares, cozinhas comunitárias e instituições da rede socioassistencial. A iniciativa envolve 43,5 mil agricultores familiares e foi responsável, em 2021, pela doação de 60,5 mil toneladas de alimentos entregues para 8.945 entidades.

Dona Maria Santos, de 66 anos, é uma das produtoras que participa do programa. Moradora do município baiano de Itaju do Colônia, ela garante que a iniciativa só fez melhorar a vida do pequeno produtor brasileiro: “Antes do Alimenta Brasil, eu colocava os meninos para vender as verduras na rua, mas tinha muito prejuízo. Eles saíam e vendiam uma ou duas e voltavam com tudo murcho. O Alimenta Brasil ajuda muito porque, quando a gente vende, entrega tudo de uma vez e recebe o dinheiro na hora”.

Neste ano, o teto anual pago pelo Governo Federal para cada agricultor familiar nas modalidades compra com doação simultânea e compra direta saltou de R$ 6,5 mil e R$ 8 mil para R$ 12 mil por ano. Já o incentivo à produção e ao consumo de leite e a compra institucional passou de R$ 20 mil para R$ 30 mil. Para cooperativas, o limite anual aumentou nas modalidades Apoio à Formação de Estoque, de R$ 1,5 milhão para R$ 2 milhões, e Compra Direta (de R$ 500 mil para R$ 2 milhões).

Os agricultores interessados em vender as plantações para o programa devem procurar a prefeitura ou o órgão local de assistência técnica para verificar se o município tem o Termo de Adesão formalizado com o Ministério da Cidadania e quando vai acontecer a seleção dos agricultores.

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Valdir do Gás morreu aos 59 anos de idade

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O ex-vereador e também empresário do município de Laje, Valdir Mota Maia, de 59 anos de idade, perdeu a vida em um grave acidente na BR-101, trecho do Vale do Jiquiriçá, na noite da última 6ª feira (22.abril). Ele pilotava uma motocicleta quando bateu em uma carreta e não resistiu aos ferimentos.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o que teria provocado o acidente. Valdir do Gás, como era mais conhecido, era filiado ao PTC e foi vereador de Laje entre os anos de 2013 e 2016.

O corpo do empresário foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica de Santo Antônio de Jesus. Valdir era casado e tinha dois filhos. Com informações e foto de G1 Bahia.

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“Nada existe de grandioso sem paixão”. A frase, atribuída ao filósofo Hegel, pode resumir o sentimento exibido no rosto dos profissionais que atuam na Rádio Difusora Sul da Bahia. Considerada líder de audiência em Itabuna e região, a emissora chegou a 62 anos e foi tema de sessão especial na Câmara de Vereadores.

Proposto pelo primeiro-secretário da Casa, Israel Cardoso (Agir), o ato teve à mesa o também edil Ronaldo Geraldo (PL) e boa parte do quadro de radialistas que soltam a voz naquele veículo. “É importante o reconhecimento a essa rádio que tem uma história na cidade; são 62 anos levando informação, cultura e, principalmente, informação com credibilidade”.

Os dois edis pontuaram sobre a credibilidade e respeito conquistados pelos profissionais ali atuantes. “Essa casa não poderia deixar de homenagear a Rádio Difusora pelo tempo de prestação de serviço a Itabuna; é motivo de orgulho estarmos aqui celebrando essa data tão significativa”, completou o autor.

Da mesma forma, Ronaldão mencionou o compromisso social dos radialistas daquele canal, a exemplo do Orlando Cardoso (um baluarte do rádio itabunense) e Cacá Ferreira, junto aos cerca de 15 profissionais que fazem daquelas “ondas” uma missão diária. Entre os radialistas presentes, o também ex-vereador Nadson Monteiro.

TRABALHO DE TODOS
Dono de uma voz grave e que inspira seriedade, Nadson comentou sobre o quão aberta à tecnologia é a equipe da Difusora. Mencionou o fato de a maioria ter trabalhado de casa (o chamado home office) na pandemia. E mais: citou a união ao assumirem a gestão da rádio, onde cinco profissionais estão à frente.

“Era um plano do proprietário da emissora, o [ex-prefeito] Fernando Gomes: fazer uma cooperativa, passar a rádio pros funcionários, pra equilibrar questões trabalhistas. Vendeu a rádio pra um cidadão e depois houve um problema e ele quis devolver. (…) Mas, graças a Deus, os profissionais que trabalham fazem a sua parte, todo mundo trabalha”, relatou.

Ainda exaltando o clima de união e abraço à tecnologia, o programador Iran Roberto destacou o fato de o aplicativo da Difusora já ter superado a marca de 50 mil downloads. “A segunda colocada chega a cinco mil. Nossa rádio é ouvida em Portugal, nos Estados Unidos…”, destacou.

“HOJE BEM MELHOR”
O radialista Paulo Leonardo, um dos integrantes da cooperativa que mantém a Difusora no ar, explanou sobre a fundação, em 1960, pelo ex-deputado Paulo Nunes. Antes da fala, pediu um minuto de silêncio em reverência a colegas falecidos, como Duda Polirodas, Jota Silva e Luiz Carlos Barroso.

Emocionado, lembrou o fato de ter sido ali o seu primeiro emprego e pontuou sobre a entrega dos profissionais ao abrirem mão das questões pessoais quando estão ao microfone. “Outro dia, fiz uma campanha para doar três botijões. Quando cheguei em casa, vi que o meu botijão tinha acabado. Essa é realidade do radialista, estamos aqui por amor! Quem trabalha certo dá certo e as pessoas confiam”, definiu.

Ele completou lembrando a disponibilidade absoluta do grupo: “Não deixamos em nenhum momento a rádio cair, os parceiros abraçaram a causa e hoje estamos bem melhor. Não tem mais assombração de chover e a transmissão cair; estamos nessa luta pela fidelidade do ouvinte”, enfatizou.

Na mesma linha, o colega Antônio Carlos (outra voz de barítono) reconheceu que é uma missão estar ao microfone, ser voz da sociedade, estar atento às questões que a afligem. Para isso, muitas vezes, abrem mão das questões particulares do cotidiano, a exemplo do alto preço da gasolina – que impacta, sobretudo, o “pão nosso de cada dia”.

COMPANHIA DIÁRIA
Lá também estavam vozes que no passado fizeram parte da equipe. Veemente, Val Cabral expôs sobre o mágico papel do radialista, inclusive no plano emocional das ouvintes. “O rádio é companheiro das pessoas, é acalentador, faz sonhar”, elaborou, citando um episódio em que foi evitado um suicídio com a influência de um comunicador.

Quanto ao radialista Fábio Luciano, hoje assessor da Câmara de Itabuna, falou com emoção sobre o tempo em que prestou serviços “à líder de audiência” e o inegável compromisso dessa turma junto à população regional. “A Difusora está em meu coração; realiza o que muitos não têm coragem”.

O jornalista e policial militar reformado Paulo Neiva, correspondente em Salvador, fez questão de comparecer ao aniversário da emissora. Apaixonado pelo rádio desde criança, vibra com as conquistas daquele veículo em outras esferas. “Botei a Difusora para ter cadeira cativa na Assembleia Legislativa da Bahia; nunca teve isso”, orgulha-se.

Da mesma forma, veio da capital o radialista Adilson Silva, que também já soltou a voz em emissoras de Itabuna. “Estou satisfeitíssimo com o nível dos profissionais que compõem a equipe da Rádio Difusora. A gente torce pra que ela complete 124 anos”, apostou.

Campeonato de canoagem em Corumbá

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O município de Maraú, situado na Costa do Dendê, é um dos destinos mais procurados por turistas na Bahia. Lugar de águas calmas, a baía também é um dos locais preferidos para a prática da canoagem. Neste domingo (24.abril), a Península de Maraú será palco da etapa baiana do Campeonato de Canoagem Velocidade e Paracanoagem. A prova vai reunir mais de 120 atletas dos municípios de Ubaitaba, Ubatã, Itacaré, São Félix e Maraú. As primeiras largadas iniciam às 9h.

A competição é promovida pela Federação Baiana de Canoagem (Febac), com apoio da Associação Marauense de Canoagem, da prefeitura de Maraú, e conta com o apoio financeiro da Sudesb.

A competição reúne os principais nomes da modalidade do estado, além de novos talentos que fazem parte do projeto social Remando no Litoral Sul, que também conta com o apoio da Sudesb. As provas serão realizadas nas categorias infantil, menor, cadete, júnior, sênior e paracanoagem, masculino e feminino.

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Com diabetes há quase 30 anos, Matilde Reis dos Santos começou a ser atendida no Cedeba (Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia). O que mais a incomoda, atualmente, são os dentes que começaram a amolecer. Hoje ela foi atendida no ambulatório de Odontologia do Cedeba, de onde foi encaminhada há dois anos para a Faculdade de Odontologia, a fim de fazer uma cirurgia.

O problema de Matilde, 64 anos, é causado pela doença periodontal (atinge a gengiva e o osso) e está presente em 75% das pessoas com diabetes. Mas a doença pode ser evitada, e a prevenção começa com a higiene bucal, como destaca a líder da odontologia do Cedeba, Maria Mercedes Freitas.

O controle da glicemia é muito importante para evitar e controlar a doença periodontal, segundo Maria Mercedes Freitas. A glicemia elevada aumenta o risco de doença periodontal, e a infecção causada contribui para elevação da glicemia.

CAUSA DO PROBLEMA
A doença periodontal, como explicou Maria Mercedes Freitas, causa problema de autoestima pela questão estética da perda dos dentes e compromete a mastigação. Tudo começa com a placa bacteriana, também chamada de placa dental, formada por agregados bacterianos sobre os dentes ou outras estruturas duras da boca. No início, podem aparecer sangramento na gengiva, gengiva avermelhada e inchada e a presença de placa e tártaro.

A gengivite, se não for cuidada, evolui para a periodontite, provocando afastamento da gengiva entre os dentes, exposição da raiz dos dentes, abscesso, amolecimento dos dentes, mau hálito e sensibilidade ao frio ou ao quente. É preciso manter o controle da glicemia (taxa de açúcar no sangue) e consultar o dentista a cada seis meses. Na presença de qualquer alteração, procurar imediatamente a equipe de saúde.

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O ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma, detonou a saúde pública da gestão do governador Rui Costa

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“A situação calamitosa do hospital Regional Dantas Bião, em Alagoinhas, é um exemplo real de que o governo do PT só vive de propaganda e não resolve os problemas da população”, disse o pré-candidato a governador da Bahia, João Roma (PL), ao ser questionado em entrevista à rádio 93 FM, de Alagoinhas, sobre as péssimas condições de funcionamento do Hospital do Governo do Estado, que atende mais de sete municípios na região.

“Falta vergonha na cara, porque recursos do governo federal não faltaram para a saúde pública dos baianos”, afirmou Roma, destacando que os recursos chegaram não só para as vacinas. “Também se destinaram a implantação de UTIs, ampliação de leitos em hospitais e pagamento de pessoal. O que não chegou até hoje foi a vacina Sputnik do governador Rui Costa [PT]”, observou.

Lembrando que o problema do Hospital Regional Dantas Bião foi tema das eleições de 2018, passaram-se quatro anos e nada se resolveu, o pré-candidato aproveitou para comparar a diferença de postura do governo do presidente Bolsonaro com o do PT. “A população de Alagoinhas e região é testemunha que a BR 101 agora está sendo duplicada, o que não aconteceu nos 16 anos de PT, quando o trecho da Bahia, o maior da rodovia, foi esquecido”.

Para Roma, o descaso com a saúde pública do governo petista, além da famigerada regulação, que é uma roleta russa para o cidadão que precisa de atendimento, se reflete também no tratamento aos profissionais da saúde. “Os médicos são forçados a emitir notas fiscais pelos serviços prestados e ficam sem receber, aguardando meses o pagamento”.

“Não é essa a postura que o povo baiano espera de um governador. Cabe ao governante assumir e não transferir responsabilidades. Dói no coração, ver o Brasil avançando e a Bahia remar para os lados. A Bahia precisa seguir de mão dadas com o Brasil”, asseverou o ex-ministro e deputado federal.

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O abastecimento de água nos bairros da região centro-oeste de Ilhéus será interrompido nesta 2ª feira (25.abril) devido à necessidade de adequação operacional na Estação de Tratamento de Água no Centro.

Os locais afetados são: Malhado, Esperança, Teresópolis, Pacheco/Boa Vista, Conquista, Basílio, Tapera, Teotônio Vilela, Banco da Vitória, Moradas do Porto, Vila Cachoeira e Salobrinho.

A previsão é que o serviço seja concluído até às 18h ainda de 2ª feira (25,abril), quando será iniciada a retomada gradativa do abastecimento com estimativa de regularização completa nas 36 horas seguintes.

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As inscrições serão realizadas de 2 de maio à 2 de junho de 2022

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Através do Edital Nº 44/2022 a Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz) abre inscrições para o Concurso Público de provas e títulos destinado ao provimento de cargos permanentes de Professor Auxiliar e Assistente, nível “A”. Estão disponibilizadas 49 vagas, sendo 4 para Professor Auxiliar e 45 para Professor Assistente.

Das vagas oferecidas por áreas de conhecimento/matérias, 30% deverão ser reservadas aos candidatos que se autodeclararem pretos ou pardos, desde que a fração obtida deste cálculo seja igual ou superior a um, observando o disposto no Decreto n° 15.353 de 08/08/2014, que regulamenta o Artigo 49 da Lei n° 13.182, de 06/06/2014.

As inscrições para o Concurso serão realizadas no período de 2 de maio de 2022 até às 15h30min de 2 de junho de 2022 e só podem ser feitas exclusivamente pela internet, devendo o candidato preencher o formulário do requerimento de inscrição que se encontra no site da Uesc. Clique aqui!

O candidato deve pagar a taxa de inscrição no valor de R$ 195,00, em favor da Uesc, Banco do Brasil, agência 3832-6, conta nº 991223-1 (ba scu uesc concurso público). Terão direito à isenção do pagamento da taxa de inscrição os candidatos que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou ser doador(a) de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde

ETAPAS
Prova Escrita; Prova Didática (Aula Pública); Plano de Trabalho e Prova de Títulos. A Resolução Consepe (Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão) n° 62/2019, que é parte integrante deste Edital, que vai detalhar normas de avaliação e ponderação, sem prejuízo de normas complementares.

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No período compreendido entre 2017 e 2021, foram destinados R$ 2.949.057,41 para fortalecer a produção agrícola na cidade

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Incentivar a atividade agrícola e ampliar o trabalho realizado pelos pequenos produtores rurais de Ilhéus são alguns dos objetivos do Programa Alimenta Brasil. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação, atende agricultores tradicionais, assentados da reforma agrária e indígenas, beneficiando diversas entidades da rede socioassistencial certificadas pelo Conselho Municipal de Assistência Social.

Dentre as entidades listadas estão as creches, escolas públicas, restaurantes populares e cozinhas comunitárias. O trabalho visa diversificar o plantio no município, além de promover renda e sustento do micro produtor e alimento na mesa de quem precisa, mantendo o auxílio às pessoas com insegurança alimentar e nutricional.

Conforme a SDE, em 2021, Ilhéus recebeu aporte de R$ 780 mil. No período compreendido entre 2017 e 2021, foram destinados R$ 2.949.057,41 para fortalecer a produção agrícola na cidade.

Referência estadual, o programa desenvolvido pela Prefeitura Ilhéus atende cerca de sete mil famílias em situação de risco alimentar, promovendo a segurança nutricional do público assistido. Os agricultores fornecem os alimentos, entre frutas, verduras e hortaliças e o Município se encarrega de entregar diretamente às instituições ligadas à rede de proteção social.

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No dia em que o Brasil completa 522 anos de história, o campus da Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz) completa 48 anos de implantação. Nomeado de Professor Soane Nazaré de Andrade – um dos idealizadores da instituição -, o local tem 38 hectares e foi inaugurado em 1974 após uma doação do agricultor Manoel Nabuco.

No Campus, é possível fazer um passeio pelo conhecimento começando pelo prédio central, o Edifício José Haroldo Castro Vieira, em forma de torre, cercado de árvores e arbustos, gramados e flores, onde está a Reitoria com os serviços administrativos. Nos pavilhões Adonias Filho, Pedro Calmon, Jorge Amado, Waldir Pires, Max de Menezes, Júlio Cascardo, Ciências Exatas e Tecnológicas, funcionam dezenas de laboratórios, salas de aula, auditórios, departamentos, colegiados de cursos de graduação, pós-graduação e gabinetes de professores. Além destes, existem os modernos e recém-inaugurados Complexo de Laboratórios para as Ciências Exatas (CLCE), o anexo do Centro de Biotecnologia e Genética (CBG) e o imponente prédio que vai receber o Núcleo de Estudos e Pesquisas Arqueológicas da Bahia (Nepab).

Já a área externa urbanizada, com mais de 50 mil m² de alamedas, acessos, iluminação em led, jardins bem cuidados e estacionamento, convida ao Centro de Arte e Cultura, onde estão a Biblioteca Central, livraria e o auditório principal. Pelas mesmas alamedas espaçosas, encontram-se também a Base Ambiental, o Restaurante Universitário, o Parque Desportivo e o Hospital Veterinário.

Para o reitor da Uesc, professor Alessandro Fernandes, a instituição abriga o que há de mais precioso na região: “Hoje, esse Campus, pujante na universalidade do conhecimento, nos orgulha da sua comunidade acadêmica de professores, técnico-administrativos, estudantes e parceiros, em um trabalho crescente em prol da sociedade regional. (…) A nossa Universidade é um patrimônio da sociedade baiana, é formadora de grandes quadros, é defensora da ciência e tem um papel muito maior do que somente entregar diplomas; este Campus é lugar para transformar vidas, para transformar a sociedade”.

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