O vereador disse que vai solicitar a instauração de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para apurar as denúncias, adotar providências e punir os responsáveis, mas Thiago nega todas as acusações

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O caldo entornou entre dois bolsonaristas ferrenhos e atuantes na cidade de Ilhéus. De um lado, o defensor público e vereador Dr. Tandick (UB) e, do outro, o presidente da Fundação Maramata e pré-candidato a deputado estadual, Thiago Martins (PL).

Dr. Tandick alega ter provas concretas de que há funcionários fantasmas atuando na fundação presidida por Thiago. De acordo com o vereador, inicialmente, uma servidora estava lotada na Secretaria de Agricultura e Pesca e, posteriormente, foi cedida para a Maramata, mas sem exercer nenhum tipo de função em ambos os órgãos. Ainda de acordo com o vereador, outra funcionária que presta serviços pessoais para Thiago Martins, a exemplo da gestão das redes sociais dele, também consta como atuante na Maramata.

O vereador disse que vai solicitar a instauração de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para apurar as denúncias, adotar providências e punir os responsáveis. O prefeito Valderico Junior (UB) será informado acerca da situação e, se necessário, o Ministério Público será acionado.

Em nota, Thiago Martins disse que foi surpreendido com as denúncias e alega que as provas não foram apresentadas. O pré-candidato também disse que a fundação possui câmeras que podem atestar que todos os funcionários cumprem o expediente regularmente, a exemplo da própria sogra, que, segundo ele, trabalha de forma correta.

O presidente da Maramata também alegou que não existe funcionário pago com recursos públicos para atuar nas redes sociais dele porque o mesmo é responsável por editar e produzir o conteúdo, exceto em períodos de campanha, quando alguém é devidamente contratado para exercer tal papel.

”Quero ainda afirmar que estou totalmente à disposição da Câmara de Vereadores e de todos os parlamentares para prestar quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários. Entendo que, ao receber uma denúncia, o papel do vereador é investigar. Isso faz parte da função fiscalizadora do Legislativo e eu sou favorável a toda apuração séria e responsável, pois quem trabalha com transparência não teme investigação”, disse Martins.

Gabriel disse que a investigação do MP está baseada em uma denúncia feita ao órgão a partir de uma reportagem publicada em um meio de comunicação

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O Ministério Público da Bahia instaurou um procedimento para investigar a conduta do vereador Gabriel Bandarra (PL), que, supostamente, tinha 30 cargos comissionados na prefeitura de Lauro de Freitas até julho deste ano. Após Gabriel romper politicamente com a prefeita Débora Regis (UB), todas as pessoas foram exoneradas.

O objetivo do MP é apurar a suposta prática de ato de improbidade administrativa, por violação aos princípios da Administração Pública e eventual dano ao erário, já que os cargos seriam utilizados para loteamento político e cooptação de apoio político-partidário.

Em conversa com este Pauta Blog, o vereador negou as acusações e disse que a investigação do MP está baseada em uma denúncia feita ao órgão a partir de uma reportagem publicada em um meio de comunicação. Ainda segundo Bandarra, ”a matéria está baseada em nada porque não tem nenhuma prova ou evidência”. O vereador ainda defendeu a atuação do Ministério Público, que consiste na apuração de todos os fatos que chegam até lá.

Pauta Blog acompanha apuração das principais cidades da Bahia

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já iniciou a apuração das urnas eletrônicas que foram utilizadas nas Eleições Municipais realizadas neste domingo (6.outubro). É grande a expectativa para a eleição de prefeitos e vereadores em todo o país.

Acompanhe neste Pauta Blog a apuração nas principais cidades baianas e, já, já, traremos matérias exclusivas sobre o cenário de alguns municípios do Sul da Bahia.

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