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Todos os públicos devem estar munidos de documentos como RG, CPF, Cartão do SUS, comprovante de residência e Cartão de Vacina, deve levar a xerox da certidão de nascimento da criança

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Com a disponibilização de novas doses, a Secretaria de Saúde de Ilhéus, divulgou o cronograma de vacina contra à Covid-19. Públicos como lactantes a partir de 30 anos, profissionais da Educação básica tanto do Município, quanto do Estado e da rede privada a partir de 30 anos, pessoas com mais de 50 anos, rodoviários e taxistas a partir de 30 anos, serão contemplados com a estratégia de imunização.

LACTANTES
De acordo com a Secretaria, e o plano nacional de vacinação, serão imunizadas as lactantes a partir de 30 anos, que amamentam crianças de 2 meses a 12 meses de vida, a partir de de hoje 2ª feira (7.junho), até enquanto durarem as doses da vacina nas unidades de saúde.

SEGUNDAS DOSES
De 2ª feira (7.junho), a 6ª feira (11.junho), estarão sendo ofertadas as segundas doses para o público vacinado com a primeira dose, tanto da vacina de Oxford quanto da Coronavac, de 8h às 12h, e das 12h às 15h, no Centro Municipal de Atendimento Especializado (CMAE), antigo Colégio Fênix, que fica na Avenida Canavieiras.

PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
Os profissionais da Educação Básica Municipal e Estadual a partir de 30 anos, terão a chance de receber a vacina especificamente hoje 2ª feira (7.junho), na Escola Municipal Heitor Dias (Avenida Canavieiras), das 8h às 14h. Já os profissionais da Educação Básica da rede privada a partir de 30 anos, serão imunizados especificamente também nesta próxima segunda-feira, na Cruzada do Bem Pelo Bem, das 8h às 14h, que fica na Rua Teodoro Sampaio, Boa Vista (próximo ao Ginásio de Esportes Herval Soledade).

A PARTIR DE 50 ANOS
As pessoas a partir de 50 anos serão vacinadas na 3ª feira (8.junho), das 8h às 14h, por meio nos pontos das unidades dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e drive-thrus, montados na Avenida Soares Lopes, próximo ao Centro de Convenções, e na Praça São João Batista, no Pontal.

RODOVIÁRIOS E TAXISTAS
Já os rodoviários e taxistas, ambos a partir de 30 anos, serão imunizados na 4ª feira (9.junho), nas respectivas sedes de seus sindicatos, das 8h às 14h.

CONFIRA DATAS E LOCAIS ESPECÍFICOS:

Público I: Lactantes a partir de 30 anos, que amamentam crianças de 2 meses a 12 meses de vida
Data: 07 de junho de 2021, segunda-feira.
Local: Unidades de Saúde como PSF Conquista; UBS Joaquim Sampaio; UBS Euler Ázaro; UBS Banco da Vitória; UBS Posto Sarah Kubitscheck; PSF Nelson Costa; UBS Hernani Sá; PSF Nossa Senhora da Vitoria; PSF Ilhéus II; e UBS Olivença.

Público II: Segunda Dose (Oxford ou Coronavac)
Data: Segunda-feira a sexta-feira, de 7 a 11 de junho de 2021.
Horário: 8h às 12h, 12h às 15h
Local: Centro Municipal de Atendimento Especializado (CMAE), antigo Colégio Fênix, Avenida Canavieiras.

Público III: Profissionais da Educação Básica Municipal e Estadual a partir de 30 anos
Data: 7 de junho de 2021, segunda-feira.
Local: Escola Municipal Heitor Dias (Avenida Canavieiras)
Horário: 8h às 14h.

Público IV: Profissionais da Educação Básica da rede privada a partir de 30 anos
Data: 7 de junho de 2021, segunda-feira.
Local: Cruzada do Bem Pelo Bem, Rua Teodoro Sampaio, Boa Vista (próximo ao Ginásio de Esportes Herval Soledade).
Horário: 8h às 14h.

Público V: Pessoas a partir de 50 anos
Data: 8 de junho de 2021, terça-feira.
Horário: 8h às 14h
Locais: Unidades do CRAS e Drive Thrus (Avenida Soares Lopes, próximo ao Centro de Convenções, e na Praça São João Batista, no Pontal).

Público VI: Rodoviários e taxistas, ambos a partir de 30 anos
Data: 9 de junho de 2021, quarta-feira.
Horário: 8h às 14h
Locais: Sede dos sindicatos

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O Instituto Butantan iniciou as obras para a construção de uma nova fábrica de soros com linha de produção completa, na qual será possível elaborar inclusive soros em pó

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O Instituto Butantan iniciou as obras para a construção de uma nova fábrica de soros com linha de produção completa, na qual será possível elaborar inclusive soros em pó, e para a edificação do Museu da Vacina, novo espaço voltado à divulgação científica.

O Centro Avançado de Produção de Soros terá 6,6 mil metros quadrados e cinco pavimentos, e deve ficar pronto em 2023. Quando entrar em operação, a fábrica absorverá, em uma única planta, a produção de todos os 12 tipos de soros que o instituto produz, e fornece ao Ministério da Saúde, contra toxinas de animais peçonhentos e micro-organismos.

Com investimentos de R$ 34,5 milhões, a fábrica contemplará desde o processamento do plasma até o envasamento dos frascos e terá um liofilizador. O aparelho vai permitir que os produtos líquidos do Butantan sejam desidratados e transformados em pó, mantendo as propriedades neutralizantes mesmo sem refrigeração. “Isso fará com que os soros estejam mais acessíveis, principalmente em regiões inóspitas onde os acidentes com animais peçonhentos são muito comuns”, explica a gerente do Núcleo de Produção de Soros, Fan Hui Wen.

Os soros são produzidos a partir da inoculação dos antígenos do veneno, toxina ou vírus em cavalos, o que resulta na produção de anticorpos hiperimunes. O plasma onde estão esses anticorpos é coletado e submetido a processamento industrial, utilizando métodos físico-químicos, purificado, formulado e envasado.

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O Ministério Público estadual ajuizou ontem, dia 1º, ação civil pública contra o Município e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, mantenedora da maternidade Santa Helena, para que retomem, imediatamente, o serviço de pediatria e neonatologia da unidade hospitalar até, pelo menos, a inauguração do Hospital de Referência Materno-Infantil da cidade, prevista para o fim deste mês. Segundo o promotor de Justiça Pedro Nogueira Coelho, um impasse quanto à destinação de verbas para pagamentos dos profissionais da maternidade levou à interrupção do serviço, a ponto de duas gestantes não terem sido atendidas nesta terça-feira em razão da falta de médicos.

Na ação, é solicitado à Justiça que determine, em decisão liminar, a retomada imediata do serviço, “com corpo clínico adequado, composto de ao menos um pediatra, um obstetra e um anestesista”, com envio à Justiça da escala de plantão no prazo de 72 horas. “Indubitável que a interrupção das atividades por parte dos médicos da maternidade, antes da inauguração do novo hospital, coloca sob risco de grave lesão a saúde pública, gerando inaceitável desassistência às parturientes e nascituros”, afirmou o promotor.

Segundo o documento, a Santa Casa alega que o atraso das verbas federais pelo Município tem impossibilitado o pagamento dos médicos. Já o Município, registra o promotor, nega ter pendências financeiras com a instituição e argumenta que houve redução dos valores dos repasses em razão da queda da produção da unidade hospitalar, o que teria gerado a redução do valor dos repasses efetuados. Pedro Nogueira destaca que uma solução judicial é urgente para não “impor às parturientes locais que aguardem por ainda mais tempo a boa vontade do Município de Ilhéus e da Santa Casa de Misericórdia na solução do impasse”.

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As vacinas serão distribuídas para os municípios baianos, onde serão destinadas para a primeira aplicação

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Uma nova remessa com 37.440 doses de vacinas contra Covid-19 foi recebida hoje (3.junho), na Bahia. Os imunizantes foram produzidos pela Pfizer/BioNTech. O voo comercial trazendo a carga pousou no aeroporto de Salvador por volta das 15h.

As vacinas serão conferidas pela equipe da coordenação de imunização do Estados e devem começar a ser distribuídas nesta 6ª feira (4.junho).

Com esta carga, a Bahia chega ao total de 6.813.150 doses de vacinas recebidas, sendo 3.035.800 da Coronavac, 3.566.750 da AstraZeneca/Oxford e 210.600 da Pfizer/BioNTech.

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Com a carga desta 5ª feira, a Bahia chega ao total de 6.775.710 doses de vacinas recebidas, sendo 3.035.800 da Coronavac, 3.566.750 da AstraZeneca/Oxford e 173.160 da Pfizer

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A Bahia recebeu mais uma remessa de vacinas contra a Covid-19, nesta 5ª feira (2.junho). São 366.000 doses de imunizantes da Astrazeneca/Oxford. O voo comercial trazendo a carga pousou no aeroporto de Salvador por volta das 9h30.

As vacinas serão destinadas para a primeira aplicação. Além do quantitativo recebido hoje, está prevista a chegada de mais 37.440 doses de vacinas produzidas pela Pfizer/BioNTech na tarde desta 5ª feira (3.junho).

Os imunizantes que chegaram hoje começarão a ser enviados para os municípios em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado.

Elas serão remetidas, exclusivamente, aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e o Estado.

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Milhares brasileiros planejaram o nascimento de seus filhos no momento em que ninguém esperava o surgimento de um vírus capaz de modificar o modo de convivência no mundo. Entre as pessoas que realizaram o sonho da maternidade durante esta pandemia estão Deise Damásio, Isabella Fagundes e Fabiany Nascimento.

Em 2019, Deise Damásio, com apoio do marido, decidiu que tinha chegado a hora de ser mãe pela segunda vez. Ela afirma que tomaria a mesma decisão hoje. “Minha filha é um grande presente de Deus. Era um sonho da nossa família. Temos um desafio a mais porque ela nasceu prematura e precisou ficar internada”, conta.

Deise relata que o grande desafio não foi enfrentar a pandemia, mas acompanhar os primeiros dias de nascimento de Eloá. “Passei boa parte da gravidez trabalhando em home office (em casa) e tomei todos os cuidados, mas não fiquei assustada”, conta a moradora de Itapé, no sul da Bahia.

Eloá nasceu prematura, em julho de 2020, na 27ª semana, pesando 940 gramas (muito abaixo do peso considerado ideal). A bebê precisou ficar internada 53 dias em um leito da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Manoel Novaes. “Hoje, minha filha está bem, mas ainda fazemos acompanhamento com fisioterapeuta, pediatra e neurocirurgião”.

A PEQUENA LAURA
Quem também veio ao mundo em plena pandemia do novo coronavírus foi a pequena Laura. Ela nasceu quando Isabella Fagundes estava na 28ª semana de gestação. “Era o começo de uma pandemia, não sabíamos como lidar com o vírus ainda. O comércio estava fechado. Eu e meu marido ficávamos em casa imaginando nossa bebê conosco, mal sabíamos que isso ia acontecer o mais rápido possível”.

No dia 1º de maio de 2020, Isabella acordou perdendo muito líquido. “Fomos para o hospital já com dilatação. Não estava na hora ainda, pelo menos para mim. Mas para ela (Laura), era a hora certa. Ficamos quatro dias internadas e fazendo de tudo para certificar que ela estava bem e sendo preparada para vir ao mundo”.

Laura nasceu às 6h do dia 5 de maio, de parto normal, pesando 1,024kg. “Não pude tocá-la, tirar fotos e nem amamentá-la. Rapidamente eu a vi sem reação. Ela foi levada pela equipe para UTI Neonatal e lá intubaram. Quando fiquei naquela sala eu clamei a Deus pela vida da minha filha. Pedi com todo o meu coração e a ouvi chorar, foi ali que me encontrei novamente”.

A pequena Laura ficou 58 dias internada no Hospital Manoel Novaes. “Fui todos os dias visitar meu presente. Passei o Dia das Mães e meu aniversário com ela. Quanto foi difícil vir para casa e não tê-la em meus braços, sem receber visita de minha família. Quanto foi difícil imaginá-la naquela sala com infinitos bebês prematuros que tinham uma mamãe sofrendo e de coração grato como eu. Mas estava tranquila porque sempre confiei na equipe do hospital”, afirma.

Superado os momentos desafiadores, a mãe comemora a companhia da filha. “Passou um ano e hoje estamos aqui, felizes. Ela está com desenvolvimento perfeito e completo para idade. Esse ano passou voando. Quase como um flash, mas lembro de todos os momentos e sorrisos que conquistamos até aqui. Quero aprender e ensinar todos os dias. Obrigada, Laura, por ter me escolhido para ser sua mamãe e não desistir de lutar nenhum segundo pela sua vida. Amo-te!”, derrete-se Isabella.

ANA GABRIELA
Fabiany Nascimento também é mãe de um bebê prematuro, nascido com 32 duas semanas, com 1,3kg. O parto dela estava previsto para dezembro de 2020, mas Ana Gabriela Aguiar nasceu em outubro. Moradora de Camamu, no baixo sul da Bahia, ela teve dificuldade para fazer o pré-natal porque Itabuna já registrava um o número crescente de casos de Covid-19.

Mas, em um determinado momento, Fabiany passou a sofrer com pressão alta e, em setembro, estava no nível muito elevado. “Foi aí que descobriram que minha bebê estava tendo restrição de crescimento, com dificuldade de respiração. Durante uma consulta de acompanhamento, a médica percebeu que a situação tinha se complicado e que o parto deveria ser antecipado”, relata.

Após o nascimento, Ana Gabriela ficou 63 dias internada na UTI Neonatal. “No período em que ela estava hospitalizada, só a vi rapidamente quando nasceu. Foi um período muito difícil e só podia vê-la durante uma hora por dia. Revesava com meu marido, um dia eu, outro, ele. Meu coração ficava muito apertado porque era pouco tempo, mas sabia que minha filha estava sendo muito bem cuidada”, conta emocionada.

Fabiany afirma que, além do número de infectados e óbitos, a tristeza nessa pandemia é o isolamento, principalmente dos familiares. “Não sabemos por onde as pessoas andam. Quando planejávamos ter um bebê, imaginávamos que ele cresceria perto dos avós, bisavós, tios, de todo mundo da família. Mas logo percebemos que isso não seria possível, neste momento, por causa dessa pandemia. Isso vem sendo muito difícil”. Mesmo antes do início da pandemia da Covid-19, o Hospital Manoel Novaes já tinha adotado todos os protocolos para evitar a transmissão cruzada do vírus.

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O momento é de alerta no país

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga lançou o alerta durante participação de audiência pública na Câmara dos Deputados, sobre a necessidade da adoção de novas medidas de restrição em razão da possibilidade do país entrar numa 3ª onda da Covid-19.

Ele apontou que essa terceira onda, se ocorrer, pode ser provocada pelo avanço no país de uma nova cepa do coronavírus. Ele não citou especificamente a variante indiana, que já foi identificada em sete pacientes infectados no país.

Queiroga disse que o Ministério da Saúde está vigilante para orientar os governos locais sobre medidas para evitar uma terceira onda e não descartou a necessidade de adoção, por parte dos municípios, de novas medidas de isolamento social. “De acordo com a situação de cada município, pode ser necessário que se adote uma medida restritiva, mas cabe a cada autoridade municipal. O Ministério da Saúde fica vigilante para que se possa orientar.”

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Com esta nova carga, a Bahia chega ao total de 6.372.270 doses de vacinas recebidas, sendo 3.035.800 da Coronavac, 3.200.750 AstraZeneca/Oxford e 135.720 da Pfizer // Foto: Rafael Menezes/Saúde GOVBA

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Mais 351.750 doses de vacinas contra a Covid-19 chegará à Bahia nesta quarta-feira (26). O avião comercial que trará a carga está previsto para pousar no aeroporto de Salvador às 9h45. Toda a remessa foi produzida pela AstraZeneca/Fiocruz. As vacinas serão destinadas para a primeira aplicação do esquema vacinal.

Os imunizantes começarão a ser enviados ainda nesta quarta-feira (26) para as regionais de saúde em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado. Quando as vacinas chegam nas regionais de Saúde, elas são distribuídas para todos os seus municípios de abrangência, completando assim a entrega.

As doses serão remetidas aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses recebidas anteriormente. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e o Estado.

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A Bahia é um dos estados do País com o maior número de imunizados, superando a marca de 20% da população vacinada com a primeira dose

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Nesta 3ª feira (18.maio) a Bahia ultrapassou a marca de 3 milhões de baianos vacinados com a primeira dose da vacina contra o coronavírus (Covid-19).

O secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, destaca que a Bahia é o estado brasileiro com maior agilidade na aplicação da vacina. “Imunizamos 1 milhão de pessoas em 30 dias e poderíamos vacinar ainda mais se o Governo Federal enviasse doses em quantitativo suficiente para atender a demanda”, afirma. 

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As mães também estão sendo contempladas com ações realizadas pela SCMI em parceria com O Boticário

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Familiares e pacientes da Unidade de Oncologia Pediátrica do Hospital Manoel Novaes (HMN) e do Centro de Radioterapia da Santa Casa de Itabuna (SCMI) tiveram uma manhã de quinta-feira (6.maio) diferente. Eles foram brindados com uma linda apresentação da Charanga da Alegria, que tocou clássicos da MPB, frevo e samba, dentre outros, na abertura da programação especial do Dia das Mães, que será celebrado no domingo (9.maio). As mães também estão sendo contempladas com ações realizadas pela SCMI em parceria com O Boticário.

Apresentação da banda musical emocionou crianças, mães e pais que acompanhavam seus filhos na consulta ou tratamento na unidade de oncologia pediátrica do HMN. Os grandes clássicos da música popular, frevo e machas carnavalescas foram apresentados também para os pacientes e acompanhantes da unidade de radioterapia da SCMI. Entre os pacientes mais animados estava o agricultor Silvestre dos Santos, morador da Fazenda Boa Vista, no distrito de Taboquinhas, em Itacaré.

Morador da zona rural de Itacaré, ele iniciou há uma semana o tratamento de um tumor de próstata. O paciente diz que fez uma viagem no tempo ao ouvir a apresentação musical. “Vou lembrar-me desse dia todas as vezes que me deslocar de Taboquinhas para fazer o tratamento em Itabuna. Foi muito especial por ter tocado muitas músicas que marcam a minha vida. Estamos precisando de ações desse tipo. Até esquecemos que estamos em tratamento”, conta. Silvestre dos Santos acrescentou ainda que, inicialmente, fará esse trajeto por um período de 35 dias.

A supervisora administrativa da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) da SCMI, Deize Souza, explica que apresentação musical foi com o objetivo de proporcionar um momento de alegria para os pacientes e para mães que passam parte de seu tempo na unidade pediátrica lutando para que a saúde de seus filhos seja restabelecida. “Sempre tentamos oferecer esses momentos de descontração e interatividade com os nossos pacientes. É uma ação voluntária feita com muito amor e carinho. E temos um retorno maravilhoso quando olhamos para o rosto de cada um”, conta.

Os músicos Douglas Araújo de Souza e Aldenir Ramos afirmam que a apresentação é uma forma de retribuição ao carinho que recebem do público. “Esses encontros com pacientes em tratamento não têm preço. Ficamos muito contentes com a receptividade e carinho deles. Esse tipo de reconhecimento é o maior patrimônio para o artista”, comemora Aldenir Ramos.

“É gratificante ajudar a proporcionar um momento de alegria para essas crianças aqui, do ambulatório, e os adultos em tratamento no Centro da Radioterapia. Percebemos o sorriso na expressão facial deles. Para nós, que estamos sem poder fazer o que mais gostamos por causa da pandemia, é confortante essa oportunidade de levar a nossa arte para pessoas que estão precisando tanto de ter a saúde restabelecida”, afirma Douglas Araújo. A Charanga da Alegria existe há 9 anos.  

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