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Com a carga desta 5ª feira, a Bahia chega ao total de 6.775.710 doses de vacinas recebidas, sendo 3.035.800 da Coronavac, 3.566.750 da AstraZeneca/Oxford e 173.160 da Pfizer

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A Bahia recebeu mais uma remessa de vacinas contra a Covid-19, nesta 5ª feira (2.junho). São 366.000 doses de imunizantes da Astrazeneca/Oxford. O voo comercial trazendo a carga pousou no aeroporto de Salvador por volta das 9h30.

As vacinas serão destinadas para a primeira aplicação. Além do quantitativo recebido hoje, está prevista a chegada de mais 37.440 doses de vacinas produzidas pela Pfizer/BioNTech na tarde desta 5ª feira (3.junho).

Os imunizantes que chegaram hoje começarão a ser enviados para os municípios em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado.

Elas serão remetidas, exclusivamente, aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e o Estado.

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Milhares brasileiros planejaram o nascimento de seus filhos no momento em que ninguém esperava o surgimento de um vírus capaz de modificar o modo de convivência no mundo. Entre as pessoas que realizaram o sonho da maternidade durante esta pandemia estão Deise Damásio, Isabella Fagundes e Fabiany Nascimento.

Em 2019, Deise Damásio, com apoio do marido, decidiu que tinha chegado a hora de ser mãe pela segunda vez. Ela afirma que tomaria a mesma decisão hoje. “Minha filha é um grande presente de Deus. Era um sonho da nossa família. Temos um desafio a mais porque ela nasceu prematura e precisou ficar internada”, conta.

Deise relata que o grande desafio não foi enfrentar a pandemia, mas acompanhar os primeiros dias de nascimento de Eloá. “Passei boa parte da gravidez trabalhando em home office (em casa) e tomei todos os cuidados, mas não fiquei assustada”, conta a moradora de Itapé, no sul da Bahia.

Eloá nasceu prematura, em julho de 2020, na 27ª semana, pesando 940 gramas (muito abaixo do peso considerado ideal). A bebê precisou ficar internada 53 dias em um leito da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Manoel Novaes. “Hoje, minha filha está bem, mas ainda fazemos acompanhamento com fisioterapeuta, pediatra e neurocirurgião”.

A PEQUENA LAURA
Quem também veio ao mundo em plena pandemia do novo coronavírus foi a pequena Laura. Ela nasceu quando Isabella Fagundes estava na 28ª semana de gestação. “Era o começo de uma pandemia, não sabíamos como lidar com o vírus ainda. O comércio estava fechado. Eu e meu marido ficávamos em casa imaginando nossa bebê conosco, mal sabíamos que isso ia acontecer o mais rápido possível”.

No dia 1º de maio de 2020, Isabella acordou perdendo muito líquido. “Fomos para o hospital já com dilatação. Não estava na hora ainda, pelo menos para mim. Mas para ela (Laura), era a hora certa. Ficamos quatro dias internadas e fazendo de tudo para certificar que ela estava bem e sendo preparada para vir ao mundo”.

Laura nasceu às 6h do dia 5 de maio, de parto normal, pesando 1,024kg. “Não pude tocá-la, tirar fotos e nem amamentá-la. Rapidamente eu a vi sem reação. Ela foi levada pela equipe para UTI Neonatal e lá intubaram. Quando fiquei naquela sala eu clamei a Deus pela vida da minha filha. Pedi com todo o meu coração e a ouvi chorar, foi ali que me encontrei novamente”.

A pequena Laura ficou 58 dias internada no Hospital Manoel Novaes. “Fui todos os dias visitar meu presente. Passei o Dia das Mães e meu aniversário com ela. Quanto foi difícil vir para casa e não tê-la em meus braços, sem receber visita de minha família. Quanto foi difícil imaginá-la naquela sala com infinitos bebês prematuros que tinham uma mamãe sofrendo e de coração grato como eu. Mas estava tranquila porque sempre confiei na equipe do hospital”, afirma.

Superado os momentos desafiadores, a mãe comemora a companhia da filha. “Passou um ano e hoje estamos aqui, felizes. Ela está com desenvolvimento perfeito e completo para idade. Esse ano passou voando. Quase como um flash, mas lembro de todos os momentos e sorrisos que conquistamos até aqui. Quero aprender e ensinar todos os dias. Obrigada, Laura, por ter me escolhido para ser sua mamãe e não desistir de lutar nenhum segundo pela sua vida. Amo-te!”, derrete-se Isabella.

ANA GABRIELA
Fabiany Nascimento também é mãe de um bebê prematuro, nascido com 32 duas semanas, com 1,3kg. O parto dela estava previsto para dezembro de 2020, mas Ana Gabriela Aguiar nasceu em outubro. Moradora de Camamu, no baixo sul da Bahia, ela teve dificuldade para fazer o pré-natal porque Itabuna já registrava um o número crescente de casos de Covid-19.

Mas, em um determinado momento, Fabiany passou a sofrer com pressão alta e, em setembro, estava no nível muito elevado. “Foi aí que descobriram que minha bebê estava tendo restrição de crescimento, com dificuldade de respiração. Durante uma consulta de acompanhamento, a médica percebeu que a situação tinha se complicado e que o parto deveria ser antecipado”, relata.

Após o nascimento, Ana Gabriela ficou 63 dias internada na UTI Neonatal. “No período em que ela estava hospitalizada, só a vi rapidamente quando nasceu. Foi um período muito difícil e só podia vê-la durante uma hora por dia. Revesava com meu marido, um dia eu, outro, ele. Meu coração ficava muito apertado porque era pouco tempo, mas sabia que minha filha estava sendo muito bem cuidada”, conta emocionada.

Fabiany afirma que, além do número de infectados e óbitos, a tristeza nessa pandemia é o isolamento, principalmente dos familiares. “Não sabemos por onde as pessoas andam. Quando planejávamos ter um bebê, imaginávamos que ele cresceria perto dos avós, bisavós, tios, de todo mundo da família. Mas logo percebemos que isso não seria possível, neste momento, por causa dessa pandemia. Isso vem sendo muito difícil”. Mesmo antes do início da pandemia da Covid-19, o Hospital Manoel Novaes já tinha adotado todos os protocolos para evitar a transmissão cruzada do vírus.

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O momento é de alerta no país

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga lançou o alerta durante participação de audiência pública na Câmara dos Deputados, sobre a necessidade da adoção de novas medidas de restrição em razão da possibilidade do país entrar numa 3ª onda da Covid-19.

Ele apontou que essa terceira onda, se ocorrer, pode ser provocada pelo avanço no país de uma nova cepa do coronavírus. Ele não citou especificamente a variante indiana, que já foi identificada em sete pacientes infectados no país.

Queiroga disse que o Ministério da Saúde está vigilante para orientar os governos locais sobre medidas para evitar uma terceira onda e não descartou a necessidade de adoção, por parte dos municípios, de novas medidas de isolamento social. “De acordo com a situação de cada município, pode ser necessário que se adote uma medida restritiva, mas cabe a cada autoridade municipal. O Ministério da Saúde fica vigilante para que se possa orientar.”

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Com esta nova carga, a Bahia chega ao total de 6.372.270 doses de vacinas recebidas, sendo 3.035.800 da Coronavac, 3.200.750 AstraZeneca/Oxford e 135.720 da Pfizer // Foto: Rafael Menezes/Saúde GOVBA

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Mais 351.750 doses de vacinas contra a Covid-19 chegará à Bahia nesta quarta-feira (26). O avião comercial que trará a carga está previsto para pousar no aeroporto de Salvador às 9h45. Toda a remessa foi produzida pela AstraZeneca/Fiocruz. As vacinas serão destinadas para a primeira aplicação do esquema vacinal.

Os imunizantes começarão a ser enviados ainda nesta quarta-feira (26) para as regionais de saúde em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado. Quando as vacinas chegam nas regionais de Saúde, elas são distribuídas para todos os seus municípios de abrangência, completando assim a entrega.

As doses serão remetidas aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses recebidas anteriormente. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e o Estado.

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A Bahia é um dos estados do País com o maior número de imunizados, superando a marca de 20% da população vacinada com a primeira dose

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Nesta 3ª feira (18.maio) a Bahia ultrapassou a marca de 3 milhões de baianos vacinados com a primeira dose da vacina contra o coronavírus (Covid-19).

O secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, destaca que a Bahia é o estado brasileiro com maior agilidade na aplicação da vacina. “Imunizamos 1 milhão de pessoas em 30 dias e poderíamos vacinar ainda mais se o Governo Federal enviasse doses em quantitativo suficiente para atender a demanda”, afirma. 

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As mães também estão sendo contempladas com ações realizadas pela SCMI em parceria com O Boticário

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Familiares e pacientes da Unidade de Oncologia Pediátrica do Hospital Manoel Novaes (HMN) e do Centro de Radioterapia da Santa Casa de Itabuna (SCMI) tiveram uma manhã de quinta-feira (6.maio) diferente. Eles foram brindados com uma linda apresentação da Charanga da Alegria, que tocou clássicos da MPB, frevo e samba, dentre outros, na abertura da programação especial do Dia das Mães, que será celebrado no domingo (9.maio). As mães também estão sendo contempladas com ações realizadas pela SCMI em parceria com O Boticário.

Apresentação da banda musical emocionou crianças, mães e pais que acompanhavam seus filhos na consulta ou tratamento na unidade de oncologia pediátrica do HMN. Os grandes clássicos da música popular, frevo e machas carnavalescas foram apresentados também para os pacientes e acompanhantes da unidade de radioterapia da SCMI. Entre os pacientes mais animados estava o agricultor Silvestre dos Santos, morador da Fazenda Boa Vista, no distrito de Taboquinhas, em Itacaré.

Morador da zona rural de Itacaré, ele iniciou há uma semana o tratamento de um tumor de próstata. O paciente diz que fez uma viagem no tempo ao ouvir a apresentação musical. “Vou lembrar-me desse dia todas as vezes que me deslocar de Taboquinhas para fazer o tratamento em Itabuna. Foi muito especial por ter tocado muitas músicas que marcam a minha vida. Estamos precisando de ações desse tipo. Até esquecemos que estamos em tratamento”, conta. Silvestre dos Santos acrescentou ainda que, inicialmente, fará esse trajeto por um período de 35 dias.

A supervisora administrativa da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) da SCMI, Deize Souza, explica que apresentação musical foi com o objetivo de proporcionar um momento de alegria para os pacientes e para mães que passam parte de seu tempo na unidade pediátrica lutando para que a saúde de seus filhos seja restabelecida. “Sempre tentamos oferecer esses momentos de descontração e interatividade com os nossos pacientes. É uma ação voluntária feita com muito amor e carinho. E temos um retorno maravilhoso quando olhamos para o rosto de cada um”, conta.

Os músicos Douglas Araújo de Souza e Aldenir Ramos afirmam que a apresentação é uma forma de retribuição ao carinho que recebem do público. “Esses encontros com pacientes em tratamento não têm preço. Ficamos muito contentes com a receptividade e carinho deles. Esse tipo de reconhecimento é o maior patrimônio para o artista”, comemora Aldenir Ramos.

“É gratificante ajudar a proporcionar um momento de alegria para essas crianças aqui, do ambulatório, e os adultos em tratamento no Centro da Radioterapia. Percebemos o sorriso na expressão facial deles. Para nós, que estamos sem poder fazer o que mais gostamos por causa da pandemia, é confortante essa oportunidade de levar a nossa arte para pessoas que estão precisando tanto de ter a saúde restabelecida”, afirma Douglas Araújo. A Charanga da Alegria existe há 9 anos.  

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Quando dona Josefina deu entrada no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), em novembro do ano passado, as suas chances de não resistir a um acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) variavam entre 80 e 90%. Isso porque, com 75 anos de idade e uma lesão muito grande, a aposentada não era candidata a nenhum tratamento que pudesse lhe favorecer.

Mas, graças a uma iniciativa recém-chegada à instituição, Josefina Maria de Oliveira Santana não só sobreviveu como melhorou a sua mobilidade após a doença. Ela foi a primeira pessoa a participar do projeto de abordagem neurocirúrgica para pacientes com acidente vascular encefálico (AVE) – como também é conhecido o AVC – na Bahia. Foi a chance de que precisava para continuar entre os seus.

Passados seis meses da cirurgia, o filho José comemora os resultados: “minha mãe está bem e eu fico muito agradecido pelo cuidado que ela recebeu no Hospital Roberto Santos. Hoje, mexe a perna direita, dá uns passinhos e, com meu auxílio, consegue até ficar em pé. Ela, que não se movimentava nem falava, já se esforça para caminhar e pronuncia palavras como ‘mamãe’, ‘Maria’, ‘meu Deus’ e ‘Ave Maria’”.

O tratamento oferecido à Josefina pode ser considerado revolucionário, pois é o último recurso para ajudar pessoas acometidas pela doença que, conforme dados do Ministério da Saúde, é a segunda maior causa de morte no país. Para fundamentar essa tese, um estudo desenvolvido no HGRS e publicado, em janeiro, na revista médica World Neurosurgery concluiu que a trombectomia mecânica – como é chamado o procedimento cirúrgico para desobstruir o vaso sanguíneo no cérebro – é factível para o resgate funcional de vítimas de AVE, promovendo a reativação de aéreas hopovascularizadas (a chamada zona de penumbra – um cérebro inativo funcionalmente, mas ainda viável).

Coordenador do serviço de neurocirurgia do Hospital Geral Roberto Santos, o neurocirurgião Leonardo Avellar explica que a meta de qualquer tratamento para AVC é alcançar a recanalização a tempo para permitir a recuperação do tecido cerebral. Então, para a maior parte dos casos, é preciso agir dentro da famosa janela terapêutica, que, tradicionalmente, contempla até quatro horas e meia do início dos sintomas. Com a trombectomia cirúrgica, essa janela é mais ampla, chegando, em alguns casos, a mais de 24 horas.

“Quando se fala em acidente vascular cerebral isquêmico, a maioria dos hospitais recorre ao tratamento clínico, ou seja, o tratamento para não piorar o quadro. No entanto, ele não possui tanta capacidade de reverter algo que já aconteceu”, conta Avellar.

De acordo com ele, a abordagem neurocirúrgica é vantajosa para esses casos porque amplia a janela de tratamento, é eficaz para reversão de déficits neurológicos, indicada para grandes AVCs e apresenta excelente custo-benefício. “Na tomografia realizada após um mês da cirurgia de Josefina, pudemos observar força grau 2, que significa que ela consegue andar com apoio; afasia motora, que significa que ela entende parcialmente e pode ter uma vida social razoável, e ganho em tônus postural, conquistado com o auxílio da fisioterapia. É um resultado positivo para o tratamento de um AVC agudo”, avalia. 

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O novo nome foi aprovado ontem pela Câmara de Ilhéus

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A Câmara de Vereadores de Ilhéus aprovou, em regime de caráter de urgência, na sessão desta quarta-feira (5.maio) o Projeto de Lei de autoria do Poder Executivo que altera a denominação do antigo Hospital Regional Luiz Viana Filho, que passará a chamar-se Hospital Materno Infantil Doutor Joaquim Sampaio.

A nova unidade hospitalar localizada no bairro da Conquista, uma obra do Estado que em breve será inaugurada pelo governador Rui Costa e pelo prefeito Mário Alexandre, vai homenagear um dos mais queridos anestesiologistas que atuou em Ilhéus por cerca de 40 anos.

Como recentemente o Posto de Saúde localizado na avenida Princesa Isabel já havia recebido o nome do médico, como forma de homenageá-lo, a partir da aprovação deste PL, passará a ter a denominação de Unidade Básica de Saúde Santa Dulce dos Pobres. 

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1️⃣ Por que estão faltando vacinas para a segunda dose?
De acordo com o Ministério da Saúde, os fabricantes não estão conseguindo entregar as vacinas conforme contrato estabelecido, sobretudo, por dificuldades na importação do IFA (Insumo Farmacêutico Ativo), que é a base da produção da vacina. Deste modo, o cronograma de entregas previsto pelo Ministério da Saúde não está sendo cumprido, ocasionando o desabastecimento da segunda dose na maioria dos municípios baianos.

Cabe esclarecer que 60% das segundas doses a serem aplicadas a partir de 1º de maio já foram enviadas aos municípios. Os 40% restantes aguardam envio do Ministério da Saúde. Vale ressaltar que neste período foram identificados frascos que embora indicassem conter 10 doses, apresentavam nove e em alguns casos oito doses.

2️⃣ O Governo do Estado e as prefeituras não deveriam provisionar 50% do que fosse entregue pelo Ministério da Saúde a fim de garantir as duas doses?
Até a sétima entrega realizada pelo Ministério da Saúde, o Estado provisionava 50% do carregamento a fim de garantir a imunização completa com a segunda dose. Entretanto, por determinação do Ministério da Saúde, as remessas posteriores foram integralmente distribuídas sem que existisse a retenção habitual. Na prática, isso significa que o Ministério da Saúde tem a obrigação de garantir a segunda dose em tempo hábil, sob risco de reduzir o efeito da primeira dose.

3️⃣ Qual a implicação disso?
Pode acontecer uma menor proteção em virtude da aplicação de apenas uma dose.

4️⃣ Se eu não tomar a segunda dose dentro do prazo estabelecido, perco a primeira dose?
Não há evidências de que se perca o efeito protetor. O que pode acontecer é uma menor proteção em virtude da aplicação de apenas uma dose. E assim que possível, deve-se completar o esquema vacinal com a segunda dose.

5️⃣ Terei que tomar uma terceira dose?
Não. Similar ao que ocorre com a vacina contra a gripe, o Programa Nacional de Imunização (PNI) deve incluir a vacina contra o coronavírus no calendário vacinal permanente, sendo necessário o reforço da imunização anualmente.

6️⃣ Quantos dias pode atrasar?
O fabricante da Coronavac, que é o Instituto Butantan, determina que o prazo máximo entre as duas doses seja de 28 dias. No entanto, o Ministério da Saúde tem sinalizado que este prazo deve ser ampliado para 40 dias, sem que haja redução da eficácia. 

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Reitoria esclarece quanto aos procedimentos

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A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) informa que, após o anúncio do Governo do Estado da Bahia sobre a vacinação contra a Covid-19 dos profissionais da educação, a Uesc encaminhou à Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC/BA) e à Secretaria de Saúde do Município de Ilhéus, a lista contendo os nomes dos servidores com 40 anos de idade ou mais, que compõem seu quadro, composto por servidores efetivos, comissionados, Reda e terceirizados.

A Uesc esclarece que, estes profissionais são considerados como grupo prioritário da Instituição que poderá receber a vacina. Na relação com os nomes dos servidores, constam os dados relativos às respectivas identificação e idade.

A Secretaria de Educação do Estado conduz o processo de fornecimento dos dados, mas a responsabilidade pela vacinação é das Secretarias Municipais de Saúde, ocorrendo, por etapas, dentro do calendário de cada município. A Reitoria da Uesc informa que, de acordo com o ofício expedido pela Secretaria de Saúde de Ilhéus, os servidores serão vacinados contra a Covid-19, nas seguintes datas:

SERVIDORES COM 55 ANOS DE IDADE OU MAIS
Data: 5 de maio de 2021 (quarta-feira)
Horário: das 8h às 15h
Local: Campus Professor Soane Nazaré de Andrade, Universidade Estadual de Santa CRUZ – Uesc
Documentos exigidos: CPF, Cartão SUS, Identidade Funcional e Cartão de Vacina.

PARA AS DEMAIS FAIXAS ETÁRIAS INFORMAÇÕES EM BREVE
Alerta para restrições àqueles que tiveram Covid-19 há menos de 30 dias ou que teve contato com caso positivo da doença, está aguardando resultado de exames de comprovação ou que tenha tomado vacina há menos de 15 dias.

Assim, a Universidade Estadual de Santa Cruz – Uesc, reafirma o seu compromisso com o ensino público de qualidade e, acima de tudo, com a saúde e a vida das pessoas que se dedicam à Educação.  

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