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O presidente Jair Bolsonaro sanciou com vetos ontem (22.abril)

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Depois de um atraso de quase cinco meses e de um impasse entre o Poder Executivo e o Congresso Nacional, o Orçamento de 2021 entra em vigor nesta sexta-feira (23.abril). A lei que estima a receita e fixa a despesa da União (Lei 14.144, de 2021) foi sancionada com vetos pelo presidente Jair Bolsonaro na quinta-feira (22.abril) — o último dia de prazo — e publicada no Diário Oficial da União.

O Palácio do Planalto vetou R$ 11,9 bilhões no valor das emendas parlamentares e R$ 7,9 bilhões nas despesas discricionárias (não obrigatórias) — um total de R$ 19,8 bilhões. O Poder Executivo deve fazer ainda um bloqueio de R$ 9 bilhões nas emendas indicadas por senadores e deputados. Mas elas poderão ser liberadas ao longo do ano, caso haja espaço fiscal.

De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência da República, projeções do Ministério da Economia “indicavam a necessidade de uma recomposição de R$ 29 bilhões”. A pasta informa que foi necessário “abrir um espaço no Orçamento”, “em comum acordo” com o Congresso e com o relator-geral do Orçamento, senador Marcio Bittar (MDB-AC).

“A diferença entre o veto de dotações e o bloqueio é que o veto representa um corte definitivo da despesa, enquanto que o bloqueio permite que o valor bloqueado possa vir a ser desbloqueado ao longo do ano, na hipótese de novas projeções indicarem a existência de um novo espaço no teto de gastos”, informou a Secretaria-Geral da Presidência da República por meio de nota.

Os R$ 19,8 bilhões cortados (R$ 10,5 bilhões em emendas de relator, R$ 1,4 bilhão em emendas de comissões do Congresso e R$ 7,9 bilhões em gastos dos ministérios) não podem ser devolvidos ao Orçamento. O Poder Executivo deve enviar ao Congresso um novo projeto de lei de crédito suplementar para fazer o remanejamento.

“A aprovação desse projeto será necessária para a cobertura das despesas obrigatórias que possuem risco de cobertura insuficiente, como as da Previdência Social. Contudo, as projeções indicam que esses valores somente serão efetivamente necessários no último bimestre do exercício fiscal”, destacou a Secretaria-Geral da Presidência da República.

Segundo o Poder Executivo, o corte em emendas e gastos discricionários foi necessário para recompor despesas consideradas obrigatórias. De acordo com o Ministério da Economia, o projeto de lei (PLN 28/2020) aprovado pelo Congresso em março subestimou o Orçamento necessário para o pagamento de aposentadorias, pensões, benefícios trabalhistas e subsídios à agricultura familiar.

O diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, Felipe Salto, analisou a sanção do Orçamento de 2021 em uma rede social. Ele destacou que o corte de R$ 19,8 bilhões e o bloqueio de R$ 9 bilhões promovidos pelo Poder Executivo somam R$ 28,8 bilhões. No entanto, de acordo com Felipe Salto, o valor necessário para cobrir as despesas obrigatórias em 2021 é de R$ 31,9 bilhões.

Ele avalia que o bloqueio de R$ 9 bilhões das despesas discricionárias do Poder Executivo “vai prejudicar programas e projetos essenciais, elevando o risco de shutdown” (paralisação da máquina pública), ainda que o teto de gastos seja preservado. “As atenções voltam-se do risco de rompimento do teto (ainda presente) para o de paralisação da máquina pública e/ou de serviços essenciais. Minha conta preliminar: a discricionária do Executivo, ficaria em torno de R$ 85 bilhões com o corte potencial de R$ 16,9 bilhões, nível historicamente baixo. O governo escolheu operar no fio da navalha, avaliando recorrentemente eventual necessidade de descontingenciamento”, escreveu Felipe Salto.

Um dia antes de dar o aval para o Orçamento, Bolsonaro sancionou a Lei 14.143, de 2021. A norma retira do cálculo da meta fiscal as despesas com o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm) e as ações de saúde voltadas ao enfrentamento da pandemia de coronavírus. Em 2021, a meta estima um deficit de até R$ 247,1 bilhões. O Pronampe, o BEm e as ações de saúde contra a pandemia também ficam de fora do teto de gastos.  

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A lei prevê o encerramento de todos os lixões do Brasil até 2024

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A Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) divulgou um marco inédito alcançado pelo Brasil: em menos de um ano, foram desativados mais de 600 lixões pelo País. O encerramento de lixões é objetivo prioritário do programa Lixão Zero, lançado em 2019 pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Em julho de 2020, foi sancionada a lei que aprova o Marco do Saneamento, que representou um grande passo para a melhoria da gestão de resíduos sólidos nas cidades e municípios em todo o País. Além de estabelecer normas para aprimorar os serviços de saneamento, visando aumentar a disponibilidade de água potável e coleta de esgoto para a população brasileira, a lei prevê o encerramento de todos os lixões do Brasil até 2024.

O programa Lixão Zero, implantado pelo MMA, potencializa o alcance dessas metas, contribuindo com o fechamento de lixões e garantindo a disposição final ambientalmente adequada de resíduos. Essas iniciativas evitam inúmeros danos ao meio ambiente e trazem mais qualidade de vida e saúde para os brasileiros.

Após a desativação dos lixões, que deixam de receber resíduos, pode ser necessária a descontaminação desses espaços para concluir o saneamento da área. Nesse âmbito, o MMA lançou o Programa Nacional de Recuperação de Áreas Contaminadas, um dos eixos da Agenda Ambiental Urbana, que tem como um de seus objetivos o mapeamento e a gestão desses locais por todo o País.

LIXÃO ZERO
O programa foi criado pelo MMA para desenvolver ações que contribuam com a gestão apropriada de resíduos sólidos nos municípios brasileiros, gerando benefícios ambientais e trazendo mais qualidade de vida para os brasileiros vivendo nas cidades, que totalizam mais de 85% da população.

Nesta quinta-feira (22.abril), o programa Repórter Record Investigação exibiu a situação degradante em que vivem centenas de famílias nos lixões de Itabuna e Ilhéus expostas a todos os tipos de riscos, em condições de miséria extrema. 

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Benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375

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Trabalhadores informais nascidos em agosto começam a receber hoje (22.abril) a nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

Também hoje, beneficiários do Bolsa Família com o Número de Inscrição Social (NIS) de dígito final 4 poderão sacar o benefício.

O pagamento será feito ainda a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a quatro semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.

O saque da primeira parcela foi antecipado em 15 dias. O calendário de retiradas, que iria de 4 de maio a 4 de junho, passou para 30 de abril a 17 de maio.

Ao todo, 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O calendário de pagamentos foi divulgado pelo governo no fim de março e atualizado na semana passada. Da Agência Brasil

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Acidente com jato ocorreu na tarde hoje; não há informações sobre estado das vítimas

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Um acidente com um avião de pequeno porte (de um modelo 35A, fabricado pela Learjet) no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, na tarde desta terça-feira (20.abril).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, equipes se deslocam para atender a ocorrência da queda de um jato.

Segundo o chefe das equipes que atuam no local, são três vítimas envolvidas. Duas delas, os pilotos na cabine, ainda estão presos às ferragens. Por volta das 15h, os militares tentavam acessar a parte frontal da aeronave para retirá-los. A outra vítima já se encontra fora do avião, apresentando escoriações.

A princípio, segundo os bombeiros, o trem de pouso da aeronave não abriu. Com informações do Correio Braziliense.

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Atualmente, os jornalistas já podem constituir microempresas ou pequenas empresas e se enquadrar no Simples Nacional

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O Senado aprovou o projeto que permite a jornalistas serem incluídos no Simples Nacional como microempreendedores individuais (MEI). Foram 71 votos favoráveis e 3 contrários ao texto-base. Sem acordo entre as lideranças, a análise dos três destaques apresentados ao projeto foi adiada para a próxima sessão deliberativa. O Projeto de Lei Complementar é do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) teve parecer favorável do senador Carlos Viana (PSD-MG), com emenda de redação.

Atualmente, os jornalistas já podem constituir microempresas ou pequenas empresas e se enquadrar no Simples Nacional. Contudo, eles não fazem parte das categorias dos microempreendedores individuais, que têm acesso a regras mais benéficas do que as do Simples, como enquadramento simplificado e carga tributária reduzida.

O Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, previsto na Lei Complementar 123, de 2006.

No entanto, segundo Veneziano, a realidade do mercado de trabalho mostra que a maior parte dos jornalistas tem rendimentos equivalentes aos de microempreendedores individuais, com receita anual de até 81 mil reais. Os microempreendedores individuais fazem um recolhimento de impostos de forma simplificada, em valores fixos, hoje em torno de R$ 50. Também estão isentos de tributos federais, como Imposto sobre Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Contribuição para o PIS/Pasep. 

 

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Proposta aprovada ontem (15.abril) inclui doadores de sangue entre as pessoas com direito a atendimento preferencial, assim como já previsto para as pessoas com deficiência, idosos, gestantes, lactantes, indivíduos com crianças de colo e obesos.

Pelo projeto, os doadores de sangue também terão direito a atendimento prioritário nas filas em repartições públicas, bancos, rodoviárias, hospitais, correios, entre outros locais.  

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Apreensão gerou prejuízo de R$ 42 mil reais ao tráfico

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Quarenta e dois quilos de maconha foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na manhã desta hoje (15.abril), em Camacan, na Região Sul da Bahia. O flagrante ocorreu durante fiscalização de combate a criminalidade na BR-101 e causou um prejuízo de 42.000 reais para o tráfico de drogas.

Inicialmente, foi dada ordem de parada ao veículo que seguia do Rio de Janeiro (RJ) com destino a Ilhéus.

Ao subir no ônibus e conversar com os ocupantes, a equipe decidiu aprofundar à fiscalização no interior do veículo.

Durante os procedimentos de vistoria no compartimento de bagagens, os policiais encontraram uma mala “lotada” com tabletes de maconha pronta para consumo. Após pesagem, o volume apreendido correspondeu a aproximadamente 42 Kg (quarenta e dois quilos) da droga.

Um dos ocupantes foi identificado como responsável pelo transporte da droga. Foi dada voz de prisão em flagrante e o traficante com o produto apreendido foi apresentado a autoridade de plantão da Delegacia de Polícia Civil. Inicialmente, ele responderá pelo crime previsto no artigo 33 da Lei 11.343/2006, cuja pena varia de 5 a 15 anos de prisão.

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O descarte incorreto indevido de resíduos causam a contaminação do solo

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No 15 de abril, em que se comemora o Dia Nacional da Conservação do Solo, o calendário do Meio Ambiente traz à tona uma crítica social, que não cabe somente às políticas públicas, mas cada cidadão observar e rever como tem cuidado de seu resíduo.

A constante ação humana, como o descarte incorreto indevido de resíduos causam a contaminação do solo e tem como principais problemas: a poluição por meio do acúmulo de resíduos sólido, como embalagens de plástico, papel e metal, e de produtos químicos, como fertilizantes, pesticidas e herbicidas. Esses poluentes provocam danos, como por exemplo: redução de fertilidade do solo, aumento da erosão, desequilíbrio ecológico, redução da vegetação, problemas de saúde pública, contaminação de alimentos, desertificação, entre outros.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), estima-se que, em 2019, cerca de 6,3 milhões de toneladas de resíduos urbanos não foram coletados e destinadas corretamente. E cerca de 29,5 milhões de toneladas, que correspondem a 82 Maracanãs, foram descartados incorretamente em locais que não possuem sistemas e medidas necessárias para proteger a saúde das pessoas e o meio ambiente contra danos e degradações.

DESCARTE CONSCIENTE NA QUARENTENA
Em tempos de quarentena, em que a produção de resíduos se torna ainda maior, é importante refletir sobre o descarte e destinação correta. Principalmente, para quem está sob suspeita ou tenha testado positivo para COVID-19. Para acondicionar os resíduos contaminados, como por exemplo lenços e mascaras, utilizar sacos resistentes é uma das ações principais a serem adotadas.. É importante fechá-los com lacre antes de sua capacidade total e colocá-lo dentro de outro saco descartável resistente, colocando uma etiqueta que identifique, “resíduo infectado” e encaminhar para a coleta no dia estabelecido.

MEIOS DE CONTAMINAÇÃO
As vias de contaminação dos resíduos indevidamente lançados no solo são: absorção de líquidos poluentes para a água subterrânea, adsorção dos contaminantes nas raízes de plantas, verduras e legumes, escoamento superficial para mananciais hídricos liberação de vapores tóxicos, contato dermal com o solo e ingestão do mesmo por seres humanos e animais.

Segundo Mirela Souto, “os impactos gerados pelo descarte incorreto além de causar danos graves nos nosso recursos hídricos e solo, diz muito sobre nossas atitudes e consciência ecológica. Nossos solos ficam extremamente propensos a riscos como erosão, contaminação, desequilíbrio e perda de nutrientes”, destaca a gestora de comunicação da Marca Ambiental.

O lixo que produzimos e a forma como o descartamos dizem muito sobre nossas atitudes e consciência ecológica. Mitigar os impactos causados pelo consumo versus o descarte incorreto, com práticas ambientais básicas, é dever de todos. Planos e leis a respeito funcionarão em seus potenciais máximos quando cada um se responsabilizar pelo que é devido, enaltece.

A CVR Costa do Cacau, instalada às margens da Rodovia Jorge Amado (Ilhéus/Itabuna), a qual tem a participação da Empresa capixaba Marca Ambiental, é a única no sul da Bahia que oferece solução completa para resíduos e promove a sua disposição adequada.  

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Também receberão hoje 236 mil novos beneficiários

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Trabalhadores informais nascidos em maio começam a receber hoje (15) a nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos nesse mês.

Também hoje, a Caixa Econômica Federal depositará a revisão do auxílio emergencial para 236 mil novos beneficiários nascidos de janeiro a maio incluídos na nova rodada. Essas pessoas haviam sido excluídas por não se enquadrarem no público elegível, mas contestaram o benefício negado e conseguiram reaver o auxílio.

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