Questionado sobre as eleições de outubro, o vereador foi categórico ao afirmar que caminhará ao lado da primeira-dama Andréa Castro, que é pré-candidata a deputada estadual, e de Lídice da Mata

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O vereador de Itabuna, Zé Alberto (PSB), conversou com este Pauta Blog sobre os desafios enfrentados ao longo do primeiro ano na Câmara Municipal. Zé definiu 2025 como um ano de muito aprendizado, pautado sempre no diálogo visando mais geração de emprego e renda para a população, além de garantir que 2026 será também de muito trabalho.

Questionado sobre as eleições de outubro, o vereador foi categórico ao afirmar que caminhará ao lado da primeira-dama Andréa Castro, que é pré-candidata a deputada estadual, e de Lídice da Mata (PSB), que tentará a reeleição como deputada federal.

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A irritação de Coronel ocorre após a decisão do PT de fechar a chapa com Jerônimo Rodrigues na tentativa de reeleição ao governo, Jaques Wagner para renovar o mandato no Senado e o ministro Rui Costa como candidato à segunda vaga

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Por trás da montagem da chapa majoritária governista na Bahia, a disputa deixou marcas entre aliados. O senador Otto Alencar (PSD) afirmou que o senador Angelo Coronel (PSD) interrompeu o diálogo com ele depois de ficar fora da composição liderada pelo PT para as eleições de 2026.

Em entrevista à Rádio Baiana, Otto relatou que Coronel não respondeu a tentativas recentes de contato: “Ele está muito zangado, já mandei umas quatro mensagens, mas ele não me responde. Está de mal comigo!”.

RUPTURA

A irritação de Coronel ocorre após a decisão do PT de fechar a chapa com Jerônimo Rodrigues na tentativa de reeleição ao governo, Jaques Wagner para renovar o mandato no Senado e o ministro Rui Costa como candidato à segunda vaga. Com isso, Coronel acabou descartado da disputa majoritária, formando-se, assim, uma chapa puro-sangue.

A exclusão contrasta com a posição defendida por Otto em agosto de 2025, quando afirmou publicamente que o PSD só permaneceria na aliança com o PT se tivesse espaço garantido na chapa e sustentou o nome de Coronel como candidato natural ao Senado. Menos de um ano depois, o senador mudou de posição e passou a avalizar a composição petista, mesmo com a retirada do correligionário.

Coronel, que contava com o apoio do compadre para assegurar a vaga, viu-se fora do arranjo final.

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