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A Faculdade de Ilhéus realizou a solenidade de formatura da turma 2021.2, do curso de bacharelado em Enfermagem, de modo presencial. O evento aconteceu no sábado (19.fevereiro), no Teatro Municipal Candinha Dória, em Itabuna. O diretor-geral da instituição, professor Almir Milanesi, delegou a presidência da sessão de colação de grau ao coordenador do curso de Enfermagem, professor Robson Vidal de Andrade.

Participaram da solenidade, a patronesse da turma, professora Roberta Messias Marques, a paraninfa, professora Luciana Lemos Nobre, e as Amigas da Turma, professora Débora Cláudia de Jesus Sarmento Cardoso e a funcionária da faculdade, Mônica Magalhães.

O formando Igor dos Santos Silva fez o pronunciamento como orador da turma. Jéssica Samara Freitas Neves procedeu ao requerimento para colação de grau e a formanda Jociane Brito Silva conduziu o juramento profissional de Enfermagem.

O orador da turma, Igor dos Santos Silva, afirmou que “a graduação te faz crescer na marra, é um aprendizado diário. Atravessar a cidade da zona oeste para zona sul, ou vir de Una, Canavieiras, Itacaré e até mesmo de Potiraguá, em busca dessa formação, com sede de aprender”.

E acrescentou: “aprendemos tantas coisas que vamos levar para o nosso dia a dia, que a pontualidade e assiduidade são importantes; que o passo a passo de um procedimento precisa ser respeitado; que devemos ser claros em toda informação passada; apoiamos a luta por nossos direitos, pois devemos fazer valer a nossa voz, pois a enfermagem tem sim voz ativa e sempre vai estar presente, pois o que alcançamos hoje é só uma pequena parte do que ainda podemos alcançar”.

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Pandemia escancarou a necessidade de mudanças urgentes para garantir a sobrevivência do transporte coletivo e manter a população ilheense em movimento // Foto de Jonathan Souza

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Resolução de problemas estruturais é fundamental para garantir qualidade e sustentabilidade ao sistema de ônibus coletivo do município.

O ditado popular “não há nada tão ruim que não possa piorar” parece descrever bem o que vem acontecendo com o transporte público em Ilhéus. A pandemia do novo coronavírus, decretada em março de 2020 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aprofundou velhos problemas de qualidade e demanda do sistema de ônibus coletivo. Desde lá, sem uma reestruturação desse modelo de transporte, a população segue penando para se deslocar no município devido à redução de linhas e horários, sobretudo no período noturno e na zona rural.

A forma como a prefeitura lidou com os desafios enfrentados pelo transporte público durante a pandemia mostrou sua morosidade e inabilidade com o tema. Desde o início da crise, a gestão municipal se esquivou de qualquer debate com a sociedade civil, os especialistas e a Câmara de Vereadores e passou a costurar um acordo milionário de auxílio às empresas de ônibus, cujo benefício para a população (sendo irônico) foi manter as viagens com horários reduzidos e a autorização para o reajuste das passagens.

A abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) na Câmara de Vereadores para investigar o tal acordo em outubro de 2021 foi a última oportunidade de discutir seriamente os problemas do transporte coletivo, mas foi logo enterrada pela mesma Câmara com “aplausos” do governo.

É claro que a queda dos recursos de custeio é um dos principais problemas deste meio de deslocamento, mas é preciso cuidar para que recursos públicos não sejam absorvidos pelas concessionárias sem que isso se reverta na melhoria da eficiência e da qualidade do serviço. Por isso, aponto abaixo 6 passos para uma requalificação do transporte público em Ilhéus de forma estrutural e não por meio de remendos, como temos visto por aí. Advirto que qualquer ação deve estar ancorada na elaboração de um Plano Municipal de Mobilidade Urbana.

1️⃣ Nova licitação com contratos mais curtos

A base dos contratos de concessão das empresas de ônibus coletivo de Ilhéus preveem prazos de vigência de cinco anos, renováveis por mais cinco períodos de cinco anos, o que pode estender a exploração do serviço de transporte pela São Miguel e Viametro por um período de até 25 anos.

A renovação dos contratos, contudo, não é uma obrigatoriedade da prefeitura, podendo não ser realizada caso as operadoras descumpram cláusulas contratuais ou normais legais. Entretanto, o que tem sido visto até aqui são as gestões municipais optando pelo caminho mais simples, garantindo sempre a manutenção das mesmas empresas de ônibus, apesar das graves denúncias apresentadas pela população em relação ao descumprimento de termos contratuais e da legislação.

A extensão desses contratos por um longo período de tempo acaba tornando o Município e a população reféns do domínio econômico de poucas empresas, retardando a possibilidade de novos processos de concorrência e de inovação tecnológica do transporte coletivo. Além disso, o fato dos contratos serem muito antigos tornam os mesmos obsoletos em vários aspectos, tendo em vista que as características de linhas, horários, tipos de veículos e demanda de passageiros previstas na contratação já não correspondem à realidade atual.

Direitos assegurados através de normas legais, como a garantia de acessibilidade em 100% da frota de veículos, a meia passagem para estudantes do município, além de inúmeras outras regras dispostas em decretos, leis e acordos também não estão presentes nos contratos, criando uma colcha de retalhos legal que dificulta o entendimento, cumprimento e fiscalização da operação do serviço de ônibus coletivo no município.

A realização de uma nova licitação com contratos mais curtos pode trazer estudos de demanda mais atualizados e inovações, que permitam maior concorrência, melhor previsibilidade de custos e de gestão de riscos, linhas, frotas e serviços desenhados de forma mais eficiente, além de ferramentas mais atualizadas de gestão e fiscalização do sistema pelo poder público. Os novos contratos ainda podem estar mais adaptados a lidar com novas tendências e mudanças bruscas, como novas pandemias, dividindo custos e responsabilidades entre as partes em caso de queda do número de passageiros.

2️⃣ Serviços e veículos de acordo com a demanda

Planejar o transporte público requer um trabalho minucioso de estudo de demanda e das características das vias urbanas para manter a melhor relação custo-benefício para empresas de ônibus e os passageiros. Nesse sentido, linhas expressas no sentido sul-norte (Zona Sul x Iguape, via Ponte Jorge Amado), norte-oeste (Iguape x UESC, via Av. Esperança) e sul-oeste (Zona Sul x UESC, via Av. Princesa Isabel), sem passar pelo Terminal Central, podem ser criadas e funcionar apenas em horários de pico a fim de agilizar o deslocamento de trabalhadores e estudantes no início da manhã e no fim da tarde.

Além disso, linhas noturnas podem percorrer trajetos diferentes e terem tarifa mais acessível com o objetivo de garantir uma melhor relação custo x oferta. Na conexão entre o Aeroporto Jorge Amado, rodoviária e estabelecimentos de hospedagem nas zonas sul e norte, podem ser oferecidos serviços especiais com ônibus com poltronas mais confortáveis e bagageiro a um custo mais caro que as linhas comuns, mas não maior do que táxis e carros por aplicativo.

Para a zona rural, poderia ser estudado se valeria à pena trocar os ônibus urbanos por ônibus rodoviários com bagageiro, cujas peças internas são mais resistentes às condições ruins de trafegabilidade das estradas vicinais. Por fim, o acesso aos morros poderia ser realizado através de vans, com integração tarifária em terminais de transbordo, podendo ser operadas de forma individual por permissionários e não mais pelas empresas de ônibus.

É preciso lembrar, contudo, que o poder público também tem responsabilidade na melhoria da eficiência do transporte coletivo através da manutenção constante das vias urbanas e rurais e na criação de faixas exclusivas de ônibus, garantindo mais agilidade e segurança para os passageiros.

3️⃣ Integração de linhas e modais

A implementação de integração no sistema de transporte público coletivo em Ilhéus é uma necessidade urgente para garantir equidade no acesso à cidade para toda a população, reduzindo custos, principalmente, para quem mora nos distritos e povoados. Além disso, um bom sistema de integração pode reduzir custos operacionais das empresas, organizando melhor as viagens e reduzindo linhas sobrepostas.

No entanto, cabe destacar que um processo de integração mal feito pode levar por água abaixo toda boa intenção de quem o planeja. Em 2019, a Prefeitura de Ilhéus e as empresas Viametro e São Miguel apresentaram um plano que tinha como foco o transbordo dos passageiros das linhas zona norte-zona sul no Terminal Urbano Central. O problema é que esse terminal não está estruturado para receber a quantidade de veículos e de pessoas que passariam a utilizá-lo como ponto de integração, o que poderia gerar vários transtornos.

O modelo ainda excluía da integração as linhas interdistritais e desconsiderava as viagens feitas pelos passageiros entre localidades da zona sul (Hernani Sá x Olivença, por exemplo) ou entre bairros e distritos da zona norte e zona oeste (Iguape x UESC, por exemplo), que não passam pelo centro da cidade.

Desse modo, um bom projeto de integração deve não só reduzir o custo do usuário do transporte, mas também gerar um transbordo entre ônibus de forma rápida, acessível e segura para os passageiros, reduzindo seu tempo de viagem. Para isso, o transbordo deve ser possível em todos os pontos de ônibus a partir de um prazo de tempo pré-estabelecido e novos terminais de integração poderiam ser criados com estrutura adequada para essa troca de veículos. Bicicletários e estações de aluguel de bicicletas poderiam também estar presentes nos terminais e principais pontos de ônibus, gerando maior capilaridade nos deslocamentos.

4️⃣ Transparência da bilhetagem eletrônica

Modelo majoritário nos contratos de transporte público da maioria das cidades brasileiras, a operação da bilhetagem eletrônica pelas empresas de ônibus é um obstáculo para a transparência dos custos e da arrecadação tarifária, o que, consequentemente, dificulta o monitoramento pela sociedade civil e a gestão e fiscalização do serviço pelo poder público. Na maioria das vezes, o acesso às planilhas de custo ocorre apenas quando as empresas solicitam aumento de tarifa, restando ao Município, muitas vezes, apenas confiar nos índices e cálculos das operadoras do transporte público.

Para romper com a dependência das concessionárias de ônibus na obtenção de informações, algumas administrações municipais tem optado por assumir a gestão da bilhetagem, como é o caso de São Paulo, ou fazer a concessão desse serviço para outras empresas, iniciativa que está em fase de licitação em São José dos Campos-SP e no Rio de Janeiro.

⬆️ Com novo modelo de bilhetagem digital, Prefeitura do Rio de Janeiro tem o objetivo de garantir maior transparência financeira e um melhor planejamento do transporte público coletivo da cidade. Foto de Beth Santos/Prefeitura do Rio de Janeiro

Com esse modelo de divisão de responsabilidades, o Município passa a ter controle total do fluxo de caixa da bilhetagem do transporte público, onde toda a arrecadação das passagens é transferida para uma conta própria administrada por uma câmara de compensação tarifária. Em seguida, este órgão criado na estrutura municipal repassa os recursos para as empresas de ônibus de acordo com os custos de operação de cada uma.

Um novo sistema de bilhetagem pode ainda incluir o monitoramento em tempo real da localização dos veículos por GPS, além da criação de bilhetes de uso fora do horário de pico, semanal, mensal ou de integração entre linhas com preços diferenciados. Novas tecnologias de pagamento também podem ser implementadas, como QR Code, carteira digital, cartão de débito/crédito, Pix, entre outros. Por fim, todas as informações obtidas, à exceção dos dados pessoais dos usuários, passam a ser disponibilizadas não só à gestão municipal, mas também para a população, tornando o processo mais claro e transparente.

5️⃣ Remuneração baseada em indicadores

O modelo atual de remuneração das empresas de ônibus é baseado no custo por passageiro transportado, calculado com base em índices de preço dos principais insumos do transporte público, como veículos, combustível (diesel), pneus, lubrificantes, além do pagamento do salário dos funcionários e o lucro dos empresários. Essa fórmula, no entanto, acaba por estimular a superlotação, pois, para garantirem um maior lucro e reduzirem seus custos, as operadoras acabam por transportar um maior número de passageiros em um mesmo veículo.

Para garantir uma remuneração mais justa e com garantias de qualidade e eficiência para o usuário do transporte público, algumas cidades têm optado por remunerar as empresas pelo custo do quilômetro rodado e não mais pelo número de passageiros, assim as concessionárias passam a colocar mais ônibus em circulação a fim de aumentarem seus lucros.

Outra inovação nesse sentido é atrelar o pagamento das empresas a índices de qualidade, como cumprimento de horários, satisfação dos passageiros, entre outros, onde a remuneração pode ser deduzida na medida em que as operadoras descumpram tais indicadores. A capital paulista já inclui reclamações dos clientes em seu Índice de Qualidade do Transporte (IQT). O município do Rio de Janeiro também incluiu critérios de avaliação do serviço em sua nova licitação do BRT (Bus Rapid Transit).

6️⃣ Novas receitas de financiamento

Um dos problemas centrais do transporte público é o fato de, na maior parte das cidades brasileiras, o serviço ser mantido principalmente pela cobrança da tarifa, o que transfere a maior parte do custo para os usuários, que, em sua maioria, são pessoas de baixa renda. Com a queda do número de passageiros pagantes, ampliada desde o início da pandemia da Covid-19, e o aumento constante dos principais custos de operação, como diesel e pagamentos de salários, esse modelo tem se mostrado insustentável.

Para manter a sobrevivência desse importante meio de transporte, algumas cidades brasileiras têm optado por direcionar subsídios diretos do orçamento público para as operadoras de ônibus. Outras possibilidades de diversificação de receitas são a concessão de espaços publicitários e comerciais em abrigos e terminais de ônibus, além de cobrança pelas externalidades negativas do uso do automóvel, como o estacionamento rotativo (zona azul), onde tais recursos passam a ser direcionados para auxiliar no custeio do serviço de ônibus.

Além dessas alternativas, algumas administrações municipais no Brasil e na América Latina tem optado por adquirir ou alugar a frota dos ônibus coletivos com recursos próprios e, em alguns casos, até disponibilizar terrenos públicos para a instalação das garagens, deixando para as empresas de ônibus apenas a operação do transporte público, o que pode atrair uma maior concorrência e reduzir custos.

Por outro lado, instituições da sociedade civil e associações públicas e privadas têm defendido a implementação de uma política nacional de financiamento do transporte público, através de um fundo com recursos dos governos federal, estaduais e municipais, que servirá para subsidiar a operação de sistemas de ônibus, metrôs, trens e barcas em grandes cidades e regiões metropolitanas. 


Jonathan Souza é comunicador social, jornalista, consultor do Instituto Nossa Ilhéus e membro do Conselho Municipal da Cidade de Ilhéus. Artigo publicado originalmente no site nossailheus.org.br.

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br
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O vereador Dr. Tandick Resende (PTB) cobrou, na sessão plenária da terça feira (15), uma solução definitiva para a questão dos alunos que estão matriculados nas unidades escolares de Maria Jape, que por conta da necessidade de reparos estruturais no prédio escolar, não poderão efetivamente retornar às aulas presenciais.

O parlamentar relatou que visitou as escolas no início do ano passado, algumas vezes acompanhado pelo Ministério Público, e que, desde naquela época, a precariedade dos equipamentos já chamava a atenção. O vereador também relatou que o governo municipal já tinha ciência do problema há muito tempos, pois foram enviadas várias indicações e requerimentos de seu gabinete ao governo, informando a situação das escolas de Maria Jape, e até hoje, segundo o vereador, a situação não foi resolvida.

“Tem uma escola em Maria Jape que nunca possuiu água potável encanada, nem barreira de proteção, as crianças tinham que conviver com os animais dentro do recinto escolar”, explica o parlamentar. O edil prosseguiu com a argumentação e apresentou dados de estudos da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), que apontam um aumento de até 70% da pobreza de aprendizagem por conta do modelo de ensino à distância. Segundo Dr. Tandick, tal fato evidencia a urgência do retorno às aulas presenciais, para que os alunos não fiquem ainda mais prejudicados, o que não será possível sem um prédio provisório.

O edil questionou a falta de planejamento por parte do Executivo Municipal e cobrou aquilo que nas palavras do próprio parlamentar, considera o mínimo, que é o fornecimento de um local provisório para o início das aulas presenciais. “Estamos falando da educação das crianças da nossa cidade. Não podemos prolongar essa defasagem causada pelo ensino à distância, por falta de planejamento do governo em providenciar um local provisório para aula presencial”. finalizou Dr. Tandick.

A iniciativa tem o objetivo de democratizar o acesso à internet na sala de aula

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Unidades escolares localizadas na zona rural de Ilhéus estão sendo contempladas com antena de acesso à internet. Por meio da Secretaria de Educação, a Prefeitura já levou conectividade a 60% das escolas do campo, que fazem parte do programa “Educação Conectada Rural”, do Ministério da Educação. A iniciativa tem o objetivo de democratizar o acesso à internet na sala de aula e fomentar o uso de tecnologias digitais no ambiente educacional.

Para o prefeito Mário Alexandre, o Programa complementa o trabalho que já vem sendo desenvolvido pela atual gestão, com requalificação de unidades escolares, valorização do profissional da educação e ampliação da rede municipal de ensino.

As escolas municipais de Sambaituba, Banco Central, Japu e Areia Branca receberam as antenas de internet. Além de facilitar o trabalho desempenhado pelos gestores e docentes, a garantia do acesso à internet promove melhorias no processo de ensino e aprendizagem, diminuindo a evasão escolar e, consequentemente, cumprindo as metas propostas pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

A integração entre as forças de segurança pública, com efetivos da PM e da Guarda Civil Municipal, visa coibir os delitos e contribuir para a diminuição dos índices de criminalidade em Ilhéus

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A Secretaria Municipal de Ordem Pública e a Polícia Militar, em parceria com a Administração da Central de Abastecimento do Malhado, realizaram no último domingo (13) operações pontuais, dando ênfase à segurança dos feirantes e das pessoas que frequentam o comércio na localidade. A integração entre as forças de segurança pública, com efetivos da PM e da Guarda Civil Municipal (GCM), visa coibir os delitos e contribuir para a diminuição dos índices de criminalidade em Ilhéus.

A operação foi coordenada pelo Major Wesley Siqueira, comandante da 68ª Companhia Independente de Polícia Militar, e pelo Subtenente Ricardo, comandante do 2° Pelotão do Malhado. As ações atendem às necessidades de cada comunidade, principalmente aquelas que registram maiores ocorrências.

A GCM também realizou o patrulhamento preventivo na Central de Abastecimento da Urbis, no Hernani Sá. O trabalho dispõe ainda de equipe embarcada em viatura, com o objetivo de dar todo suporte necessário.

Em caso de denúncia, o cidadão pode acionar a Polícia Militar, através do 190.

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Formulário de solicitação de matrícula vai estar disponível entre os dias 3 e 8 de março

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A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) publicou o Edital 011/2022 que regulamenta o processo seletivo de candidatos(as) para o provimento de 1.746 vagas disponibilizadas nos cursos de graduação oferecidos pela Instituição, para ingresso no 1º e no 2° semestres de 2022, através do Sistema de Seleção Unificada (SiSU).

Os candidatos interessados em concorrer às vagas ofertadas devem consultar as informações constantes no Termo de Adesão da Uesc ao SiSU, oficializado no último mês de dezembro pelo reitor Alessandro Fernandes de Santana. A seleção será efetuada exclusivamente com base nos resultados obtidos pelos candidatos ou candidata no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

O formulário de solicitação de matrícula ficará disponível no período de 3 a 8 de março de 2022, contendo a declaração de veracidade, deve ser preenchido via site da Uesc. Após o preenchimento, será gerado um documento em formato PDF.

A documentação enviada fora do prazo estabelecido será desconsiderada sob qualquer circunstância. Vale salientar que o deferimento da matrícula e a homologação dos documentos apresentados pelo candidato (a) são de competência e responsabilidade do Colegiado do respectivo Curso.

Serviço de manutenção da Coelba afeta fornecimento de água pela Embasa

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A Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) informou que, nessa terça-feira (15.fevereiro), o abastecimento de água vai ser interrompido na zona norte de Ilhéus devido à interrupção no fornecimento de energia elétrica pela Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba).

A interrupção do fornecimento se deve à manutenção da rede e a Coelba estima que o serviço seja concluída até às 18h de amanhã, quando será iniciada a retomada gradativa do abastecimento de água. Nesse período, orienta a Embasa, é interessante que os moradores façam uso racional e consciente da água para evitar o desabastecimento.

As localidades afetadas são: Iguape, Distrito Industrial, São José, Novo Ilhéus, Jardim Savóia, Barra, São Domingos, São Miguel, Sambaituba, Aritaguá, Urucutuca e adjacências.

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Ao receber alta médica do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, o recém-nascido está levando consigo o resultado de testes e exames que serão importantes e servirão de referência para todo o seu processo de desenvolvimento. Um deles é o Teste do Coraçãozinho. “É um teste de triagem que não diagnostica nenhuma doença, mas investiga problemas no coração”, explica a médica pediatra Luiza Visconti Lima, coordenadora de Neonatologia no hospital. Para a realização do exame os profissionais utilizam o Oxímetro de pulso. Quando o bebê apresenta sinais de instabilidade, antes da alta ele deve fazer a triagem.

A médica explica que cardiopatias congênitas complexas não são patologias muito raras entre recém-nascidos. Dados da Sociedade Brasileira de Pediatria apontam que a cada 100 bebês, dois vão apresentar alterações. Em geral elas aparecem a partir do terceiro dia de nascimento, quando os bebês, normalmente, já receberam alta. O diagnóstico tardio, alerta a doutora Luiza, pode levar o paciente a óbito. “Depois dessas triagens melhorou muito a capacidade de diagnósticos que podem ser encaminhados para serviços de referências antes de agravar”, destacou.

Olhinho
Outro importante teste feito pelo serviço de pediatria é o Teste do Olhinho. É quando ocorre a investigação de leucocoria (esbranquecimento do olho por catarata, infecção ou glaucoma congênito). Alguns casos, descobertos tardiamente, podem levar à cegueira. Para este exame, o hospital conta com aparelhos denominados Oftalmoscópio.
Outros testes importantes realizados na unidade hospitalar são os da Linguinha e da Orelhinha. Os exames também fazem parte do protocolo de triagens essenciais e obrigatórias do SUS. Segundo a equipe de fonoaudiologia, o hospital realiza o protocolo de avaliação do frênulo, que é uma pequena membrana localizada embaixo da língua dos bebês. “Com a aplicação desse protocolo é possível identificar se o frênulo lingual limita os movimentos da língua e futuramente dificultará a fala”, explica. O frênulo conecta-se com o assoalho da boca, possibilitando diagnosticar e indicar o tratamento precoce das limitações dos movimentos da língua que podem comprometer as funções de sugar, engolir, mastigar e falar.

Linguinha
De acordo com as fonoaudiólogas da unidade, o exame não tem contraindicações e a avaliação precoce evita, dentre outras coisas, dificuldades na amamentação, possível perda de peso e, principalmente, o desmame precoce, com introdução desnecessária da mamadeira. “Seguir essas recomendações faz toda diferença para a amamentação e consequentemente para a boa saúde do bebê”. Em caso de alteração no Teste da Linguinha, os pacientes são referenciados para um odontopediatra ou bucomaxilo na rede do seu município de origem.

Já o Teste da Orelhinha, ou Triagem Auditiva Neonatal, é importante para diagnosticar alterações auditivas e deve ser realizado, preferencialmente, nos primeiros sete dias de vida. Esse exame – de acordo com a equipe de fonoaudiologia – demonstra se há resposta a um estimulo sonoro, pesquisa a integridade do ouvido dos bebês e ajuda a identificar previamente se a criança apresenta algum tipo de deficiência auditiva. “Após a sua realização, é possível iniciar o diagnóstico e o tratamento das alterações auditivas precocemente e favorece a aquisição da linguagem e das habilidades cognitivas”, explica. Os testes são realizados pela equipe de fonoaudiologia do hospital.

A equipe destaca que na presença de indicadores de risco para perda auditiva ou em caso de falha no primeiro teste, é marcado o reteste em até 30 dias e, caso ocorra nova falha, é realizado o BERA também conhecido como Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico, um exame que avalia todo o sistema auditivo do bebê.

Vacinados e com o Teste do Pezinho
Os recém-nascidos no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, já estão deixando a unidade hospitalar protegidos, vacinados com a BCG, também pelo imunizante contra a Hepatite B e com o teste do pezinho feito pelos técnicos da instituição. A BCG é uma vacina com dose única, que protege o recém-nascido do Bacilo Calmette-Guerin, que causa a tuberculose. Já a vacina contra a Hepatite B é considerada fundamental para os bebês, especialmente nos históricos de gestantes que possuem pouco acesso ao pré-natal.

Já o teste do pezinho deve ser feito por todas as crianças recém-nascidas, a partir de 48 horas de vida até 30 dias após o nascimento. No hospital está sendo feito entre o terceiro e quinto dia de nascimento. Todos esses serviços prestados aos pacientes do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio são gratuitos e assegurados pelo SUS.

Prefeito e secretária: A parceria exitosa com o Governo da Bahia é fundamental para tocar as ações e impulsionar a atividade turística no município

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O prefeito Mário Alexandre e a secretária Soane Galvão se reuniram com secretários, vice-prefeito e equipe técnica para avaliar o projeto macro de requalificação da zona norte e continuidade da duplicação da orla sul de Ilhéus. Na reunião foram apresentados os serviços que integram o investimento, cuja proposta visa promover melhoria na infraestrutura e interligar os trechos, com implantação de ciclovias e construção de equipamentos urbanos.

Mário Alexandre destacou que a parceria exitosa com o Governo da Bahia é fundamental para tocar as ações e impulsionar a atividade turística no município. “Discutimos um projeto importante que representa um marco para Ilhéus e toda a região. Agradeço o apoio do governador Rui Costa, que não mede esforços para atender as demandas apresentadas e melhorar a qualidade de vida do nosso povo”.

A proposta pensada para a zona norte prevê a implantação de ciclovia, calçadas e rotatórias, além da reforma de praças e melhoria da acessibilidade às praias e à rodovia Ilhéus-Itacaré, com iluminação de LED, serviço de drenagem, asfalto e sinalização horizontal.

De acordo com a pasta, serão requalificados nove quilômetros, sendo três quilômetros e meio referentes à recuperação de ruas, localizadas no trecho que se estende do Malhado (Parque Infantil) até o Distrito Industrial, no Iguape.

Presente na reunião, a secretária de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Soane Galvão, ressaltou que o projeto atende aos princípios de sustentabilidade, mobilidade e acessibilidade, o que fortalece o turismo e gera emprego e renda para o cidadão. “Ilhéus evolui a cada dia nessa parceria com o Governo do Estado e os dados positivos estão aí para comprovar o reflexo do nosso trabalho”.

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Na última sessão ordinária realizada na tarde de ontem, 4ª feira (09), de forma remota pela Câmara de Vereadores de Ilhéus, o presidente da Casa Legislativa, Jerbson Moraes (PSD), afirmou que com a segunda fase da duplicação da BA-001, os cabaneiros não precisam se preocupar e não correm risco de terem as suas cabanas derrubadas.

O presidente e advogado explicou durante a sua fala que existe uma liminar federal que proíbe que derrubem as barracas. “Queria também informar a vossas excelências que as barracas vão ser mantidas, até porque todos os barraqueiros daquela orla são meus clientes e existe uma liminar federal que proíbe a derrubada das barracas”, esclareceu o edil, que também lembrou que participou de reuniões onde defendeu esse posicionamento e o direito dos barraqueiros.

Jerbson ainda informou que tem participado de diversos encontros com a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Soane Galvão, e com o seu assessor técnico, Vinícius Briglia, sobre o desenvolvimento do projeto. “Pedi ao prefeito que marcássemos uma audiência com todos os vereadores na Câmara para que ele possa apresentar os projetos da zona sul e da zona norte”, explicou o presidente.

Lembrando que em 2018, durante o primeiro mandato do vereador Jerbson Moraes, a demolição das cabanas foi evitada graças a uma liminar concedida a partir de solicitação do edil, que também é advogado. Para o parlamentar, os empregos e renda gerados a partir desses serviços são inegociáveis e insubstituíveis, e o setor deve ser aprimorado e não dizimado, como pretendia a medida do SPU.

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