Depois de alcançar resultados positivos em diversos municípios, a iniciativa quer atender mais de 1.150 cidades neste ano

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Redução do tempo e simplificação dos processos de abertura de empresas e emissão de alvará, aumento da participação dos donos de pequenos negócios e produtores da agricultura familiar nas compras públicas, bem como crescimento no número de empresas com impacto na arrecadação e na geração de empregos. Esses são alguns dos resultados positivos que o Programa Cidade Empreendedora alcançou nos 510 munícipios onde a iniciativa já foi aplicada nos últimos anos. A partir de agora, o programa se prepara para expandir suas ações gradualmente para todo o país. Somente neste ano, a estimativa prevista é levar programa para mais de 1.150 cidades, de forma adaptada de acordo com o perfil, vocação e interesse de cada localidade.

De acordo com gestor do programa no Sebrae, Mauricio Tedeschi, para isso acontecer foi feito um intenso trabalho para estabelecer as bases do programa, a partir do nivelamento conceitual, passando pela construção de um portifólio de soluções, até a definição de indicadores de desempenho padronizados. Ele explica que o sucesso do programa por onde passou é resultado de uma atuação sistêmica. “Primeiro junto ao poder público para que ele seja mais eficiente ágil e atue como agente facilitador e fomentador da atividade econômica; segundo junto ao mercado para que ele seja equilibrado, inclusivo, cooperativo e ao mesmo tempo competitivo, e por último junto à sociedade para estimular a formação do capital social, que é fundamental para dar sustentação ao processo de desenvolvimento”, ressaltou.

Mesmo diante do cenário da segunda onda da pandemia da Covid-19 e do início de novos ciclos de gestão nas prefeituras, ele explica que o momento é favorável. “Nosso foco tem sido a abordagem e apresentação do programa aos novos prefeitos e a recepção tem sido bastante positiva porque não apenas os prefeitos, mas também os secretários municipais conseguem ver no Cidade Empreendedora um programa que responde muito bem aos desafios que toda cidade vem enfrentando atualmente”, contou.

ENTENDA
O Cidade Empreendedora foi criado pelo Sebrae para a apoiar a transformação econômica dos municípios por meio da implementação de um conjunto de ações estratégicas voltadas para a melhoria do ambiente de negócios, promovendo e fortalecendo as micro e pequenas empresas, e consequentemente, gerando renda e empregos para as cidades.

O programa se organiza em 10 eixos de atuação definidos para contemplar todas as temáticas que de alguma maneira influenciam o desenvolvimento dos territórios e para cada um desses eixos foram criadas ferramentas e soluções que visam o planejamento e melhoria da eficiência da gestão municipal.

“O caminho para nós é muito claro e o Cidade Empreendedora é bastante pragmático nesse sentido de contribuir para a retomada econômica dos municípios brasileiros e ao mesmo tempo apoiar os pequenos negócios que enfrentam este momento de crise. O programa é abrangente em suas estratégias, mas todas elas apontam para a direção da melhoria do ambiente de negócios, incentivo à atividade econômica e a valorização das MPE locais, com a geração de ocupação, emprego e renda” destacou Mauricio.

As secretarias municipais de Educação e Saúde, com 1740 e 1286 pessoas

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A Secretaria de Gestão e Inovação entregou o relatório final do recadastramento de servidores municipais efetivos, ativos e inativos, e pensionistas. O procedimento online aconteceu entre os dias 22 de fevereiro a 26 de março mobilizando todas as repartições públicas municipais.

Atualmente, Prefeitura de Itabuna tem um total de 3.941 funcionários efetivos, ativos e inativos, e pensionistas, 203 são considerados ausentes e 29 estão com o cadastramento incompleto.

As secretarias municipais de Educação e Saúde, com 1740 e 1286 pessoas, respectivamente, concentram o maior número de servidores. A Secretaria de Gestão e Inovação conta com 792, enquanto a Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza com 123 funcionários públicos.

No relatório, a Comissão de Recadastramento, criada pelo secretário José Alberto Lima Filho, destaca que o trabalho desenvolvido pelo Departamento de Recursos Humanos teve o objetivo de identificar todos os servidores efetivos, inativos e pensionistas e sua lotação atual, usando o ambiente digital para evitar contato físico entre os servidores diante da pandemia do Covid-19.

Nesse trabalho os sindicatos dos servidores públicos (Sindserv) e dos professores (Simpi) foram convidados para difundir a necessidade do processo, bem como auxiliar àqueles que possuíam dificuldades com o ambiente digital.

O prazo para o cadastramento dos servidores inativos e pensionistas foi prorrogado até o dia 9 de abril, de acordo com o secretário de Gestão e Inovação, José Alberto Filho, abrangendo também, servidores efetivos que não o fizeram dentro do prazo e que, por conta do atraso, teriam que justificar o motivo para posterior avaliação.

Os dados coletados agora serão remetidos para a empresa gestora da folha de pagamento para atualização ao mesmo tempo em que será desenvolvido um sistema para a pesquisa de informações digitalizadas no auxílio das atividades do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Gestão e Inovação.

CEO da BAMIN, Eduardo Ledsham e o presidente da ACB e do Lide-BA, Mário Dantas

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O CEO da Bahia Mineração (BAMIN), Eduardo Ledsham, e empresários baianos estiveram reunidos em um evento online promovido pela Associação Comercial da Bahia (ACB) em parceria com o Grupo de Líderes do estado da Bahia (LIDE-BA), para discutir a atuação da empresa em importantes projetos do estado. As entidades se ofereceram para auxiliar a Bamin na integração com a economia local, especialmente na cadeia de fornecimento. A sugestão foi acolhida por Ledsham, que além de contar com este apoio, agradeceu pelo empenho dos dois grupos.

Com 537 quilômetros de extensão entre as cidades de Ilhéus e Caetité, o trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste – FIOL, adquirido pela BAMIN, é um importante corredor de escoamento de minério de ferro do sudoeste da Bahia. Nele, foram depositados mais de três bilhões de reais em investimentos, e a obra será responsável por uma alta formação de mão de obra local.

O Presidente da ACB e do Lide-BA, Mário Dantas, analisou o momento como muito positivo para os presentes, por permitir a avaliação dos investimentos previstos para a Bahia. “O associativismo empresarial é fundamental. Empresário precisa ajudar empresário. A força de circulação da economia e a cadeia produtiva são extremamente importantes para o desenvolvimento do nosso estado”, aponta Dantas.

Um dos pontos levantados por Ledsham é a questão da transparência, sobretudo com os 20 municípios que serão cruzados pela Ferrovia e o cuidado com as questões ambientais. “A FIOL consegue maximizar a nossa operação e vamos chegar rapidamente aos 60 milhões de volume que está desenhado para a ferrovia. Nesse primeiro momento, onde ainda acontecerá a assinatura de contrato, analisaremos toda necessidade de investimentos”, detalha.

Manoel Chaves Neto, diretor do Shopping Jequitibá participou da live, buscando conhecer e entender quais oportunidades de investimentos, perspectivas geração de empregos e renda para Ilhéus e Sul da Bahia, Neto destacou o aumento da atratividade para investimentos da cidade e região, incentivados pela implantação da FIOL e Porto Sul.  

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O Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (ICEB), índice que avalia as expectativas do setor produtivo do estado, calculado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), apresentou, em março, um quadro de menor confiança comparativamente ao observado no mês anterior. Com este recuo, o terceiro após sete altas mensais consecutivas, o pessimismo aumentou e a confiança empresarial se afastou mais um pouco da trajetória de recuperação iniciada em junho passado.

Numa escala que pode variar de -1.000 a 1.000 pontos, o ICEB marcou -287 pontos, revelando-se negativo pela 13ª vez consecutiva. Com o recuo mais recente, a confiança do empresariado local passou da zona de Pessimismo Moderado para a de Pessimismo após seis meses.

O resultado do mês de março indicou uma queda de confiança da ordem de 98 pontos em relação ao observado em fevereiro (-189 pontos). Num comparativo com o registrado um ano antes (-95 pontos), a piora no indicador foi de 192 pontos.

O recuo no nível de confiança de fevereiro a março aconteceu de forma generalizada, visto que repercutiu o retrocesso nos indicadores de todas as quatro atividades. No comparativo com o mesmo mês do ano antecedente, todos os setores analisados também apresentaram recuo.

Do conjunto avaliado, os itens situação financeira, PIB estadual e abertura de unidades apresentaram os indicadores de confiança em pior situação no mês. Em contrapartida, as variáveis exportação, PIB nacional e inflação foram aquelas com as melhores expectativas do empresariado baiano.

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A concessão vai durar por 35 anos e num total de R$ 3,3 bilhões em investimentos

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O leilão do primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, a Fiol 1, ocorrerá nesta quinta-feira (8/4), na B3, em São Paulo (SP), a partir das 14h. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vai conceder o trecho de 537 quilômetros de extensão entre as cidades de Ilhéus e Caetité, na Bahia. A subconcessão ferroviária vai destravar o projeto que será fundamental para transformar a logística no estado e contribuirá para a ampliação da participação ferroviária na matriz de transportes do Brasil.

O vencedor do certame ficará responsável pela finalização do empreendimento e operação do trecho, em uma concessão que vai durar por 35 anos, totalizando R$ 3,3 bilhões de investimentos. Desse total, R$ 1,6 bilhão será utilizado para a conclusão das obras, que estão com 80% de execução. Além disso, a subconcessão da Fiol vai permitir a criação de 55 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo da concessão.

SERVIÇO
Evento: Leilão de subconcessão da Fiol 1, trecho de 537 quilômetros de extensão entre as cidades de Ilhéus e Caetité, na Bahia.
Data e hora: 8 de abril de 2021, às 14h
Local: B3, em São Paulo (SP)
Para assistir ao leilão, veja pela TV B3.
Para saber tudo sobre o projeto, clique aqui.

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Dados levantados pelo Sebrae junto ao Caged mostram que acumulado nos dois primeiros meses do ano foi de 21.271 postos de trabalho

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Apesar da crise que se instalou no ano passado com a pandemia, as micro e pequenas empresas da Bahia conseguiram gerar um saldo positivo de empregos em fevereiro. Ao todo, foram 11.013 postos de trabalho no mês criados pelos donos de pequenos negócios. Os dados foram levantados pelo Sebrae junto ao Caged do Ministério da Economia.

O saldo acumulado entre janeiro e fevereiro foi de 21.271, superando os 12.714 registrados no mesmo período em 2020.

Os setores que mais geraram empregos foram comércio (4.042), serviços (4.013) e indústria de transformação (1.864). O setor da construção também registrou saldo positivo, com 705 postos, e a agropecuária criou 252 novas vagas em fevereiro.

O superintendente do Sebrae Bahia, Jorge Khoury, avalia que os números do Caged reforçam a importância das micro e pequenas empresas para o processo de retomada. Ele lembrou que já é o 8º mês consecutivo que esses empreendimentos puxam a geração de emprego com carteira assinada.

“Mesmo em meio à crise, os pequenos vêm resistindo e demonstrando sua força na economia, que reflete na geração de emprego e renda para muitas famílias. Isso também reforça a necessidade de articulação de políticas públicas que atendam ao segmento em um período tão conturbado”, destaca Khoury.

CENÁRIO NACIONAL
Em fevereiro de 2021, as micro e pequenas empresas foram responsáveis pela geração de 68,5% dos empregos criados no Brasil, o que corresponde a um pouco mais de 275 mil vagas, mais do que o dobro dos postos de trabalho gerados pelas empresas de médio e grande porte, que foi de 101,8 mil.

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O decreto que determina a prorrogação de medidas mais restritivas para toda a Bahia e foi publicado na edição online do Diário Oficial do Estado (DOE) na noite deste domingo (28). Com a medida, apenas o funcionamento das atividades consideradas essenciais continuará permitido até as 5h de 5 de abril.

Com exceção de deslocamentos por motivos de saúde ou em situações em que fique comprovada a urgência, segue proibida a circulação de pessoas entre 18h e 5h, até o dia 5 de abril, em todos os 417 municípios baianos.

O funcionamento dos serviços não essenciais está proibido em toda a Bahia entre as 18h de 29 de março até 5h do dia 5 de abril.

A restrição da venda de bebidas alcoólicas seguirá valendo, em todo o estado, a partir das 18h de 1º de abril até 5h de 5 de abril, inclusive por sistema de entrega em domicílio (delivery).

Também segue vedada em todo o estado a prática de atividades esportivas coletivas amadoras até 5 de abril, sendo permitidas as práticas individuais, desde que não gerem aglomeração. O funcionamento de academias e estabelecimentos voltados para a prática de atividades físicas está proibido até 5 de abril.

Os atos religiosos litúrgicos podem ocorrer na Bahia, respeitados os protocolos sanitários estabelecidos, especialmente o distanciamento social adequado e o uso de máscaras, bem como com capacidade máxima de lotação de 30%, desde que o espaço seja amplo e tenha ventilação cruzada.

Ficam vedados, até 5 de abril, também em todo o estado, os procedimentos cirúrgicos eletivos não urgentes ou emergenciais nas unidades hospitalares públicas e privadas.

Segue proibida ainda, até 5 de abril, a realização de eventos e atividades que envolvam aglomeração de pessoas, independentemente do número de participantes, como cerimônias de casamento, solenidades de formatura, feiras, circos, passeatas, eventos desportivos, científicos e religiosos, bem como aulas em academias de dança e ginástica.

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O assunto tem sido motivo de preocupação entre representantes de vários órgãos

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Mesmo sendo convidados com antecedência para a audiência pública que discutiu a possível Abertura de Capital da Embasa e as suas consequências ao direito à água e ao saneamento, o presidente da Embasa, Rogério Cedraz, bem como o Secretário da SIHS (Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento) não compareceram à reunião virtual. Ambos alegaram conflitos na agenda com outras atividades.

Tal atitude deixou no ar muitas perguntas e dúvidas sobre o que essa iniciativa acarretará para a população baiana. O evento foi realizado pela Frente Parlamentar Ambientalista da Assembleia Legislativa da Bahia – ALBA, sob a liderança do deputado estadual Marcelino Galo.

Representado o Sindae, o Coordenador Geral Grigório Rocha, fez duras críticas à ausência de representações do governo do estado, e também cobrou maior transparência da Embasa nesse processo e explicações da empresa em relação a todos os questionamentos que foram feitos na ocasião da audiência pública, que contou com a presença de representantes do Ministério Público Estadual.

Especialistas participaram da reunião apresentando fundamentos para a pauta, sendo que um dos principais foram dados que demonstram o insucesso das privatizações no país, seja através de venda de ações ou Parcerias Público-Privadas – PPPs.

Do conjunto de itens avaliados, juros, crédito e PIB estadual apresentaram os indicadores de confiança em pior situação no mês. Em contrapartida, PIB nacional, exportação e inflação foram as variáveis com as melhores expectativas do empresariado baiano

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O Indicador de Confiança do Empresariado Baiano, índice que avalia as expectativas do setor produtivo do estado, calculado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, apresentou, em fevereiro, um quadro de menor confiança comparativamente ao observado no mês anterior.

Com este recuo, o segundo após sete altas mensais consecutivas, o pessimismo aumentou e a confiança empresarial se afastou mais um pouco da trajetória de recuperação iniciada em junho passado.

Numa escala que pode variar de -1.000 a 1.000 pontos, o ICEB marcou -189 pontos, revelando-se negativo pela 12ª vez consecutiva. Dessa forma, a confiança do empresariado local se manteve na zona de Pessimismo Moderado. O resultado representou uma queda de 16 pontos em relação ao observado em janeiro (-173 pontos). Num comparativo com o registrado um ano antes (55 pontos), a piora foi de 244 pontos.

O recuo no nível de confiança de janeiro a fevereiro evidenciou o retrocesso nos indicadores de duas das quatro atividades: Serviços e Comércio. A Agropecuária e a Indústria, portanto, não apontaram queda de um mês ao outro. No comparativo com o mesmo mês do ano antecedente, por outro lado, todas apresentaram recuo.

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Investimentos privados e novo horizonte trazido pela Fiol estão entre bons indicadores, segundo a publicação Mineração e Sustentabilidade deste trimestre

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A revista Mineração e Sustentabilidade nº 36 indica que a Bahia deve se tornar o terceiro maior produtor mineral do país. Com investimentos de R$ 10,5 bilhões até 2024 e a conclusão do trecho 1 da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste), estado deve ter novo salto de crescimento no setor.

“Mesmo na pandemia, a mineração não parou. O setor trabalhou de forma responsável, tomando todas as providências em favor da saúde. Turnos e horários de almoço foram alterados e os operários foram redistribuídos nos transportes a fim de evitar a proliferação do vírus. Com tudo isso, mantivemos um elevado nível de entrega. Aliados a esses fatos, tivemos a alta do dólar em 2020 e o aumento das cotações dos principais metais, o que intensificou os resultados positivos”, disse o presidente da CBPM, Antonio Carlos Tramm, à revista.

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