//

Parlamentar tinha 58 anos e estava internado desde o início do mês

Leia em: < 1 minuto

O senador Major Olímpio (PSL-SP) teve morreu hoje (18.mar), após pouco mais de duas semanas lutando contra a covid-19. A informação foi divulgada pela família do parlamentar na conta de Twitter dele. “Com muita dor no coração, comunicamos a morte cerebral do grande pai, irmão e amigo, Senador Major Olimpio”, diz a publicação na rede social.

No último dia 2, o próprio Olimpio havia informado, também pelo Twitter, que estava contaminado pelo coronavírus. Na ocasião, disse que sentia apenas sintomas leves. “Com isso, não será possível a minha presença nas sessões do Senado nos próximos 14 dias. Continuarei trabalhando como sempre, mas remotamente. Deus os abençoe!”, publicou naquele dia.

No entanto, no dia seguinte, o senador foi internado devido à piora do quadro de saúde. Dois dias depois, no dia 5 de março, Olimpio foi levado à unidade de terapia intensiva, onde veio a falecer hoje.

 

//

Assunto foi discutido na Comissão Temporária da Covid-19 do Senado

Leia em: 3 minutos

O diretor de Logística do Ministério da Saúde, general Ridauto Fernandes, classificou nesta quinta-feira (18.mar) como perigoso o cenário de abastecimento de oxigênio medicinal no país. Em audiência pública na Comissão Temporária da Covid- 19 do Sendo, ele pediu apoio dos parlamentares para que o Congresso e o Ministério da Saúde se empenhem em uma mudança legislativa com urgência, para que as grandes empresas não se recusem a abastecer carretas de envasadores que atendem principalmente cidades do interior.

“O cenário atual é perigoso, podendo levar ao desabastecimento de oxigênio medicinal na ponta, especialmente em pequenos hospitais e municípios do interior”, alertou acrescentando que a expectativa da falta perigosa desse produto na ponta da linha, nos pequenos hospitais, é de poucos dias.

“Temos carretas de produtores da Amazônia que estão esperando numa planta [fabrica de oxigênio] do interior do Maranhão. Já está com a carreta parada lá há dias, e não é abastecida. Temos envasadores do Paraná que chegam às plantas também e não conseguem abastecer. Na hora que chega para envasar os cilindros, há muito mais cilindros para envasar, e ele não dá conta de envasar o que precisava. Aí o pequeno hospital fica com problemas”, explicou o general.

Para Fernandes, a solução é criar um dispositivo em lei que dê ferramenta que possibilite que as grandes produtoras recebam as carretas, e não as recusem. “Temos de criar uma ferramenta para que a indústria não possa recusar a carreta que chega para ser enchida. Embora seja um concorrente, alguém que vá receber aquele oxigênio e revendê-lo, no momento, não temos estrutura, o grande não consegue chegar à ponta da linha. Então dependemos das carretas que estão na mão dos pequenos, dos envasadores, para poder fazer chegar à ponta da linha. Se não chegar à ponta, nas UPAs e pequenos hospitais, teremos mais mortes”, avaliou.

PLANEJAMENTO
Representantes de empresas de produção e distribuição do gás do país também participaram da audiência e responsabilizaram a falta de planejamento das Secretarias de Saúde quanto à demanda do produto pela fabricação do material menor que a necessidade.

Aos senadores da Comissão Temporária da Covid-19, os empresários também ressaltaram a dificuldade em transportar o insumo e pediram que motoristas e técnicos entrem no grupo prioritário na fila de vacinação.

“Como fornecedor não temos a capacidade de prever a demanda, temos a condição de conhecê-la, prepará-la, mas os dados epidemiológicos são obtidos pelas secretarias dos estados”, justificou o diretor executivo de negócios da produtora White Martins, Paulo César Gomes.

Já o representante da Air Liquid Brasil, Rafael Montagner, disse que a demanda dos hospitais aumentou 10 vezes acima do que estava previsto. “A dificuldade é a falta de previsibilidade para produção para que a empresa possa se organizar”, reforçou acrescentando que outro problema da falta de planejamento é a falta estrutura de armazenamento do gás pelas unidades de saúde. “É um desafio de transporte e estocagem dos hospitais”.

Para otimizar o abastecimento, o presidente da Associação Brasileira de Indústria Química (Abiquim), Ciro Marino, cobrou que o Ministério da Saúde centralize essa logística, para que o setor produtivo se concentre apenas na produção. Para a Abiquim, as empresas do ramo têm sido sobrecarregadas burocraticamente pelo assédio de secretarias, prefeituras, agências e órgãos em diversos níveis da administração pública, diante do quadro de incertezas.

“Temos pedido com veemência que o governo federal assuma o controle e centralização dessas informações perante autarquias, municípios, entidades e tudo, de forma que as empresas possam se concentrar nos seus negócios novamente. Que é produzir, organizar, expandir capacidades, de forma que o governo federal possa alimentar essas entidades e municípios com informações adequadas”, disse Marino.

Sobre esse assunto, a diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Meiruze Freitas adiantou que mecanismos de centralização da gestão da logística relacionada ao oxigênio medicinal devem estar prontos em breve.

TRANSPORTE
Outro problema levantado na audiência foi a questão do transporte desse oxigênio.Para o representante do departamento de logística do Ministério da Saúde, Ridauto Lúcio Fernandes, não é uma operação simples. É preciso manter uma temperatura específica dos caminhões, processo “bastante trabalhoso”. “Se não tiver nessa temperatura, ele pode imbuir e se perder”, explicou.

Outra dificuldade apontada durante a audiência pública para abastecer os hospitais com oxigênio, foi a falta de mão de obra qualificada para o serviço. Para que o oxigênio chegue ao hospital é preciso treinar assistentes técnicos e motoristas que estão na linha de frente entregando o produto. “Os motoristas dos nossos caminhões, não são somente motoristas, mas também são operadores técnicos. Não é mão de obra fácil para ser contratada e treinada”, observou o representante da White Martins.

NOVAS AUDIÊNCIAS
O presidente do colegiado, senador Confúcio Moura (MDB-RO), informou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, falará na Comissão no dia 25 sobre as ações do governo no combate à pandemia.

//

Prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD)

Leia em: 3 minutos

O prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), participou da solenidade em que a Prefeitura oficializou o retorno do atendimento “portas abertas” no Hospital Manoel Novaes (HMN), da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna. A cerimônia aconteceu na manhã desta quinta-feira, dia 18.

Pacientes adulto e infantil de Itabuna e de sete cidades que ainda não possuem estrutura hospitalar (Itapé, Floresta Azul, Firmino Alves, Almadina, Buerarema, Maraú e Santa Cruz da Vitória) poderão ser atendidos sem a necessidade de cadastro, via Central de Regulação.

Os demais pacientes dos 22 municípios pactuados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) continuarão sendo encaminhados, por meio da Central de Regulação, para atendimento na unidade materno-infantil.

“Estamos trabalhando para fortalecer todo o sistema de saúde de Itabuna, passando pelas Unidades Básicas de Saúde até os hospitais. A Pediatria e Obstetrícia são prioridades do nosso governo”, ressaltou o prefeito Augusto Castro, ao discursar na cerimônia simples.

O prefeito anunciou que a Unidade de Pronto Atendimento (UPA- 24 Horas), no Monte Cristo, foi autorizada a atender crianças com sintomas gripais ou suspeita de Covid-19. Para isso, a secretaria avisou a coordenadora UPA para contratação de profissionais que atendam mais essa demanda.

As quatro Unidades de Referência para Síndromes Respiratórias Agudas (gripários), implantadas nas unidades básicas de Saúde Möise Hage, no Lomanto Júnior; José Edites, no São Caetano; José Maria de Magalhães Neto (antigo Sesp), no centro; e na Unidade de Saúde da Família Renan Moreira, no Parque Boa Vista, com atendimentos aos pacientes de segunda a sexta-feira, 16 às 22 horas, também estão aptas a atender crianças.

Com isso, a intenção é diminuir o fluxo de pacientes com sintomas gripais ou suspeita de Covid-19 no Hospital Manoel Novaes e, consequentemente, evitar a contaminação cruzada de pacientes.

De acordo com a secretária municipal de Saúde, Lívia Mendes Aguiar, somente serão encaminhados para o Hospital Manoel Novaes os pacientes que necessitarem de internamento em CTI ou leito clínico.

Ela destaca que a Atenção Básica continuará com seu importante papel na atenção primária materno-infantil. Mas, a intenção é colocar outros hospitais do município como suporte no atendimento “portas abertas”.

“É um esforço a mais do município em prol das crianças. Vamos tentar negociar com a direção do Centro Médico Pediátrico de Itabuna (Cemepi), porque é um desejo do prefeito Augusto Castro retomar este tipo de atendimento primário também nesta unidade”, informa a secretária de Saúde.

A diretora técnica do Hospital Manoel Novaes, a médica Fabiane Irla Chávez, lembra que a unidade deixou de atender “portas abertas”, em 2019, por determinação da administração municipal à época. “Agora, estamos de volta e com muita alegria. É fato que não temos a mesma estrutura, mas vamos nos adequar para atender a demanda, mesmo diante das dificuldades de captação de profissionais”.

A cerimônia teve a participação do secretário de Esportes e Lazer, vice-prefeito Enderson Guinho; da subsecretária de Saúde, Lânia Peixoto; do superintendente da Agência Municipal de Regulação (Arserpi), Humberto Matos; e do superintendente do Departamento de Comunicação, Afonso Dantas.

A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna esteve representada pelo provedor Francisco Valdece; a diretora técnica Fabiane Irla Cháves. Ainda esteve prestigiando a cerimônia, a coordenadora do Núcleo Regional da Secretaria de Saúde da Bahia (NRS Sul), Domilene Borges; além de dirigentes da Provedoria.  

//

O Estado pede rigor no cumprimento das medidas restritivas

Leia em: < 1 minuto

O Governo do Estado da Bahia manteve o decreto em que recomenda medidas restritivas na maior parte dos municípios baianos. A publicação proíbe o funcionamento dos serviços não essenciais em toda a Bahia das 18h de 19 de março até às 5h de 22 de março. Dê play e assista ⤵️

Várias prefeituras tem flexibilizado a realização de atividades comerciais, deixando de seguir o que recomenda o governador Rui Costa. Itabuna, por exemplo, é uma dessas cidades, apesar de está entre os cinco municípios com maiores números de casos novos de Covid-19 nos últimos 15 dias.

“Itabuna em particular vive uma situação muito difícil. Tem uma das maiores taxas de mortalidade do estado. É um dos quatro municípios com maior taxa de crescimento da covid-19 nos últimos 15 dias e isso tem nos preocupado bastante. É completamente não recomendado qualquer tipo de flexibilização”, disse a coordenadora do Centro de Operações de Emergência em Saúde da Bahia (Coes), Izabel Marcílio.  

//

A macrorregião Sul possui 334 leitos ativos para tratamento da Covid-19, sendo 148 de UTI. Os municípios que ofertam leitos exclusivos para esta patologia são Ilhéus, Camacan, Itabuna, Jequié e Valença

Leia em: < 1 minuto

Foram abertos ontem (17.mar), no Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus, mais 10 leitos de UTI para atendimento a pacientes infectados pelo coronavírus. A unidade conta agora com 39 leitos de UTI, 26 clínicos e oito unidades de assistência respiratória (UAR) dedicados ao combate à Covid-19.

De acordo com o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, o Governo do Estado tem feito esforços diários para a abertura de novos leitos clínicos e de terapia intensiva, a fim de mitigar os efeitos da pandemia. “É importante lembrar que a abertura de novos leitos não reduz a contaminação pelo coronavírus. Se a taxa de transmissão permanecer alta, a necessidade por leitos vai seguir crescendo. Precisamos da ajuda de toda a população, com uso de máscara, distanciamento social e higiene frequente das mãos”, alerta o secretário.  

//

Paciente faleceu no Pronto Atendimento II do Hospital São Mateus

Leia em: 2 minutos

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), confirmou hoje (18) a primeira morte de uma pessoa com covid-19 que não conseguiu ser atendida na cidade por falta de vaga em leitos de unidades de terapia intensiva (UTI). Ela morreu no Pronto Atendimento II do Hospital São Mateus, na zona leste da capital. “Uma pessoa que faleceu sem conseguir ser atendida na cidade de São Paulo”, em entrevista coletiva concedida no início desta tarde (18).

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) informou que o paciente era Renan Ribeiro Cardoso, 22 anos, que faleceu no Pronto Atendimento São Mateus II no dia 13 de março, após complicações por covid-19.

Segundo o relatório médico obtido pela Agência Brasil, Renan era obeso e apresentava desconforto respiratório. Ele deu entrada no hospital no dia 11 de março, às 19h3. Ele foi inserido na Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (CROSS) no dia seguinte, quando foi iniciada uma busca por leito de internação. “Paciente ficou sob cuidados da nossa equipe médica e de enfermagem enquanto aguardava a liberação de um leito pelo Cross”, diz o relatório médico.

Por volta das 16h do dia 13 de março, ele apresentou piora em seu quadro clínico. A vaga no Cross só surgiu às 17h38 do dia 13 de março. Mas Renan, infelizmente, morreu momentos antes, às 17h19.

Isso indica que a cidade já está enfrentando o pior momento em seu sistema de saúde, próxima a um colapso. A cidade tem 88% de seus leitos de UTIs ocupados. “É a pior crise sanitária do país”, destacou o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, que participou da coletiva na prefeitura.

Segundo o prefeito, há 475 pacientes cadastrados hoje na Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (CROSS) à espera de uma vaga por UTI na capital paulista. Ontem esse número estava em 395. “É um momento de extrema dificuldade”.

É obrigatório levar o RG e o CPF, mas o cartão do SUS e o cartão de vacinação são opcionais

Leia em: < 1 minuto

Com a chegada de novas doses, Teixeira de Freitas avança com a vacinação contra a Covid-19. Nesta sexta-feira (19) a 1ª dose estará disponível para os idosos de 71 anos ou mais. A Secretaria Municipal de Saúde realizará ação para ampliar a vacinação.

A ação será em todas as UBS exceto Vila Verde (pela manhã), Caminho do Mar, Jardim Caraípe, Ouro Verde e Vila Vargas das 8h às 11h e das 13h às 16h, ou até o fim do estoque.

Fabiane Chávez ressalta que a situação só tem se agravado

Leia em: 2 minutos

A diretora técnica do Hospital Manoel Novaes, da Santa Casa de Itabuna, Fabiane Chávez, voltou a alertar sobre o aumento de casos de novo coronavírus em crianças e adolescentes no sul da Bahia. O número de atendimentos a pacientes com suspeita ou positivados não para de crescer. Nos primeiros 15 dias de fevereiro, por exemplo, foram 70 atendimentos. Esse número saltou para 105 no mesmo período de março.

Esse é o pior momento desde o início da pandemia do novo coronavírus, conforme avaliação da médica pediatra. Segundo Fabiane Chávez, as equipes do Hospital Manoel Novaes nunca fizeram tantos atendimentos de pacientes infectados pelo novo coronavírus em um período tão curto de tempo. Na terça-feira (16), por exemplo, todos os 16 leitos Covid-19 estavam ocupados e a unidade não teve como receber novos pacientes naquele dia.

A médica observa que o aumento de casos de Covid-19 em crianças e adolescentes é registrado também na rede básica de saúde em Itabuna, onde também atua. “Dia desses, de 10 crianças que atendi na unidade de saúde, oito testaram positivo para a doença. Há crescimento na quantidade de pacientes graves, que precisam de um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O número de vagas nos hospitais pediátricos no Brasil já era insuficiente antes das internações por Covid e, piorou com esse aumento de casos”, afirma.

A SITUAÇÃO VEM SE AGRAVANDO
Fabiane Chávez ressalta que a situação só tem se agravado. “Atualmente, o plantonista atende pacientes Covid-19 o dia inteiro. Mas não é só isso. Tem chegado cada vez mais pacientes necessitando de internação. Isso ocorria com BEM menos frequência no ano passado, durante a primeira onda da pandemia”. Ela lembra ainda que já há, no sul da Bahia, mortes confirmadas de crianças infectadas pela doença.

De acordo com a diretora técnica, muitos pais ainda não entenderam a crise sanitária que o mundo está atravessando e não têm sido rigorosos nos cuidados com as crianças e adolescentes. “Quase toda a hora temos que convencer os pais de que a doença apresentada pelos seus filhos é indicativo de Covid-19. Quase sempre o resultado é positivo para o vírus. Eles precisam ter mais cuidado e pararem com o negacionismo”.

Aumentou também, nos últimos meses, o percentual de mulheres grávidas infectadas pela Covid-19 e os bebês estão nascendo positivados. “Todos devemos redobrar os cuidados, principalmente, por causa da circulação das variantes de Manaus e do Reino Unido. As pessoas estão morrendo mais. Em muitos casos jovens, sem comorbidades e até crianças”, finaliza. Nesta quarta-feira (17), a taxa de ocupação de leitos do Manoel Novaes de UTI e clínicos é 100%.  

//

Nos últimos dias foram abertos novos leitos nos municípios de Salvador, Feira de Santana, Caetité, Guanambi, Alagoinhas e Ilhéus

Leia em: < 1 minuto

Foram abertos na noite de ontem (16.mar), dez novos leitos de UTI no Hospital Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, para o atendimento a pacientes graves com o diagnóstico de coronavírus (Covi-19). Diariamente o Governo da Bahia vem abrindo novos leitos clínicos e de terapia intensiva a fim de ampliar a assistência à saúde dos baianos.

O secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, detalha que “a macrorregião Extremo-Sul possui 85 leitos ativos, sendo 55 de UTI Covid-19. Os municípios que ofertam leitos exclusivos para esta patologia são Porto Seguro, Eunápolis e Teixeira de Freitas”, afirma o secretário.

//

Ilhéus recebeu 4070 doses, a de Itabuna 7.830, a de Jequié 7.800 e a região de Gandu 3.220 doses

Leia em: 2 minutos

O Núcleo Regional de Saúde/NRS Sul da Secretaria Estadual da Saúde recebeu na manhã de hoje (17) uma nova remessa de doses de vacina contra a Covid 19.

Essas doses serão suficientes para atingir 100% do público de profissionais de saúde, idosos acima de 70 anos e população indígena aldeada e já estão sendo encaminhadas para as secretarias municipais de saúde. A coordenadora do NRS Sul, Domilene Borges lembra que de acordo com o que foi pactuado em CIB (Comissão Intergestores Bipartite, instância que reúen gestores das secretarias municipais de saúde e da secretaria da saúde do estado) e, só receberão novas vacinas as cidades que já atingiram 85% de aplicação das doses enviadas anteriormente.

Nesta nova remessa, a região de Ilhéus recebeu 4070 doses, a de Itabuna 7.830, a de Jequié 7.800 e a região de Gandu 3.220 doses. As vacinas devem ser exclusivamente aplicadas ao público alvo desta etapa e imunização.

Domilene Borges destaca que apesar da vacinação estar em andamento, as doses ainda são insuficientes para atender toda a população e reforça a necessidade de a população respeitar os protocolos determinados pela Organização Mundial de Saúde, como distanciamento social, uso de máscaras, álcool em gel e higienização permanente. “Estamos com leitos clínicos e de UTI no limite de ocupação na rede hospitalar de Itabuna e Ilhéus” alerta.  

Policiais Militares do 15º Batalhão e das 68ª e 69ª CIPM fizeram a escolta das vacinas para os postos da SESAB/SESP em Ilhéus e Itabuna

Notícias mais lidas

Outros assuntos