Reajuste começa a valer a partir da próxima terça, dia 22

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu um reajuste médio de 2,05% para as tarifas de energia elétrica da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), concessionaria responsável pelo fornecimento de energia na Bahia. O aumento vai entrar em vigor na próxima terça-feira (22.abril).

O reajuste médio para os consumidores cativos atendidos em baixa tensão será de 1,88%. A variação para atendidos em alta tensão, como indústrias e comércio de médio e grande porte, será de 2,53%.

O grupo Neoenergia Coelba atende a 6,7 milhões de unidades consumidoras em todo o estado. Segundo a concessionária, os custos de encargos setoriais contribuem com 1,86% no índice de reajuste e os custos com transmissão e geração de energia com 0,03% no índice, totalizando 1,88%. Os custos de componentes financeiros tiveram efeito de -3,12% no índice final.

Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanece verde, refletindo as condições favoráveis de geração de energia no país

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou que a bandeira tarifária aplicada nas contas de energia elétrica do mês de março será verde. Isso significa que os consumidores de energia elétrica não terão custo adicional nas contas de energia.

Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanece verde, refletindo as condições favoráveis de geração de energia no país. Com o período chuvoso, os níveis dos reservatórios melhoraram, assim como as condições de geração das usinas hidrelétricas. Dessa forma, o acionamento de usinas termelétricas, que possuem energia mais cara, torna-se menos necessário.

A ANEEL reforça que, mesmo com condições favoráveis de geração, é crucial manter bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico.

Reajuste foi autorizado pela Arsepi e conta vai ficar mais cara para o consumidor

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A Emasa (Empresa Municipal de Águas e Saneamento) anunciou ontem (3.dezembro) um reajuste de 18% nas tarifas de água e de esgoto. O percentual da revisão foi autorizado pela Agência de Regulação dos Serviços Públicos de Itabuna (Arsepi).

Em nota, a empresa informou que havia solicitado autorização para reajustar os serviços em 23%, mas o pedido foi negado. De acordo com a Emasa, não houve reajustes nos últimos dois anos por causa da pandemia da Covid-19 e, agora, foi necessário rever os valores cobrados à população porque as matérias-primas indispensáveis à captação, produção e distribuição de água tratada tiveram reajustes de quase 300%.

O diretor da empresa, Raymundo Mendes, informou que, mesmo sem revisão tarifária, a Emasa fez investimentos importantes com recursos próprios, a exemplo da modernização das estações de captação e tratamento de água. Nesse cenário, a revisão da tarifa contribuirá para que a concessionária continue desenvolvendo e executando projetos para a melhoria da captação e abastecimento de água, além do tratamento e universalização do esgotamento sanitário de Itabuna.

Dados foram divulgados ontem pelo Banco Central

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Dados divulgados pelo Banco Central apontam que, até o final do mês de setembro, os brasileiros não tinham sacado R$ 8,53 bilhões em recursos esquecidos no sistema financeiro. Segundo a atualização mais recente, o Sistema de Valores a Receber (SVR) devolveu R$ 8,35 bilhões, de um total de R$ 16,88 bilhões postos à disposição pelas instituições financeiras.

Em 16 de outubro, os recursos esquecidos foram transferidos para o Tesouro Nacional e aguardam a publicação de um edital com as novas regras para o saque. Caso o dinheiro não seja requerido nos próximos 25 anos, será incorporado definitivamente ao patrimônio da União.

Em relação ao número de beneficiários, até o final de setembro, 24.674.462 correntistas tinham resgatado os valores. Apesar da marca ter ultrapassado os 24 milhões, isso representa apenas 35,3% do total de 69.918.333 correntistas incluídos na lista desde o início do programa, em fevereiro de 2022.

Entre os que retiraram valores até o fim de setembro, 22.773.593 são pessoas físicas e 1.900.869 são pessoas jurídicas. Entre os que ainda não fizeram o resgate, 41.593.288 são pessoas físicas e 3.650.583 são pessoas jurídicas. A maior parte das pessoas e empresas que não fizeram o saque tem direito a pequenas quantias.

Aneel afirmou que decisão foi possível por causa da melhora das condições de geração de energia no país

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A bandeira tarifária aplicada nas contas de energia elétrica do mês de novembro será amarela por causa da melhora das condições de geração de energia no país. Em outubro, a bandeira aplicada foi a vermelha patamar 2, mas, com o aumento do volume de chuvas e a consequente redução do preço para gerar energia, foi possível acionar a bandeira amarela para novembro.

Dessa forma, a cobrança passa dos R$ 7,877 cobrados na bandeira vermelha patamar 2, a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, para R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. A medida vale para todos os consumidores de energia conectados ao Sistema Interligado Nacional.

Apesar da melhora das condições de geração da energia no país, as previsões de chuvas e vazões nas regiões dos reservatórios para os próximos meses ainda permanecem abaixo da média, indicando a necessidade de geração termelétrica complementar para atender os consumidores.

Previsão de chuva abaixo da média justifica cobrança de tarifa extra

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a conta de luz terá um acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kW/h no mês de julho por causa do acionamento da bandeira tarifária amarela. Segundo a agência, a previsão de chuva abaixo da média e a expectativa de aumento do consumo de energia justificam a tarifa extra.

Essa é a primeira alteração na bandeira desde abril de 2022, ou seja, foram 26 meses com bandeira verde. A previsão de escassez de chuvas e as temperaturas mais altas no país aumentam os custos de operação do sistema de geração de energia das hidrelétricas, então, é necessário acionar as usinas termelétricas, que possuem um custo maior.

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