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Os vencedores podem ganhar até R$ 12 mil, de um total de R$ 24 mil em prêmios

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Foram prorrogadas até o dia 2 de agosto as inscrições para a terceira edição do Concurso Nacional de Qualidade de Cacau Especial do Brasil, que seleciona as melhores amêndoas produzidas no país.

Os vencedores podem ganhar até R$ 12 mil, de um total de R$ 24 mil em prêmios. O primeiro passo para participar é preencher o formulário de inscrição no site www.omelhorcacaudobrasil.com.br.

O Concurso Nacional de Qualidade de Cacau Especial do Brasil busca fortalecer a cacauicultura brasileira, valorizando e reconhecendo produtores que fazem um trabalho diferenciado, bem como incentivar a sustentabilidade em todo o processo produtivo.

A premiação é uma iniciativa conjunta da cadeia produtiva do cacau, apoiada pela Associação das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), Centro de Inovação do Cacau (CIC), Dengo Chocolates, FAEB/SENAR, Harald, Mondelez – Cocoa Life, Nestlé – Cocoa Plan e SEBRAE e executada pelo CIC em parceria com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac).

Cotações desta 5ª feira, 15 de julho de 2021

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🍫 Cotação do Cacau 
Ilhéus > R$ 187,00 (comum > @ arroba)
Nova York > R$ 2.384,00 (futuro > tonelada)

☕ Cotação do Café Conillon (60 kg) 
Café Tipo 7/8, em Eunápolis > R$ 500,00
Café Tipo 7, em Eunápolis > R$ 505,00

🐂 Cotação do Boi Gordo @ arroba 
R$ 290,00 > Jequié
R$ 295,00 > Barreiras
R$ 300,00 > Feira de Santana
R$ 300,00 > Santo Antônio de Jesus
R$ 295,00 > Itapetinga 
R$ 300,00 > Salvador

Félix Mendonça Júnior (PDT) apresentou um projeto de indicação ao governo federal

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Coordenador da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Lavoura Cacaueira no Congresso Nacional, o deputado federal, Félix Mendonça Júnior (PDT) apresentou um projeto de indicação ao governo federal que cria, dentro da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), uma unidade voltada para o cacau, a exemplo do que já existe em relação ao café, por exemplo.

Essa unidade na Embrapa absorveria a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), incluindo os funcionários, laboratórios e equipamentos. “Como a Ceplac vem definhando governo a governo, essa é a única forma de tentarmos salvar todo o conhecimento acumulado pelos pesquisadores aqui na Bahia e também fortalecer novos estudos diante do aparecimento de uma nova e devastadora praga na lavoura, chamada de monilíase”, justificou o deputado.

Félix lembrou que a Embrapa tem orçamento e recursos para fortalecer pesquisas que visem estimular ainda mais a produção de cacau no sul e no oeste da Bahia. Por outro lado, como a nova unidade absorveria a Ceplac, não haveria maiores custos de implantação por parte do governo federal.

“Muito graças à Embrapa, o Brasil é uma potência no agronegócio. O cacau não pode ficar de fora disso, nós que, na década de 1980, já fomos os maiores produtores e exportadores do planeta e hoje ocupamos apenas a sétima posição em exportação. Podemos voltar a crescer associando pesquisa, inovação, assistência técnica e financiamento, sobretudo agora, com o crescimento da lavoura no oeste baiano”, ressaltou o pedetista.

Chocolate – Félix afirmou que a Embrapa Cacau também permitira que o Brasil aproveitasse melhor as oportunidades no mercado internacional geradas pelo aumento do consumo global de chocolate. Ele lembrou que o Brasil é certificado pela Organização Internacional do Cacau (ICCO) como exportador de cacau fino e de aroma, mas tem perdido espaço por falta de investimento em pesquisa, inovação e apoio à produção nacional.

“Na década de 1980, nossas safras ultrapassavam a marca de 400 mil toneladas, mas a vassoura-de-bruxa reduziu drasticamente nossa produção – a última safra resultou em 115 mil toneladas. Atualmente, temos que importar cacau para atender as necessidades da indústria nacional de chocolate. Com a Embrapa Cacau e uma política de Estado para o setor podemos retomar a autossuficiência e também a competitividade internacional”, concluiu.

Cotações desta 4ª feira, 14 de julho de 2021

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🍫 Cotação do Cacau 
Ilhéus > R$ 190,00 (comum > @ arroba)
Nova York > R$ 2.416,00 (futuro > tonelada)

☕ Cotação do Café Conillon (60 kg) 
Café Tipo 7/8, em Eunápolis > R$ 500,00
Café Tipo 7, em Eunápolis > R$ 505,00

🐂 Cotação do Boi Gordo @ arroba 
R$ 290,00 > Jequié
R$ 295,00 > Barreiras
R$ 300,00 > Feira de Santana
R$ 300,00 > Santo Antônio de Jesus
R$ 295,00 > Itapetinga 
R$ 300,00 > Salvador

Cotações desta 3ª feira, 13 de julho de 2021

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🍫 Cotação do Cacau 
Ilhéus > R$ 190,00 (comum > @ arroba)
Nova York > R$ 2.416,00 (futuro > tonelada)

☕ Cotação do Café Conillon (60 kg) 
Café Tipo 7/8, em Eunápolis > R$ 500,00
Café Tipo 7, em Eunápolis > R$ 505,00

🐂 Cotação do Boi Gordo @ arroba 
R$ 290,00 > Jequié
R$ 295,00 > Barreiras
R$ 300,00 > Feira de Santana
R$ 300,00 > Santo Antônio de Jesus
R$ 295,00 > Itapetinga 
R$ 300,00 > Salvador

Cotações desta 2ª feira, 12 de julho de 2021

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🍫 Cotação do Cacau 
Ilhéus > R$ 189,00 (comum > @ arroba)
Nova York > R$ 2.365,50 (futuro > tonelada)

☕ Cotação do Café Conillon (60 kg) 
Café Tipo 7/8, em Eunápolis > R$ 485,00
Café Tipo 7, em Eunápolis > R$ 490,00

🐂 Cotação do Boi Gordo @ arroba 
R$ 290,00 > Jequié
R$ 295,00 > Barreiras
R$ 300,00 > Feira de Santana
R$ 300,00 > Santo Antônio de Jesus
R$ 298,00 > Itapetinga 
R$ 300,00 > Salvador

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Presença da praga no Brasil foi confirmada através de uma análise laboratorial feita pelo LFDA/GO e IDAF/AC

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Um foco da praga Moniliophthora roreri, comumente chamada de monilíase do cacaueiro, foi detectado em área residencial urbana no município de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre.

A presença da praga no Brasil foi confirmada através de uma análise laboratorial, realizada pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Goiânia (LFDA/GO), em amostras coletadas no local pela equipe do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (IDAF/AC), após ser acionado por um morador da região, que observou os sintomas da doença em frutos de cacau e cupuaçu.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está tomando as medidas necessárias de contingência, junto às demais instituições oficiais de Sanidade Vegetal e de Pesquisa. Equipes irão ao local para ampliar o monitoramento e detecção da praga e adoção de ações de contenção e erradicação, para que a praga não se alastre nas áreas cultivadas de cacau e cupuaçu no país.

A monilíase é uma doença que afeta plantas do gênero Theobroma, como o cacau e o cupuaçu, causando perdas na produção e uma elevação nos custos devido à necessidade de medidas adicionais de manejo e aplicação de fungicidas para o controle da praga.

“Esta é uma doença que atinge somente as plantas hospedeiras do fungo, sem riscos de danos à saúde humana e que, apesar do foco detectado se encontrar distante das principais regiões produtoras, devido ao seu potencial de danos às culturas que atinge, é de fundamental importância a notificação imediata de quaisquer suspeitas de ocorrência da praga nas demais regiões do país às autoridades fitossanitárias locais”, ressalta a coordenadora-geral de Proteção de Plantas, Graciane de Castro.

Mesmo durante a pandemia de covid-19, as equipes de vigilância e educação fitossanitária relativas à praga permaneceram em campo. Em 2020, foram realizados 1.600 monitoramentos preventivos nos estados do Amazonas, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Pará, Bahia e Espírito Santo. As ações de investigação e de contingência estão previstas no Plano Nacional de Prevenção e Vigilância de Moniliophthora roreri, instituído pela Instrução Normativa nº 112/2020.

Cotações desta 5ª feira, 8 de julho de 2021

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🍫 Cotação do Cacau 
Ilhéus > R$ 182,00 (comum > arroba)
Nova York > R$ 2.281,50 (futuro > tonelada)

☕ Cotação do Café Conillon (60 kg) 
Eunápolis > Café Tipo 7/8 > R$ 485,00
Eunápolis > Café Tipo 7 > R$ 490,00

🐂 Cotação do Boi Gordo @ arroba 
Jequié > R$ 290,00
Barreiras > R$ 295,00
Feira de Santana > R$ 300,00
Santo Antônio de Jesus > R$ 300,00
Itapetinga > R$ 298,00
Salvador > R$ 300,00

Cotações desta 3ª feira, 6 de julho de 2021

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🍫 Cotação do Cacau 
Ilhéus > R$ 178,00 (comum > arroba)
Nova York > R$ 2.317,50 (futuro > tonelada)

☕ Cotação do Café Conillon (60 kg) 
Eunápolis > Café Tipo 7/8 > R$ 485,00
Eunápolis > Café Tipo 7 > R$ 490,00

🐂 Cotação do Boi Gordo @ arroba 
Jequié > R$ 290,00
Barreiras > R$ 295,00
Feira de Santana > R$ 300,00
Santo Antônio de Jesus > R$ 300,00
Itapetinga > R$ 298,00
Salvador > R$ 300,00

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Inovação poderá ajudar a combater doenças que atingem cacaueiros e prejudicam o desenvolvimento econômico no Sul da Bahia

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Em 1980, o Brasil liderava o ranking de produtores de amêndoas de cacau, uma das principais matérias-primas para a fabricação do chocolate. Atualmente, o país ocupa a sétima posição e a pesquisadora da Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz), Natasha Lopes, acredita que um dos motivos para esta queda esteja entre as pragas enfrentadas pelas plantações cacaueiras, entre elas, a vassoura-de-bruxa.

Causada por um fungo, a doença, que é responsável por diversos impactos socioeconômicos, preocupa a população do Sul da Bahia até hoje, mas o problema pode ter encontrado uma solução, ou ao menos uma medida de contenção mais eficaz. É que a pesquisadora realizou um estudo a fim de investigar o potencial biotecnológico de uma proteína modificada do próprio cacau para combater esta doença. A boa notícia é que testes em laboratório já indicaram a possibilidade de inibir o fungo.

Natasha ressalta que desde a chegada da vassoura-de-bruxa no Sul da Bahia os cacauicultores têm sofrido grandes perdas. “Embora existam alguns métodos de controle, a doença ainda causa perdas anuais na produção das amêndoas de cacau, o que prejudica a produção do chocolate.

O nosso produto irá beneficiar os pequenos produtores da Bahia que ainda são responsáveis pela maior parte da produção nacional”, disse a pesquisadora, destacando que atualmente existe um produto para controlar a doença, desenvolvido a partir do extrato de outro fungo, o Trichoderma, mas que o principal diferencial deste novo trabalho está em utilizar uma única molécula própria do cacau para proteger a plantação. “Este diferencial é de grande importância, pois limita os impactos ao meio ambiente e reduz a probabilidade do nosso produto interferir em outras características das amêndoas de cacau”, completou.

Em termos mais técnicos, a cientista explica como funciona a ação do biofungicida. “A proteína modificada do cacau tem atividade antifúngica contra M. perniciosa, via internalização da proteína pelo fungo, gerando estresse oxidativo nas suas hifas e, consequentemente, queda em sua viabilidade.

“Assim, propomos a produção de um fungicida à base dessa proteína, que irá atuar de forma precisa em dois estágios cruciais do desenvolvimento do fungo, na fase de infecção e na fase anterior à formação dos basidiósporos, a única forma de disseminação do fungo, diminuindo sua incidência nas plantações de cacau, sem causar impactos ao meio ambiente”, declarou.

De acordo com Natasha, sua equipe sempre teve um incômodo a respeito de como o conhecimento desenvolvido na pesquisa, dentro das universidades no Brasil, e o investimento público nesse setor, retornam à sociedade. “A nossa inspiração partiu da ideia de aplicar o conhecimento que produzimos no laboratório de forma prática. Como consequência, daríamos um retorno àqueles que muitas vezes desconhecem a relevância do nosso papel social como cientistas.

“Além disso, a molécula escolhida para compor o biofungicida é o meu objeto de estudo e, ao observar seu potencial, percebemos que poderíamos explorá-la para outras modalidades de controle da doença em prazos mais curtos”, finalizou.

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