O resultado final apontou que 34 deputados votaram pela manutenção da prisão e 18 pela revogação, além de uma abstenção

Leia em: < 1 minuto

Na manhã desta sexta-feira (10.outubro), uma sessão extraordinária realizada no plenário da ALBA (Assembleia Legislativa da Bahia) decidiu pela manutenção da prisão do deputado estadual Binho Galinha (PRD). A votação foi secreta em cédulas de papel que, posteriormente, serāo incineradas.

Antes da votação, os parlamentares ouviram as argumentações do advogado de defesa, Gamil Föppel, que teve direito de usar a tribuna por 15 minutos. O defensor citou que os fatos elencados no inquérito não dizem respeito à atividade parlamentar e que são pretéritos ao exercício do mandato, o que não justifica, portanto, a manutenção da prisão de seu cliente.

O resultado final apontou que 34 deputados votaram pela manutenção da prisão e 18 pela revogação, além de uma abstenção.

Binho Galinha está preso desde a última sexta-feira após ser alvo de uma operação que investiga a participação dele em esquema criminoso em Feira de Santana

Leia em: < 1 minuto

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) foi notificada pela Justiça nesta segunda-feira (6.outubro) e tem um prazo de até 72 horas para se manifestar sobre a continuidade ou não da prisão do deputado estadual Binho Galinha (PRD). O caso será remetido à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, depois, levado para votação no plenário da Casa, onde os deputados decidirão se o colega seguirá preso ou não.

O parlamentar foi alvo da Operação Estado Anômico, um desdobramento da Operação El Patron, deflagrada em dezembro de 2023, que apura a atuação de uma organização criminosa com ramificações em Feira de Santana e cidades vizinhas. O grupo é apontado como responsável por atividades ilícitas e Binho Galinha é suspeito de liderar a organização.

Em nota, a Alba informou que ainda não teve acesso à decisão judicial e, por isso, ainda não se posicionou sobre o caso. A instituição disse, também, que solicitou a documentação à Justiça para, então, adotar as medidas cabíveis.

Ainda em nota, a Assembleia Legislativa da Bahia disse que reafirma o compromisso com a transparência, a imparcialidade e o pleno respeito ao Estado Democrático de Direito.

//

Mandado de prisão foi expedido contra deputado, mas ele fugiu; polícia afirma que Binho Galinha lidera organização criminosa em Feira de Santana

Leia em: < 1 minuto

O deputado estadual baiano Kléber Cristian Escolano de Almeida, mais conhecido como Binho Galinha (PRD), é um dos alvos da Operação Estado Anômico, por suspeita de ter ligações com um grupo miliciano que atua na Bahia. Um mandado de prisão foi expedido contra o parlamentar, mas, desde então, ele não foi encontrado.

De acordo com as investigações, o deputado é responsável por liderar uma milícia responsável por lavagem de dinheiro em Feira de Santana. Ontem (1º.outubro), a Polícia Federal encontrou um carro blindado, que teria sido usado para auxiliar na fuga de Galinha, em uma área de mata no município.

A esposa do deputado, Mayana Cerqueira da Silva, e o filho, João Guilherme Cerqueira da Silva Escolano, já foram presos e transferidos para Salvador. Ambos foram detidos em 2023 e liberados pela Justiça em abril do ano passado, mas, agora, voltaram a ser detidos.

Deputado estadual é apontado como líder de grupo miliciano que atua na região de Feira de Santana

Leia em: < 1 minuto

O Ministério Público da Bahia denunciou o policial militar José Hildon Brandão e o deputado estadual Binho Galinha por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro. O parlamentar é apontado como líder de um grupo miliciano que atua na região de Feira de Santana.

A denúncia é mais um desdobramento da Operação El Patrón, deflagrada em dezembro de 2023. A operação investiga crimes de lavagem de dinheiro, extorsão e exploração do jogo do bicho em Feira de Santana e cidades circunvizinhas.

Na denúncia, o MP requer que a Justiça determine a manutenção do afastamento cautelar do policial militar e requer a indisponibilidade de bens dos acusados, visando garantir a futura reparação pelos danos causados. De acordo com os promotores de Justiça, os denunciados teriam ocultado a origem ilícita de um lote localizado no Bairro Papagaio e o imóvel seria um dos bens adquiridos com recursos advindos das atividades criminosas lideradas pelo deputado estadual.

A transação teria sido realizada em setembro de 2022, com pagamento feito em espécie, sem qualquer documentação que comprovasse a propriedade do bem por parte do vendedor, caracterizando um possível esquema de lavagem de dinheiro. Além da negociação do terreno, o Gaeco apontou outros indícios envolvendo o oficial da PM, como a aquisição de um veículo, onde parte do pagamento também foi feita em dinheiro vivo.

Binho Galinha é apontado como líder de uma organização criminosa há mais de uma década, envolvida em crimes como agiotagem, receptação qualificada e jogo do bicho. Já o PM teria facilitado o processo de ocultação do patrimônio ilícito.

Deputado Binho Galinha cumpre prisão domiciliar por ter foro privilegiado

Leia em: < 1 minuto

Nesta terça-feira (9.abril), a Polícia Federal, a Receita Federal, o Ministério Público da Bahia e a Polícia Militar deflagraram a Operação Hybris contra um grupo miliciano que atua em Feira de Santana. Foram cumpridos um mandado de prisão preventiva, 17 de busca e apreensão e o bloqueio de, aproximadamente, R$ 4 milhões das contas dos investigados.

A esposa do deputado estadual Binho Galinha, Mayana Cerqueira Silva, foi presa preventivamente. No ano passado, o parlamentar foi apontado nas investigações como o chefe da organização criminosa e está cumprindo prisão domiciliar porque tem foro privilegiado.

Hoje, cinco policiais militares suspeitos de participarem do esquema foram afastados das atividades. De acordo com a Polícia Federal, o grupo é investigado por lavar dinheiro do jogo do bicho, além de praticar agiotagem, extorsão e receptação qualificada.

A Operação Hybris é um desdobramento da Él Patron, que foi deflagrada no ano passado. Na ocasião, outros três PMs foram presos.

📷 Reprodução/Redes Sociais

Parlamentar estaria envolvido em crimes de lavagem de dinheiro, jogo do bicho, agiotagem e receptação qualificada

Leia em: 2 minutos

Nesta quinta-feira (7.dezembro), o Ministério Público estadual, em parceria com a Polícia Federal e a Receita Federal, deflagrou a Operação El Patron, que teve como alvo o deputado estadual Binho Galinha (Patriota). As investigações apontam que o parlamentar é líder de um grupo miliciano que atua em Feira de Santana, está envolvido em crimes como lavagem de dinheiro, jogo do bicho, agiotagem e receptação qualificada.

Seis pessoas foram presas preventivamente e 35 mandados de busca e apreensão foram cumpridos, inclusive na casa e nas fazendas do deputado. Foram apreendidos documentos, pasta de cocaína, armas e munições. Binho Galinha e outras 14 pessoas, incluindo policiais militares, foram denunciados pelo MP.

A denúncia foi recebida pela Justiça, que determinou o bloqueio de R$ 200 milhões das contas bancárias dos investigados e o sequestro de 26 imóveis urbanos e rurais, além da suspensão de atividades econômicas de seis empresas. O MP solicitou à Justiça o pagamento de multa superior a R$ 30 milhões por danos morais coletivos.

Durante as investigações, foi constatado que a organização criminosa realizou, em uma década, movimentações bancárias superiores a R$ 100 milhões. Segundo a denúncia, o grupo conta com a participação de policiais militares que tinham atribuições de efetuar cobranças, mediante violência e grave ameaça, de valores oriundos de jogatinas e empréstimos a juros excessivos.

ATUALIZAÇÃO DIA 11 DE DEZEMBRO DE 2024, ÀS 15H30 ⤵️

Por meio das redes sociais, o deputado estadual Binho Galinha (Patriota) emitiu uma nota sobre a Operação El Patron e disse que está à disposição para sanar dúvidas e esclarecer os fatos. O parlamentar disse, também, que não houve alterações em suas atividades e que a assessoria jurídica está tomando as devidas providências.

Notícias mais lidas

Outros assuntos